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segunda-feira, abril 13, 2026

verbo Parabenizar

 Eu parabenizo

Tu analfabeto

Ele saloio

Nós atentos, veneradores e obrigados

Vós nem carne nem peixe, antes pelo contrário

Eles perdoai-lhes que não sabem o que dizem

´

segunda-feira, março 23, 2026

terrorismo(s)

Sendo contra toda a forma de coacção, seja ela violenta ou insidiosa , política e/ou religiosa, venha das igrejas ou das associações cívicas, só espero que o energúmeno que se atreveu a lançar um cocktail molotov para dentro de uma marcha que se autointitulava "pró-vida", e que tem todo o direito a manifestar-se publicamente, seja exemplarmente indiciado, acusado, julgado e condenado a uma pena pesada, seguida de obrigatoriedade de reeducação, para servir de exemplo aos patetas de esquerda e de direita.

Eu não ignoro que estes movimentos de fanáticos religiosos chamados "pró-vida" exercem uma coacção psicológica aviltante, ilegítima e ilegal junto de mulheres que planeiam abortar, seja por que razão for. Isto e um certo laxismo tolerante das autoridades para com estas práticas criminosas não pode ficar em claro.

Aceito que por razões éticas se faça campanha e procure influenciar a opinião pública contra ou a favor do aborto e da eutanásia. Já manifestações religiosas nesse sentido, parece-me mais complicado -- a religião é sem dúvida o ópio do povo, mas pode ser também o conforto do indivíduo ou o amparo e resistência de um povo (Timor-Leste). Tenho muitas questões éticas em relação ao aborto, mas considero que é em primeiro lugar um assunto que diz respeito a cada mulher; por outro lado, sou ferozmente pró direito à eutanásia e desprezo quem procure impor lixo religioso para impedir-me de poder escolher o meu fim.

Cada um tem o direito de acreditar ou não acreditar no que quiser, sem ser chateado nem chatear ninguém -- mas ninguém tem o direito a impor as suas convicções ou crendices a terceiros. Este imbecil que procurou atentar contra a integridade física dos manifestantes, além de ser um fanático de outro tipo, conseguiu, por exemplo, desviar as atenções das manifestações pela habitação que se realizaram em vários pontos do país; sem contar que está a dar gás às organizações de extrema-direita cuja violência está a deixar de ser larvar.  Além de criminosamente fanático, é estúpido. 


sexta-feira, março 20, 2026

projectos-lei do PSD, do CDS e do Chega -- é um dia bom

Restringir a demagogia e a estupidez deste activismo de manicómio; e já agora, proteger as famílias dos joõescostas & outras alimárias que se incrustam no aparelho de estado.

sexta-feira, dezembro 26, 2025

serviço público: Pedro Tadeu

 O Natal não pode ser inclusivo? Um bom texto de Pedro Tadeu, pregação inútil, porém, aos idiotas da aldeia; caso contrário aprenderiam com o remate da crónica: "Inclusão é acrescentar, não é subtrair.»

sexta-feira, novembro 21, 2025

ucraniana CDV - uma paz digna para quem cometeu indignidades, será difícil

Refiro-me, entre várias coisas, à proibição da língua russa, às perseguições dos grupos nacionalistas e tolerância (no mínimo) para com os neo-nazis e, mais que tudo, terem-se prestado a fazer do país um proxy dos americanos. Há indignidade maior?...

A UE, com os imbecis de turno, dá-me vontade de rir; mas devia fazer-me chorar. 

Também me diverte ver alguns defuntos, jornalistas, professores de Relações Internacionais ou de Direito Internacional, na sua maioria.

O nosso Rangel diz que há margem para trabalhar. É assim mesmo, pá -- America first...

segunda-feira, setembro 22, 2025

serviço público - Carlos Branco

 «Em permanente fuga para a frente»:

"Aliados com os setores norte-americanos mais belicistas, contra o interesse dos povos que representam, os dirigentes europeus caminham como sonâmbulos para o abismo presos à sua autoilusão, incapazes de perceberem o beco sem saída em que se meteram e para onde nos estão a levar com a obsessão ucraniana. A profundidade do seu envolvimento nesta guerra impede-os de dar uma volta de 180 graus e recuar. Para salvarem a face, preferem fazer uma fuga para a frente, mesmo que isso envolva uma guerra em larga escala. A possibilidade de uma confrontação na Europa aumenta diariamente, deixando agora de ser apenas retórica. Entretanto, políticos e comentadores néscios continuam a achar que a Europa vai conseguir vencer militarmente a maior potência nuclear do mundo no seu território. Livrem-nos desta gente, que dos russos livramo-nos nós."

Néscio: ignorante, inepto, estúpido, diz o Priberam. Acrescentem: vigaristas! E depois arranjem todos os sinónimos que puderem, e ainda ficarão longe de fazer justiça a estes palhaços-pulhas.

sexta-feira, setembro 19, 2025

lacaios

As propostas para alteração das leis laborais fazem corar com vergonha alheia. 

Como é possível ser-se tão servil, tão indignamente agente do patronato, mostrar tanto descaso pelas pessoas, pelas suas vidas? Pergunta estúpida. Claro que é possível, a criadagem pela-se por ser útil. 

E agora também baixa de impostos para empresas com lucros acima de não sei quantos milhões.

Devo dizer que nada disto me afecta ou atinge pessoalmente, creio; apenas a náusea nauseabunda que atiram para a rua, da janela do Conselho de Ministros; a falta de higiene moral do capitalismo selvagem e de quem o serve. 

quinta-feira, setembro 11, 2025

ucraniana CCCXCIX - os drones na Polónia, a minha falta de paciência

Alguém sabe o que se passou? Eu ainda não, mas atendendo ao cadastro dos envolvidos, não me admiraria se houvesse aqui as manigâncias do costume. Aliás, fica já escrito que tenho mais facilidade em acreditar nos russos do que na presidente do conselho europeu ou na s-g da nato.  Aliás, aquele estafermo anunciou ontem em Estrasburgo "a Europa está em guerra e terá de o dizer aos europeus"

O Zelensky está, grão a grão, a conseguir o que quer, a envolver os europeus, já que não consegue envolver os americanos. Europeus, que se estão a habilitar. 

O Rangel convoca o embaixador russo para pedir "explicações"... A falta de sentido do ridículo foi sempre apanágio da figura.

Seguro ontem esteve bem, muito melhor do que Gouveia e Melo -- a não ser que o almirante saiba algo que o povo ignaro não sabe... E as reacções de Nuno Melo foram melhores do que eu esperava, ou seja, sensatas.

Portugal, por todas as razões, da decência aos interesses próprios, deve lidar com esta cáfila com o maior cuidado. Para carnificina, já nos chegou aquela a que os patetas dos republicanos (com excepções) nos conduziram e a que o colonialismo salazarista infligiu aos daquém e dalém mar...

segunda-feira, julho 21, 2025

da identidade de género à literacia financeira --


Do ponto de vista da utilidade, é preferível ensinar os sinais de trânsito, para termos cidadãos inteiros.

No entanto, eu aduziria a potenciação de massa crítica, a promoção de espírito científico e filosófico, o conhecimento da História, da Literatura e da língua, de todas as artes -- e do território: "quem somos, de onde vimos, para onde vamos?" 

Talvez assim conseguíssemos, finalmente, decidir o lugar para o novo aeroporto; talvez não tivéssemos medo de protestar, enquanto país, contra a guerra pela fome em Gaza; talvez fôssemos mais imunes a demagogos  perigosos; talvez tivéssemos menos medo de imigrantes inofensivos; talvez fôssemos mais exigentes com quem governa; talvez mais cidadãos e menos basbaques. Talvez.

sábado, julho 19, 2025

Nem uma ténue declaraçãozinha sobre a fome em Gaza

Chama-se a isto ser cão-de-trela dos Estados Unidos. Há quem lhe chame falência moral; isso seria assim, se houvesse um pingo de moralidade, de coragem de ser digno. É este servilismo ser a favor dos interesses de Portugal? Claro que não é. É, isso sim, não servir para nada em política externa -- e nem sequer saber cuidar da CPLP. Ou seja, este governo segue a via do governo anterior, liderado pelo inefável presidente da UE: miseravelmente de joelhos.

terça-feira, julho 15, 2025

as demolições em Loures

Independentemente de razões atendíveis (questões sanitárias e de salubridade) ou nem tanto -- um legalismo que se manifesta quando calha, de preferência contra os mais fracos e em ano de eleições --, a demolição das precárias habitações de uma pequena comunidade de trabalhadores que suponho de imigrantes, que não ganha o suficiente para pagar uma renda de casa, é das coisas mais repugnantes que tenho visto nos últimos tempos. 

Nunca me irei esquecer do olhar consternadíssimo de uma senhora a quem tiraram o tecto, em troca de um mês de renda e outro de caução -- e toca a lavar daí as mãos.

Como de costume, um país que não presta, que se prostitui ao turismo e aos vistos gold e cujos responsáveis lisonjeiam os baixos instintos da populaça (pobre ou rica), para captar-lhe os votos.

Em tempo: Helena Roseta.

segunda-feira, junho 23, 2025

Putin e o Duque de Alba

Depois dos ingleses, os portugueses são o povo europeu que mais defende a continuação do "apoio à Ucrânia"; mas o mais divertido é que, logo após a Polónia -- que tem a história que se sabe --, os bons dos nossos compatriotas são, com os romenos, os que mais temem uma invasão da Rússia. Mais, por exemplo, do que a Estónia -- que também tem a história que se conhece... Mas há paciência para esta gente?; a caminho dos novecentos anos de história e sai isto?...

Mas talvez eu não esteja a ver bem; talvez Putin, que anda a marcar passo há mais de três anos no Donbass, envie uma esquadra do Árctico, passe o Báltico e o Mar do Norte e desembarque num lajedo ao pé da Guia, onde, em 1580, o Duque de Alba fez o mesmo, tomando Cascais, executando o governador, D. Diogo de Meneses, só parando em Alcântara, onde o rei D. António lhe deu combate, mas foi derrotado.

Dever ser isso: do muito que lêem e meditam, sai-lhes, aos nossos portugueses, esta sofisticação, quando deles só esperamos raciocínio em modo de espasmo intestinal.

segunda-feira, junho 09, 2025

amanhã é feriado, vou perguntar ao Zelensky se está bom no Guincho

 Nos canais de bardanotícias aqui da parvónia, o Zelensky continua a ser um Churchill -- como disse, certo dia, o Fareed Zakaria... pouco importa que tenha sido uma marioneta de americanos e britânicos contra os ucranianos e com isso tenha deitado o seu país a perder, em função dos interesses americanos e não só (lembremos o papel de duas abjecções como Joe Biden e Boris Johnson no prolongar da guerra, para esvair a Rússia -- o verdeiro objectivo -- quando da primeira tentativa de acordos de paz).

Não especulo sobre as intenções deste bicho, se vai morrer de armas na mão, como seria sua obrigação, depois do mal que tem feito, ou se há alguma ponta de verdade no que dizem os seus detractores, sobre um eventual e bem esportulado enriquecimento ilícito -- não vou por aí, não me interessa, nem sequer é preciso...

Basta dizer que à conta da criatura e de quem a sustenta, a Ucrânia está como está, e a caminhar para muito pior. Mas, não contente com isso, seguindo à risca o gizado pela trupe neo-con do lado de lá do Atlântico, tem procurado, desde o princípio, envolver-nos a todos na guerra -- o que só não conseguiu ainda, não por bom-senso das lideranças europeias (meu deus, a nulidade do Costa, parece que engenheiro de pontes, é presidente do Conselho Europeu...), mas porque ainda não puderam. Mas há quem não descanse enquanto tal não suceder, não só do lado de lá, como, pasme-se, do lado de cá do Atlântico. Que imbecis, que vigaristas...

Para as notícias dos bardacanais, e os zeros que os dirigem, Zelensky, em vez de a sua acção ser abordada segundo um prima jornalístico (chamam àquilo jornalismo, certo?) -- ou seja: um político apanhado em determinadas circunstâncias, reagindo melhor ou pior de acordo com elas, o que nos dão é uma caricatura de propaganda reles, em que cada espirro e cada flato que o homem emane equivale a um tratado de clarividente liderança; ele tudo sabe, tudo vê, é um predestinado, um Churchill.




segunda-feira, março 17, 2025

Sócrates faz bem

Fartei-me aqui de falar sobre Sócrates e dos atrasos de vida no sistema da Justiça em Portugal. A justiça acompanha o jornalismo e a política partidária na pocilga em que transformam o país. Incompetentes, medíocres e até maus.

Estou-me nas tintas para o julgamento de Sócrates. E nauseado também. Depois de tanto tempo (nem me vou dar ao trabalho de ver quantos anos já passaram), é agora que vai haver julgamento? E, provavelmente, com a expertise que têm demonstrado, correndo o risco de ver o julgamento anulado. É mesmo isso que parece estarem a pedir.

Para já, Sócrates mandou-os à merda. É isto.

sexta-feira, fevereiro 28, 2025

e a propósito da USAid, alguém voltou a ouvir falar dos lutadores pela liberdade e democracy na Geórgia? Não?...

Falta-lhes o subsílio (como diz o povo) da benemérita USAid, que parece financiava também ópera transgénero na Colômbia, que deve ser uma coisa maravilhosa de se ver e ouvir.

Nobel da Inclusão para o Joe Biden, já!

-- Ah, mas o gajo é o porco que queria provocar uma derrota estratégica à Rússia, até ao último ucraniano...

- E isso que interessa?!... 

(Nota: é possível que a USAid tenha actividades meritórias. Não sei, não fui ver. Na verdade, estou-me nas tintas.)

terça-feira, fevereiro 11, 2025

e que tal darem a medalha devida a Angela Carini?

Refiro-me à atleta italiana a quem os guardiães do manicómio no COI arrebataram a medalha olímpica para darem a esta belíssima moçoila. Direitos humanos, não é, ó palermas? Levam (levamos todos) agora com o Trump e os mais que se avizinham. Obrigadinhos...

segunda-feira, fevereiro 10, 2025

duplo elogio a Pedro Nuno Santos, entre a falsa esquerda 'woke' e os cães-de-guarda do capital

Já me impacientei com ele, agora duplamente o elogio.

O primeiro, a propósito da suas mais do que sensatas declarações a propósito da emigração. Não me pronunciei logo, porque a circunstância de haver um desgraçado sem escrúpulos chamado André Ventura que está a subir na vida à custa da boçalidade primária ou do oportunismo dos portugueses, coibiu-me de o fazer. E, no fundo, fiz mal. Assuntos sérios -- reais ou percepcionados -- não podem ser deixados nem à pseudo-direita avinhada nem â falsa esquerda wokeE se há um problema real ou inventado que os venturas cavalgam, é obrigação de toda a esquerda decente e inteligente de o não deixar à mercê dos oportunistas incendiários de serviço.

Quando Pedro Nuno Santos, mais ou menos inabilmente, se referiu na preservação dos nossos valores culturais, eu li-o uma chamada de atenção para a precária situação das mulheres na maior parte do mundo islâmico -- 'maior parte', pois ainda agora vemos como tudo é bem diferente por exemplo entre os muçulmanos ismaelitas. Assim sendo, fez o líder do PS muito bem em elevar a fasquia para os parâmetros ocidentais at large (Portugal e a sua realidade de violência doméstica é um país subdesenvolvido do Ocidente). A suposta esquerda woke -- a começar pela que mina o PS -- caiu-lhe em cima. Em nome dos seus absurdos padrões duplos de manicómio, convive bem com a domesticação das mulheres islâmicas -- e portanto, lá teve Santos de arcar com o lixo ideológico do costume.

Agora, parece que terá falado em salvaguardar as pensões dos portugueses da economia de casino, dos fundos de investimento e de toda essa panóplia de alavancas da ganância, para choque dos azeiteiros do costume. 

Quando alguém se diz de esquerda, convém dizer coisas de esquerda. Uma delas é o da defesa das mulheres e da necessidade da sua igualdade intrínseca -- se possível contra os neo-fachos woke; a outra é mostrar repugnância pela 'economia de casino' que é uma economia de bordel, em que se movem muito bem todas as traficâncias, e cuja defesa tem também os seus rafeiros a ladrar na praça pública. 

 

quinta-feira, fevereiro 06, 2025

um dia bom para as mulheres e para os feministas

Se alguém se disser feminista e defender ao mesmo tempo que é aceitável transexuais competirem com mulheres no desporto, ou é uma fraude ou está alienado.

(Eu sei que é chato estar a elogiar o Trump quando ele tira da cartola a Riviera de Gaza, uma trumpice; mas nunca esqueçamos que o massacre dos palestinos e a pulsão genocida foi toda articulada na administração Biden, com as falinhas mansas desse extraordinário democrata e humanista que todos conhecemos.)

Voltando ao manicómio: não me canso de falar no caso infame do roubo do título olímpico a uma boxeuse italiana -- das coisas mais degradantes e revoltantes a que assisti na minha vida --, incluindo a retratação pública a que ela se sentiu obrigada. Mas já é tempo de denunciar e desmascarar todas as mentiras, e as estratégias de vitimização, relativização e intimidação woke.

Mentiras chapadas quando chamam "mulheres" e "meninas" a transexuais, como este patético e nauseabundo título do Globo, jornal de tradição progressista, como se sabe...; quando se relativiza sempre com o número exíguo das pessoas em causa -- tão exíguo que até ganham medalhas olímpicas, para desânimo das mulheres que com eles têm de competir --; ou quando vêm com a historieta dos "direitos humanos", ou usam do poder mediático de que dispõem para cilindrar quem se lhes opõe. O que vi naquele "combate", entre o desespero da mulher e a sua retratação, foi um treinador com medo, a tentar justificar a sua atleta, e sem palavras para articular algo a respeito da insanidade onde ambos haviam sido metidos, receando naturalmente pela carreira de treinado e pela da sua atleta.

Em suma: um escarro que tem a conivência não só dos cobardes como daqueles que acham que há coisas mais importantes pelas quais lutar. Mas não há: a injustiça, quando atinge um, atinge todos. E manifesta-se quando famílias são chacinadas num kibutz, quando um povo é massacrado num território, e sempre, quando um indivíduo é cilindrado por qualquer tipo de mundividência, por norma absurda e anormal, nesta altura gozando da conivência dos estados. Não há assuntos menores quando a dignidade e a justiça são comprometidas. 

quinta-feira, janeiro 02, 2025

"Seja muito bem-vindo Presidente Xi!". disse então Marcelo

Estou perplexo com a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, no que respeita à  política externa (deposi, confesso que perdia a atenção). Ver o chefe do estado apontar a China como ameaça, assim às claras, fazendo todos os fretes a países estrangeiros e dizendo nada ao interesse nacional, lembrou-me a calorosa recepção há uns anos a Xi Jinping. Interessava, porque estávamos de mão estendida? É para um tipo sentir-se envergonhado.

Para não falar da questão Russa, como se alguém tivesse perguntado alguma coisa ao PR -- e se alguém perguntou, não foram decerto os portugueses. Finalmente, no que respeita ao interesse nacional e às nossas boas relações com os Estados Unidos, que dada a vizinhança atlântica são do nosso interesse, o Presidente deve ter-se esquecido que a presidência mudou, embora não mude o desejo de vassalagem. Se Trump tirar o tapete a Zelensky, o que dirá Marcelo? Não será difícil tentar adivinhar.

Tudo isto é revelador de uma falta de dimensão e de sentido de estado que não nos deve admirar que outros políticos, entretanto guindados a funções internacionais, não passem de anões funcionais. 

terça-feira, outubro 29, 2024

palavras odiosas

aprendizagens...

parabenizar... 

recepcionar...