Mostrando postagens com marcador José do Egito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José do Egito. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013: os piores do ano

Como de costume, esse blog apresentará a lista dos piores e também dos destaques do ano. Não houve votação popular. Antes de selecionar os melhores, vou citar o que 2013 teve de pior na televisão. E, infelizmente, não foi pouca coisa. Obviamente, é uma seleção sob o meu ponto de vista e cabe ao leitor concordar, discordar ou até mesmo acrescentar mais itens. Então vamos iniciar a retrospectiva, citando todos os equívocos desse ano que está perto do fim.




"Salve Jorge": Encerrada em maio, a trama de Glória Perez abusou da inverossimilhança e apresentou um festival de repetições da autora, incluindo um núcleo estrangeiro repleto de bordões parecidos com os de "Caminho das Índias" e "O Clone". Para culminar, a novela tinha atores demais e muitos mal apareceram na história. A grande vilã foi um fracasso e a cena em que Lívia Marini dá uma seringada letal em uma vítima, dentro de um elevador, se transformou no mico do ano. O casal protagonista (Theo e Morena) também não agradou e o tráfico de pessoas (tema central) não foi abordado de uma forma realista. Delegada Helô (Giovanna Antonelli, que virou a protagonista), Russo (Adriano Garib), Maria Vanúbia (Roberta Rodrigues) e Wanda (Totia Meirelles) foram os poucos acertos do equivocado folhetim e roubaram a cena merecidamente.


"Balacobaco": Aposta da Record para reverter o desastroso fracasso de "Máscaras", a novela de Gisele Joras abusou das caricaturas e procurou copiar alguns elementos de "Cheias de Charme", porém, não alcançou seu objetivo. A trama não conseguiu elevar a audiência da emissora e chegou a passar por várias alterações ao longo de sua exibição para tentar melhorar os índices. Tudo em vão.






quarta-feira, 9 de outubro de 2013

"José do Egito": a interminável minissérie que abusou da paciência do telespectador

A Record estreou mais uma de suas minisséries bíblicas no dia 30 de janeiro de 2013. E a produção só chegou ao fim no dia 9 de outubro, ou seja, nada menos do que 8 meses depois da estreia. Uma duração maior do que a de muita novela. Portanto, a emissora pode usar várias denominações para classificar "José do Egito", menos a de minissérie. E esse equívoco, apesar de ter sido o mais grave, foi apenas um dos muitos apresentados nessa produção.


A minissérie, ou melhor, a série, foi produzida na época em que a emissora dos bispos esbanjava dinheiro. Cada capítulo custou em torno de R$ 850 mil, foram construídas duas cidades cenográficas e o total investido beirou os R$ 23 milhões, números que causam um impacto no orçamento de qualquer empresa. Porém, apesar de ter estreado com um bom índice de 12 pontos, aos poucos a trama foi perdendo audiência, chegando a marcar 6 pontos. E essa variável se manteve presente durante toda a exibição: uns capítulos conseguiam números razoáveis e outros números insatisfatórios.

Ou seja, o elevado investimento acabou não valendo a pena. Até porque, a crise enfrentada pela Record pouco tempo depois de produzir a série, afetou diretamente outras produções, como "Dona Xepa", por exemplo, que teve investimentos bem limitados. Portanto, ao invés de haver uma base parecida nos custos

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Record acerta na fotografia de José do Egito, mas repete erros de minisséries bíblicas anteriores

A Record estreou nessa quarta-feira (30/01) mais uma de suas séries bíblicas. Com cada capítulo custando R$ 850 mil em média, com um investimento de R$ 7 milhões em cenografia e R$ 23 milhões investidos no total, "José do Egito" apresentou lindas imagens e um bom figurino, mas deixou a desejar no restante pelo que se pôde ver no primeiro dia de exibição.


Com roteiro de Vivian de Oliveira e direção geral de Alexandre Avancini, a trama conta a história de José, que é vendido como escravo pelos irmãos, após despertar muita inveja de ambos por o ser filho preferido de Jacó (Celso Frateschi). Apesar de ser protagonizada por Ricky Tavares (primeira fase) e Angelo Paes Leme (segunda fase), o primeiro capítulo deixou José em segundo plano e deu mais destaque para Diná  ---- personagem de Marcela Barroso que foi estuprada por Siquem, vivido pessimamente por Paulo Nigro.

O alto investimento da minissérie ficou claro na fotografia e nas locações. Foi um acerto gravar no Chile e no Egito. O elenco se sacrificou muito, mas valeu a pena. E as imagens ficaram lindas, parecendo de cinema. As tomadas aéreas foram o ponto alto da estreia. A produção mostrou preocupação também com