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música para o fim dos tempos
II andamento do Concerto para Orquestra (1943) de Béla Bartók. Eugene Ormandy com a Orquestra de Filadélfia (1964). Para o fim dos tempos.
Etiquetas:
Béla Bartók,
Eugene Ormandy,
Philadelphia Orchestra
domingo, setembro 15, 2013
quinta-feira, janeiro 20, 2011
ilhas desertas #1 - Concerto para Orquestra
Béla Bartók (1881-1945), Concerto para Orquestra (1943), seguido de O Mandarim Maravilhoso (1919) e Dois Quadros para Orquestra (1910).
Um disco que levaria para a ilha deserta. Quanto mais oiço, mais gosto (este é o critério).
O Concerto para Orquestra -- repare-se na ambiguidade do título, o concerto é normalmente para solistas --, composto nos Estados Unidos, dois anos da morte de Bartók, é tido como uma espécie de resumo do percurso musical deste grande húngaro. A tradição e a inovação, o humor e o dramatismo, a vida e a morte (vivia-se e morria-se na II Guerra Mundial), a alegria solar dos trabalhos e dos dias nos campos e nas aldeias, o vórtice das metrópoles, tudo se conjunga nesta obra-prima.
O Mandarim é um bailado dionisíaco, pleno de pujança e carga sexual; os Quadros, composições impressionistas, bem dentro da modernidade fragmentada dos anos dez. À memória vêm-me Debussy, é claro, mas também Ravel, Stravinski.
A gravação é de 1962/63, com a Orquestra de Filadélfia, dirigida por Eugene Ormandy.
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