Mostrando postagens com marcador Priscila Fantin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Priscila Fantin. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

"Alma Gêmea" foi a melhor novela da Globo em 2024

 A Globo acertou em cheio com a reprise de "Alma Gêmea", que acaba nesta semana. Escrita por Walcyr Carrasco, a história foi uma das melhores novelas do autor e um dos maiores fenômenos de audiência do horário das seis. A trama chegou a marcar impressionantes 53 pontos, com picos de 56, no último capítulo, índice inimaginável na época, e impossível de ser alcançado hoje em dia até mesmo em uma novela de horário nobre. A história de época que tinha a reencarnação como tema central conquistou o público e foi um grande sucesso.


Logo no primeiro capítulo (exibido no dia 20 de junho de 2005), Luna (Liliana Castro), grande amor da vida do floricultor Rafael (Eduardo Moscovis) ---- que criou uma espécie de rosa branca especialmente para a amada ----, leva um tiro durante um assalto (planejado pela invejosa Cristina para ficar com as joias da prima) e morre, para o desespero do florista e da mãe (Agnes - Elizabeth Savalla) da pianista. Mas o sentimento que unia o casal era tão intenso que a mulher voltou na pele de uma índia (Serena - Priscila Fantin), para reencontrar o amor de sua vida.

Vinte anos se passam, e aquela criança, que nasceu em uma aldeia indígena, vira uma bela mulher. Já Rafael segue amargurado com a vida e infeliz sem Luna ----- apesar de ser constantemente cortejado por Cristina (Flávia Alessandra) ----- e se fecha em seu mundo de sofrimento e solidão, mesmo tendo um filho (Felipe - Sidney Sampaio) com sua falecida mulher.

domingo, 2 de julho de 2023

Vitória de Priscila Fantin fechou a temporada da "Dança dos Famosos" com chave de ouro

 A segunda edição da "Dança dos Famosos" sob o comando de Luciano Huck chegou ao fim neste domingo, dia 2 de julho. O quadro mais uma vez demonstrou fôlego e teve um ótimo retorno de audiência e repercussão. A final foi de alto nível e feminina. Rafa Kalimann, Carla Diaz e Priscila Fantin travaram uma disputa repleta de boas performances e honraram a grande decisão. 


Carla Diaz despontou como favorita logo em sua primeira apresentação ao lado do professor Diego Basilio. A atriz não deixou a desejar em nenhuma etapa e só melhorou ao longo das semanas, enquanto Rafa Kalimann teve um início bastante irregular com altos e baixos. Tanto que foi para a repescagem, mas voltou e evoluiu a olhos vistos até ganhar favoritismo ao lado de Carla. Trajetória parecida com a de Priscila Fantin, que também se mostrou insegura no começo, acabou indo para a repescagem duas vezes e retornou para a disputa com garra até chegar à final e se consagrar campeã. 

A competição se mostrou semelhante com a maioria das temporadas anteriores no quesito superioridade feminina. O time masculino nunca chegou a ameaçar as competidores, com raras exceções. Tanto que a final só com mulheres era esperada. O melhor competidor entre os homens era Douglas Silva, que tinha uma boa desenvoltura em todos os ritmos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Participação de Monica Iozzi expôs com mais clareza todos os problemas do "Tomara que Caia"

O "Tomara que Caia" foi um dos grandes equívocos da Globo em 2015. O programa estreou no dia 19 de julho e chegaria ao fim no dia 4 de outubro, mas ganhou uma sobrevida e foi estendido até o dia 1º de novembro. A ideia de mesclar interatividade do telespectador, e da plateia, com a história contada em um palco era válida, mas foi muito mal executada. O erro foi tanto na escalação de parte do elenco, quanto nas tentativas de improvisação, entre tantos mais. E a participação de Monica Iozzi comprovou que não era necessário muita coisa para divertir, expondo todos os problemas da atração.


A atriz, e atual apresentadora do "Vídeo Show", roubou a cena quando participou e não se preocupou em se levar a sério. Ela interrompia as cenas várias vezes e chegou até a chamar a Agatha (assistente de produção do programa vespertino) para interagir durante uma sequência, fingindo ter esquecido o texto. Monica debochou de todos ao vivo e riu de si mesma. Não foi necessária a utilização das 'trollagens' armadas e muito menos das sugestões da plateia para que os atores continuassem a história fazendo isso ou aquilo.

A capacidade de improvisação da atriz foi seu maior trunfo, que conseguiu transformar uma história boba em algo engraçado. Monica fez o que Miguel Falabella fazia inúmeras vezes no extinto "Sai de Baixo": provocava os colegas de elenco o tempo todo e ridicularizava o próprio roteiro. Um dos grandes problemas do "Tomara que Caia" foi ter se levado a sério demais. Tudo era seguido à risca, até mesmo o que deveria ser algo improvisado.