Grande Sertão: Veredas, do Guimarães Rosa (1956), é um livro miraculoso, daqueles que nos acompanham pela vida fora, por cada linha, cada parágrafo ou página. É uma obra-prima da literatura universal, embora o Mundo que não lê o português o desconheça, posto que virtualmente intraduzível. E talvez o único que, na nossa língua, se confronta com as grandes narrativas dos últimos dois séculos, por exemplo, Guerra e Paz, de Tólstoi, ou Crime e Castigo, de Dostoievski.
dos «Pórticos»
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*«A *meio da tarde, o barco, com novo silvo infantil, atracou em
Bedrachein. Dali nos dirigimos para Mênfis, cujos remotos túmulos a minha
curiosidade es...
Há 13 horas