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terça-feira, 31 de março de 2026

Tudo sobre a coletiva online de "Juntas e Separadas", a nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu no dia 11 de março a coletiva online de 'Juntas e Separadas', nova série da plataforma de streaming. Participaram a autora Thalita Rebouças, a diretora Mini Kerti e o elenco, que contou com Sheron Menezzes, Debora Lamm, Natália Lage, Luciana Paes, Matheus Costa, Claudia di Moura, Louise Cardoso, Bruno Garcia, Tomtom, Bruno Mazzeo, Thelmo Fernandes, Fábio Ventura e Mateus Solano. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 

Thalita Rebouças comentou como criou a trama: "A ideia da série surgiu quando me separei do primeiro marido e tive uma roda de apoio muito grande das minhas amizades. Não podia estar mais realizada. O elenco todo é incrível. É um abraço em todas as mulheres. Não tem diferença na hora de escrever. A diferença é que na série falo palavrão ao contrário dos meus livros e films, mas nunca pensei 'agora vou escrever para criança e agora para adulto'". Mini Kerti acrescentou: "Aos poucos fomos construindo esse elenco estelar maravilhoso". 

Sheron Menezes falou sobre a sua experiência em relação ao enredo de sua personagem: "Minhas amigas são minha base e são amigas de muitos anos. Ter amigas pra mim é indispensável.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

"Rensga Hits" fechou seu ciclo na hora certa

  Oito meses após o rompimento entre as duas irmãs, a terceira temporada de "Rensga Hits" mostrou Raíssa (Alice Wegmann) como uma estrela consagrada e integrando o line-up do Festival de Barretos, a consagração máxima para uma cantora sertaneja. Já Gláucia (Lorena Comparato) enfrentou uma fase de desilusão com o amor, a família e a música. Tudo se transformou ainda mais com a morte de Guarariba (Ernani Moraes), pai das jovens, que, em seu testamento, declarou Gláucia como sua única herdeira. A nova leva de episódios estreou no dia 23 de outubro no Globoplay e está em plena reta final na exibição na Globo.


Ao se sentir deixada de lado pela decisão do pai, Raíssa decidiu abraçar o sucesso com tudo e se tornou cada vez mais exigente e estressada, afastando-se da própria família e dos amigos. A tensão aumentou com o retorno de Cauã (Leo Bittencourt) dos Estados Unidos, que apareceu em Goiânia em meio a uma guerra midiática entre a cantora e Enzzo Gabriel (Maurício Destri). Ao mesmo tempo em que saboreou a fama e enfrentou os desafios que mexiam com seu coração, Raíssa também precisou lidar com a ascensão artística de sua rival Luane (Júlia Gomes), que conquistou o público com seu novo hit, “Fogueteira”. Gláucia, por sua vez, foi do céu ao inferno quando descobriu o rombo financeiro deixado por Guarariba na Joia Maravilha. Obrigada a administrar as carreiras de Enzzo e Luane, ela contratou Isaías (Mouhamed Harfouch) como compositor da casa, e os dois lutaram para resistir à química inegável entre eles.

Em paralelo, as duas casas de composição musical viveram um verdadeiro caos desde que Marlene (Deborah Secco) e Helena (Fabiana Karla) decidiram deixar tudo pra trás e sumiram de Goiânia.

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Tudo sobre a coletiva online de "Reencarne", a nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu na segunda-feira retrasada, dia 20 a coletiva virtual de 'Reencarne', a nova série da plataforma de streaming, escrita por Juan Julian. Participaram os autores Juan Jullian, Amanda Jordão, Elisio Lopes Jr, o diretor Bruno Safadi e os atores Taumaturgo Ferreira, Julia Dalavia, Samantha Jones, Pedro Caetano, Simone Spoladore, Welket Bungué, Isabél Zuaa, Aretha Sadick, Enrique Diaz e Taís Araújo. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


Juan Jullian explicou brevemente a série: "Reencarne é uma série de terror que acompanha a jornada da Sandra, que é a reencarnação do parceiro de Túlio, que foi preso acusado de matá-lo. Ela vem em busca de vingança. A série bebe da fonte do terror folclórico. Os lugares contam a história".

Amanda Jordão complementou: "É a nossa tentativa de falar de relações amorosas e da investigação de um crime tratando da identidade. É um tema atual e vamos retratar qual a máscara você veste. A morte sempre está a espreita e quem somos nós diante da morte. Quando a morte chegar que ela te encontre viva".

terça-feira, 16 de setembro de 2025

"Dias Perfeitos" prende a atenção do início ao fim

 O livro "Dias Perfeitos" foi lançado por Raphael Montes no dia 18 de março de 2014 e se tornou um best-seller. O autor declarou em várias entrevistas que sua profissão de escritor foi consolidada graças ao êxito desta história, que foi vendida para 14 países. Agora, a série homônima está disponibilizada no Globoplay com oito episódios e o lançamento foi no dia 14 de agosto. 


Uma perspectiva inédita marca a narrativa da série da plataforma de streaming da Globo, adaptação da autora Claudia Jouvin com direção geral de Joana Jabace para o livro de Raphael. Além do ponto de vista de Téo (Jaffar Bambirra), como já apresentado na versão literária, a obra audiovisual também mergulha na mente de Clarice (Julia Dalavia), construindo uma dualidade intrigante entre a percepção e realidade dos dois protagonistas. 

Em termos estéticos, a fotografia e os enquadramentos ajudam a compor essa dualidade entre os personagens. Os movimentos de câmera foram escolhidos de acordo com a personalidade de cada um, baseado em suas intenções, sensações e ações.

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Tudo sobre a coletiva online de "Dias Perfeitos", nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu na sexta-feira retrasada, dia 8, a coletiva virtual de 'Dias Perfeitos', nova série da plataforma de streaming, escrita por Raphael Montes e baseada no livro homônimo do autor. Participaram o escritor, a diretora Joana Jabace, a redatora Claudia Jouvin e os atores Jaffar Bambirra, Julia Dalavia, Felipe Camargo, Debora Bloch, Fabíula Nascimento, Julianna Gerais, Clarissa Pinheiro, Joana Castro, Giovanni Venturini, Lee Taylor e Heloísa Honein. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Claudia Jouvin falou sobre a sua adaptação: "Pra mim foi muito simbólico porque conheci o Raphael por causa de 'Dias Perfeitos'. Eu li o livro e chamei ele pra fazer uma série. Anos depois, o Rodrigo Teixeira nos chama para adaptar o livro. Tive ideia de fazer pontos de vista e entrar mais a Clarice na história. O livro é muito focado no Teo. Todos os eventos estão lá, mas agora temos outras camadas. Vemos uma cena do ponto de vista do Teo e o da Clarisse vendo aquela cena. Usamos esse recurso tanto para dar voz a Clarice quanto para expandir os pontos de vista. É um livro que eu já gostava, mas hoje em dia a gente precisa de alguma esperança de que ela pode ser salva. Porque são oito episódios e não daria para ver tudo sem essa esperança. Por isso sugeri ao Raphael para mudar o final. É um livro icônico que tem fãs e o Rapha tem um universo específico. Então o novo final tinha que estar dentro no tom dele. Contei sobre esse meu novo final, ele gostou e aprovou. Tudo do livro está lá até o episódio 7. Já no 8 é uma extensão e o final que eu criei. Não conseguiria adaptar esse livro se eu não pudesse estar trocando com o Rapha".

Joana Jabace acrescentou: "Eu li o livro assim que estreou e conheci o Rapha fazendo outro projeto. Nossa troca foi muito franca. E quando o Globoplay me chamou para dirigir 'Dias Perfeitos' me senti em casa porque trabalhei na Globo por muito tempo. O Rapha é um supermercado de gancho e fazer uma história que é um thriller psicológico popular.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

"Raul Seixas: Eu Sou" honra o legado do cantor e com ótimo elenco

 As várias facetas de um ídolo de diferentes gerações se encontram em 'Raul Seixas: Eu Sou', série biográfica Original Globoplay que estreou em 26 de junho, semana em que o astro baiano completaria 80 anos. Estrelada por Ravel Andrade, a produção explora a vida do icônico pai do rock brasileiro e revive sua trajetória artística, os hits e shows emblemáticos, além do lado pessoal desde a infância. Os oito episódios – disponíveis na íntegra na data de lançamento – também desvendam marcantes relações do artista, dos relacionamentos amorosos aos encontros e parcerias musicais. 


 
Criada por Paulo Morelli, que divide a direção com Pedro Morelli, e produzida pela O2 Filmes, a obra é uma imersão nas décadas de 1970 e 1980, transportando o espectador com sua meticulosa recriação que abrange desde a cenografia, o figurino e a caracterização até a trilha sonora. Tudo isso completa a experiência de quem está do outro lado da tela com um resgate à essência do homenageado e à atmosfera da época.

Para entender a atemporalidade do músico, a série mergulha no artista, que sempre foi muito à frente do seu tempo. E mostra todas as suas fases, incluindo a transformação de Raulzito em um fenômeno, que sempre carregou consigo um espírito transgressor e uma genialidade precursora. 

sexta-feira, 11 de julho de 2025

"O Século do Globo" é um documentário chapa 'quase' branca, mas bem informativo

 Cem anos de história. Fatos que marcaram gerações e que determinaram a evolução da sociedade brasileira são retratados em "O Século do Globo", documentário criado por Pedro Bial e produzido pelos Estúdios Globo. Composto por quatro episódios, que foram ao ar na TV Globo nesta semana, o documentário apresenta eventos e personagens inesquecíveis, narrados através dos olhos de quem viveu e produziu notícia ao longo dos últimos 100 anos. O projeto, que combina ficção com elementos documentais e entrevistas inéditas, ilumina a trajetória do jornal fundado por Irineu Marinho e conduzido por décadas por seu filho Roberto Marinho, ilustrando seu papel na evolução do jornalismo brasileiro e do próprio país na política, na economia e na cultura. 

O jornal, que completa 100 anos no dia 29 deste mês, marcou o início do que se tornaria o maior grupo de mídia e comunicação da América Latina. “A história dos 100 anos do jornal O GLOBO não é só uma história sobre o jornal, trata da matéria prima do jornal: a realidade, os acontecimentos que formaram o Brasil no último século. A história com H maiúsculo”, declara Pedro Bial. “O jornalismo tem que ter a grandeza de se curvar à realidade. E, num arco longo de 100 anos, é possível acompanhar as transformações sociais e culturais e as mudanças na linguagem do jornalismo e da comunicação”, complementa. A ideia de narrar os maiores acontecimentos históricos do país, sob a perspectiva do maior jornal brasileiro, nasce ainda na redação de O GLOBO, e ganha vida no documentário. 

No elenco, Tony Ramos e Eduardo Sterblitch interpretam Roberto Marinho em diferentes fases da vida. “Você leva um susto quando te convidam para interpretar um personagem icônico, que faz parte da história recente do Brasil”, afirma Tony Ramos.

quarta-feira, 24 de julho de 2024

"Os Outros" impactou e surpreendeu o público

 O que acontece quando todo mundo acha que tem razão? Essa pergunta é o despertar da série Original Globoplay ‘Os Outros’, criada por Lucas Paraizo e com direção artística de Luisa Lima, que estreou no dia 31 de maio de 2023 no Globoplay e migrou para a Globo no dia 18 de abril deste ano. A produção foi um dos maiores sucessos do streaming no ano passado e chega ao fim na grade aberta nesta quinta-feira, dia 25.


No fictício condomínio Barra Diamond, localizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, duas famílias vizinhas vividas por Cibele (Adriana Esteves) e Amâncio (Thomás Aquino) e Wando (Milhem Cortaz) e Mila (Maeve Jinkings) entram em choque após a briga dos filhos adolescentes, Marcinho (Antonio Haddad) e Rogério (Paulo Mendes). O que poderia ser um desentendimento corriqueiro cresce e desperta reflexões importantes sobre os limites da tolerância, capacidade de escuta e diálogo, compaixão, influência dos pais na criação dos filhos e solução de conflitos na atualidade.

 É em busca de segurança e qualidade de vida que a família de Cibele se muda para o condomínio Barra Diamond, após ter vivido de perto a violência em um bairro de subúrbio onde moravam. Seduzidos pelo ideal de felicidade dos grandes residenciais, Cibele e o marido Amâncio estão aliviados em poder oferecer uma condição de vida melhor e uma juventude com mais opções para o filho Marcinho.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

Tudo sobre a coletiva de "Pedaço de Mim", nova série da Netflix

 Da janela do apartamento do casal protagonista para o evento de lançamento de Pedaço de Mim: a vista privilegiada de um dos cartões-postais mais deslumbrantes do Rio de Janeiro, o Pão de Açúcar, foi o cenário de uma conversa sobre a primeira série brasileira de melodrama da Netflix. Na manhã desta terça-feira, com mediação da apresentadora Regina Volpato, os atores Juliana Paes e Vladimir Brichta, o diretor artístico Maurício Farias e a autora e roteirista Angela Chaves contaram detalhes da história, que estreia na próxima sexta-feira, 5 de julho. 


Para Angela, as pessoas vão se identificar com o que a Liana (Juliana Paes) passa a viver dentro de casa. "A trama fala sobre assuntos muito difíceis, sem qualquer tipo de julgamento sobre o comportamento da protagonista. O que interessa, o cerne da história, é a transformação na vida dela depois da violência que sofre. A superfecundação heteroparental, na verdade, é apenas o catalisador de um grande drama familiar", confirma a autora.

Depois da exibição de uma cena em que Liana confronta Oscar, o antagonista vivido pelo ator Felipe Abib, Juliana Paes teve uma reação inusitada e se exaltou com o personagem.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Segunda temporada de "Encantado`s" mantém as qualidades da primeira

 Em meio ao sucesso da primeira temporada de "Encantado`s" no Globoplay --- cuja estreia foi em novembro de 2022 e a exibição na Globo entre maio e junho de 2023 ---, uma segunda já tinha sido encomendada e estreou na plataforma de streaming da emissora em março deste ano. A receptividade do público seguiu em alta e sua entrada na grade da tevê aberta se deu em pouco mais de um mês ---- um intervalo muito menor. E dá para entender todos os motivos para o êxito da série. 


Na primeira temporada, o público conheceu o funcionamento do mercado e da agremiação Joia do Encantado, que dividem o mesmo espaço no estabelecimento da família Ponza, em uma mistura de personagens apaixonados por ambos. De dia, é Olímpia (Vilma Melo) quem administra o comércio, sucesso entre os moradores do bairro, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Quando anoitece, é hora de arrastar as prateleiras e abrir espaço para o samba, a maior inspiração na vida de Eraldo (Luis Miranda). E é encarando as adversidades e levando o dia a dia com leveza que esses irmãos mantêm a união para tocar os negócios herdados pelo pai, Geraldo Ponza, também interpretado por Luis Miranda. 

Depois do desfile apoteótico que emocionou a avenida, Olímpia, Eraldo e toda a turma enfrentam novos desafios. Se a disputa entre os irmãos foi a base da primeira temporada, agora, sem deixar de lado os conflitos da dupla,

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Tudo sobre "Cilada", nova série do Globoplay

 Uma foto duvidosa encaminhada sem querer no grupo da família, uma viagem com amigos tão malas que poderiam fazer parte da bagagem, uma obra interminável no banheiro de casa e uma reunião de condomínio em dia de jogo do seu time de coração. Bruno, personagem interpretado por Bruno Mazzeo, e Debora, personagem vivida por Debora Lamm, passam juntos por essas e outras situações no mínimo desconfortáveis em "Cilada", série original Globoplay. Com estreia marcada para 21 de maio, a comédia de 10 episódios, que serão disponibilizados no mesmo dia, mostra diferentes momentos do dia a dia do casal, que está junto há uma década.  


A nova fase começa dez anos após o último episódio da série original, uma das comédias pioneiras no Multishow, que também foi adaptada e exibida no Fantástico e chegou a virar filme, ‘Cilada.com’ (2011). Nesta nova temporada, o humorístico surge repaginado, com a dupla de protagonistas passando por situações típicas dos tempos atuais, enfrentando os desafios de um casamento em crise, e o Globoplay promoveu a coletiva da série nesta terça-feira, dia 14. Os atores falaram sobre a retomada da trama e o que esperar da nova temporada.

  A história começa com Bruno e Debora decidindo fazer terapia de casal, depois de vários desentendimentos e falhas na comunicação — mesmo em tempos de ultra conectividade. "As pessoas conhecem esses personagens há anos, já viram o Bruno e a Debora em uma série de situações, e agora vão acompanhar o amadurecimento deles como casal estabelecido num relacionamento irritantemente comum.

segunda-feira, 19 de junho de 2023

Tudo sobre a coletiva online de "A Vida Pela Frente", nova série do Globoplay

 A Globo promoveu nesta quarta-feira, dia 14, a coletiva online de "A Vida Pela Frente", nova série do Globoplay em parceria com a Daza Filmes e co-produção do GNT. Participaram as criadoras Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, além dos atores Jaffar Bambirra, Nina Tomsic, Muse Maya, Lourenço Dantas, Flora Camolese e Henrique Barreira. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


Leandra Leal, que atua e dirige a produção, comentou: "Essa série foi gestada há quase uma década por mim, Rita e Carol. E Bruno (Safadi, diretor) é meu parceiro de outros projetos. Ele topou assinar a direção comigo. A série é inspirada e se passa na nossa adolescência, na virada de 1999 para 2000. Tem coisas que vivemos e outras inspiradas. Fala sobre a fase potente de intensidade, descoberta e primeiras vezes. A gente acompanha o último ano do colégio de seis amigos e os anos deles pela frente através de uma dura perda. Tem um acontecimento trágico, mas não se trata só nisso. Fala com muita sensibilidade e crueza sobre o fim da adolescência, mas não é só para adolescentes. Fala sobre o início da vida adulta.", explicou.

Rita Toledo complementou: "Somos três amigas e nos conhecemos na adolescência. Somos apaixonadas pela adolescência como tema. E as questões difíceis que ocorrem nessa época. As dificuldades, as dores, entender quem você é. Na minha adolescência, assisti a filmes e séries que foram muito importantes. Então quero que 'A Vida Pela Frente' seja importante para o público. Tomara que isso aconteça."

terça-feira, 31 de janeiro de 2023

"Onde Está Meu Coração" é uma série forte e necessária

As gravações de "Onde Está Meu Coração" duraram quase quatro meses e chegaram ao fim em julho de 2019. Desde então, houve uma grande expectativa para a estreia da série. Porém, sempre era adiada para um momento propício. Acabou ficando para 2020, mas veio a pandemia do novo coronavírus e novamente a exibição ficou para depois, mesmo sendo um produto exclusivo para a plataforma de streaming. A produção foi disponibilizada na íntegra na Globoplay em maio de 2021 e teve seu primeiro episódio exibido no dia 3 de maio do mesmo ano, na Globo, após a reprise de "Império". Dois anos depois, entrou para a grade da emissora nesta terça, dia 31, após o "BBB 23". 


A dependência química é uma questão urgente que afeta muitas famílias no Brasil e no mundo, nos dias atuais. A droga não diferencia cor, religião e muito menos classe social. São vidas viradas do avesso e adoecidas, tanto do dependente quanto dos que se relacionam com ele. Tratamento médico especializado e afeto são essenciais na busca da cura. Este é o mote da série escrita por George Moura e Sérgio Goldenberg, autores que já escreveram juntos as primorosas ""O Canto da Sereia" (2013); "Amores Roubados" (2014); o remake de "O Rebu" (2014) e "Onde Nascem os Fortes" (2018).

Dirigida por Luísa Lima (em sua estreia como diretora artística), a série apresenta os conflitos que uma família enfrenta por causa da dependência de drogas da filha primogênita. Na história (ambientada em São Paulo), Amanda (Letícia Colin), uma jovem médica bem-sucedida e idealista, vinda de uma família de classe alta, que se deixa levar pelo prazer fugaz das drogas sem conseguir mais dar conta da sua vida profissional e afetiva.

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Tudo sobre a coletiva online de "Rota 66 - A Polícia que Mata", nova série do Globoplay

 A Globo promoveu nesta segunda-feira, dia 19, a coletiva online da nova série do Globoplay: "Rota 66 - A Polícia que Mata", baseada no livro homônimo de Caco Barcellos, lançado há 30 anos e vencedor do Prêmio Jabuti. Protagonizada por Humberto Carrão, que interpreta o jornalista que passou oito anos investigando os assassinatos cometidos pelo batalhão especial de São Paulo, a trama tem oito episódios e os dois primeiros estreiam na plataforma de streaming nesta quinta-feira, dia 22. Participaram da coletiva Humberto Carrão, a atriz Naruna Costa e Caco Barcellos. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo.


Caco Barcellos expôs sua animação com a estreia e emoção que sentiu com a atuação de Humberto, que o representa na série: "É uma grande expectativa. Quando escrevi esse livro, um pouco antes do lançamento, trabalhei oito anos na investigação. Eu imaginava fazendo um roteiro para o cinema. Sempre que encontrava alguma vítima da rota, tentava captar algum diálogo das pessoas. Da narrativa, dos momentos de episódios violentos pensando em construir diálogos para o futuro roteiro. Mas o tempo me absorveu para o trabalho na televisão. E agora ver realizado visualmente tudo o que apurei é muito especial, emocionante. Fiquei muito sensibilizado com a atuação dele. O Humberto é incrível, que cara maravilhoso", observou o jornalista. 

Humberto Carrão não escondeu a sua satisfação com o trabalho: "Fico muito emocionado com esse momento. Não é sempre que aparecem projetos assim. Percebi a força do que a gente tinha em mãos. Sou doido pelo Caco, ele é uma pessoa muito admirável. Acho que a construção do personagem Caco foi a partir da pesquisa do roteiro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

"Rensga Hits!" daria uma deliciosa novela das sete

 A Globo exibiu na quarta-feira passada, dia 3, no "Cinema Especial", os dois primeiros episódios de "Rensga Hits!", a nova série do Globoplay. A plataforma de streaming da emissora disponibilizou mais dois episódios um dia depois (04/08). Ao todo foram quatro de um total de oito. No dia 11/08 ficarão disponíveis os episódios 5 e 6, enquanto no dia 18/08 entrarão no ar o 7 e o 8, finalizando a produção. A trama engloba o universo do sertanejo, tão em alta no Brasil. 


O título causa estranhamento por ser uma expressão conhecida apenas em Goiânia, onde é ambientada a história. 'Rensga' é uma interjeição tipicamente goiana, que sai do fundo da alma quando uma coisa impressionante acontece diante dos olhos. Pode ser um espanto, uma admiração, um susto. Você nem pensa para falar. É uma palavra que simplesmente sai direto do coração quando algo impacta, em uma demonstração de que aquilo que você acabou de ver ou ouvir realmente te afetou de alguma forma. É uma expressão natural no meio sertanejo. 

A série conta a história de Raíssa Medeiros (Alice Wegmann), uma jovem do interior que descobre que é traída pelo ex-noivo e o abandona no altar, partindo rumo ao sonho de viver da música sertaneja na grande Goiânia.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

"Turma da Mônica - A Série" é uma das melhores ideias do Globoplay

 O sucesso do live action de "Turma da Mônica" no cinema deixou claro que o universo criado por Maurício de Souza segue mais vivo do que nunca. O filme "Laços", lançado em 2019, foi um fenômeno e o lançamento de "Lições", em 2021, em plena pandemia, surpreendeu e mostrou o fôlego da trama. Embalada pela boa aceitação do público na telona, a Globo teve a ideia de lançar na Globoplay uma série de 8 episódios com uma das turminhas mais amadas do universo infantil. A estreia foi no dia 21 de julho e a repercussão tem ultrapassado qualquer expectativa mais otimista. 


A obra traz Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kelvin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo), Cascão (Gabriel Moreira) e Milena (Emilly Naiara) no papel do quinteto protagonista. A história mostra a chegada de Carminha Frufru (Luiza Gattai) ao Bairro do Limoeiro e a sabotagem de sua festa. Mônica e seus amigos se tornam os principais suspeitos e vão precisar superar suas insguranças e reeveelar seus segredos para decifrar o mistério. Com as participações especiais de Mariana Ximenes, no papel de Madame Frufru, mãe de Carminha; e Fernando Caruso como Feitoso Araújo, "Turma da Mônica - A Série tem redação final de Mariana Zatz e direção geral de Daniel Rezende. AA produção é da Biônica Filmes em coprodução com a Maurício de Souza Produções. 

Na trama, as crianças do Bairro Limoeiro marcam presença na festa descolada de Carminha Frufru, que acaba de se mudar para uma mansão no bairro. Quando um balde de lama vira na cabeça de Carminha no meio do evento, Mônica é apontada como principal suspeita. A festa se torna palco de uma investigação, conduzida pela maior fofoqueira do bairro, Denise (Becca Guerra).

quarta-feira, 13 de julho de 2022

"Filhas de Eva" é uma série agradável e despretensiosa

 A Globo estreou "Filhas de Eva" na Globoplay em março de 2021. Agora, mais de um ano depois, a série, criada e escrita por Adriana Falcão, Jô Abdu, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, com direção artística de Leonardo Nogueira, estreou na televisão aberta nesta terça, dia 12. Com dois episódios semanais, exibidos às terças e quintas, a trama pode ser apreciada por um público mais amplo.


Três mulheres fortes e independentes. Recordações de uma vida inteira. Momentos inesquecíveis que parecem ter acontecido há muito tempo e uma pergunta em comum: até onde elas irão para encontrar a felicidade? Esse é o questionamento que dá início à série. Consequências e impactos de decisões importantes são o pano de fundo deste drama leve, com pinceladas de humor cotidiano e que levanta reflexões comuns a todos. A história fala sobre família, amizade e liberdade, suscitando questões que levam a pensar sobre as mudanças, os obstáculos e a coragem necessários para dar um novo rumo à vida, seja em qual fase for. 

A trama se desencadeia a partir das histórias de Stella (Renata Sorrah), Lívia (Giovanna Antonelli) e Cléo (Vanessa Giácomo). As três atrizes dividiram a cena em "A Regra do Jogo", problemática novela de João Emanuel Carneiro, exibida em 2015. O trio honra o protagonismo da série e as personagens têm camadas que proporcionam um tom mais naturalista na interpretação.

quarta-feira, 29 de junho de 2022

"Todas as Garotas em mim" é uma das piores coisas que a Record já produziu

 A pandemia do novo coronavírus afetou as gravações de todas as novelas das emissoras. Mas a Record vem enfrentando dificuldades até hoje. Ainda não conseguiu reestruturar sua faixa de teledramaturgia. O relativo êxito de "Gênesis", em 2021, animou a emissora em criar temporadas para suas produções. Porém, foi apenas uma mudança de nome porque o folhetim bíblico nada mais era do que uma história com várias fases. O canal tentou repetir o feito com "Reis", mas não conseguiu uma frente de gravações e resolveu chamar a novela de série. Tanto que precisou interromper sua exibição. Aí que entra "Todas as Garotas em Mim", produção que a substituiu. 

A nova série entrou como um tapa-buraco para "Reis" conseguir avançar nas gravações sem que a Record precise colocar outra reprise no ar. Mas a emissora já começou errando porque a série parece uma "Malhação" bíblica. É um produto destinado a outro tipo de público e ainda assim com sérias ressalvas. Não por acaso, a queda de audiência foi gigantesca. O folhetim conseguia média em torno dos 8 pontos, o que também não era considerado um bom índice, e agora caiu para 5 pontos e muitas vezes até 2. É a menor audiência de uma novela na história da Record ---- posto até então ocupado por "Jesus" e "Máscaras" ----, o que fez o canal perder a vice-liderança para o SBT. 

Para culminar, a história é rasa e muito mal escrita. Lendo a sinopse até parece um enredo clássico de seriado adolescente. Mirela (Mharessa), a protagonista, é uma digital influencer, namorada do rapaz mais popular de um colégio, Gustavo (Caio Vegatt), e que desperta a paixão de Erick (Diego Kropotoff), o filho de Carla (Manuela do Monte).

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

"Orgulho Além da Tela", nova série documental da Globoplay, vale a pena ser conferida

 A Globoplay estreou nesta segunda-feira, dia 11, "Orgulho Além da Tela". Uma série documental que faz um retrospecto, ao longo de três episódios, da trajetória das novelas da Globo em torno da abordagem do universo LGBTQIA+, desde os anos 70 até os dias atuais, acompanhando a evolução da pauta da sociedade e na forma como é abordada na ficção. Como as tramas e os personagens foram importantes para a pavimentação do caminho para um presente de maior inclusão e representatividade. 


A série começa com o primeiro personagem gay na teledramaturgia, feito por Ary Fontoura em 1970, e a partir daí vai destacando outros que fizeram essa história da temática LGBTQIA+ avançar. Dirigida por Antonia Prado, tendo como redator Lalo Homrich ---- que concebeu o projeto a partir de sua tese de doutorado sobre o tema ----, a produção conta com 50 pessoas entrevistadas entre elenco da Globo e personagens da vida real que falam sobre a construção desses perfis ficcionais e o reflexo deles na sociedade. 

Os três episódios não só percorrem a trajetória dos personagens LGBTQIA+ ao longo das cinco décadas subsequentes, mas também resgatam importantes marcos da história do país que contribuíram ora para uma maior aceitação das tramas, ora para rejeição das novelas pelo público.

terça-feira, 5 de outubro de 2021

"Dom" é uma ótima série da Amazon Prime Video

 A primeira série original brasileira da Amazon Prime Video foi uma grata surpresa. O serviço de streaming produziu com muita qualidade a história, baseada em fatos reais, de Pedro Dantas, jovem de classe média que se torna um dos bandidos mais perigosos do Rio de Janeiro e ganha o apelido de Pedro Dom. Como é um tipo bonito fisicamente, utiliza a imagem a seu favor e vira um chefe de quadrilha que aterroriza a classe alta da cidade nos anos 2000. Criada por Breno Silveira, a trama tem Gabriel Leone interpretando o protagonista e apresenta oito episódios muito bem desdobrados. 

"Dom" tem um formato inicialmente confuso, mas que logo se estabelece de forma mais clara para o telespectador. Há três narrativas quase simultâneas: a da infância de Pedro Dantas, a transformação do jovem rebelde em bandido e o passado do pai de Dom, Victor Dantas, vivido por Flávio Tolezani. Ironicamente, a história mais interessante é a do pai do protagonista. A principal razão é o tom 'novelesco' dado para o homem que era mergulhador e se viu no meio de uma guerra entre policiais e traficantes.

A filha de Victor, irmã de Dom, Érika Grandinetti, deu uma declaração sobre a dor que vem sentindo diante da história contada pela série. Isso porque, segundo ela, o pai retratado da obra nunca existiu. A família está até processando a Amazon Prime Vídeo.