Mostrar mensagens com a etiqueta Nanni Moretti. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nanni Moretti. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, dezembro 31, 2024

também no cinema, o Vaticano assaltado pelo manicómio





Gosto destes enredos, em que a luta pelo poder e a ambição mais maligna e o mais manso desprendimento coabitam na Igreja do Apóstolo Pedro. Tenho ideia de ter gostado mais do «Habemus Papam», do Nanni Moretti, com o Michel Piccoli, num registo bonacheirão.
«O Conclave», do suíço Edward Berger, de ligeiro nada tem, e tem também um desempenho emocionante de Ralph Fiennes -- ele é o filme -- surpreendentemente estragado pelo assalto do manicómio woke. Quando estava à espera duma saída encostada à Teologia da Libertação (talvez muito previsível), eis que estala o 'wokismo' mais descarado, passe o pleonasmo  Mas o papel do Fiennes vale todos os sacrifícios.

P.S. - A propósito: neste post, atarantado com a pulhice dos americanos & satélites, esqueci-me de como a decência bateu no fundo, com as olimpíadas também transformadas em manicómio woke. O caso nefando da boxeuse italiana esmurrada por um tipo que o manicómio decretou ser mulher. Aqui

sábado, novembro 07, 2015

o meu LEFFest (1)

Mia MadreMMi
Mia Madre, de Nanni Moretti (Itália e França, 2015 -- «Fora de competição - Filme de abertura»)
Como pode a vida prosseguir quando a nossa mãe está a morrer? O filme vai ganhando corpo, densidade e chega ao fim connosco rendidos. E que actores, que actores, que actores.