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segunda-feira, maio 04, 2026

2 versos de Manuel Bandeira

«A cada par que a aurora enlaça, / como é pungente o entardecer!» 

A Cinza das Horas 1917) - «Chama e fumo»

segunda-feira, abril 06, 2026

3 versos de Manuel Bandeira

«Amor -- chama e, depois, fumaça... / Medita no que vais fazer: / O fumo vem, a chama passa...» 

A Cinza das Horas (1917) - «Chama e fumo»

terça-feira, fevereiro 17, 2026

3 versos de Manuel Bandeira

«As estrelas sorriem de escutar / As baladas atrozes / Dos sapos.» 

A Cinza das Horas (1917) - «Paisagem noturna»

terça-feira, janeiro 20, 2026

3 versos de Manuel Bandeira

«-- A Lua / Assoma à crista da montanha. / Em sua luz se banha / A solidão de vozes que segredam...» 

A Cinza das Horas (1917) - «Paisagem noturna»

quarta-feira, janeiro 07, 2026

4 versos de Manuel Bandeira

«O meu semblante está enxuto. / Mas a alma, em gotas mansas, / Chora, abismada no luto / Das minhas desesperanças...» 

A Cinza das Horas (1917) - «Cartas de meu avô»

terça-feira, dezembro 09, 2025

4 versos de Manuel Bandeira

«Cartas de antes do noivado... / Cartas de amor que começa, / Inquieto, maravilhado, / E sem saber o que peça.» 

A Cinza das Horas (1917) - «Cartas de meu avô»

terça-feira, outubro 21, 2025

1 verso de Manuel Bandeira

 «-- Eu faço versos como quem morre.» 

A Cinza das Horas (1917) - «Desencanto»

quarta-feira, setembro 24, 2025

2 versos de Manuel Bandeira

«Essa dor de sorrir bebendo o ar fino, / A esmorecer e desejando tanto...» 

«A António Nobre», A Cinza das Horas (1917)

quinta-feira, julho 04, 2024

3 versos de Manuel Bandeira

«Urra o sapo-boi: / -- "Meu pai foi rei" -- "Foi!" / "Não foi! -- "Foi!" -- "Não foi!"»

Berimbau e Outros Poemas

sábado, junho 15, 2024

1 verso de Manuel Bandeira

 «Santa Clara, clareai.» in Berimbau e Outros Poemas (antologia)

quinta-feira, maio 16, 2024

2 versos de Manuel Bandeira

 «No fundo do céu / Há tanto suspiro!» Berimbau e Outros Poemas (antologia, 1986)

sexta-feira, abril 26, 2024

2 versos de Manuel Bandeira

«Gosto de samba e de fado, / Portugal, meu avozinho» Berimbau e Outros Poemas  (antologia por Elias José)

sexta-feira, março 15, 2024

antologia improvável #529 - Manuel Bandeira

 

O AMOR, A POESIA, AS VIAGENS


Atirei um céu aberto

Na janela do meu bem:

Caí na Lapa -- um deserto...

-- Pará, capital Belém!...

Berimbau e Outros Poemas

(antologia por Elias José)

segunda-feira, fevereiro 19, 2024

colagens

"Chama o saci: -- Si si si si!"

"Forma-se a onda e depois outra e outra" 

"Lembra um daqueles briosos cães-pastores"


1. Manuel Bandeira, "Berimbau"

2. Antero Abreu, "Onda vai onda vem"

3. A. M. Pires Cabral, "A um comprimido hytacand"

segunda-feira, agosto 28, 2023

antologia improvável #497 - Manuel Bandeira

 

ANDORINHA


Andorinha lá fora está dizendo:

-- "Passei o dia à toa, à toa!"


Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!

Passei a vida à toa, à toa...

Berimbau e Outros Poemas (antologia)

quarta-feira, maio 15, 2019

vozes da biblioteca

«O corpo a corpo do espaço e da escultura» Sophia de Mello Breyner Andresen, «Roma», Musa (1994)

«Tombo de joelhos no ruído da madeira, espero a boca acossada mordendo a minha nuca.» Ana Marques Gastão, «nuca», Lápis Mínimo (2008) / Leya Poemas (2009)

«E a vida vai tecendo laços / Quase impossíveis de romper: / Tudo o que amamos são pedaços / Vivos do próprio ser.» Manuel Bandeira, A Cinza das Horas (1917) / Os Melhores Poemas de Manuel Bandeira (1984)

segunda-feira, outubro 15, 2018

segunda-feira, julho 02, 2018

«As coisas são a sua morada / e há entre mim e mim um escuro limbo / mas é nessa disjunção o istmo da poesia / com suas grutas sinfónicas / no mar.»     Sebastião Alba, «Como os outros», A Noite Dividida (1996)

«A tarde cai, por demais / Erma, úmida e silente...»     Manuel Bandeira, «Cartas de meu avô», A Cinza das Horas (1917) / Os Mehores Poemas de Manuel Bandeira (1984)

«Na suave trepidação das ruas / mansamente tocado pelo vento de Janeiro / penso que tudo vale mais do que qualquer palavra.»     Fernando Cabrita, «Na suave trepidação das ruas», O Portão das Colinas do Nada (Poemas da Cidade de Londres) (1988)

quarta-feira, junho 27, 2018

«Um fio de mar, parece-me, inclinava a terra / num poço de luz silenciosa.» José Emílio-Nelson, O Anjo Relicário (1999)

«Vou cair e ficar no chão horas e horas / até que o frio da noite -- esse pássaro sonâmbulo -- / venha, com suas asas metálicas, acordar-me / ou roçar-me de morte...»  Saul Dias, ...Mais e Mais... (1932)

«Paixão puríssima ou devassa, / Triste ou feliz, pena ou prazer, / Amor -- chama, e, depois, fumaça...» Manuel Bandeira, A Cinza das Horas (1917) / Os Melhores Poemas de Manuel Bandeira (1984)

sábado, junho 23, 2018

«Ao entrar na sala / cumprimentei-o com três palavras / boa tarde senhor» Francisco Alvim, «Muito obrigado», 26 Poetas Hoje (edição de Heloisa Buarque de Hollanda, 1975)

«A paisagem de grandes árvores dormentes.» Manuel Bandeira,  «Paisagem noturna», A Cinza das Horas (1987) / Os Melhores Poemas de Manuel Bandeira (1984)

«Morrer é desaparecer / do nome» Sebastião Alba, «Na morte de Picasso», A Noite Dividida (1996)