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segunda-feira, 30 de março de 2026

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2025/2026

 A edição deste domingo do "Melhores do Ano", exibida no "Domingão com Huck", manteve o tom festivo e grandioso que já virou marca da premiação comandada por Luciano Huck, mas também chegou cercada de mudanças que não passaram despercebidas. O prêmio deixou de ir ao ar em dezembro --- período tradicional da atração ---- e foi exibido no último domingo de março, uma alteração que causou estranhamento e quebrou a sensação de “fechamento de ano” que sempre marcou o especial.


Ao vivo, o programa reuniu nomes de destaque da televisão, música, jornalismo e esporte, apostando em números musicais ---- como a abertura com Marina Senna --- e performances de Ivete Sangalo, Simone Mendes e Diego & Victor Hugo, além da presença de Paulo Vieira interagindo com a plateia. Aliás, Paulo foi um show à parte. Todo ano é, então nem chega a ser uma surpresa. Falou do escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro, debochou do power point da Globo News que tentou associar Lula ao banqueiro, ridicularizou as novelinhas verticais que a emissora tem lançado e ainda exibiu um clipe fazendo piada com os investimentos superficiais que a Globo vem fazendo, ao invés de priorizar suas novelas, que mal têm figuração e escassez de externas.

Mas, por trás do brilho e da celebração, a edição também evidenciou ausências absurdas e alguns vencedores que despertaram indignação nas redes sociais.

domingo, 15 de dezembro de 2024

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2024

 A premiação "Melhores do  Ano" foi uma criação do Faustão para o seu "Domingão" e sempre era exibida ao vivo. Quando Luciano Huck assumiu o comando do programa, o apresentador passou a gravar a cerimônia com antecedência, o que causava vazamentos sobre todos os vencedores. Então, quando a atração ia ao ar, todo mundo já sabia o resultado. Somente por isso que o evento voltou a ser exibido ao vivo, neste domingo, dia 15, honrando o legado de Fausto Silva. E realmente fica muito melhor assim. Mas, ao vivo ou gravado, sempre há justiças e injustiças na entrega dos troféus e não foi diferente em 2024.


A categoria Melhor Atriz de Novela contou com Adriana Esteves, Agatha Moreira e Andrea Beltrão. Três indicações justas, afinal, Adriana e Agatha vêm tirando leite de pedra da problemática "Mania de Você", onde brilham como Mércia e Luma. Já Andrea deu um show na pele de Zefa Leonel" em "No Rancho Fundo". Porém, a novela de João Emanuel Carneiro não chegou nem na metade de sua exibição para já ter duas indicadas. Um absurdo não terem lembrado de Duda Santos, que foi um dos maiores acertos na primeira fase do remake de "Renascer". Seu desempenho como Santinha arrebatou o público, tanto que a personagem permaneceu em aparições espirituais na segunda fase. E atualmente está impecável como Beatriz, a protagonista de "Garota do Momento". A ausência de Isabel Teixeira, como Helena, no remake de "Elas por Elas", foi outro erro. E Jéssica Ellen, que está ótima como a mocinha Madalena em "Volta por Cima"? Como a atual trama das sete teve indicações em outras categorias, não deu para entender o 'esquecimento'. A vencedora foi Andrea Beltrão e foi muito justo. 

Os indicados na categoria Melhor Ator de Novela foram Chay Suede, Juan Paiva e Marcos Palmeira. Chay está roubando a cena como Mavi e tem feito do seu carismático vilão o maior trunfo de "Mania de Você". Não por acaso, foi consagrado vencedor. Uma vitória merecida. Já Juan emocionou na pele de João Pedro, no remake de "Renascer", e mais uma vez mostrou seu talento na pele de um personagem sofredor.

domingo, 17 de dezembro de 2023

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2023

 Neste domingo, dia 17, foi ao ar o "Melhores do Ano", a premiação promovida pela Globo através do "Domingão", que antes era do Faustão e ao vivo, enquanto agora é do Huck e gravado. Como costuma ocorrer em todos os anos, houve polêmica em algumas indicações e ausências foram sentidas, ao mesmo tempo que muitos premiados honraram seus troféus. 


Na categoria Melhor novela concorreram "Vai na Fé", "Terra e Paixão" e "Todas as Flores". As três indicações foram justas e representaram bem os três sucessos de 2023. A trama de Rosane Svartman tirou o horário das sete da lama em que estava e a autora conquistou o país com um enredo que mesclava momentos tensos com situações leves, repletas de personagens carismáticos e um elenco que transbordou diversidade. A história de Walcyr Carrasco, que agora escreve com Thelma Guedes, é a única novela inédita atual com boa audiência e repercussão. Já o enredo de João Emanuel Carneiro fez sucesso no Globoplay e repetiu o êxito quando foi exibia na grade da Globo. A vencedora foi "Vai na Fé" com muito mérito. 

Na categoria Atriz de Novela concorreram Barbara Reis, Letícia Colin e Sheron Menezzes. Três profissionais de talento e que merecem elogios. Barbara deu um show na pele da vilã Débora em "Todas as Flores" e emociona como Aline em "Terra e Paixão". Letícia foi o grande nome de "Todas as Flores" e fez da debochada Vanessa uma malvada idolatrada pelo público, com direito a momentos de puro improviso cênico. A personagem surtada foi tão amada que Letícia levou o troféu para casa.

domingo, 25 de dezembro de 2022

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2022

 O "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo, dia 25, sob o comando de Luciano Huck, com direito a uma grata surpresa no final com o show maravilhoso de Milton Nascimento e Simone. Merecia até ter durado mais tempo. Como ocorre todo ano, inclusive na época de Faustão, foram muito premiados merecedores e algumas indicações controversas, além de esquecimentos injustos. Então vale analisar as justiças e as injustiças da edição de 2022. 


Na categoria Melhor Atriz de Novela foram três nomes de "Pantanal" escolhidos: Alanis Guillen, Dira Paes e Isabel Teixeira. Três nomes mais do que merecidos. Alanis foi a melhor escolha possível para Juma Marruá, enquanto Dira Paes emocionou e divertiu com sua Filó. No entanto, Isabel deveria estar como Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz foi um dos maiores trunfos do remake de Benedito Ruy Barbosa e fez de Maria Bruaca um fenômeno. Ganhou e merecia o troféu com larga vantagem, mas como coadjuvante e não principal porque era um perfil secundário. Uma pena que várias intérpretes tenham sido esquecidas, como Alinne Moraes, que deu um show como Bárbara em "Um Lugar ao Sol", ou Valentina Herszage e Giovanna Antonelli, que brilharam como Flávia e Paula Terrare em "Quanto Mais Vida, Melhor!". Larissa Manoela também fez bonito como Isadora e Elisa em "Além da Ilusão". 

Na categoria Melhor Ator de Novela ao menos houve a lembrança da novela das seis de Alessandra Poggi. Antônio Calloni foi um dos indicados e seu desempenho como o esquizofrênico Matias foi extraordinário. Murilo Benício, que se destacou como Tenório, e Marcos Palmeira, que viveu seu melhor momento na televisão como Zé Leôncio, ambos em "Pantanal", também foram indicações justas.

domingo, 2 de janeiro de 2022

Quem mereceu e quem não mereceu o troféu no primeiro "Melhores do Ano" comandado por Luciano Huck

 O "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo, dia 2 de janeiro, após um hiato de um ano por conta da pandemia do novo coronavírus. Porém, a volta da premiação das Globo também marca a primeira edição sem a apresentação de Faustão, após 24 edições, que saiu no meio do ano passado de uma forma nada amistosa da emissora. Luciano Huck, que assumiu o "Domingão", ficou com a função que era de Fausto. Novas categorias também foram criadas, mas o conjunto basicamente permaneceu o mesmo. 

Entre as novidades da premiação, está uma homenagem que Huck prestou a três brasileiros que fazem diferença em suas comunidades ajudando os outros através de iniciativas e projetos inclusivos. O momento é chamado de "Inspiração". Os agraciados foram Maria Odila, Dona Cida e Ricardo Ferreira. É aquele DNA de político que Huck insiste em ter, mesmo após a desistência de sua candidatura para a Presidência da República, ao menos até cogitar a hipótese novamente. Ainda assim, foram bonitas homenagens.

Mas voltando ao que realmente interessa, os vencedores das categorias, é preciso elogiar a criação do "Troféu Paulo Gustavo". O nome foi dado na categoria Humor, que já existia, mas agora presta uma justa homenagem a um dos maiores humoristas do país, que faleceu ano passado, vítima da covid-19 e consequentemente do atraso das vacinas.

domingo, 15 de dezembro de 2019

Os vencedores e os injustiçados do "Melhores do Ano" de 2019

Injustiça em premiação é quase uma rotina. São raros os eventos do tipo onde o merecimento ocorre em todas as categorias. E o "Melhores do Ano", costumeiramente exibido no "Domingão do Faustão" em dezembro, não foge à regra. O fato de cada categoria permitir apenas três indicados contribui muito para isso. E em 2019 as controvérsias ficaram evidentes em muitos momentos. Todavia, ao menos, houve um certo equilíbrio nas indicações e muitos dos vencedores fizeram por merecer. E mais uma vez algumas observações merecem ser feitas.


A ausência de "Espelho da Vida" em todas as indicações foi o maior absurdo da premiação, embora nada surpreendente. Como não foi um sucesso de audiência e ainda terminou no início do ano (em abril), o folhetim primoroso de Elizabeth Jhin foi ignorado. E a categoria que mais despertou indignação foi a de Ator/Atriz Mirim. A escolha de João Bravo e Valentina Vieira, por Peter e Sofia em "Bom Sucesso", foi muito justo. Porém, a seleção de Maria Alice Guedes, por "Malhação - Vidas Brasileiras" se mostrou um despautério. A criança nem teve falas. Como podem ter ignorado o show de Clara Galinari como Priscila/Teresa? E Maria Luiza Galhano pelo seu desempenho como Florzinha? Ao menos João foi o vencedor com mérito, mas Valentina merecia mais pela dramaticidade de Sofia.

O esquecimento de Vitória Strada e Alinne Moraes, que brilharam como Cris/Júlia Castelo e Isabel/Dora em "Espelho da Vida", na indicação de Melhor Atriz foi outra injustiça. Porém, ao menos houve um bom equilíbrio nas seleções e as três escolhidas foram merecedoras. Juliana Paes fez jus ao protagonismo de Maria da Paz em "A Dona do Pedaço" e foi sua personagem mais popular da carreira, segundo a própria, que venceu e se emocionou na hora do agradecimento.

domingo, 9 de dezembro de 2018

"Orgulho e Paixão" e "O Tempo Não Para" não existiram para o "Melhores do Ano"

A vigésima terceira edição do "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo (09/12) e nesta premiação sempre há muitas injustiças. Principalmente porque são apenas três indicados por cada categoria, limitando bastante a seleção. Ainda ocorre um claro favorecimento em torno das novelas das nove. Porém, o evento de 2018 já pode ser considerado um dos mais injustos do "Domingão do Faustão".


A premiação simplesmente ignorou a existência de "Orgulho e Paixão" e "O Tempo Não Para", duas novelas elogiadas por público e crítica. No caso da trama das 18h, a produção foi um sucesso e obteve ótimos índices de audiência, mesmo recebendo em baixa da fracassada temporada de "Malhação". Marcos Berstein estreou com o pé direito em seu primeiro trabalho como autor solo e a história baseada em vários livros de Jane Austen foi a melhor novela de 2018, sem qualquer exagero. Personagens bem construídos, casais apaixonantes, elenco entregue e trilha inspirada.

Mas nenhum ator foi indicado para o "Melhores do Ano". E o maior absurdo, sem dúvida, foi a não indicação de Gabriela Duarte como Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz deu um banho de interpretação na pele da complexa Julieta e protagonizou inúmeras cenas dramáticas. Sua entrega saltou aos olhos. Não por acaso virou um dos muitos trunfos do folhetim das seis.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Por que "Orgulho e Paixão" foi ignorada no "Melhores do Ano" e na "APCA"?

Escolhas são sempre muito subjetivas. Afinal, cada um tem sua opinião e gosto pessoal. Por isso mesmo, as premiações sempre rendem polêmicas e injustiças. Dificilmente alguma sai ilesa de reclamações. Tanto que muitas vezes críticos discordam uns dos outros e até da opinião do público. Entretanto, independente da análise de cada um, é fato que "Orgulho e Paixão" foi uma novela bastante injustiçada em várias premiações deste final de ano, principalmente no "Melhores do Ano" e na "APCA".


E o grave problema nem foi perder em várias categorias, afinal, isso acaba fazendo parte, concorde-se ou não. Mas, sim, ter sido completamente ignorada. O caso mais gritante foi o "Melhores do Ano", do "Domingão do Faustão". Já conhecido por premiar apenas produtos e atores da Globo (o que é natural), o evento simplesmente considerou que a trama de Marcos Berstein, baseada em vários sucessos da escritora inglesa Jane Austen, não existiu em 2018. Se o enredo tivesse fracassado em audiência ou repercussão, até daria para entender. Mas o folhetim foi um sucesso de público e crítica.

Infelizmente, de uns anos para cá, o esquecimento das novelas das seis e das sete virou uma espécie de ''padrão" da premiação criada em 1995. Ainda assim, havia uma 'tentativa de disfarce', como por exemplo a indicação de um ator ou atriz em apenas uma ou duas categorias. Eram indicações quase sempre sem chances de vitória, mas, ao menos, a trama era lembrada.

domingo, 10 de dezembro de 2017

"Melhores do Ano" de 2017 deveria ter se chamado "Melhores de A Força do Querer"

O fim do ano vai chegando e com ele as tradicionais premiações elegendo quem mais se destacou na televisão. O "Melhores do Ano", do "Domingão do Faustão", já é um dos eventos 'clássicos' de encerramento e, óbvio, só seleciona produções da Globo. Como são só três indicações por categoria, quase sempre há esquecimentos imperdoáveis. Entretanto, nos últimos anos, houve uma certa justiça nas seleções, priorizando os realmente merecedores, com raras exceções. Mas, em 2017, muitas escolhas provocaram um inevitável incômodo.


Em virtude do imenso sucesso de "A Força do Querer", a novela de Glória Perez dominou todas as indicações. Vale lembrar que isso é algo normal e aconteceu algo semelhante com "Avenida Brasil" e "Amor à Vida", outros grandes êxitos da faixa nobre da Globo. O problema é que o ano teve mais novelas ótimas e também com elencos dignos de muito reconhecimento. O quase total esquecimento de "Novo Mundo", por exemplo, é absurdo. O folhetim das seis teve uma excelente audiência, atores brilhantes e repercussão alta. O mesmo ocorre com "Malhação - Viva a Diferença", conseguindo índices não obtidos na faixa há dez anos. Já "Rock Story" não teve índices estrondosos e nem gerou burburinho, mas também merecia o lembrança.

A categoria Revelação, por exemplo, foi uma das mais controversas, repetindo uma polêmica já vista em anos anteriores, selecionando ator que não é revelação de fato. As atrizes foram Carol Duarte, Karla Karenina e Vitória Strada. As três são talentosas, isso não se discute. Todavia, Karla brilhou como Dita em "A Força do Querer", mas estreou na televisão na "Escolinha do Professor Raimundo", em 1995. Também esteve ótima em "Morde & Assopra", novela exibida em 2011. Ou seja, nem deveria estar ali.

domingo, 18 de dezembro de 2016

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2016

A vigésima primeira edição do "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo, dia 18 de dezembro. Repetindo o que ocorre em todos os anos, a premiação comandada por Faustão foi uma grande confraternização do elenco da Globo e o evento contou com algumas indicações justas, alguns esquecimentos graves e vencedores que fizeram jus ao troféu na maioria das categorias. A edição de 2016, por sinal, contou com uma nova categoria (Melhor Personagem) com o claro intuito de corrigir injustiças frequentes envolvendo atores veteranos, muitas vezes esquecidos vergonhosamente.


Foi o programa mais longo do ano, começando às 17h30 e terminando às 21h25. Quase quatro horas de premiação. Foi uma bonita festa. A categoria de Melhor Ator ou Atriz Mirim contou com JP Rufino (que convenceu como Pirulito em "Êta Mundo Bom!", se consagrando vencedor), Mel Maia (que fez a primeira fase de "Liberdade, Liberdade") e Gabriel Palhares (que deu um show como Caju em "Liberdade, Liberdade"). Gabriel era o mais merecedor e Mel, embora seja um poço de talento, não merecia a indicação pois participou apenas de um capítulo. Xande Valois (Claudinho de "Êta Mundo Bom!"), Tobias Carrieres (Jesus de "Justiça") e Giovanna Rispoli (Jojô de "Totalmente Demais") mereciam a vaga dela.

Em Atriz Revelação houve um merecimento triplo. As três indicadas tiveram ótimos desempenhos em sua respectivas produções. Amanda de Godoi surpreendeu como Nanda na fraca "Malhação - seu lugar no mundo", Giullia Buscacio emocionou com a sua Olívia em "Velho Chico" e Lucy Alves deu um verdadeiro show na pele da complexa Luzia em "Velho Chico", ganhando importância de veterana.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Um balanço da vigésima edição do "Melhores do Ano"

A vigésima edição do "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo (13/12), no "Domingão do Faustão". Como sempre ocorre em todos os anos, o evento foi marcado pela presença de vários atores, atrizes e profissionais da Globo, onde o luxo se fez presente do começo ao fim do programa, que teve mais de três horas de duração. E entre as 14 categorias, algumas contaram com finalistas justos, enquanto outras deixaram bastante a desejar nas indicações, cometendo uns esquecimentos 'graves'. Mas, no geral, foi uma boa festa.


A entrega dos prêmios começou às 17h30 e só terminou às 21h. Ao contrário de anos anteriores, a entrega foi ao vivo, deixando o evento mais atrativo, pois já fazia algum tempo que os vazamentos tiravam um pouco da graça da premiação, uma vez que grande parte do público já sabia os vencedores. Todos os finalistas ficaram em um grande salão, onde os comes e bebes eram servidos. Aliás, vários atores e atrizes ficaram visivelmente 'altinhos' mais pro final da festa. Luan Santana (eleito Melhor Cantor), Anitta (eleita Melhor Cantora) e Ludmilla (com "Hoje" eleita Melhor Música) fizeram os números musicais.

Na categoria Melhor Ator e Atriz Mirim, a vencedora foi a favorita Mel Maia, pelo seu ótimo trabalho em "Além do Tempo", onde vive a espevitada Felícia. Ela mereceu e dedicou o troféu ao colega Kadu Schons (o Alex da mesma novela), que deveria ter sido indicado também. Mel concorreu com o promissor João Gabriel D`Aleluia (o Chico, de "Além do Tempo") e Sabrina Nonata ("Babilônia").

domingo, 28 de dezembro de 2014

Edição de 2014 do "Melhores do Ano" foi marcada pela ausência de muitos destaques

A última edição do "Melhores do Ano" foi em março deste ano. Em virtude das comemorações dos 50 anos que a Globo completará em 2015, a premiação do "Domingão do Faustão" de 2014 foi adiantada para dezembro. E no último domingo, dia 28, o público pôde conhecer os vitoriosos das várias categorias em um programa já previamente gravado ----- tanto que as informações já haviam sido vazadas dias antes.


As indicações deste ano foi uma das mais injustas do "Melhores do Ano". Muitos nomes foram lamentavelmente esquecidos e outros, que não mereciam tanto, foram colocados no lugar. Entretanto, muitas vitórias foram justas. Na categoria de Melhor Ator ganhou o ótimo Alexandre Nero, que está impecável na pele do comendador José Alfredo em "Império". Ele concorreu com Murilo Benício e Osmar Prado, que também brilharam em "Geração Brasil" e "Meu Pedacinho de Chão". Mas, o esquecimento de Tony Ramos (que deu um show em "O Rebu" e completou 50 anos de carreira em 2014) foi lamentável.

Na categoria de Melhor Atriz quem ganhou foi Cláudia Abreu. A atriz é sempre maravilhosa, entretanto, Pâmela Parker, de "Geração Brasil", está longe de ser uma de suas melhores personagens, pelo contrário. Mas este troféu acabou sendo uma justiça tardia, afinal, ela brilhou absoluta como Chayene, em "Geração Brasil", e acabou não ganhando prêmio algum na época por causa do fenômeno "Avenida Brasil", que destinou todas as estatuetas para Adriana Esteves (merecidamente).

segunda-feira, 17 de março de 2014

Em clima de superprodução, "Melhores do Ano" consagra atores de "Amor à Vida"

Mais uma edição do "Melhores do Ano", do "Domingão do Faustão", foi ao ar. O prêmio foi transmitido ao vivo e, como acontece todos os anos, esbanjou bom gosto, tanto no cenário do programa, quanto no local destinado aos convidados. A festa teve um clima de superprodução, com destaque para a 'chuva' na hora do show de Luan Santana. Os destaques de 2013 foram escolhidos por meio de votação popular e os resultados foram, em sua maioria, justos, apesar de algumas indicações terem deixado muito a desejar.


A categoria Ator Revelação foi equivocada. Anderson Di Rizzi ganhou pelo seu ótimo trabalho em "Amor à Vida", na pele do desajeitado Carlito; mas o ator já havia feito parte do elenco de "Morde & Assopra" e "Gabriela", ou seja, não era revelação. Igor Rickli e Sérgio Guizé concorreram com ele e no caso deles, sim, a indicação cabia.

Já a categoria Ator/Atriz Mirim foi muito justa. O carismático JP Rufino ganhou com méritos por causa de seu Nilson, de "Além do Horizonte". Ele foi uma grata surpresa em uma novela repleta de problemas.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Melhores do Ano consagra Avenida Brasil como a grande protagonista de 2012

O já tradicional "Melhores do Ano" do "Domingão do Faustão" foi exibido no último domingo (03/02). A décima-sétima edição manteve todas as características das premiações anteriores: os artistas esperando os resultados em uma sala vip, números musicais no palco e Faustão vestido elegantemente. Porém, mais uma vez, ficou claro que toda e qualquer premiação referente ao ano passado terá uma única protagonista: "Avenida Brasil". 


Apesar de já ter terminado em outubro de 2012, a trama de João Emanuel Carneiro continua viva na memória do público e todos os atores que participaram da obra ainda são lembrados pelos seus respectivos personagens. Dominando a maioria das indicações e levando troféus em quase todas, "Avenida Brasil" foi, de novo, merecidamente homenageada. Já Faustão foi extremamente grosseiro quando reclamou das ausências de Marcos Caruso e Eliane Giardini. Porém, os atores, além de não terem ganhado, tinham apresentações teatrais no dia e não podiam faltar. O que era mais importante? O respeito pela empresa (como enfatizou Fausto) ou o respeito pelo público que pagou os ingressos de suas peças? Mas nem esse mau humor do apresentador turou o brilho da noite.

Mel Maia ganhou como melhor atriz mirim, Juliano Cazarré como melhor ator coadjuvante, Isis Valverde como melhor atriz coadjuvante, Murilo Benício como melhor ator e, claro, Adriana Esteves como melhor atriz. Todos os premiados estavam radiantes e plenamente satisfeitos por terem participado de

terça-feira, 3 de abril de 2012

Melhores do Ano faz justiça na maioria das premiações

A décima-sexta edição do "Melhores do Ano" foi exibida no último domingo no "Domingão do Faustão". Em relação ao formato da premiação, não vimos nada de novo. Fausto Silva e suas bailarinas estavam vestidos da maneira elegante de sempre, os concorrentes aguardavam os resultados em outro estúdio, os premiados iam ao palco e agradeciam a honraria alcançada, e no final eram exibidas imagens de todos recebendo seus troféus enquanto tocava "We are the champions", do Queen. Enfim, nada que mereça ser comentado. Também não há necessidade de se falar sobre o fato desse prêmio ser somente entre as produções da Globo. Sempre foi assim e é um direito da emissora. Porém, esse ano não houve tantas injustiças como costuma ocorrer nesses eventos.


Foi um prazer ver Cássia Kiss Magro recebendo o prêmio de 'Melhor Atriz Coadjuvante'. Dulce virou a protagonista de "Morde & Assopra" graças ao talento da atriz e até então ela só havia recebido um único prêmio. Deborah Secco e Julia Lemmertz estavam concorrendo. Na minha opinião, Ana Lucia Torre deveria estar no lugar de Deborah. Tia Neném foi uma ótima personagem de "Insensato Coração" e ela brilhou muito mais que Nathalie, uma cópia de Darlene de "Celebridade".

Domingos Montagner ganhou, merecidamente, como 'Ator Revelação'. Após perder