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segunda-feira, julho 21, 2025

3 versos de Luísa Dacosta

«Deixo-te os meus lábios / e a frescura, salina, da minha boca / -- anémona dos jardins submersos.» 

«Não foi este o tempo», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

terça-feira, maio 20, 2025

2 versos de Luísa Dacosta

«No meu outono, agreste, / invento-te.» 

«Solidão», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

quarta-feira, abril 30, 2025

4 versos de Luísa Dacosta

«Longe, mentalmente, / e ainda com maior leveza / do que a das águas da maré, / imprimo, em mim, as rugas do teu rosto.» 

«Aprendizagem», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

sexta-feira, abril 25, 2025

2 versos de Luísa Dacosta

«Só o lume duma traineirinha / é pirilampo na noite.» 

«Nocturno», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

segunda-feira, março 24, 2025

4 versos de Luísa Dacosta

«Na crista das vagas, / o embalo da lua / lembra-me os teus braços, / acorda o meu desejo de ser tua.» 

«Luar», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

sexta-feira, fevereiro 14, 2025

4 versos de Luísa Dacosta

«Só o voo dos meus olhos / te persegue / e tenta / trazer-te até mim.» 

«Tentativa», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

segunda-feira, janeiro 13, 2025

4 versos de Luísa Dacosta

«Da infinita e impossível distância / trago-te até mim. / respiro contigo a noite / e passeio a tua sombra à beira do mar.» 

«Respiração», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

terça-feira, dezembro 24, 2024

2 versos de Luísa Dacosta

 «a tua ausência / sinto-a como um corpo.» 

«Penélope», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

sexta-feira, novembro 29, 2024

3 versos de Luísa Dacosta

 «Searas de espuma / invadem, violentas, / as areias.» 

A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

terça-feira, novembro 19, 2024

2 versos de Luísa Dacosta

 «Íntima como o sangue / seja a minha lembrança em ti!»

«Três desejos breves», A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

terça-feira, junho 25, 2024

2 versos de Luísa Dacosta

 «Atravessa os campos da noite / e vem.» 

A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

quarta-feira, junho 12, 2024

3 versos de Luísa Dacosta

 «No fundo do mar, / perdidos, / estão os sonhos,» A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

terça-feira, abril 23, 2024

2 versos de Luísa Dacosta

«Como quem procura conchas à beira do mar, / escolho as palavras para te dizer.» A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)

segunda-feira, abril 08, 2024

2 versos de Luísa Dacosta

 «Com a noite dos teus olhos / escusava lua e estrelas.» A Maresia e o Sargaço dos Dias (2010)

sábado, fevereiro 24, 2024

colagens

«(Ah, cão, asno de ouro, corro ao cadáver.)»

«Bebo-o a colherinhas de olhos» 

«O espanto inunda as mãos (aves sem peso)»


1. José Emílio-Nelson

2. Luísa Dacosta

3. Fernando Jorge Fabião

quarta-feira, agosto 30, 2023

antologia improvável #499 - Luísa Dacosta

 MAR


Bebo-o a colherinhas de olhos

na taça da manhã.

E nem ele se esgota,

nem eu me sacio.

A Maresia e o Sargaço dos Dias (2011)