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sábado, 22 de setembro de 2018

Irmãs Benedito foram defendidas por um quinteto de talento em "Orgulho e Paixão"

O elenco de "Orgulho e Paixão" foi bem escalado e quase todos os intérpretes tiveram chance de destaque. Mas o time feminino se mostrou impecável. Não teve uma atriz sequer que deixou a desejar ao longo da trama. Todas convenceram. E o quinteto central do enredo se mostrou um dos maiores êxitos do autor Marcos Berstein e do diretor Fred Mayrink, que escolheram nomes perfeitos para os perfis da família Benedito. Todas jovens talentos: Pâmela Tomé, Bruna Griphao, Nathalia Dill, Anaju Dorigon e Chandelly Braz.


Jane, Lídia, Elisabeta, Cecília e Mariana foram tipos que conseguiram conquistar o público com facilidade graças ao bom conjunto em torno da construção habilidosa do escritor e da interpretação das atrizes, que aproveitaram muito bem as oportunidades do roteiro. Carismáticas e corajosas, as personagens honraram o núcleo principal da trama e todas tiveram chance de um ótimo destaque ao longo dos meses. Claro que Elisabeta teve mais por representar a mocinha, mas as outras não foram subaproveitadas. Houve um esquema de rodízio desenvolvido com competência.

E todas tiveram suas peculiaridades, até mesmo na vestimenta. A preocupação da equipe de figurino em cima da cor preferencial de cada uma se tornou evidente, imprimindo um tom lúdico bem-vindo em uma novela solar e açucarada. Pareciam bonecas. Jane adotava tons azulados claros, Lídia um rosa mais patricinha, Elisabeta um vermelho/vinho poderoso, Cecília um verde limão e Mariana tons alaranjados.

terça-feira, 20 de março de 2018

"Orgulho e Paixão" estreia focada no humor e apresenta um delicioso começo

Sai de cena uma trama repleta de dramalhão e entra um enredo mais voltado para comédia e romances juvenis na faixa das seis da Globo. "Tempo de Amar" fechou seu ciclo nesta segunda-feira (19/03), cedendo o lugar para "Orgulho de Paixão", novela que marca a estreia de Marcos Bernstein como autor solo, após ter trabalhado como colaborador em várias obras e ter sido co-escritor de "Além do Horizonte" (2013), problemático folhetim das sete. É uma quebra de estilos bem grande, da mesma forma que ocorreu quando o modorrento enredo anterior substituiu a movimentada "Novo Mundo".


A nova trama é baseada no universo de Jane Austen, explorando vários livros da famosa escritora inglesa. Ambientada no início do século XX, em 1910, no fictício vilarejo Vale do Café, no interior de São Paulo, a novela, dirigida por Fred Mayrink, tem sua história original tirada de "Orgulho e Preconceito", um dos livros mais populares da autora, publicado em 1813 ---- que conta a vida da determinada Elizabeth, a segunda de cinco filhas de um proprietário rural, que não se interessa em casar, se preocupando mais em trabalhar, até conhecer Darcy, por quem implica e se apaixona.

Mas o autor também mesclou várias outras obras de Austen em seu folhetim, inserindo personagens de "Razão e Sensibilidade" ---- relata a vida das irmãs Elinor e Marianne ----, "A Abadia de Northager" ---- a heroína Catherine imagina aventuras num clima gótico ----, "Emma" ---- a jovem que passa a vida planejando o casamento de terceiros e "Lady Susan" ---- a bela e encantadora viúva.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Laís Pinho, Hugo Bonemer, Hanna Romanazzi, Vitor Thiré e Bruna Griphao: os destaques de "Malhação"

A atual temporada de "Malhação" está perto do fim e lamentavelmente são poucos os pontos positivos que ficarão. A história e grande parte dos personagens não funcionaram e os problemas foram muitos. O elenco jovem, por exemplo, não apresentou muitos destaques, ao contrário da temporada passada, onde vários atores se sobressaíram e acabaram ganhando novas oportunidades na Globo. Na história de Ana Maria Moretzohn e Patrícia Moretzohn, a situação foi justamente oposta: poucos brilharam. Mas, apesar de todo este conjunto, Hugo Bonemer, Laís Pinho, Vitor Thiré, Bruna Griphao e Hanna Romanazzi foram algumas boas surpresas do time escalado e merecem elogios pelo bom trabalho apresentado.


Micaela, Martin, Sidney, Giovana e Sofia foram bons personagens e os intérpretes corresponderam em cena, o que acabou explicando com certa facilidade o porquê do quinteto ter se destacado positivamente na trama. Tanto que todos, teoricamente, seriam apenas meros coadjuvantes (com exceção de Hanna, que era ligada ao contexto central), mas ainda assim conseguiram se sobressair, inclusive ofuscando o enredo do casal principal, que foi o principal mote desta temporada.

Tanto que Micaela e Martin formaram o casal mais atrativo da história. Ela, que era o patinho feio da turma e sofria bullying dos colegas, acabou se apaixonando por um sujeito galinha, arrogante e que tratava mulher como objeto. Ao longo dos capítulos, ambos sofreram mudanças. A garota teve uma transformação