Mostrando postagens com marcador Vitória Strada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vitória Strada. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Tudo sobre a coletiva virtual sobre os Telefilmes Regionais no Cine BBB

 A Globo promoveu na sexta-feira passada, dia 16, a coletiva online sobre os telefilmes regionais que foram produzidos em sete estados brasileiros e no Distrito Federal. Nesta segunda (19/01), estreou na faixa da 'Tela Quente' o primeiro deles, que foi exibido mais cedo no Cine BBB para os participantes do 'BBB 26'. Participaram o diretor de gestão e conteúdo da Globo, Gabriel Jácome, a gerente de curadoria e conteúdo da Globo, Verônica Nunes, além dos atores Murilo Grossi, Tiago e Diego Homci, Mônica Anjos, Clara Paixão, Daniel Rocha, Daniele Gonzales, Domithila Cattete e Vitória Strada. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Gabriel Jacome falou do projeto: "É o terceiro ano que estamos desenvolvendo telefilmes originais com as afiliadas. É um projeto que a gente se orgulha muito porque o Brasil é diverso e muito criativo. Quando a gente produz telefilmes com elenco local estamos provocando impacto cultural, conexão com o público. A gente dá voz a novos talentos, seja de vídeo e fora do vídeo, são histórias que nascem e dialogam com o país inteiro. Não precisa ser genérico para ser universal. O Cine BBB é um projeto que se tornou interessante. É o nosso cargo chefe do verão e tudo o que a gente consegue botar nesse conteúdo tem uma visibilidade enorme". 

Veronica Nunes complementou: "A gente quis trazer histórias de todos os lugares do Brasil de brasileiros para brasileiros. São feitos por criadores locais, diretores locais, produtores locais. Uma parceria para encaixar a Globo nas diversidades, a gente foge de estereótipos e damos espaço no Tela Quente, o horário nobre de muita visibilidade.

terça-feira, 22 de abril de 2025

Em edição comemorativa, "BBB 25" fracassa e festa vira enterro

 A vigésima quinta edição do "Big Brother Brasil" começou em clima de comemoração. Afinal, o programa completou vinte e cinco temporadas justamente em 2025, quando a Globo completa 60 anos. E o formato brasileiro é o mais bem-sucedido do mundo, sendo reconhecido internacionalmente. No entanto, a festa virou enterro, como diz aquele conhecido meme do saudoso Clodovil que se prolifera até hoje nas redes sociais. O "BBB 25" chegou ao fim nesta terça-feira (22/04) em clima de já foi tarde. 


O início da temporada já foi estranho porque Amauri Soares demitiu Boninho, que trouxe o formato para o Brasil e foi o diretor do "Big Brother Brasil" desde a primeira edição, em 2002. Rodrigo Dourado, que já dirigia a atração ao lado do amigo há muitos anos, assumiu o cargo. E é verdade que quase tudo o que foi feito ao longo dos quatro meses de reality também teria sido realizado por Boninho. Então, teoricamente, na prática não provocou nenhuma alteração significativa. Em determinados casos, houve até alguma inovação, como o "Barrado no Baile", o "Seu Fifi", o "Freeze" (copiado do formato estrangeiro)  e alguns castigos do Monstro que finalmente deixaram de lado a repetitiva dinâmica de dançar na área externa de acordo com o toque de uma música. Mas também não dá para negar que foi estranho demais o desligamento do profissional justamente no ano comemorativo do reality. 

Só que, por ironia do destino, o reality começou mal por causa do esquema das duplas, que foi uma ideia de Boninho, divulgada por ele no final do ano passado. O que surgiu como uma divertida novidade, acabou virando um pesadelo.

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Vitória Strada foi uma grata surpresa do "BBB 25"

 A vigésima quinta edição do "Big Brother Brasil" acaba amanhã e o saldo é muito negativo. Com uma final insossa e que representou muito bem o clima morno da temporada, o reality foi um fracasso de audiência e repercussão. A escolha equivocada de grande parte do elenco teve um peso significativo em todo o conjunto da obra, mas entre os poucos êxitos do "BBB 25" está a presença de Vitória Strada. 


É sempre um risco uma atriz ou um ator entrar em um reality show. A chance de prejudicar sua imagem e destruir de vez qualquer chance de conseguir novos trabalhos é imensa e inversamente proporcional a qualquer retorno positivo que a decisão pode ocasionar. E desde que o "BBB" criou a categoria 'Camarote', que consiste na entrada de famosos, foram poucos os intérpretes que participaram. Mas todos que estiveram lá tinham um objetivo claro: a maior visibilidade para futuras escalações para séries, novelas e filmes. 

O objetivo de Vitória não foi diferente e por isso houve um choque entre os telespectadores nas redes sociais com o anúncio da sua entrada. Afinal, a atriz protagonizou três novelas na Globo com brilhantismo: "Tempo de Amar", "Espelho da Vida" e "Salve-se Quem Puder". Três produções que engrandeceram sua carreira e evidenciaram seu talento. Qual o sentido de precisar entrar no "BBB" para voltar a ser lembrada pela emissora?

domingo, 3 de julho de 2022

Vitória Strada dominou e se consagrou na "Dança dos Famosos"

 A primeira edição da "Dança dos Famosos" sob o comando de Luciano Huck chegou ao fim neste domingo, dia 03. E o resultado não foi diferente da época de Faustão, tanto na boa audiência quanto na dinâmica das apresentações, o que comprova a força do longevo quadro, independente de quem apresenta. E a consagração de Vitória Strada fechou o ciclo de forma justa e emocionante. 

A atriz foi a melhor competidora desde a primeira apresentação. Logo no início ficou claro que iria longe na disputa e da final ninguém a tirava. Vitória deu um show em todos os ritmos e surpreendeu até na seleção de danças novas neste ano, como a 'Dança Contemporânea'. Foi uma de suas melhores performances. Na final, brilhou na valsa e conseguiu driblar o figurino durante o samba. Deixou a plateia em êxtase. Ganhou dez de todos os jurados e da plateia nas duas apresentações. Nem o 9,9 do público do Gshow no samba a tirou o título porque o mesmo nicho deu 9,8 ao Vitão, o vice-campeão. 

O elenco de 2022 contou com outros destaques, como Jéssica Ellen, que teve uma trajetória com várias apresentações merecedoras de elogios. Engravidou durante a disputa e seguiu desenvolta e competitiva. Acabou eliminada porque contraiu covid. Uma pena. Sérgio Menezes foi outro bom competidor e o ator teve uma evolução visível.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Apesar dos problemas, "Salve-se Quem Puder" foi a melhor novela de Daniel Ortiz

 Daniel Ortiz ainda pode ser considerado um autor 'novato'. Afinal, "Salve-se Quem Puder" foi sua primeira novela autoral, de fato. As duas anteriores foram criadas por outros escritores. A sua estreia como autor solo foi com a despretensiosa "Alto Astral", em 2014, baseada na sinopse da saudosa Andrea Maltarolli, falecida em 2009. Foi um começo bem-sucedido. Já a fraca "Haja Coração", de 2016, era um remake de "Sassaricando" (1988), de Silvio de Abreu, escritor veterano que o lançou. E a produção que chegou ao fim nesta sexta-feira, uma obra original, já pode ser considerada o melhor trabalho de Ortiz. 

A premissa de "Salve-se Quem Puder" tinha tudo para cair no absurdo e no ridículo, mesmo na faixa leve das 19h. Mas funcionou. Os sonhos das protagonistas Luna (Juliana), Alexia (Deborah) e Kyra (Vitória) são interrompidos quando elas presenciam a execução de um juiz (vivido por Ailton Graça) e são obrigadas a viver sob custódia do Programa de Proteção à Testemunha. Para sobreviver, elas mudam o nome, a aparência, o estilo de vida e vão morar na fictícia Judas do Norte, no interior de São Paulo, depois que são dadas como mortas. Luna assumia o nome de Fiona, Alexia virava Josimara e Kyra era Cleyde, novas pessoas com um padrão de vida bem diferente. Mas tudo deu errado e o trio acaba voltando para São Paulo. 

O início da novela tem um clima de superprodução. Isso porque abusaram dos efeitos especiais para a reprodução de um furacão no México, bem no dia que as protagonistas testemunham o assassinato que transforma suas vidas. E valeu a pena o esforço da produção. Foram 17 dias de filmagem. Os efeitos convenceram e não ficaram devendo aos filmes que utilizam os recursos em enredos com catástrofes naturais.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Único triângulo amoroso consistente de "Salve-se Quem Puder" é o formado por Rafael, Kyra e Alan

 A atual novela das sete vai caminhando para seu final e ficou claro que Daniel Ortiz usou e abusou dos triângulos amorosos. O autor já tinha usado bastante o recurso em "Haja Coração", sua novela anterior, e aproveitou bem mais o recurso em "Salve-se Quem Puder". As três protagonistas estão envolvidas em dilemas amorosos e vários outros personagens também não escapam da situação. Mas, analisando friamente o roteiro, o único triângulo que apresenta consistência é o formado por Kyra (Vitória Strada), Rafael (Bruno Ferrari) e Alan (Thiago Fragoso). 

Logo no início da trama, houve uma bonita construção do relacionamento de Kyra e Rafael. O pedido de casamento que o íntegro personagem fez para a atrapalhada companheira, durante um engarrafamento e em meio a um temporal, foi bonito e engraçado, além da química dos atores  ---- vista em "Tempo de Amar", de 2017 ---- ter sobressaído. Era aquele momento da apresentação dos perfis individuais, que acabou somado com a relação 'Kyrael'. Foram poucas cenas porque na mesma semana a protagonista acabou dada como morta, após ter presenciado um crime em Cancún, no México, no meio de um furacão. Ainda assim houve um envolvimento do público. 

Já quando Kyra precisou usar o nome falso de Cleide, diante das condições do serviço de Proteção à Testemunha, foi trabalhar como babá na casa de um advogado, viúvo, pai de duas crianças adotadas. No caso, primo de Alexia (Deborah Secco), sua então nova companheira de 'fuga'.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada honram o protagonismo de "Salve-se Quem Puder"

 A novela das sete de Daniel Ortiz vem apresentando uma 'segunda parte' muito melhor que a primeira, interrompida por conta da pandemia do novo coronavírus. "Salve-se Quem Puder" já era uma novela agradável e despretensiosa, mas agora, com o inevitável corte de capítulos, a trama ficou mais ágil e quase toda focada na saga do trio central. Além de se tornar mais atrativa, a trama também expôs o acerto na escolha de Juliana Paiva, Vitória Strada e Deborah Secco para os principais papeis. 


Luna, Alexia e Kyra formam um trio que se aventura em várias confusões e não por acaso parece oriundo de qualquer filme transmitido pela Globo na "Sessão da Tarde". As três são claramente inspiradas em "As Panteras" ---- série de sucesso da década de 70 que resultou no conhecido filme de 2003 ----, mas com um tom mais farsesco. E a proposta da produção do autor, dirigida por Fred Mayrink, seria um fiasco se as atrizes selecionadas não tivessem talento ou falhassem na sintonia em cena, o que felizmente não aconteceu.

Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada tiveram química logo no início, quando as personagens se  conheceram e pouco tempo depois testemunharam um assassinato, virando alvos de um grupo criminoso e entrando para o Serviço de Proteção a Testemunhas. Ao longo dos capítulos, a sintonia foi aumentando e as cenas do trio ficam cada vez melhores.

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Casal 'Alyra' cai nas graças do público em "Salve-se Quem Puder"

 A retomada de "Salve-se Quem Puder" tem sido uma grata surpresa. A novela de Daniel Ortiz já era agradável antes da interrupção das gravações por conta da pandemia no novo coronavírus, mas a chamada 'segunda parte' está muito melhor. Mais objetiva, em virtude do corte de capítulos, a trama está repleta de bons acontecimentos e um dos trunfos tem sido a construção do casal Alan e Kyra, perfis interpretados por Vitória Strada e Thiago Fragoso. 


O par 'Alyra' sempre foi baseado em um dos maiores clichês dramatúrgicos: o patrão viúvo que contrata e se apaixona pela babá de seus filhos. Mas no caso há um enredo policial por trás. Kyra se apresenta a Alan com o nome de Cleide porque presenciou um assassinato, foi dada como morta e entrou para o serviço de Proteção a Testemunhas. Esse emprego também é um disfarce. Já ele é um advogado íntegro, amoroso e acolhedor. Seu avô, Ignácio (Otávio Augusto), sofre do Mal de Alzheimer, e só aceita tomar os remédios por causa da nova babá. Ou seja, é um contexto que desperta atenção.

Na primeira parte da trama, em 2020, a aproximação de Kyra e Alan vinha sendo desenvolvida aos poucos e sempre por conta de alguma trapalhada protagonizada pela babá, que é um desastre ambulante. Mas o beijo nunca saiu. Sempre ficou no quase. Isso porque Kyra, antes de 'morrer', tinha um noivo: o carinhoso Rafael (Bruno Ferrari).

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

"Salve-se Quem Puder" estreia com humor farsesco e trama despretensiosa

O termo "Um furacão passou pela minha vida" costuma ser muito usado pelas pessoas na hora do perrengue. É aquele momento em que sua rotina vira de cabeça para baixo e fica até difícil pensar no futuro. O autor Daniel Ortiz resolveu colocar a famosa expressão de forma literal em "Salve-se Quem Puder", nova novela das sete da Globo, dirigida por Fred Mayrink, que estreou nesta segunda-feira (27/01) com a difícil missão de manter os altíssimos índices da primorosa "Bom Sucesso".


A trama central tem uma virada marcada por um assassinato, mas a essência será de uma comédia farsesca e até infantil. A estreia provou. É a primeira vez que Daniel escreve uma produção de sua autoria ---- "Alto Astral" era baseada na sinopse da saudosa autora Andrea Maltarolli e "Haja Coração" um remake de "Sassaricando", de 1987. Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada são as protagonistas da nova novela e o trio promete protagonizar muitas cenas engraçadas ao longo dos meses, embora virem fugitivas de uma assassina chefe de quadrilha. Há um quê de "Três Patetas", onde uma é a mais burra, a outra a mal-humorada e a última a inteligente.

Os sonhos de Luna (Juliana), Alexia (Deborah) e Kyra (Vitória) são interrompidos quando elas presenciam a execução de um juiz (vivido por Ailton Graça) e são obrigadas a viver sob custódia do Programa de Proteção à Testemunha. Para sobreviver, elas mudam o nome, a aparência, o estilo de vida e vão morar na fictícia Judas do Norte, no interior de São Paulo, depois que são dadas como mortas. Luna assume o nome de Fiona, Alexia vira Josimara e Kyra é Cleyde, novas pessoas com um padrão de vida bem diferente.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

"Salve-se Quem Puder": o que esperar da próxima novela das sete?

A missão de Daniel Ortiz, autor da próxima novela das sete da Globo, não será fácil: substituir o fenômeno "Bom Sucesso", de Rosane Svartman e Paulo Halm, que teve um sucesso de público, crítica e repercussão. Porém, o escritor já teve uma experiência bem-sucedida com o mesmo desafio. Afinal, também substituiu o estrondoso êxito de audiência "Totalmente Demais", dos mesmos colegas, em 2016, e conseguiu manter os números em alta com "Haja Coração", ainda que o folhetim tenha se mostrado bem fraco. Agora sua nova história tem o título de "Salve-se Quem Puder".


A trama central tem uma virada marcada por um assassinato, mas a essência será de uma comédia farsesca e até infantil. É a primeira vez que Daniel escreve uma produção de sua autoria ---- "Alto Astral" era baseada na sinopse da saudosa autora Andrea Maltarolli e "Haja Coração" um remake de "Sassaricando", de 1987. Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada são as protagonistas da nova novela e o trio promete protagonizar muitas cenas engraçadas ao longo dos meses, embora virem fugitivas de uma assassina chefe de quadrilha. Há um quê de "Três Patetas", onde uma é a mais burra, a outra a mal-humorada e a última a inteligente.

Os sonhos de Luna (Juliana), Alexia (Deborah) e Kyra (Vitória) são interrompidos quando elas presenciam a execução de um juiz (vivido por Ailton Graça) e são obrigadas a viver sob custódia do Programa de Proteção à Testemunha. Para sobreviver, elas mudam o nome, a aparência, o estilo de vida e vão morar na fictícia Judas do Norte, no interior de São Paulo, depois que são dadas como mortas.Luna assume o nome de Fiona, Alexia vira Josimara e Kyra é Cleyde, novas pessoas com um padrão de vida bem diferente.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Tudo sobre a festa de "Salve-se Quem Puder", próxima novela das sete

A sensação de atravessar uma ventania que atingiu a marca de 60 quilômetros por hora em plena cidade cenográfica de "Salve-se Quem Puder", nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, foi vivenciada por jornalistas, blogueiros e influenciadores assim que chegamos ao local para a coletiva de imprensa da próxima novela das sete da Globo, realizada na noite da última terça-feira (14/01). Foi um susto muito divertido que marcou o início do evento que a emissora promoveu.


Para entrar no clima da novela, que terá um furacão logo nos primeiros capítulos, e participar dessa inusitada experiência, a ação contou com um imenso ventilador, com potência de um motor V8, e a fumaça cenográfica, que remetem ao tornado que atinge Cancún na história de Daniel Ortiz e que marca o início da trama, ajudando a provocar uma reviravolta na trajetória das protagonistas interpretadas por Juliana Paiva, Vitória Strada e Deborah Secco.

Depois de resistirmos à ventania, fomos para o Empório Delícia, o complexo gastronômico administrado por Helena, personagem de Flávia Alessandra. Com aproximadamente mil metros quadrados, o espaço possui um amplo mezanino e é claramente inspirado nos grandes centros gastronômicos do Brasil e do exterior.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Tudo sobre a primeira apresentação de "Salve-se Quem Puder", próxima novela das sete

A Globo promoveu, nesta segunda-feira (02/12), uma primeira reunião para uma conversa sobre os preparativos para "Salve-se Quem Puder", nova novela das sete, escrita por Daniel Ortiz e dirigida por Fred Mayrink, cuja estreia está prevista para final de janeiro de 2020. Além do autor e do diretor, participaram também as três protagonistas: Juliana Paiva, Vitória Strada e Deborah Secco.


O bate-papo foi descontraído e o entrosamento das atrizes era visível a todo instante. O trio realmente criou um vínculo forte nas gravações, o que só beneficia a história da nova novela. Afinal, Luna (Juliana Paiva) --- estudante de fisioterapia ---, Kyra (Vitória Strada) --- jovem que se prepara para o casamento dos sonhos --- e Alexia (Deborah Secco) --- atriz em ascensão prestes a viver a melhor fase da vida --- terão suas vidas entrelaçadas para sempre em Cancún, no México.

As protagonistas presenciam a chegada de um furacão e os efeitos especiais da complicada sequência prometem surpreender. Como o fenômeno climático não existe no Brasil e o autor não abriu mão de usá-lo, houve a necessidade de iniciar o enredo em um lugar propício. Mas a devastação que os fortes ventos causam no lugar não é nada perto da ameaça de morte que o trio enfrentará.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Público faz justiça com "Espelho da Vida" no "Prêmio Extra" de Televisão


A novela elogiada de Elizabeth Jhin, encerrada no dia 1 de abril, até hoje deixa saudades. Os fãs fiéis que  “Espelho da Vida” conquistou através de sua ousada história que mesclou habilmente viagem no tempo e espiritismo, então, resolveram se empenhar na votação do Prêmio Extra de televisão, promovido todo ano pelo Jornal Extra, do Rio de Janeiro. Embora, infelizmente, a premiação não tenha mais evento e muito menos entrega de troféus, em virtude da crise que a mídia impressa vive nos últimos anos, os indicados pelo menos são agraciados com matérias e fotos no jornal. O enredo tão elogiado por público e crítica da autora acabou vencendo seis, das sete categorias em que concorreu.


Essa merecida consagração fez jus ao conjunto da obra e ainda comprovou como a trama fez um imenso sucesso nas redes sociais através de torcidas fervorosas pelos casais e das mil teorias elaboradas pelos telespectadores sobre as viagens através do espelho interdimensional por Cris Valência. Não por acaso, todos os vencedores da novela ganharam com uma vantagem de votos expressiva. Vitória Strada, intérprete da mocinha Cris e de sua vida anterior, Júlia Castelo, ganhou com muita justiça o prêmio de Melhor Atriz com 68,5% dos votos. Ela concorreu com as competentes Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes” ), Bianca Bin (“O Outro Lado do Paraíso”), Juliana Paiva (“O Tempo Não Para”) , Marieta Severo (“O Outro lado do Paraíso”) e Alinne Moraes (“Espelho da Vida”).  Em apenas seu segundo trabalho na televisão e o segundo vivendo uma heroína, a intérprete mostrou que veio para ficar e a personagem criada pela escritora parece ter sido escrita especialmente para ela --- embora a primeira opção tenha sido Isis Valverde, que precisou abandonar o projeto pela sua gravidez.

Rafael Cardoso ganhou como Melhor Ator com 67,5%, mas concorrida pelo psicopata Renato, no fenômeno "O Outro Lado do Paraíso".Ele concorreu com os ótimos Edson Celulari (“O Tempo Não Para”), Emílio Dantas (“Segundo Sol”), Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”), Johnny Massaro (“Deus Salve o Rei”) e “Julio Andrade (“Sob Pressão”).  Nesse caso específico, todavia, é preciso levar em conta a força do fandom “Junilo” que fez toda a diferença.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Ousada e emocionante, "Espelho da Vida" consagrou o estilo de Elizabeth Jhin

Elizabeth Jhin deixou a melhor das impressões com sua última novela. Após duas tramas baseadas no espiritismo e em reencarnações ---- a ótima "Escrito nas Estrelas" (2010) e a fraca "Amor Eterno Amor" (2012) ----, "Além do Tempo" (2015) arrebatou o público com uma corajosa história de época que apresentou uma passagem de tempo de cerca de 150 anos, com todos os personagens reencarnados nos dias atuais e se 'reencontrando' séculos depois, reescrevendo seus destinos. Portanto, o desafio da autora era complicado em seu próximo trabalho: como surpreender o telespectador depois de um enredo tão ousado? Mas a sensível escritora conseguiu. "Espelho da Vida", que chegou ao fim nesta segunda (01/04), foi um novelão inovador da melhor qualidade.


A trama, muito bem dirigida por Pedro Vasconcelos (que estreou com o pé direito na direção geral sem a parceria com Rogério Gomes), teve uma premissa comum em algumas séries ou filmes estrangeiros, mas não em folhetins: uma viagem no tempo. A mocinha Cris Valência (Vitória Strada) teve como missão voltar ao passado para descobrir quem matou Júlia Castelo, sua vida anterior, e inocentar Danilo Breton (Rafael Cardoso), acusado e condenado pelo assassinato da mulher que tanto amava. A trágica história de um amor infinito que nunca tinha um final feliz precisava ser alterada. Não no passado e, sim, no presente. Mas, obviamente, no início ninguém sabia ainda quem havia cometido o crime e nem se o rapaz era mesmo inocente. Essa curiosidade mexeu com a protagonista e o público.

A forma como o enredo foi sendo desencadeado primou pela preciosa amarração de conflitos e personagens. Aos poucos, tudo foi se encaixando perfeitamente. A grande habilidade da autora de apresentar cada peça do quebra-cabeça impressionou, tanto pelo impacto das cenas quanto pela estruturação do roteiro. Ficou evidente que Jhin já tinha plena consciência da história que iria contar e que não promoveu qualquer tipo de mudança na novela, mesmo diante dos baixos índices de audiência.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Momentos finais de "Espelho da Vida" emocionam e arrepiam telespectador

Outro texto sobre "Espelho da Vida"? Sim, é necessário. A dois capítulos de seu fim, a trama de Elizabeth Jhin tem impactado o público com uma avalanche de cenas de elevada carga dramática. A autora reservou realmente os melhores momentos para o final e quem esperou ansiosamente por tudo o que vem sendo apresentado não tem do que reclamar. Quem soube aguardar foi recompensado.


O antepenúltimo capítulo da novela parecia o último. Foram 40 minutos de tirar o fôlego de quem assistia. A grande mistério em torno do assassinato de Júlia Castelo (Vitória Strada) foi finalmente desvendado em uma sequência magistral, onde o elenco se entregou por completo e Pedro Vasconcelos demonstrou uma direção irretocável.

"Por ele vou viver e morrer até o fim dos dias". A frase de Júlia, lida tantas vezes em seu diário, já era um ''spoiler" a respeito da sua morte. O pesadelo de Américo (Felipe Camargo) no dia em que o picareta entrou na mansão em ruínas da falecida também já havia exposto o trágico final da bela flor colhida antes do tempo. Tensão, adrenalina e emoção nortearam a tão aguardada cena.

terça-feira, 26 de março de 2019

Elizabeth Jhin construiu o amor infinito dos mocinhos de forma magistral em "Espelho da Vida"

A atual novela das seis está em sua última semana, infelizmente. "Espelho da Vida" demorou a engrenar, mas Elizabeth Jhin conseguiu elaborar um enredo emocionante e bem entrelaçado. A história do amor infinito de Júlia Castelo (Vitória Strada) e Danilo Breton (Rafael Cardoso) foi contada aos poucos e de forma inovadora: através de viagens no tempo da protagonista Cris, reencarnação da mulher assassinada cruelmente em 1930. E essa construção minuciosa da autora foi vital para a expectativa tão alta pelo encontro dos personagens no presente.


É a primeira vez na história da teledramaturgia que o mocinho e a mocinha só se encontrarão na reta final de uma novela (mais precisamente no penúltimo capítulo). O clichê sempre acontece na estreia ou, no máximo, no segundo capítulo de qualquer folhetim. Algumas vezes, inclusive, com um amor súbito que acaba não convencendo. Jhin teve a calma de trazer a mocinha para Rosa Branca, através de Alain (João Vicente de Castro), seu então namorado e algoz da vida passada, para inseri-la em um universo que flerta com o absurdo da viagem temporal.

O intuito era primeiramente convencer Cris sobre sua vida passada, para depois levar a protagonista até o passado para descobrir esse amor avassalador de um casal que virou manchete de jornal por razões trágicas, além de desvendar todos os mistérios que cercavam o assassinato de Júlia. Essa missão foi desenvolvida gradualmente e através dela o telespectador foi conhecendo a verdadeira história de amor que não teve um final feliz.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Vitória Strada impressiona com sua entrega em "Espelho da Vida"

A atual novela das seis da Globo merece uma sucessão de elogios e não merece a audiência que tem. Ao menos, a trama, dirigida com precisão por Pedro Vasconcelos, vem reagindo no Ibope e chegou aos 20 pontos de média nesta segunda-feira (04/02). Tem tudo para aumentar ainda mais. Elizabeth Jhin vem presenteando o público com um enredo fascinante. E Vitória Strada vem honrando o posto de protagonista de "Espelho da Vida".


A atriz é uma grata revelação de "Tempo de Amar", folhetim das seis exibido em 2017/2018, e logo em seu primeiro trabalho na televisão convenceu na pele da mocinha Maria Vitória. Mas, em menos de um ano, foi escalada novamente para viver outra heroína. Um risco de se repetir? De desgastar a imagem? Não para ela. Vitória agarrou essa outra grande oportunidade e vem dando shows diários na atual produção ---- infinitamente melhor escrita que a outra em que esteve, vale ressaltar.

Inicialmente, achava-se que a intérprete viveria três personagens: Cris Valência no presente, Julia Castelo no passado e Cris interpretando Júlia no filme de Alain (João Vicente de Castro). Porém, não é bem assim.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Tudo sobre a entrevista com atores de "Espelho da Vida" e o passeio pela mansão da Júlia Castelo

Na quinta-feira passada (24/01), fui convidado para uma entrevista com os atores Vitória Strada, Rafael Cardoso, João Vicente de Castro e Letícia Persiles nos Estúdios Globo, Curicica, Rio de Janeiro. Também para visitar a mansão de Júlia Castelo, principal cenário de "Espelho da Vida", melhor novela da Globo atualmente. Foi um dia muito especial e vou compartilhar tudo com vocês que me acompanham sempre.


Foram onze jornalistas/blogueiros convidados e o primeiro entrevistado foi João Vicente de Castro. Debochado (no bom sentido da palavra), o ator brincou um pouco com todos durante o bate-papo e contou um pouco sobre a dificuldade de interpretar um perfil tão controverso como o Alain. "No início, o personagem era muito difícil de engolir, duro, agressivo. Ele foi mudando aos poucos", disse o ator. Ainda comentou que às vezes é alertado pelo diretor Pedro Vasconcellos quando está gravando como Gustavo Bruno, o grande vilão em 1930: "Esse aí é o Alain, João". Isso porque o tom de voz do vilão é mais baixo que o de Alain.

Letícia Persiles foi a segunda entrevistada. A atriz não escondeu a alegria em trabalhar pela terceira vez com Elizabeth Jhin, autora que a escalou para viver a mocinha de "Amor Eterno Amor" (2012) e a melhor amiga da heroína de "Além do Tempo" (2015). Ficou surpresa pelo convite para entrar na novela já em andamento e adorou o perfil de Maristela, amante de Coronel Eugênio (Felipe Camargo), em 1930.

sábado, 22 de dezembro de 2018

As teorias sobre "Espelho da Vida"

A atual novela das seis não é um estouro de audiência. Aliás, pelo contrário. Os índices deixam bastante a desejar e estão bem abaixo do esperado. Mas, "Espelho da Vida" tem reagido aos poucos no Ibope e há perspectiva de melhora ano que vem. Afinal, a trama de Elizabeth Jhin é muito bem amarrada e os vários mistérios em torno da história despertam imensa curiosidade no público. Esse conjunto de enigmas tem proporcionado várias teorias dos telespectadores, gerando repercussão e debates nas redes sociais.


Não é incomum que uma novela com audiência modesta provoque grande repercussão. Um bom caso foi a primorosa "A Vida da Gente", de 2011. O enredo de Lícia Manzo não registrava números extraordinários (embora tenha passado longe de um fracasso), mas os debates sobre os rumos de Manu (Marjorie Estiano), Ana (Fernanda Vasconcellos) e Rodrigo (Rafael Cardoso) eram intensos. Também não é raro uma produção de Ibope excelente não despertar qualquer tipo de "burburinho" ---- "Pega Pega", por exemplo, exibida ano passado, teve uma das maiores médias da faixa das sete, mas ninguém falava sobre a trama.

O folhetim das seis tem telespectadores apaixonados. Quem assiste todos os dias realmente está envolvido com o roteiro de Elizabeth e não são poucas as teorias que se proliferam no Twitter, Facebook, Instagram e afins, provocando discussões acaloradas ----- várias vezes resultando em brigas, inclusive.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

"Espelho da Vida" ganha ritmo e enredo desperta cada vez mais interesse

A atual novela das seis sempre demonstrou potencial. Todos os enigmas que permeiam a trama central despertam interesse e promovem várias teorias entre os telespectadores. Sinal que o enredo construído por Elizabeth Jhin atrai. O maior problema do folhetim é justamente o ritmo arrastado que impede o desenvolvimento do roteiro. Porém, parece que a autora e a equipe do diretor Pedro Vasconcellos resolveram ouvir as críticas. "Espelho da Vida" ganhou dinamismo nos capítulos mais recentes.


A história ganhou um novo tom de delicadeza através dos encontros dos espíritos André (Emiliano Queiroz) e Vicente (Reginaldo Faria), que têm conversado sobre a vida de Cris (Vitória Strada) de forma enigmática, mas com pistas sobre o que está por vir. As cenas irrelevantes do núcleo do cinema perderam o espaço e o foco passou a ser quase integralmente o enredo principal. As cenas da última semana, por exemplo, engrandeceram a produção e já houve uma resposta da audiência, ainda que não muito expressiva.

O desaparecimento de Priscila (Clara Galinari), que se chocou com o fato de Alain (João Vicente de Castro) ser seu pai, promoveu uma sucessão de acontecimentos atrativos, destacando o elenco e movimentando a novela. A pequena Clara é uma grata revelação mirim e emocionou com o desespero da menina, que não suporta o ex da mãe com motivos de sobra.