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sábado, 28 de dezembro de 2024

Retrospectiva 2024: os melhores casais do ano

 Após a lista das tristes perdas de 2024 e a retrospectiva de tudo o que teve de pior na televisão, chegou a hora de uma retrô mais alegre. A do amor. Vários casais da ficção caíram nas graças do público ao longo do ano e ressaltaram a química entre os atores em cena. Vamos a eles. 



Santinha e Zé Inocêncio ("Renascer"):

A primeira fase do remake da obra de Benedito Ruy Barbosa, adaptada por Bruno Luperi, foi irretocável. E um dos acertos foi o casal arrebatador formado por Duda Santos e Humberto Carrão. A química se deu imediatamente e os dois conquistaram o público. As cenas de amor entre Maria Santa e Inocêncio eram todas belíssimas e defendidas por dois atores ótimos. 



João Pedro e Sandra ("Renascer"):

Já a segunda fase do remake apresentou problemas visíveis na narrativa e no desenvolvimento. Porém, Juan Paiva e Giullia Buscacio formaram um lindo casal que movimentou as redes sociais. Mesmo diante do equívoco na condução do casal por conta do foco forçado que Luperi manteve da obra original, a respeito da obsessão que João Pedro tinha por Mariana, os atores passaram ilesos por conta do talento de ambos. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Retrospectiva 2024: os piores do ano

 As retrospectivas de fim de ano são uma tradição neste blog e há o costume de apresentá-la em partes. Após a lista de tristes perdas do meio artístico em 2024, chegou a hora das listas de piores, melhores casais, cenas, atores e destaques. Começando, como sempre, pela seleção do que teve de pior no ano que passou. Vamos a eles. 


"Mania de Você": 

Após o sucesso de "Todas as Flores" no Globoplay, João Emanuel Carneiro voltou ao horário nobre da Globo e com a missão de elevar a audiência das nove, após o fracasso do remake de "Renascer". Mesmo diante de uma segunda parte muito mal desenvolvida de sua novela na plataforma de streaming, havia uma boa expectativa para sua nova história. E as chamadas eram convidativas. Porém, a produção vem se mostrando uma completa catástrofe. A primeira fase apresentou ótimos conflitos e personagens ambíguos, mas a correria dos acontecimentos prejudicou a construção do enredo e a compreensão do público. Para culminar, Amauri Soares ordenou o corte de várias cenas, a ponto de dois capítulos serem jogados no lixo. O todo poderoso do setor de teledramaturgia achou que aumentaria a audiência a antecipação do assassinato de Molina (Rodrigo Lombardi). Mas foi a partir daí que a trama mergulhou em um poço sem fundo. A segunda fase afastou ainda mais o público por conta de péssimos núcleos secundários e situações cada vez mais absurdas, que colocam o telespectador como idiota. O que se vê atualmente é um amontoado de reviravoltas sem impacto e qualquer lógica, além de um roteiro exaustivo que sempre volta para o mesmo lugar. Os atores vêm tirando leite de pedra, mas não há mais nada o que fazer. O objetivo do autor parece ser a destruição total de seu folhetim e até a direção de Carlos Araújo resulta em algumas cenas dignas de um produto amador. A cada capítulo tudo fica pior. 



"Família é Tudo": 

Daniel Ortiz vinha de uma tríade vitoriosa no horário das sete da Globo com "Alto Astral", "Haja Coração" e "Salve-se Quem Puder". Mas errou feio em sua nova história. A trama dos cinco netos que precisavam de unir para herdar a fortuna da avó era uma premissa criativa e deliciosa. Tinha tudo para angariar uma leva de elogios. No entanto, a proposta do folhetim foi jogada fora ao longo dos meses e o roteiro se resumiu a vários triângulos amorosos forçados e repetitivos. Vendida como protagonista, Arlete Salles foi desrespeitada pelo autor e virou uma mera figurante com aparições semanais. Somente na reta final ganhou mais cenas na pele das gêmeas Frida e Catarina. Vale citar ainda a fraca direção da equipe Fred Mairynk e equipe, que piorou o que já era ruim. Várias cenas viraram chacota nas redes sociais diante de tamanho amadorismo. Os erros eram tantos que até mesmo atores conhecidos pelo ótimo trabalho ficaram devendo em diversas sequências, que soavam caricatas e artificiais. O corte de custos da emissora também ficou perceptível com a novela diante de cenários mal acabados e praticamente nenhuma cena gravada fora das vielas dos Estúdios Globo, o que deixava qualquer momento de ação ridículo. Nem mesmo os casais que funcionaram tiveram um desenvolvimento atrativo, vide a destruição do arco de Lupita (Daphne Bozaski), que na reta final acabou colocada como uma indecisa até o último capítulo só para forçar um mistério a respeito da identidade do seu escolhido. 

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Daniel Ortiz foi o maior inimigo de "Família é Tudo"

 O início de "Família é Tudo" foi dos mais promissores. A novela marcava a volta de Daniel Ortiz ao horário das sete, após o êxito de "Salve-se Quem Puder", apesar do hiato provocado pela pandemia. E substituindo "Fuzuê", o maior fracasso da faixa, o que aumentou a expectativa para um novo folhetim que reerguesse a audiência e reconquistasse o público. A missão do autor tinha tudo para um desfecho vitorioso porque a sinopse era criativa, os personagens carismáticos e os futuros conflitos bastante interessantes. Mas a novela, que chegou ao fim nesta sexta (27/09), após 177 capítulos, virou um amontoado de situações mal executadas, tanto no roteiro quanto na direção. 


A história tinha a essência de uma deliciosa novela das sete. Frida (Arlete Salles) organiza um cruzeiro para celebrar seu aniversário e o de sua irmã gêmea, Catarina (Arlete Salles). O objetivo era unir seus cinco netos. Porém, em meio a rusgas e armações, os cinco convidados esperados não compareceram e ela embarcou apenas com a irmã e o sobrinho, Hans (Raphael Logam). Mas um acidente em pleno alto mar resultou em um misterioso sumiço. Ao ser dada como morta, Frida surpreendeu a todos com seu testamento. Com diferentes motivações e liderados por Vênus (Nathalia Dill), os irmãos Mancini encararam uma missão que transformou suas vidas: além de morar juntos, a despeito das diferenças entre si, começaram a trabalhar para reconstruir o lugar que marcou o início da gravadora da família, criada por sua avó. A meta era: ao final de um ano, se o desempenho dos irmãos não for satisfatório (ou seja, gerar um lucro de quatro vezes o valor que vão receber para investir no local) eles não ganham nada e a herança a que teriam direito será entregue ao sobrinho ambicioso que, junto com a mãe, Catarina, nunca mediu esforço para atrapalhar a relação entre avó e netos.  

Inicialmente, a história despertou atenção justamente por sua criativa premissa. E o andamento das situações foi encadeando uma sucessão de trapalhadas dignas de um gostoso filme da "Sessão da Tarde". Vênus, Electra (Juliana Paiva), Plutão (Isacque Lopes), Júpiter (Thiago Martins) e Andrômeda (Ramille) protagonizaram divertidas cenas no casarão abandonado, localizado na zona leste de São Paulo, que virou o novo lar obrigatório dos irmãos, que viviam discutindo e raramente chegavam a um acordo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Ramille e Gabriel Godoy esbanjaram química como Andrômeda e Chicão em "Família é Tudo"

 A atual novela das sete, escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink, está em sua última semana e foram muitos os equívocos de "Família é Tudo". No entanto, a história também teve seus pontos positivos e um dos grandes destaques foi o casal formado por Andrômeda e Chicão, interpretados com talento por Ramille e Gabriel Godoy. 


A essência do par é aquele clichê que raramente falha da teledramaturgia: a patricinha fresca se apaixonando por um sujeito bronco e pobre. Inúmeras novelas já exploraram esse tipo de romance, além de filmes, peças e livros. É um recurso irresistível para o público, que logo se afeiçoa aos personagens e cria expectativa para o início da relação. E Ortiz acertou bastante na condução do casal, que rapidamente virou um dos trunfos da produção das sete. 

Andrômeda se destacou logo no começo da novela por conta de seus exageros, tanto performáticos quanto vocais. A patricinha tem horror a tudo que é da baixa renda e viveu um inferno quando precisou morar e trabalhar na gravadora com os quatro irmãos para ter o direito ao recebimento da herança da avó.

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Daniel Ortiz destruiu o arco de Lupita em "Família é Tudo"

 A menos de duas semanas de seu fim, "Família é Tudo" ainda tem para concluir a vingança de Electra (Juliana Paiva) contra Jéssica (Rafa Kalimann), o mistério em torno da troca de identidade entre as gêmeas Frida e Catarina (Arlete Salles), a descoberta da vilanias de Hans (Raphael Logam) e a reconciliação de Tom (Renato Góes) e Vênus (Nathalia Dill). Uma boa quantidade de conflitos. Mas Daniel Ortiz acha que ainda tem tempo para estender o triângulo amoroso formado por Lupita (Daphne Bozaski), Júpiter (Thiago Martins) e Guto (Daniel Rangel). 


A obsessão do autor em triângulos é observada em todas as suas novelas, mas na atual houve o cúmulo do exagero. Praticamente todos os personagens viveram dilemas amorosos que nada acrescentaram ao roteiro e só serviram para demonstrar a fragilidade da história. Ao invés de focar na promissora trama envolvendo a missão dos netos em busca da herança da avó, que não morreu e estava apenas tentando unir a família, Ortiz preferiu focar em idas e vindas de casais. Tantas situações repetidas só resultaram no esgotamento da paciência do público, ao mesmo tempo que enfraqueceram qualquer construção minimamente bem-sucedida, como é o caso do arco dramático de Lupita. 

Em meio a tantos triângulos equivocados, o protagonizado pela personagem, muito bem interpretada por Daphne Bozaski, era o único realmente estruturado. Isso porque Lupita sempre demonstrou um amor platônico por Júpiter, que nunca a viu como mulher. Enquanto sofria pelo seu amado, a guatemalteca mal sabia que era fruto de uma paixão à primeira vista.

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Henrique Barreira roubou a cena como Murilo em "Família é Tudo"

 Um dos personagens mais cativantes de "Família é Tudo", atual novela das sete da Globo, escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink, é o Murilo. O personagem é uma figura terciária, até quaternária, do enredo, mas foi crescendo ao longo da história e muito por conta do talento de Henrique Barreira.


O advogado surgiu logo no início da trama como um fiel escudeiro de Electra (Juliana Paiva) e era a única pessoa que acreditava na inocência da personagem, além da irmã, Vênus (Nathalia Dill). O rapaz sempre fez de tudo para defender a sua cliente da acusação de tentativa de homicídio e lutou durante cinco anos pelo habeas corpus. Só que tamanha dedicação tinha um motivo: sempre foi apaixonado pela mulher que tinha uma relação com seu irmão, Luca (Jayme Matarazzo). No entanto, manteve seu sentimento em sigilo e nunca tentou algo a mais, mesmo durante o longo período em que a amada estava presa. 

O personagem acabou virando o mocinho da novela, uma vez que a figura oficial, o Tom, interpretado pelo ótimo Renato Góes, acabou perdendo a força diante do desenvolvimento equivocado do autor. Enquanto Daniel Ortiz criava situações forçadas e sem nexo para separar Tom de Vênus, incluindo até um aneurisma inventado nos 45 minutos do segundo tempo, o advogado foi ficando cada vez mais querido do grande público.

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Atual teledramaturgia da Globo vive uma de suas piores fases

 Os amantes de um bom folhetim estão enfrentando um período difícil. A criatividade parece cada vez mais escassa, as boas histórias estão ficando mais raras e a luz no fim do túnel não se mostra tão próxima. A maior prova é a fase da maior produtora de novelas do mundo. A Globo está em um de seus piores momentos no quesito teledramaturgia. As suas três novelas inéditas apresentam vários problemas visíveis e a baixa repercussão de todas elas é um reflexo do que vem sendo apresentado. 


Em um comparativo, "No Rancho Fundo" se mostra a melhor produção atual, apenas analisando o conjunto. Tem o melhor elenco, uma direção de qualidade e um texto rico. Coincidência ou não, é a única que está fazendo sucesso em relação aos números de audiência, embora a repercussão seja ínfima. No entanto, no quesito história, a trama se mostra tão limitada quanto as demais que estão no ar. O autor Mário Teixeira repete pela terceira vez os erros que cometeu em "O Tempo Não Para" e "Mar do Sertão", seus folhetins anteriores. O enredo da atual novela das seis se esgotou em pouco mais de um mês. O enriquecimento da família Leonel marcou uma grande virada, mas na prática nada mudou na trama e os poucos conflitos que existem andam em círculos. O telespectador pode se dar ao luxo de não assistir por umas duas semanas que não vai perder nada. O roteiro se sustenta pelos ótimos atores e algumas cenas ou esquetes aleatórias. Nada de relevante acontece.

Em "Família é Tudo", atual novela das sete, há mais movimentação no roteiro, mas Daniel Ortiz desperdiçou situações promissoras e as transformou em dramas rasos e sem qualquer lógica. Para culminar, a direção é desastrosa e tira o impacto de inúmeras cenas que deveriam ter uma dose a mais de impacto. As sequências de ação, por exemplo, são constrangedoras de tão ruins. O diretor Fred Mairynk já fez ótimos trabalhos e tem experiência de sobra, o que só reforça o estranhamento diante de resultados tão decepcionantes.

terça-feira, 18 de junho de 2024

Cristina Pereira e Grace Gianoukas formam uma divertida dupla em "Família é Tudo"

 Há anos que os veteranos vêm perdendo cada vez mais espaço na teledramaturgia. Os elencos estão inchados de atores jovens, enquanto os mais experientes mal são escalados. É algo visível e incontestável. Um dos poucos autores que os valoriza é Walcyr Carrasco. Mas, justiça seja feita, Daniel Ortiz tem destacado dois nomes em "Família é Tudo": Cristina Pereira e Grace Gianoukas. 


É verdade que o autor tem falhado em vários aspectos em sua novela das sete, incluindo no praticamente sumiço de Arlete Salles da história, que vem aparecendo muito pouco e sempre em cenas irrelevantes. As críticas que vem recebendo são justas. Porém, Ortiz tem acertado em cheio no destaque em cima da divertida dupla formada por Marieta e Leda. A primeira trabalhou como babá dos cinco irmãos protagonistas, mas se apegou a Júpiter (Thiago Martins) e acabou virando uma outra mãe. Já a segunda é a progenitora do playboy e nunca concordou com a vida mansa que o filho leva, muito menos com a sua conduta com as mulheres. 

As duas fazem um contraponto que funciona e agora vêm protagonizando mais cenas juntas, sem a necessidade da presença de Júpiter, que antes estava o tempo todo com elas. Isso porque Leda tinha como lema de vida o conservadorismo e os bons costumes. A ricaça vivia proferindo frases de defesa da família.

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Obsessão de Daniel Ortiz por triângulos amorosos tira o rumo de "Família é Tudo"

 Não é mentira quando dizem que todo brasileiro é técnico de futebol e autor de novela. É normal bancar o especialista e fazer mil análises sobre as maiores paixões do país. Tanto que não precisa ser um crítico formado para observar os vícios (que também podem ser chamados de 'estilo') de todos os escritores de folhetim. Tem quem ame criar mil sequestros na história, quem goste de ressuscitar mortos, quem adore brigas entre mãe e filha, enfim. No caso de Daniel Ortiz, responsável por "Família é Tudo", é o triângulo amoroso a sua maior paixão. 


O autor ama criar vários triângulos amorosos em suas histórias, a ponto de dominar quase todos os núcleos com eles. E sempre com o intuito de dividir torcida e gerar engajamento do público. O de maior repercussão, e que até hoje rende uma leva de comentários indignados nas redes sociais de parte do público, foi o formado por Kyra (Vitória Strada), Rafael (Bruno Ferrari) e Alan (Thiago Fragoso) em "Salve-se Quem Puder". A 'fórmula' deu certo nessa trama e em "Haja Coração", seus dois sucessos anteriores das sete. Mas não quer dizer que funcionará sempre e a prova é o que vem acontecendo com a sua atual novela.

Há uma clara perda de rumo em "Família é Tudo" justamente pela preocupação do autor em focar quase tudo em cima dos triângulos que vem formando. A história foi vendida como uma saga de cinco irmãos que precisam morar e trabalhar juntos para a garantia do recebimento da herança da avó que desapareceu em alto mar.

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Daniel Rangel vive ótimo momento como Guto em "Família é Tudo"

 A atual novela das sete, escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink, é protagonizada por cinco irmãos que passaram a morar juntos para seguir uma missão ordenada pela avó, que desapareceu no mar. No entanto, um outro personagem de "Família é Tudo" vem ganhando cada vez mais destaque a ponto de muitas vezes se transformar no maior foco de muitos capítulos. É o Guto, vivido por Daniel Rangel. 


O sujeito tímido, atrapalhado e virgem se apaixonou à primeira vista quando viu Lupita (Daphne Bozaski) e desde então nunca mais a tirou da cabeça. O estagiário da Mancini Music vive sofrendo com seu amor platônico, uma vez que a guatemalteca só tem olhos para Júpiter (Thiago Martins). Ele também é irmão de Chicão (Gabriel Godoy) e acaba ouvindo dicas amorosas nada promissoras do torcedor do Palmeiras, que é o oposto de sua personalidade. 

O personagem teve um início sem muitas cenas, mas aos poucos foi ganhando cada vez mais destaque e agora virou a figura central de seu núcleo. Isso porque o jeito nada extrovertido de ser do rapaz tem causado uma série de confusões na empresa em que trabalha a ponto de ganhar fama de pervertido, tarado, machista e tóxico.

sábado, 27 de abril de 2024

A vovó e a irmã sumiram em "Família é Tudo"

 A atual novela das sete vem elevando os índices do fiasco de "Fuzuê" e faz por merecer. Daniel Ortiz é um autor que domina bem o horário das sete (até hoje só escreveu para a faixa) e são vários os personagens carismáticos. É uma trama gostosa de acompanhar, ao menos por enquanto. Porém, a maior mentira propagada pela Globo em cima da produção foi o sobre o suposto protagonismo de Arlete Salles.

Tanto nas chamadas quanto nas coletivas de imprensa a maior informação sobre a história era a respeito da presença da atriz vivendo gêmeas, aos 85 anos, pela primeira vez na carreira. Já era sabido que Frida desapareceria no mar para o enredo dos cinco netos ter todos os desdobramentos em cima da herança. O que ninguém sabia era que a gêmea 'sumiria' junto com a irmã. Isso porque Arlete Salles dominou os primeiros capítulos da produção e conseguiu diferenciar as personagens com talento. Enquanto uma era solar e extrovertida, a outra era sombria e amarga. 

No capítulo em que Frida sumiu no mar, no entanto, ficou claro que Catarina, apesar de tudo, amava aquela irmã e fez de tudo para que seu filho, Hans (Raphael Logam), a salvasse. Até agora nada foi divulgado a respeito da ação do vilão e é um dos mistérios do enredo.

terça-feira, 19 de março de 2024

"Família é Tudo" tem potencial para conquistar o público

 A missão de Daniel Ortiz é ingrata: elevar a média da faixa das sete, após o fiasco de "Fuzuê", que saiu de cena com o título de pior audiência da história do horário. Porém, o objetivo de Gustavo Reiz também não era simples, pois tinha que manter os números em alta, após o fenômeno "Vai na Fé". Substituir um fracasso acaba sendo tão desafiador quanto entrar no lugar de um sucesso. E o autor já tem experiência na faixa, uma vez que já escreveu quatro folhetins que foram muito bem-sucedidos às 19h40. 


A estreia de Ortiz como autor solo foi com "Alto Astral", em 2014, deliciosa novela espírita que tinha como base a sinopse da saudosa autora Andrea Maltarolli, que faleceu em setembro de 2009. O escritor desenvolveu o enredo de forma criativa e divertida. Foi sua melhor trama na faixa até agora. Depois, em 2016, emplacou mais um sucesso com "Haja Coração", uma releitura de "Sassaricando", produção de Silvio de Abreu de 1987/88. Já em 2020 estreou sua primeira obra original, "Salve-se Quem Puder", protagonizada por três mocinhas, e mais uma vez atingiu excelentes índices de audiência, mesmo com uma pandemia no meio do caminho que interrompeu as gravações durante longos meses. 

Agora, com "Família é Tudo", Daniel mostra ter novamente uma boa história em mãos e o início vem apresentando todos os ingredientes de um bom folhetim das sete. Houve uma preocupação em não correr demais com a história para causar aquela famigerada sensação de agilidade, mas que na verdade é apenas uma correria desnecessária que só prejudica o início de qualquer novela.

segunda-feira, 4 de março de 2024

"Família é Tudo": o que esperar da nova novela das sete?

 As confusões geradas por causa do tesouro de "Fuzuê" saíram de cena e agora o horário dá lugar aos tradicionais dramas familiares. Entrelaçada por laços de sangue, parentesco, amizade ou convivência --- muitas vezes imperfeitas ----, toda "Família é Tudo" e mais um pouco. É assim, em plena capital paulista, que a nova novela das sete da Globo, que estreou nesta segunda-feira (04/03), criada e escrita por Daniel Ortiz com direção artística de Fred Mayrink, vai orbitar pelas alegrias, aventuras e conflitos que marcam as relações familiares. 


A avó, Frida Mancini (Arlete Salles), sonha reunir seus cinco netos ---- Vênus (Nathalia Dill), Júpiter (Thiago Martins), Andrômeda (Ramille), Electra (Juliana Paiva) e Plutão (Isacque Lopes) ----, que estão há anos sem se ver. Mais que isso, ela deseja ---- e fará qualquer coisa ---- para ter sua família unida novamente. Por ironia ou não do destino, é seu desaparecimento que promove a união do clã. Mas será que apenas o desejo de uma matriarca é capaz de superar as diferenças de personalidade, o tempo e a distância física que separam a família? 

Para a obstinada Frida, dona da gravadora Mancini Music, sim. Confiante na reunião da família, a avó organiza um cruzeiro para celebrar seu aniversário e o de sua irmã gêmea, Catarina (Arlete Salles). Porém, em meio a rusgas e armações, os netos não comparecem e ela embarca apenas com a irmã e o sobrinho, Hans (Raphael Logam). Mas um acidente em pleno alto mar resulta em um misterioso sumiço.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Família é Tudo", a próxima novela das sete

 A Globo promoveu na quinta-feira passada, dia 8, a segunda coletiva online de "Família é Tudo", a próxima novela das sete, escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink. Participaram o autor, o diretor e os atores Jayme Matarazzo, Cris Vianna, Thiago Martins, Henrique Barreira, Rafa Kalimann, Daphne Bozaski, Daniel Rangel, Cláudio Torres Gonzaga, Gabriel Godoy, Ramille, Grace Gianoukas, Cristina Pereira, Ramille, Thaila Ayala, Rafael Logam, Mila Carmo, Guilherme Canellas, Caio Giovani, Juliana Paiva e Arlete Salles. Fui um dos convidados e conto neste texto sobre o bate-papo. 


Arlete Salles estava animada: "É a primeira vez que interpreto duas personagens e são perfis de personalidades totalmente diferentes. Uma é empresária vitoriosa e a outra tem um lado sombrio. É trabalhoso, mas muito prazeroso. Quero agradecer ao autor e ao diretor. Trabalhar com o Fred Mayrink é um sonho. Quero agradecer também a turminha que me abraçou, uma delas a Raquel, da equipe de caracterização e maquiagem. Me sinto muito acolhida, o elenco é muito bacana".

Fred Mayrink agradeceu o carinho de Arlete: "Ela é um resumo da harmonia do nosso trabalho. 'Família é Tudo' tem ingredientes de uma boa novela. Temos núcleos de comédia muito potentes e histórias emocionantes", finalizou o diretor. Já Daniel Ortiz rasgou elogios para a veterana e falou um pouco de sua história: "Arlete representa bem o que é a Frida, essa avó maternal que quer tanto fazer o bem para os netos. Alguns deles são muito mimados pelo dinheiro dela.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Tudo sobre a primeira coletiva online de "Família é Tudo", a próxima novela das sete

 A Globo promoveu nesta terça-feira, dia 6, a primeira coletiva online de "Família é Tudo", próxima novela das sete escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink. Participaram o autor, o diretor e os atores Isacque Lopes, Nathalia Dill, Alexandra Richter, Fernando Pavão, Paulo Tifenthaler, Ana Carbatti, Ana Hikari, Jayme Periard, Aisha Moura, Renato Góes, Nina Frosi, Livia Rossy e Lucy Ramos. Fui um dos convidados e conto um pouco sobre o bate-papo. 


Fred Mayrink fez um resumo da trama: "A gente fala de uma novela muito divertida e emocionante escrita por Daniel. Uma família de cinco irmãos de mães diferentes e do mesmo pai e com uma regra que todos deverão cumprir por conta de um testamento. Uma grande aventura, reencontro de amores, reencontro de família. Tem muito romance nas novelas do Daniel, o que acho maravilhoso. Temos uma gravadora na novela que é a Mancini. Teremos vários ritmos e temas diferentes. Um desfile musical que será aberto. É meu quarto trabalho ao lado do Daniel e nos entendemos muito bem. Temos um respeito e admiração mútua. O início de uma aventura que é toda novela", contou o diretor.

Daniel Ortiz explicou o mote central: "Pedro se casou cinco vezes com cinco mulheres diferentes e com cada uma teve um filho. Quando o pai morre misteriosamente as ex-mulheres dele colocaram os filhos como inimigos. Elas se odiavam e impediram os filhos de conviver. Todos os irmãos se odeiam com exceção da Vênus.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

O que a televisão e o streaming reservam para o telespectador em 2024?

 O novo ano acabou de começar e o mundo do entretenimento está prometendo várias produções ao longo dos meses, tanto na televisão quanto no streaming. Aliás, Netflix e HBO Max lançarão suas primeiras novelas no mercado, enquanto o Globoplay estranhamente adiou a trama "Guerreiros do Sol" para 2025 e, até então, ficará sem um folhetim exclusivo. Enfim, vamos logo para a lista do que virá em 2024. 




"BBB 24": 

Após o completo fiasco do "BBB 23", a missão de Boninho é fazer uma temporada minimamente melhor. É verdade que ser pior que o do ano passado é quase impossível, mas ainda assim é um desafio dos grandes. E todas as notícias até agora sobre as 'novidades' da edição são desanimadoras. A história de fazer uma média com votos por CPF e outra tradicional parece mais um golpe de marketing porque no final das contas não deve interferir em nada o resultado final dos paredões. E todas as demais notícias são apenas situações que sempre ocorrem no "Big Brother Brasil". Já o anúncio de 26 participantes assusta... Resta aguardar. 



"Renascer": 

O remake da obra-prima de Benedito Ruy Barbosa. É assim que a Globo tem anunciado a nova versão do sucesso do autor de 1993. Adaptada por Bruno Luperi, a novela estreia no dia 22 de janeiro e tem a missão de manter ou elevar os bons índices deixados por "Terra e Paixão". A primeira fase, protagonizada por Humberto Carrão na pele de José Inocêncio, terá 13 capítulos e será mais longa que a exibida há 31 anos. O elenco terá Marcos Palmeira vivendo o protagonista, assim como ocorreu no remake de "Pantanal", e nomes como Juliana Paes em uma luxuosa participação como Jacutinga, Theresa Fonseca, Juan Paiva, Rodrigo Simas, Sophie Charlotte, Almir Sater, Irandhir Santos, Marcelo Mello Jr, Vadimir Brichta, entre outros.