Mostrando postagens com marcador José Loreto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Loreto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Vilões de "No Rancho Fundo" foram um bando de inúteis

 A menos de duas semanas para seu final, "No Rancho Fundo" andou em círculos por boa parte do tempo. A história de Mário Teixeira, dirigida por Allan Fitermann, se esgotou em pouco mais de um mês e o pior foi o time de vilões criado pelo autor. Todos, sem exceção, se mostraram uns inúteis e pouco fizeram ao longo dos meses. 


Todo mundo sabe que a figura do vilão representa a movimentação do enredo de qualquer folhetim. As únicas histórias que não necessitam de figuras maquiavélicas para provocar viradas ou conflitos são aquelas em que os autores preferem colocar a 'vida' ou o cotidiano como obstáculo dos personagens, vide a talentosa Lícia Manzo, que prefere outro estilo de narrativa. Mas todo escritor que opta pelo DNA mais tradicional do folhetim utiliza as vilanias como artifício de reviravoltas. 

No caso da atual novela das seis, o autor fracassou em todos os seus supostos vilões. Marcelo Gouveia (José Loreto), Blandina (Luisa Arraes), Deodora (Debora Bloch) e Ariosto (Du Moscovis) foram de uma inutilidade sem precedentes. Todos passaram a novela inteira reclamando e se lamentando e nunca agiram, de fato, contra da família Leonel.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Vai na Fé", a próxima novela das sete

 A Globo promoveu na sexta-feira passada (06), a segunda coletiva online de "Vai na Fé", a nova novela das sete escrita por Rosane Svartman e dirigida por Paulo Silvestrini. Participaram a autora e os atores José Loreto, Regiane Alves, Letícia Salles, Mel Maia, Jean Paulo Campos, Marcos Veras, Luis Lobianco, Emílio Dantas e Renata Sorrah. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


José Loreto comentou sobre o preparo para viver um cantor: "Eu fiz uma preparação. Antes de começar a pandemia ia fazer um filme sobre Sidney Magal. Fiquei me preparando dois anos e parei por causa da pandemia. Fui fazer 'Pantanal', mas eu sabia que em algum lugar ia usar essa minha preparação. Então minha maior preparação foi um filme que não fiz. E a música sempre teve na minha vida desde os 15 anos, mas era muito amador. Agora tenho que cantar e dançar. Está sendo um tesão os desafios que o Lui Lorenzo estão me dando. O desafio me fez emendar a novela com 'Pantanal'. Se preparem que vai ser sucesso", se animou o ator. 

Marcos Veras também falou sobre a emenda de novelas: "Terminei uma novela em julho que foi 'Além da Ilusão' e em setembro já estava na preparação. E o cabelo grande foi uma grande mudança para o personagem porque nunca tive um cabelo tão grande.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Fracassada e problemática, "O Sétimo Guardião" já foi tarde

A Globo viveu um grande pesadelo no horário nobre durante os quase sete meses que "O Sétimo Guardião" esteve no ar. E a emissora já estava 'traumatizada' com as igualmente equivocadas "Babilônia" (que afundou a faixa em 2015) e "A Lei do Amor" (2017). Mas impressionou o conjunto de equívocos do folhetim de Aguinaldo Silva e os vários problemas que ocorreram nos bastidores da produção. Não é exagero afirmar que absolutamente tudo deu errado. Não por acaso há uma sensação de alívio com o final da história, exibido nesta sexta-feira (17/05), tanto para os profissionais envolvidos quanto para o público.


O autor já enfrentava uma batalha judicial antes mesmo da estreia da novela. Isso porque um dos alunos de Aguinaldo (Silvio Cerceau) moveu uma ação contra ele exigindo a coautoria da trama. Pouco tempo depois, ainda conseguiu o apoio de outros colegas do curso administrado pelo escritor (o Master Class), que também exigiram reconhecimento ---- todos alegaram que criaram a sinopse junto com Aguinaldo em plena sala de aula. Em virtude da questão com a Justiça, o autor chegou a desistir de escrever "O Sétimo Guardião" e já trabalhava em outra sinopse. Mas Silvio de Abreu, responsável pelo setor de teledramaturgia, acabou o convencendo a retomar o projeto.

Os dois, obviamente, devem ter se arrependido amargamente. Até porque o enredo que marcou a volta de Aguinaldo ao realismo fantástico ---- visto nos sucessos "Roque Santeiro"(1985), "Tieta" (1989), "Pedra Sobre Pedra" (1992) e "A Indomada" (1997) ---- só poderia ser um sucesso ou um fracasso. Não tinha possibilidade do meio termo em uma trama sobre uma fonte milagrosa e um gato preto que virava homem.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Com polêmicas, brigas e traições, "O Sétimo Guardião" parece uma novela amaldiçoada

A atual novela das nove da Globo fracassou. É um fato. Com uma audiência bem abaixo do esperado e uma repercussão nula, a história de Aguinaldo Silva, dirigida por Rogério Gomes, se arrasta e parece nem ter conteúdo até maio. Vários personagens desinteressantes e atores subaproveitados. O irônico é que todos os assuntos sobre os bastidores de "O Sétimo Guardião" rendem muito mais repercussão do que qualquer trama ou conflito que a ficção oferece. E não falta polêmica.


A novela enfrentou uma sucessão de problemas antes mesmo de estrear. Alunos do curso "Master Class", criado pelo autor há alguns anos, decidiram entrar na justiça exigindo a co-autoria da obra, pois, segundo eles, o enredo foi todo criado em conjunto com Aguinaldo durante as aulas. O escritor não aceitou e a briga judicial foi oficializada. Os alunos acabaram levando a melhor e a Globo se viu obrigada a exibir o nome dos envolvidos no encerramento da trama. Todos os dias até o último capítulo.

A produção até chegou a ser cancelada antes desse imbróglio por conta de um outro processo movido por Silvio Cerceau, o primeiro aluno que se sentiu ''lesado''. Aguinaldo, inclusive, já escrevia um novo folhetim. Mas, Silvio de Abreu, atual responsável pelo setor de teledramaturgia da emissora, convenceu o autor a voltar com o projeto.