Cada história era independente e protagonizada por uma dupla diferente. Para a segurança dos envolvidos, em plena pandemia do novo coronavírus (que não acabou, importante lembrar), os dois personagens de cada trama eram interpretados por atores que já moram juntos. Ou porque são família, como Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, ou porque são casados/namoram, vide Lázaro Ramos e Taís Araújo, Fabíula Nascimento e Emílio Dantas, e Luisa Arraes e Caio Blat. A direção de Patrícia Pedrosa e Ricardo Spencer foi realizada remotamente (em vídeo-chamadas) e todos os intérpretes também atuaram como diretores, cenógrafos, iluminadores, enfim.
O único episódio que contou com uma produção mais "caprichada" foi o "Gilda e Lúcia" em virtude da condição favorável de Fernandona e Fernanda: as duas estavam em um sítio da família na Serra com um espaço amplo e morando com outras pessoas especialistas no setor audiovisual.