Reclama a herança de Charlie Mensuel, editado por Wolinski, que dizia da sua revista ser a única publicação de BD destinada àqueles que também liam outras coisas. Se Charlie apareceu sob a égide de Charlie Brown, esta evoca a praticamente desconhecida Charlotte Braun, que passou fugazmente pelos Peanuts e que Schulz eliminou (e de que maneira!...). Parece que os leitores não gostavam dela. É de aproveitar, pois mesmo na galáxia franco-belga, só a velha Spirou (desde 1938), para um público infanto-juvenil (ou todos os públicos) e a Fluide Glacial (1975), humorística adulta. Charlotte apresenta-se como a revista de todas as bandas-desenhadas, e não amostras de pré-publicações.
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quinta-feira, outubro 24, 2024
quarta-feira, janeiro 07, 2015
e não se pode exterminá-los?...
Os patetas do costume, apressam-se a catalogar movimentos como o Pegida, na Alemanha, como neo-nazis, ou coisa que o valha. Não, os neo-nazis colam-se-lhes, como parasitas que são; mas o que espoletou o Pegida foi a indignação das pessoas comuns perante a indignidade e o medo.
Entretanto, hoje, no ataques ao Charlie Hebdo, foram assassinados Charb (Stéphane Charbonnier, o director, cujo cartoon inclui a edição de hoje mesmo do jornal), Wolinski (Grande Prémio do Festival de BD de Angoulême, em 2005), Cabu e Tignous. O empurrão à extrema-direita francesa foi poderoso.
imagem: Público
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