Mostrando postagens com marcador Rafael Vitti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rafael Vitti. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de abril de 2025

Tudo sobre a primeira coletiva online de "Dona de Mim", a próxima novela das sete

 A Globo promoveu na terça-feira de abril, dia 8, a primeira coletiva virtual de "Dona de Mim", próxima novela das sete escrita por Rosane Svartman e dirigida por Allan Fiterman. Participaram a autora e os atores Tony Ramos, Marcello Novaes, Rafael Vitti, Aline Borges, Clara Moneke, Cláudia Abreu, Suely Franco, Bel Lima, Flora Camolese, Juan Paiva, Luana Tanaka, Pedro Alves, Cris Larin, Gabriel Sanches e Marcos Pasquim. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Rosane Svartman comentou sobre sua nova protagonista: "Esse momento é muito especial. Tem uma diferença nessa protagonista das outras que já fiz, mas assim como a Sol, de Vai na Fé, ela também tem um trauma que é uma perda gestacional avançada. Ela desistiu do casamento, da faculdade de marketing... Essa novela é diferente das outras porque a protagonista já começa no buraco. As mocinhas mudaram muito ao longo do caminho e não há mais como objetivo principal um par romântico. A Léo tem a questão da correria. Ela quer ajudar os outros, mas se enrola. Esse é o diferencial dela. E amo triângulo amoroso. Faço sempre para que todos os romances aconteçam. Gosto de pensar o que a Leo vê no Samuel, no Davi e no Marlon, que não é a mesma coisa. A nossa missão como roteirista é abrir a alma junto com os personagens e enxergar com os olhos deles o que veem. Faço isso para valer e é muito bom ser uma novela aberta porque abre a possibilidade de irmos para um lado ou pro outro. A Leo tem o romance do passado que vem com muita dor e os jovens que ela encontra na mansão, que é o Samuel e Davi".

Cláudia Abreu falou de seu retorno aos folhetins: "Sempre achei novela das sete uma diversão. Tem cenas não tão longas, mas tem que contar muita coisa em menos tempo. Você é atriz em qualquer horário, mas cada horário tem sua linguagem. Há um ritmo diferente e tem sido muito bom fazer essa novela com o Tony Ramos. E com a Rosane que tem uma antena muito forte pra conectar tudo o que acontece na sociedade.

quarta-feira, 27 de julho de 2022

Romance dos mocinhos de "Além da Ilusão" é repleto de situações problemáticas

 "Além da Ilusão" vem se mostrando uma novela das seis com boas qualidades e Alessandra Poggi acertou na condução de vários personagens. Sua primeira novela como autora solo é gostosa de assistir. No entanto, há um fato que desperta questionamentos à medida que a história avança: a relação dos mocinhos. O desenvolvimento em torno do amor que une Davi (Rafael Vitti) e Isadora (Larissa Manoela) teve falhas perceptíveis desde o início e agora, com a produção se encaminhando para a reta final, tudo ficou mais incômodo. 

É preciso ressaltar que o romance do casal necessitaria de um cuidado maior na construção em virtude do drama pesado do enredo. Nada mais chato do que problematizar ficção, mas é um contexto impossível de ignorar. Davi se apaixona perdidamente por Elisa (Larissa Manoela), mas a menina acaba assassinada pelo pai, Matias (Antônio Calloni), que comete o crime por acidente, já que sua intenção era matar o futuro genro, após flagrá-lo tentando fugir com a mocinha. Para culminar, o juiz consegue incriminar o rapaz, que é condenado a 20 anos de cadeia, mas escapa da prisão após dez anos. O mocinho foge com o objetivo de provar sua inocência. Só que, por conta das coincidências novelescas, acaba sofrendo um acidente de trem, rouba a identidade de um passageiro aparentemente morto e começa a trabalhar na tecelagem de sua ex-sogra. 

Com o nome falso de Rafael Antunes, o personagem logo criou vínculos com todos e conheceu Isadora (Larissa Manoela), a irmã de Elisa, de quem era amigo dez anos atrás. Sim, Davi, já adulto, conhecia Dorinha ainda criança. A situação já despertava incômodo. Mas piorou quando o mocinho se apaixonou subitamente assim que a viu.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

"Além da Ilusão": o que esperar da nova novela das seis?

A nova novela das seis promete ser bem diferente da recém-terminada "Nos Tempos do Imperador". Alessandra Poggi estreia como novelista solo, após uma parceria com Angela Chaves em "Os Dias Eram Assim", novela das 23h, exibida em 2017. A autora promete uma história com uma roupagem mais leve, com um toque de conto de fadas, ainda que haja elementos densos para o roteiro se movimentar. O diretor Luiz Henrique Rios também endossa a intenção do novo folhetim e ainda o classifica como uma 'fábula temporal'. 

Em ‘Além da Ilusão’, o público vai acompanhar a história de Davi (Rafael Vitti) e Isadora (Sofia Budke/ Larissa Manoela), em uma viagem ao Brasil das décadas de 1930 e 1940, marcado por tempos de profundas mudanças. Ambientada em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, e dividida em duas fases, entre 1934 e 1944, a produção é marcada por histórias de amor, traição, esperança, justiça e muito humor. A trama começa em Poços de Caldas, Minas Gerais, com o fascínio de Isadora (Sofia Budke), ainda criança, pelas mágicas do jovem Davi (Rafael Vitti). De férias na cidade, a pequena Dora, filha do influente Juiz Matias (Antonio Calloni) e de Violeta (Malu Galli), vive a expectativa da festa de aniversário de 18 anos de sua irmã, a sonhadora Elisa (Larissa Manoela). 

Davi é órfão de pai e mãe e foi com o avô que aprendeu seus primeiros truques de mágica. Apesar da vida difícil que leva, o jovem chegou a concluir seus estudos antes da família perder tudo, mas seu maior desejo é se tornar um ilusionista. Em sua passagem pela cidade, o jovem conhece, casualmente, Elisa no dia do baile de aniversário e eles se apaixonam. Matias não aceita a situação entre os dois e arma para separar o mágico de sua filha, por quem nutre verdadeira devoção. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Tudo sobre a coletiva online de "Além da Ilusão", próxima novela das seis

 A Globo promoveu na sexta-feira passada, dia 7, a primeira coletiva online de "Além da Ilusão", próxima novela das seis, escrita por Alessandra Poggi e dirigida por Luiz Henrique Rios. Participaram a autora, o diretor, além dos protagonistas Rafael Vitti e Larissa Manoela. Fui um dos convidados e conto um pouco sobre o bate-papo para vocês. 

"Tudo acontece porque eles se apaixonam à primeira vista. É um amor verdadeiro, genuíno, que eles acreditam que merece ser vivido. Estou muito empolgado com nossa história. Lari é uma parceira excepcional, uma grata surpresa. Tem muita história e depois tem uma tensão na trama para movimentar. E há uma afinidade geral da equipe. Foi mágico ir para Poços de Caldas (MG). As pessoas são incríveis. Tinha uma multidão acompanhando as gravações, mas todos muito respeitosos. Eu não assisti, mas sei que está uma coisa linda. Foi empolgante começar a novela com uma viagem. E estava precisando voltar a trabalhar. A gente está nesse projeto há uns dois anos. E tivemos a ajuda da Maria Beta Peres (preparadora de elenco) para construir a relação do casal. Aliás, são dois casais, né. Davi com Elisa e Davi com Isadora. E é muito simbólico para mim voltar a trabalhar com o Luiz Henrique Rios, depois de 8 anos de Malhação Sonhos", contou Rafael Vitti. 

"O início, das poucas imagens que vimos, está muito bonito. Curiosa para saber o que vem por aí. Tive uma ansiedade de controlar a expectativa. Fiquei muito realizada. Amo dramaturgia, amo fazer novela. Fui muito bem recebida na Globo. Foi um desafio viver essas duas meninas. Primeiro a Elisa e depois a Isadora, que segue levando a história. O Rafa foi um parceiro incrível. A Isadora, como convivi com uma atriz mirim gênia (Sofia Budke), peguei muita inspiração dessa menina. Porque a Isadora presencia a morte da irmã, Elisa, ainda na infância. Isso a deixou fragilizada e ao mesmo tempo muito forte.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Tudo sobre a coletiva online da reprise de "Malhação Sonhos"

 A Globo promoveu nesta segunda-feira (18/01) uma coletiva online com parte do elenco e autores de "Malhação Sonhos", próxima reprise da emissora que entra no lugar de "Malhação - Viva a Diferença". A temporada exibida em 2014 foi um baita sucesso de público, crítica e repercussão. Os escritores Paulo Halm e Rosane Svartman participaram, assim como o diretor Luiz Henrique Rios e os atores Rafael Vitti, Isabella Santoni, Emanuelle Araújo, Eriberto Leão, Arthur Aguiar e Bruna Hamu. Fui um dos convidados e conto um pouco como foi a deliciosa entrevista. 

Perguntei a Isabella Santoni e Bruna Hamu qual foi a cena mais difícil que protagonizaram juntas e qual a mais emocionante que guardam com grande carinho. "A briga com a Karina. Porque foi culpa da Bianca e depois provocou aquilo tudo na trama. A gente criou uma conexão muito forte eu e a Bella. Somos como irmãs mesmo. É muito verdadeiro. Antes mesmo de começarmos a gravar. Eu sofri de verdade naquela cena com a Bella. Foi um marco até na história. Também lembro de uma cena na reta final já, quando a Bianca tem uma conversa linda com a Ka de reconciliação", contou Bruna. Já Isa concordou com a amiga: "Essa cena da briga foi realmente foi forte. E lembro que você era muito ativo no Twitter na época e sempre que a gente ia ver os episódios líamos o que você escrevia. Um prazer te conhecer, ainda que virtualmente", complementou a querida atriz. 

Perguntado sobre o êxito do elenco, que até hoje faz sucesso, Luiz Henrique Rios argumentou: "A gente trata as pessoas como talentos do futuro. E ajudar a prepará-los. A indústria da mídia tem uma mudança grande na vida das pessoas e se elas não são trabalhadas pra isso fica muito difícil. Há diferença entre ser famoso e ser artista.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Repleta de tramas bobas, "Verão 90" foi uma novela descartável

Izabel de Oliveira e Paula Amaral vinham de dois extremos. As autoras experimentaram o sucesso com o fenômeno "Cheias de Charme", em 2012, e enfrentaram o imenso fracasso com "Geração Brasil" (2014) --- até hoje a pior audiência da faixa das 19h. Izabel, no caso dividiu a autoria das duas tramas com Filipe Miguez. Paula era colaboradora de ambas. Agora experimentaram um trabalho realmente juntas com "Verão 90", que chegou ao fim nesta sexta-feira (26/07). E infelizmente o saldo não foi nada positivo.


É verdade que para a Globo não houve problema algum. Afinal, a novela teve uma boa audiência, embora tenha passado longe de um fenômeno. A média geral foi de 26 pontos, a mesma de "Deus Salve o Rei" e "Rock Story", dois folhetins com desempenhos medianos em nível de repercussão. Mas ultrapassou a média de "O Tempo Não Para", que a antecedeu, em dois pontos. Pena que os números não refletiram a qualidade da produção. A dupla apelou para o saudosismo do público através de referências aos anos 90 (muitas delas equivocadas e mais propícias aos anos 80, vale lembrar) com o intuito de disfarçar a ausência de enredo.

"Verão 90" iniciou apresentando a história de três crianças que fizeram um imenso sucesso com o grupo "Patotinha Mágica" e acabaram se separando por brigas familiares. O trio central era Manuzita (Isabelle Drummnd), João (Rafael Vitti) e Jerônimo (Jesuíta Barbosa). João e Manu sempre foram apaixonados, enquanto Jerônimo tinha sérios desvios de caráter e nutria uma inveja do irmão. A premissa do folhetim era essa, mas as autoras não conseguiram sustentar o contexto nem por um mês.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

"Verão 90" tem estreia nostálgica e corrida

A novela que mesclou passado e presente através de uma família de 1886 descongelada em 2018 saiu de cena. Agora o intuito da Globo é apresentar um folhetim que vai mexer com a memória afetiva do público relembrando moda, músicas e costumes dos anos 90, período nunca antes abordado em uma trama. Afinal, é uma época nem tão distante assim e muitas histórias clássicas, como o remake de "Mulheres de Areia" (1993), "Quatro por Quatro" (1994) e "A Próxima Vítima" (1995), foram exibidas naquela década. "Verão 90", dirigida por Jorge Fernando, é uma produção claramente nostálgica.


Escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral (que trabalharam juntas com Filipe Miguez no fenômeno "Cheias de Charme" e no fracasso "Geração Brasil"), a nova história das sete traz João (João Bravo/Rafael Vitti), Manuzita (Melissa Nóbrega/Isabelle Drummond) e Jerônimo (Diogo Caruso/Jesuíta Barbosa) como protagonistas. O trio estourou como a Patotinha Mágica, grupo infantil que era febre nos anos 80 e se apresentava em vários programas. No entanto, tudo naufragou por conta de um escândalo (João desmaiou no palco e a mãe foi acusada de negligência) e cada um seguiu seu rumo. É a partir dessa nova ''saga'' que o folhetim se inicia de fato. 

A estreia teve como principal objetivo prender o público através de várias imagens de programas dos anos 80/90 e músicas de sucesso que até hoje se mantêm na memória do espectador. "Batman & Robin" e "Cassino do Chacrinha", por exemplo, marcaram presença, assim como canções icônicas, vide "Do Leme ao Pontal", "Freak Le Boom Boom" e "Nós vamos invadir sua praia".

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Tudo sobre a primeira apresentação de "Verão 90", próxima novela das sete

A primeira coletiva para a apresentação de "Verão 90", próxima novela das sete da Globo, que estreia no final de janeiro de 2019, foi realizada na última sexta-feira (30/11), em um hotel no Leblon, Rio de Janeiro. As autoras Izabel de Oliveira e Paula Amaral estiveram presentes, assim como os diretores Jorge Fernando e Marcelo Zambelli, e os atores Isabelle Drummond, Rafael Vitti, Jesuíta Barbosa, Cláudia Raia e Dira Paes.


O apresentador Zeca Camargo também participou, mas apenas para contar um pouco sobre os anos 90, época do auge da MTV, onde esteve presente por muitos anos. Como o novo folhetim terá a década de 90 como ambiente para o enredo e focará bastante no meio musical, a presença de Zeca fez bastante sentido. Fui um dos convidados da coletiva e a animação pelo projeto era visível no rosto de todos. A expectativa é alta e realmente parece que teremos uma boa novela logo no início do ano que vem.

O diretor Jorge Fernando fez questão de descontrair os convidados e mostrou que está plenamente recuperado do AVC que sofreu há dois anos. Os colegas também fizeram questão de homenageá-lo em vários momentos. Ele, aliás, deixou claro que o intuito da novela é brincar com os anos 90 e não fazer um retrato fiel do período.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Mesclando música e romance, "Rock Story" cumpriu sua missão com louvor

A estreia de Maria Helena Nascimento como autora solo na Globo foi a melhor possível. A sua primeira novela --- após 20 anos de casa e de ter trabalhado como colaboradora de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva, entre outros --- ousou ao quebrar a sequência de comédias românticas que a faixa das sete vinha exibindo com êxito e conseguiu conquistar o público com uma história simples, mas repleta de histórias convidativas e bons personagens. O resultado foi um folhetim gostoso de ser acompanhado, cujos deslizes (observados principalmente nos dois últimos meses) ficaram menores que os acertos.


A trama, que teve uma ótima direção de Dennis Carvalho e Maria de Médicis, apresentou a música como protagonista e usou o rock como elemento diferenciador. Afinal, o gênero tem cada vez menos espaço nas rádios e na televisão em virtude da dominação quase total do sertanejo, funk e afins. Portanto, tê-o como foco em um enredo foi muito benéfico e a ideia de contar a trajetória de um roqueiro decadente não poderia ter sido melhor. Gui Santiago foi um protagonista apaixonante e a escolha de Vladimir Brichta --- marcando seu retorno às novelas após 12 anos ---- se mostrou de uma precisão cirúrgica.

O ator deu um show vivendo um perfil nada politicamente correto e cheio de defeitos. Não foi difícil torcer por ele de imediato. Nathalia Dill, por sua vez, novamente se destacou e convenceu na pele da destemida Júlia, tendo uma clara sintonia com Vladimir. Ela ainda brilhou vivendo a gêmea Lorena e é uma pena que a irmã malvada da mocinha não tenha sido bem aproveitada pela autora.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Ótimo como Léo Régis, Rafael Vitti se destaca em "Rock Story"

Ele foi uma grata revelação de "Malhação Sonhos" e conquistou o público interpretando o atrapalhado Pedro, que formou um casal de grande sucesso com a esquentadinha Karina (Isabella Santoni) em 2014. Depois da bem-sucedida temporada escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm, Rafael Vitti fez uma participação no quadro "Não se apega, não", do "Fantástico" (2015), e esteve na primeira fase de "Velho Chico" (2016), vivendo o vilão Carlos Eduardo. Agora, em "Rock Story", o ator brilha na pele do mimado Léo Régis, fazendo jus ao destaque que tem na trama de Maria Helena Nascimento.


O personagem é uma ótima crítica da autora a todos esses artistas adolescentes que surgem sem nenhuma bagagem, se deslumbrando rapidamente com a fama e o sucesso. Léo Régis é um ícone pop que começou a se destacar na mídia quando lançou a música "Sonha Comigo", canção escrita por Gui Santiago (Vladimir Brichta), que o acusa publicamente de roubo. O rapaz nunca se importou com as acusações do rival e sempre faz questão de provocá-lo, aumentando o ódio entre os dois. Para culminar, ele ainda se envolveu com Diana (Alinne Moraes), ex-esposa de Gui.

O cantor também é superprotegido pela mãe, a controladora Néia (Ana Beatriz Nogueira), e sua relação com a irmã Yasmin (Marina Moschen) ficou estremecida quando soube que a garota está namorando Zac (Nicolas Prattes), filho de Gui e um dos integrantes da 4.4, banda que passou a rivalizar no mercado musical com ele.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

"Rock Story" vem se mostrando uma agradável surpresa

A atual novela das sete estreou no dia 9 de novembro, ou seja, está há pouco mais de um mês no ar. E a trama da estreante Maria Helena Nascimento vem agradando bastante. "Rock Story" reúne elementos de um delicioso folhetim, ao mesmo tempo que foge das características das últimas produções da faixa. Afinal, a história não tem muito humor, não há excesso de cores ou casais adolescentes em posições de destaque e seu protagonista é um roqueiro falido quarentão. Para culminar, como o próprio título comprova, a trilha é composta por rock e pop.


A ousadia da autora é muito válida, mas vale ressaltar que não há nada de errado em ter personagens jovens protagonistas ou apresentar a comédia contrabalançando o drama. Afinal, o fenômeno "Totalmente Demais" foi um dos maiores acertos de 2016, reunindo um conjunto impecável que arrebatou o público. Já "I Love Paraisópolis" foi péssima e "Haja Coração" começou promissora, mas se perdeu por completo. Portanto, repetir fórmulas nem sempre dá certo, assim como fugir do comum pode ser um grave erro.

No caso da atual trama, houve uma nova proposta, cujo maior objetivo é mesclar a música com a dramaturgia, tendo uma premissa semelhante ao sucesso "Cheias de Charme", mas deixando de lado o tom caricato e carnavalesco da obra atualmente reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo". Em "Rock Story há um tom mais 'sombrio', principalmente em torno do protagonista, que representa a figura de um ídolo que viu tudo o que conquistou escorrer pelos seus dedos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"Rock Story" tem estreia movimentada e com elementos promissores

"Uma história de amor movida a música e uma história de música movida a amor". Esse slogan anunciado nas chamas iniciais resume o enredo de "Rock Story", nova novela das sete, que estreou nesta quarta (09/11) ---- em virtude do término atípico da produção anterior ----, substituindo "Haja Coração". A trama marca a estreia de Maria Helena Nascimento como autora solo, após vários trabalhos como colaboradora. O desafio maior será manter a média alta da obra de Daniel Ortiz, que por sua vez manteve os ótimos índices de "Totalmente Demais". E o primeiro capítulo conseguiu mostrar tudo o que está por vir, priorizando os conflitos que envolvem o núcleo central, não poupando acontecimentos.


Dirigida por Dennis Carvalho e Maria de Médicis, a novela tem a música como pano de fundo e o imenso sucesso de "Cheias de Charme" (reprisada atualmente no "Vale a Pena Ver de Novo") é um bom indicativo para a atual produção. Claro que repetir o fenômeno é quase impossível, mas há bons elementos para atrair o público. Afinal, não é nem um pouco anormal observar a rivalidade entre dois cantores famosos, disputando espaço entre os fãs lançando hits que estouram no mercado musical. E o folhetim retrata justamente isso, expondo ainda todos os meandros que costumam ficar nos bastidores. O intuito não é ser um retrato da realidade, mas as situações são de fácil comparação com alguns casos da vida real, embora a ficção seja bem mais exagerada, obviamente.

A estreia foi promissora. A autora não poupou conflitos e nem apresentou os personagens, como se costuma fazer no início de qualquer história. A sensação de correria se fez presente por alguns momentos, mas, ainda assim, o capítulo (que chegou a parecer o 25 e não o 1) prendeu atenção e nem deu para piscar em virtude das constantes reviravoltas que ocorreram logo no começo.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

"Rock Story": o que esperar da próxima novela das sete?

A próxima novela das sete chegou a se chamar "Sonha Comigo" por um bom tempo, até mudar definitivamente para "Rock Story". E a trama marca a estreia de Maria Helena Nascimento como autora solo, após ter sido colaboradora de vários autores, como Antônio Calmon ("Caras & Coroa", "Um Anjo Caiu do Céu", "O Beijo do Vampiro" e "Começar de Novo"), Aguinaldo Silva ("Suave Veneno") e Gilberto Braga ("Pátria Minha", "Celebridade", "Paraíso Tropical" e "Insensato Coração"), entre outros. Agora o seu desafio é manter os bons índices de audiência de "Haja Coração" e conquistar o público de uma das faixas mais complexas da Globo.


A trama será bem musical, tendo um quê de "Cheias de Charme" (fenômeno das sete que vem sendo reprisado no "Vale a Pena Ver de Novo"). O mocinho é interpretado por Vladimir Brichta, que retorna aos folhetins após 11 anos (sua última novela foi "Belíssima", em 2005). Ele viverá o Gui, um roqueiro que fez muito sucesso nos anos 90, mas enfrenta um período de esquecimento, principalmente pela perda de espaço do rock no mercado da música. Seu objetivo é tentar se reerguer nos dias atuais. E seu maior inimigo será Léo Régis (Rafael Vitti), cantor romântico que faz imenso sucesso entre as adolescentes.

A rivalidade se dará por conta da canção "Sonha Comigo", que Gui garante ser sua e acusa o concorrente de roubá-la. A situação lembra um pouco, guardada as devidas proporções, a vivida por Maria Clara Diniz (Malu Mader) e Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu) em "Celebridade. Na trama, a empresária ganha fortunas após ser intitulada a "Musa do Verão", em virtude da música de mesmo título escrita para ela.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Um balanço da vigésima edição do "Melhores do Ano"

A vigésima edição do "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo (13/12), no "Domingão do Faustão". Como sempre ocorre em todos os anos, o evento foi marcado pela presença de vários atores, atrizes e profissionais da Globo, onde o luxo se fez presente do começo ao fim do programa, que teve mais de três horas de duração. E entre as 14 categorias, algumas contaram com finalistas justos, enquanto outras deixaram bastante a desejar nas indicações, cometendo uns esquecimentos 'graves'. Mas, no geral, foi uma boa festa.


A entrega dos prêmios começou às 17h30 e só terminou às 21h. Ao contrário de anos anteriores, a entrega foi ao vivo, deixando o evento mais atrativo, pois já fazia algum tempo que os vazamentos tiravam um pouco da graça da premiação, uma vez que grande parte do público já sabia os vencedores. Todos os finalistas ficaram em um grande salão, onde os comes e bebes eram servidos. Aliás, vários atores e atrizes ficaram visivelmente 'altinhos' mais pro final da festa. Luan Santana (eleito Melhor Cantor), Anitta (eleita Melhor Cantora) e Ludmilla (com "Hoje" eleita Melhor Música) fizeram os números musicais.

Na categoria Melhor Ator e Atriz Mirim, a vencedora foi a favorita Mel Maia, pelo seu ótimo trabalho em "Além do Tempo", onde vive a espevitada Felícia. Ela mereceu e dedicou o troféu ao colega Kadu Schons (o Alex da mesma novela), que deveria ter sido indicado também. Mel concorreu com o promissor João Gabriel D`Aleluia (o Chico, de "Além do Tempo") e Sabrina Nonata ("Babilônia").

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

"Verdades Secretas" domina a edição de 2015 do "Prêmio Extra"

Aconteceu nesta terça-feira (17/11), no Vivo Rio, localizado no Rio de Janeiro, a décima sétima edição do "Prêmio Extra" de TV. Dividido em 13 categorias, o prêmio homenageou os cinquenta anos da Rede Globo e a festa foi transmitida através do site do jornal carioca. O evento foi apresentado por Monica Iozzi e Otaviano Costa, que também concorriam nas categorias Melhor Apresentador e Apresentadora. O ano de 2015, aliás, foi muito bom para eles, que formaram uma dupla perfeita no "Vídeo Show".


A cerimônia de entrega dos troféus foi bem realizada e a presença de Monica e Otaviano fez toda a diferença, uma vez que os dois têm uma clara intimidade, sabendo improvisar bem. Vários ícones da Globo foram homenageados ----- a entrega dos troféus e o anúncio dos finalistas foram feitas por alguns eles ---- e os resultados da premiação se mostraram bem mais justos que os do ano passado. Neste ano, pode-se constatar que o merecimento esteve bem mais presente. A votação popular manteve uma coerência em relação ao que foi apresentado ao longo do ano.

"Verdades Secretas", o maior sucesso da Globo em 2015, dominou o evento e levou seis troféus, todos merecidos e que consagraram o êxito da trama de Walcyr Carrasco. Grazi Massafera levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante com todo mérito, pois impressionou com sua Larissa, que afundou no mundo das drogas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Com um final irretocável, "Malhação Sonhos" fecha seu ciclo e entra para a lista das melhores temporadas

No dia 14 de julho de 2014 estreava "Malhação Sonhos", substituindo a fracassada "Malhação Casa Cheia", iniciada em 2013. A partir de então, o público começou a acompanhar uma trama adolescente repleta de tipos críveis, que precisavam enfrentar muitos dilemas e, apesar das inúmeras diferenças de personalidade, tinham algo em comum: todos sonhavam. O sonho era o que movia todos os personagens, sem exceção. Pois esta saga, que durou mais de um ano e envolveu o telespectador, chegou ao fim nesta sexta (14/08), com um capítulo emocionante, tenso e irretocável.


Escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm, com direção de Luiz Henrique Rios e Marcus Figueiredo, a história prendeu a atenção desde o primeiro capítulo. Apesar de ser um seriado adolescente, esta temporada foi voltada para todas as idades, uma vez que abordou diversos assuntos com propriedade, sem subestimar o público. O sucesso alcançado fez jus ao conteúdo de qualidade que foi apresentado. Não ficou devendo a nenhuma ótima novela, cujos gastos de produção são bem maiores. E esta foi praticamente a mesma equipe responsável pela "Malhação Intensa", exibida em 2012/2013, que também conseguiu conquistar o telespectador através de um enredo bem escrito.

A saga de vários jovens que buscavam seus sonhos foi muito bem desenvolvida pelos autores, que conseguiram manter o ritmo da história, evitando maiores enrolações ou estagnação do roteiro. O esquema de rodízio em torno dos casais e dos dramas de cada núcleo foi uma das principais razões para o êxito na condução da história.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Arthur Aguiar, Rafael Vitti, Guilherme Hamacek e Felipe Simas: quatro atores que se destacaram em "Malhação Sonhos"

A atual temporada de "Malhação" está perto do seu fim e deixará saudades. Além da ótima história e dos bem construídos personagens, a fase 'Sonhos' apresentou um elenco talentoso. Foram vários os intérpretes que brilharam. E, do elenco masculino, pode-se dizer que quatro atores se sobressaíram ao longo dos muitos meses (mais de um ano) de história: Arthur Aguiar, Rafael Vitti, Guilherme Hamacek e Felipe Simas.


Os quatro ganharam bons perfis. Arthur é o mais experiente, uma vez que já participou de novelas na Record ("Rebelde" e "Dona Xepa") e ainda esteve em "Em Família", na Globo. Já Rafael, Felipe e Guilherme estrearam neste seriado, que já lançou vários talentos no mercado. Mas todos amadureceram igualmente com este trabalho e cresceram artisticamente ao longo da temporada. Basta assistir aos primeiros acontecimentos, exibidos em julho de 2014, e comparar com as situações protagonizadas por eles agora para observar como o tempo foi um grande aliado.

Arthur teve o desafio de interpretar o mocinho clássico da "Malhação" e Duca foi muito bem defendido. O lutador de muay thai sempre precisou encarar as pancadas da vida de frente e sua família passou a ser Dona Dalva (Iná de Carvalho) e Alan (Diego Amaral), depois que um acidente de carro matou seus pais, deixando sua avó paraplégica.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Pedro e Karina: o casal mais popular de "Malhação Sonhos"

O tradicional ditado 'os opostos se atraem' costuma funcionar muito bem na ficção. É difícil um casal deste tipo, cuja relação começa com brigas cômicas e depois vira amor, dar errado na teledramaturgia. Portanto, é perfeitamente compreensível o êxito do par Pedro (Rafael Vitti) e Karina (Isabella Santoni) em "Malhação Sonhos". Desde o início ficou claro que a dupla cairia nas graças do público. E de fato caiu. O sucesso de 'Perina' é incontestável e logo na primeira semana de temporada ficou perceptível que a dupla seria um dos pontos altos da história.


Karina é uma menina sem vaidade, com baixa autoestima e que se culpa pela morte da mãe (ela faleceu em seu parto). Apaixonada por muay thai, usa a luta como uma válvula de escape para seus conflitos internos. Tem na figura da irmã (Bianca - Bruna Hamu) um porto seguro e é superprotegida pelo pai (Gael - Eriberto Leão). No começo da trama, teve uma paixão platônica por Duca (Arthur Aguiar) e demorou para perceber que na verdade estava gostando do Pedro, garoto que despertou sua fúria logo no primeiro encontro (quando a menina o flagrou tocando violão no restaurante do pai e da mãe dele).

Já o garoto é um típico trapalhão que, ao perceber o temperamento agressivo da garota, fez questão de apelidá-la de Esquentadinha assim que a viu. E foram os constantes e acidentais esbarrões que acabaram aproximando os dois. Apaixonado por música e guitarrista de uma banda, Pedro é responsável por inúmeras pérolas e sua irmã mais nova (Tomtom - Bianca Vedovato) consegue ser mais madura que ele.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Sequestro de Karina em "Malhação" e o mal do politicamente correto

Após uma sucessão de cenas fortes e muito dramáticas, "Malhação Sonhos" voltou a ficar mais leve e cômica. Depois que sua armação com Bianca (Bruna Hamu) veio à tona, Pedro (Rafael Vitti) foi humilhado por Karina (Isabella Santoni) e está fazendo de tudo para reconquistá-la. Claro que os planos são todos estapafúrdios, o que resulta em inúmeras trapalhadas, proporcionando cenas hilárias. Seu ato mais 'ousado' foi um sequestro, organizado por ele e sua trupe de amigos. E foi justamente esta situação que originou uma polêmica recentemente.


Todas as sequências envolvendo o rapto da esquentadinha foram repletas de comicidade e serviram para imprimir um pouco de humor novamente à temporada, após tantos momentos pesados exibidos nos primeiros capítulos de março. Mais uma vez, Rafael Vitti e Isabella Santoni transbordaram sintonia e, no fundo, Karina gostou da maluquice do Pedro, que foi 'ordenado' pelo melhor amigo João (Guilherme Hamacek), autor do plano. Porém, uma parcela do público parece que não entendeu muito bem a proposta.

Algumas pessoas se mostraram indignadas com as cenas e classificaram como um 'incentivo à violência contra a mulher'. Estes indivíduos ficaram 'chocados' com os momentos de agressividade e com o fato da menina ter sido 'coagida' pelo ex. Quem acompanha a atual temporada e sabe todo o contexto da trama, constata o ridículo destas reclamações.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014: os melhores atores e as melhores atrizes do ano

O ano de 2014 foi repleto de grandes atuações e foram muitos os atores e as atrizes que se destacaram positivamente. Em 2013, coloquei todos estes grandes profissionais das artes cênicas na lista dos destaques do ano. Porém, para não misturar muitas categorias e deixar a postagem longa demais, optei em dividir, deixando um texto para citar os atores/atrizes e outro somente para as produções. Cabe ao leitor concordar, discordar ou acrescentar mais nomes.





Melhor Atriz (1): Patrícia Pillar.
A atriz impressionou com sua atuação na minissérie "Amores Roubados", onde interpretou a problemática Isabel Favais, e brilhou protagonizando o remake de "O Rebu". A sofisticada empresária Angela Mahler foi lindamente vivida pela atriz e a complexa personagem proporcionou para Patrícia cenas fortes e intensas. Ela se destacou do início ao fim, fez uma ótima parceria com Sophie Charlotte e ainda foi a protagonista da cena mais surpreendente do último capítulo: a sequência onde Angela é assassinada enquanto está sozinha e deprimida em sua mansão. 




Melhor Atriz (2): Sophie Charlotte.
Depois de ter se destacado em 2013, na pele da dúbia Amora Campana, em "Sangue Bom", a atriz ganhou mais uma ótima personagem em "O Rebu". A controversa Duda ganhou uma intérprete à sua altura e Sophie brilhou logo na estreia, quando a menina canta Sua Estupidez, enquanto chora a dor da perda do seu 'amado'. Ela ainda foi muito exigida na reta final, uma vez que foi a sua personagem que bateu na cabeça de Bruno e o trancou no freezer. Esta foi uma das cenas mais fortes do remake e a atriz se entregou por completo. E para fechar o ano com chave de ouro, cantou a mesma música no especial de fim de ano do Roberto Carlos, emocionando o público.