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terça-feira, 8 de setembro de 2015

"Verdades Secretas" expõe o sucesso da longeva parceria entre Drica Moraes e Walcyr Carrasco

Todo autor tem seus atores preferidos. O mesmo vale para diretores. É a popular 'panelinha', presente há tempos no mundo da televisão (do teatro e do cinema também, diga-se). E essas preferências, quando não ficam exageradas (como por exemplo, repetir praticamente todo o elenco de uma novela na outra), são válidas, além de beneficiarem sempre alguns intérpretes. Há profissionais, inclusive, que nem apareceriam na tevê se não estivesse presente neste 'grupo de favoritos'. E um caso que merece menção é a parceria estabelecida entre Walcyr Carrasco e Drica Moraes.


O primeiro trabalho deles juntos foi em 1996, na extinta Rede Manchete. Sob o pseudônimo de Adamo Rangel, Walcyr escreveu o estrondoso sucesso "Xica da Silva", protagonizada por Taís Araújo e dirigida pelo saudoso Walter Avancini. A novela virou um marco da teledramaturgia e uma das muitas qualidades foi a interpretação grandiosa de Drica. Na pele da diabólica Violante, a atriz brilhou absoluta e se destacou vivendo uma mulher amarga e cruel, que maltratava de todas as formas a escrava protagonista da história. Ela, inclusive, ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Atriz na época por esta primorosa atuação.

Após o êxito desse começo de parceria, alguns anos de passaram. Até Walcyr ser contratado pela Globo em 2000, escrevendo a sua primeira novela para a emissora. A trama em questão era "O Cravo e a Rosa", folhetim que se tornou um dos maiores sucessos das 18h, iniciando uma trilogia de ouro do autor na faixa. E ele fez questão de escalar Drica para outro grande papel. A personagem só entrou na história algum tempo depois da mesma já ter sido iniciada, mas foi a responsável por uma das viradas da novela.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Ótimas cenas marcam capítulo natalino de "Amor à Vida"

O capítulo de "Amor à Vida" exibido na véspera de Natal serviu para enfatizar as características dos personagens e sublinhar suas relações. Walcyr Carrasco conseguiu escrever um capítulo onde todos os núcleos foram exibidos (o que é praticamente impossível em um só capítulo, já que a trama tem muitos atores e há uma espécie de rodízio em cada dia ou semana), assim como a ceia de cada família.


Todos os relacionamentos foram sublinhados para o público e as cenas ficaram ótimas. Sem dúvida, o momento mais bonito do capítulo foi a reunião no apartamento de Niko (Thiago Fragoso), que convidou Márcia (Elizabeth Savalla), Félix (Mateus Solano) e Filósofo (Marcelo Flores) para passar o Natal com ele, Jayminho (Kayky Gonzaga), Fabrício e a babá Adriana (Josie Antello). As sequências foram repletas de humor  e também de sensibilidade.

Outra cena que primou pela delicadeza foi protagonizada por Tatá Werneck e Anderson Di Rizzi. Valdirene e Carlito passaram o Natal no Rio de Janeiro (já que ela agora tenta entrar no BBB) e a periguete

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Walcyr Carrasco e Elizabeth Savalla: uma parceria de sucesso

Ele é um autor com vários sucessos em seu currículo e ela uma grande atriz. Cada um foi seguindo seu rumo em suas respectivas bem-sucedidas carreiras, até que Walcyr Carrasco escalou Elizabeth Savalla para viver a arrogante Imaculada, na novela "A Padroeira", em 2001. A partir desse 'encontro', nasceu uma parceria que, para a sorte do público, nunca mais seria desfeita.


Embora "A Padroeira" tenha sido o único fracasso da carreira do autor, a trama acabou sendo a responsável pelo começo dessa 'relação' de Walcyr com a atriz. E, coincidentemente, a personagem dela era um dos poucos acertos daquela obra. Elizabeth Savalla estava afastada das novelas ---- após brilhar em "Quatro por Quatro" (1994), de Carlos Lombardi, na pele da inesquecível Auxiliadora e ter participado de "Quem é você?", de Ivani Ribeiro, em 1996 (vivendo Maria Luísa) ---- quando voltou em 2001 para viver a beata Imaculada de Avelar, que acabou roubando a cena na novela.

E esse papel era apenas o início da parceria da atriz com Walcyr Carrasco. Em 2003, ele a escalou para viver a impagável Jezebel, vilã cômica de "Chocolate com Pimenta". A trama que contava a história de vingança da destemida Ana Francisca (Mariana Ximenes) foi um imenso sucesso e a personagem da Savalla

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Valdirene, Carlito, Márcia e Atílio: o divertido e talentoso quarteto de "Amor à Vida"

Os atores costumam dizer que é muito mais difícil fazer rir do que chorar. Mas a verdade é que a dificuldade está tanto na comicidade quanto no drama. Entretanto, em se tratando de novela das nove, pode-se dizer que a dificuldade em fazer rir é realmente muito maior. Os núcleos cômicos do horário nobre não costumam ter vida fácil, vide os praieiros de "Fina Estampa" e o Cadinho e suas mulheres de "Avenida Brasil", só para citar exemplos relativamente recentes. Em "Salve Jorge", somente Maria Vanúbia e Pescoço deram certo, os demais personagens do núcleo do Complexo do Alemão (incluindo Diva e suas fofocas) que teoricamente eram para divertir não funcionaram e foram rejeitados pelo público. Porém, em "Amor à Vida", contrariando essa 'lógica', o núcleo cômico é justamente um dos pontos altos da trama de Walcyr Carrasco.


Valdirene (Tatá Werneck), Carlito (Anderson Di Rizzi), Márcia (Elizabeth Savalla) e Atílio/Gentil (Luis Melo) formam um impecável quarteto. No início da novela, havia apenas a ótima dupla formada pela ex-chacrete e sua filha; porém, com o tempo, o filho de Denizard (Fúlvio Stefanini) foi se aproximando até ser totalmente 'inserido' na família. E após a primeira perda de memória do amigo de César (Antônio Fagundes), foi a vez de Atílio entrar para a trupe.

Ao longo dos capítulos, os quatro foram ficando cada vez mais entrosados e acabaram formando uma família. Família essa que vive protagonizando brigas impagáveis. A periguete é apaixonada por Carlito, que é apaixonado por ela; mas ambos vivem discutindo porque Márcia não desistiu de fazer a filha se casar com um milionário. Já Atílio recuperou sua memória e agora tem consciência de que se casou com

sábado, 25 de maio de 2013

Sucessão de acontecimentos marca início promissor de "Amor à Vida"

Se o capítulo de estreia de "Amor à Vida" conseguiu transmitir uma ótima primeira impressão, através de um ritmo ágil, uma história atraente e uma excelente direção, pode-se dizer que todos os capítulos restantes, até agora, apenas confirmaram o que já tinha ficado claro no primeiro: o horário nobre da Rede Globo está com uma promissora produção no ar. A nova novela das nove não tem economizado conflitos e tem feito questão de apresentar uma avalanche de acontecimentos, ou seja, o telespectador precisa acompanhar o desenvolvimento da história diariamente, caso contrário correrá o risco de perder o fio da meada.


Walcyr Carrasco sempre evitou enrolar o público em suas novelas. Suas obras de maior sucesso (quase todas) foram cheias de conflitos e viradas. Portanto, era esperado que "Amor à Vida" não fosse uma trama lenta, porém, a quantidade de situações apresentadas chega a impressionar. O autor, ao não economizar nos conflitos, mostra que tem muitas cartas na manga e que não chegou no horário nobre a passeio. Mocinha engravidou e se separou; vilão abandonou o sobrinho recém-nascido no lixo, desviou dinheiro e foi flagrado pela esposa com um outro homem; ônibus foi incendiado por bandidos, assustando a filha e a mãe do mocinho; casal protagonista se beijou; enfim, o que não faltou foi acontecimento.

Em meio a tanta ação e emoção, todos os personagens principais já foram devidamente apresentados ao público e seus respectivos dramas começaram a se desenhar sem qualquer tipo de enrolação. E no capítulo de quinta-feira (23/05) já ocorreu uma passagem de tempo, linda, que foi baseada no crescimento da 'filha' de Bruno (Malvino Salvador). Até agora