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quarta-feira, 9 de outubro de 2024

"Criança Esperança" de 2024 apresentou uma de suas piores edições da história

 Nesta quarta-feira, dia 9, a TV Globo apresentou a 39ª edição do "Criança Esperança". De acordo com a notícia enviada para a imprensa, a emissora descreveu a atração como "um especial que combinará luzes e cores em um espetáculo que convida o público a se encantar com os encontros entre grandes nomes da música brasileira, além da presença de representantes do Esporte, Jornalismo e da Dramaturgia em prol da contribuição para o futuro de milhares de crianças atendidas pelas 100 instituições que serão beneficiadas pela iniciativa". 


Em relação ao benefício dado para as instituições, mais uma vez o projeto se mostra de extrema importância. Mas todo o resto foi uma completa decepção. Após um longo período de exibição sempre em agosto, o programa acabou empurrado para outubro em 2024 e não houve qualquer divulgação antecipada sobre a mudança da data. Muita gente foi pega desprevenida e nem entendeu a exibição aleatória. A alteração, segundo consta, se deu por conta do "Estrela da Casa", reality novo da emissora que fracassou na audiência, e também do período das eleições. 

A alteração da data, no entanto, acabaria relevada diante de um excelente programa. Mas não foi isso que aconteceu. Boa parte do conteúdo foi gravada há duas semanas e todos os shows ficaram frios no ar,

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

Retrospectiva 2021: os destaques do ano

Mesmo em um ano tão doloroso, com tantas perdas e crises, foi possível elaborar uma lista de destaques do ano. A vacinação ajudou a retomar os trabalhos, mesmo que aos poucos, e no segundo semestre já há várias produções inéditas no ar. O streaming foi um mercado que cresceu muito no segundo ano de pandemia, enquanto a audiência da televisão aberta caiu com tantas reprises. Vamos para a última retrospectiva do blog: 





"BBB 21": 

Beneficiado pelo intenso período de confinamento em virtude da pandemia do novo coronavírus e por uma escalação repleta de perfis atrativos, a vigésima primeira edição do "Big Brother Brasil" foi um sucesso estrondoso. Logo na primeira semana o reality já caiu na boca do povo com toda a polêmica envolvendo Lucas Penteado e Karol Conká, que acabou virando a grande vilã da edição. O favoritismo de Juliette Freire só cresceu ao longo das semanas e a participante foi a vencedora com a maior porcentagem da história do reality: mais de 90% de preferência popular em uma final tripla. Tiago Leifert fez um discurso marcante para a campeã, que realmente foi um fenômeno, saindo com mais de 24 milhões de seguidores no Instagram (hoje já com mais de 33 milhões). Segundo dados divulgados por Boninho, 163 milhões de brasileiros estiveram em algum momento de olho nos brothers. Foi o "BBB" que mais faturou: R$ 550 milhões, 50% a mais que o do ano passado. Vale destacar ainda outros participantes que protagonizaram a edição, para o bem ou para o mal, como Gil do Vigor, Sarah, Viih Tube, Camilla de Lucas, Lumena, Carla Diaz, Projota, entre tantos. O êxito do programa foi tão grande que a Globoplay explorou até onde deu, vide os documentários de Karol Conká --- "A Vida Depois do Tombo" ---, Juliette --- "Você Nunca Esteve Sozinha" e agora no final do ano o de Gil do Vigor --- "Gil na Califórnia". 


"Salve-se Quem Puder":

O encurtamento da novela das sete da Globo, por conta da pandemia do novo coronavírus, fez muito bem para o enredo de Daniel Ortiz. A retomada da produção expôs uma história mais ágil e sem enrolações. A saga das atrapalhadas Luna, Alexia e Kyra foi divertida e destacou o talento de Juliana Paiva, Deborah Secco e Vitória Strada, que transbordaram sintonia. A trama tinha um quê infantil e agradou o público. A reta final foi repleta de cenas de ação e emocionantes, como o 'reencontro' de Luna com sua mãe, Helena (Flávia Alessandra). O autor só tropeçou feio no excesso de triângulos amorosos com desfecho que se arrastaram até o último capítulo, o que implicou em problemas evidentes de desenvolvimento. Mas o saldo geral foi positivo e uma espécie de volta por cima de Ortiz após a fraca e criticada "Haja Coração". 

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Efetivação de Marcos Mion aos sábados era uma obrigação da Globo

 A estreia de Marcos Mion no comando do "Caldeirão" fez um grande barulho nas redes sociais. O público aprovou na hora o desempenho do apresentador no programa que era de Luciano Huck. A audiência também foi ótima e a crítica especializada só teceu elogios. Mas a verdade é que não houve uma surpresa. Todos já sabiam que as tardes de sábado eram a cara do Mion. Por isso o aviso da emissora sobre o término da atração, em dezembro deste ano, através de um comunicado oficial, soava sem sentido.

 

Afinal, qual a lógica da Globo contratar o apresentador apenas para uma substituição de quatro meses? Isso porque já tinha sido anunciado que Mion, após o fim do "Caldeirão", ganharia um reality no Multishow em 2022. A empresa, então, só o tinha contratado para o canal pago? Não fazia sentido. O anúncio parecia apenas uma espécie de blefe caso a estreia de Mion fracassasse. Afinal, se a audiência do programa caísse e o público rejeitasse, a desculpa para a retirada da grade não precisaria ser dada. Com a confirmação de Tadeu Schmidt no comando do "BBB 22", o futuro de Mion ficou ainda mais incerto. 

Nesta quarta-feira, todavia, todas as peças do quebra-cabeças finalmente se encaixaram. A Globo anunciou oficialmente a permanência de Marcos Mion no comando do "Caldeirão" em 2022. Por mais que neguem, esse já era o plano desde o início e aguardavam apenas a boa aceitação do telespectador. A continuação do programa aos sábados solidificará a carreira do apresentador na emissora, que tem tudo para ficar na grade vespertina semanal por longos anos.

sábado, 4 de setembro de 2021

Marcos Mion estreia na Globo com o pé direito

 A ida de Marcos Mion para a Globo foi a notícia que mais repercutiu no mundo do entretenimento em 2021. É verdade que a saída conturbada de Faustão e a ida de Luciano Huck para os domingos também foram matérias que renderam bastante. Mas todas as notas sobre a contratação de Mion tiveram um diferencial: a felicidade do apresentador com sua nova conquista. Gratificante ver um profissional tão realizado, cujo sonho começou a ser concretizado neste sábado, com a estreia do "Caldeirão com Mion". 

Mion não teve medo do ridículo e se permitiu. A verdade é que todo profissional que trabalha na concorrência e nunca esteve na Globo sonha em ir para a líder um dia. Mente quem nega. Normalmente, quando alguém acaba contratado, não há declarações de extrema felicidade ou fotos de deslumbramento com a nova 'casa'. Tudo para passar aquele ar de 'pés no chão' ou 'costume'. Mas o apresentador fez questão de dizer que era um sonho e rezava todo dia para ser contratado. 

Desde que o anúncio da contratação saiu na mídia, Marcos Mion não escondeu a emoção, fez foto com o crachá da Globo, ganhou 'festa' de recepção nos Estúdios Globo, brincou com seu deslumbramento, enfim, foram momentos de leveza em meio a tempos tão difíceis que todos têm vivido com a pandemia do novo coronavírus.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Record não sabe lidar com o sucesso de "A Fazenda 12"

 No post anterior --- que pode ser lido aqui ---, houve um justo reconhecimento ao sucesso de "A Fazenda 12". O reality vem ganhando da Globo quase todos os dias e nunca na história a competição teve tanta repercussão. Obviamente, o fator pandemia do coronavírus (que implica na ausência de novelas e atrações inéditas na televisão) contribui. Mas é fato que a seleção dos participantes foi um acerto. Escolheram a dedo e há sempre brigas ou embates diários. O que se constata, no entanto, é a incapacidade da Record em lidar com tamanho êxito. 

Em menos de uma semana, "A Fazenda 12" apresentou uma sucessão de erros constrangedores. No dia da formação da Roça (27/10), Biel contou para Victória sobre parte do Poder da Chama, que tinha adquirido após a vitória na "Prova de Fogo". Qualquer tipo de comunicação entre o vencedor do poder e seu escolhido para executá-lo é proibida e Marcos Mion repete isso várias vezes. Mas o cantor ignorou e todos os telespectadores viram. 

As redes sociais incendiaram, com o perdão do trocadilho, mas a produção ignorou as reclamações do público apontando a infração. O apresentador até foi obrigado a explicar ao público que havia uma câmera fixa em Biel e verificaram que o cantor não tinha falado nada sobre o poder. Apenas um palavrão foi dito, segundo Mion.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Marcos Mion é o primeiro apresentador de "A Fazenda"

A décima edição de "A Fazenda" estreou em 18 de setembro e novamente o público se viu diante de um elenco de subcelebridades que enfrentava o ostracismo e agora busca um retorno financeiro e midiático. A direção controversa de Rodrigo Carelli também segue a mesma. Nada de novo. Porém, a única novidade do reality foi justamente a grata surpresa do programa em 2018: a apresentação de Marcos Mion.


A primeira temporada teve seu início em maio de 2009 e contou com Britto Júnior como apresentador e o objetivo da Record era copiar a Globo, que havia colocado Pedro Bial para comandar o "Big Brother Brasil". Ou seja, o canal dos bispos resolveu fixar um jornalista da casa como elemento de ''prestígio'' para o reality show. Mas nunca funcionou. Engessado e artificial, o responsável em colocar "ordem" na bagunça era um péssimo condutor. E nem conseguia disfarçar o cronograma que era obrigado a seguir pelo diretor.

Britto comandou a atração por sete temporadas. E nunca se saiu bem. Também jamais conquistou o respeito dos participantes, que raramente obedeciam suas ordens ou se calavam diante de alguma bronca. Sua saída do reality, em 2014, não foi amistosa.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Ídolos e Ídolos Kids: duas estreias decepcionantes

Nesta terça-feira a Record estreou a quinta temporada de "Ídolos", o reality show criado a partir do formato do "American Idol". O programa teve duas edições exibidas no SBT e depois foi adquirido pela emissora concorrente. Foram várias modificações, incluindo troca de apresentador. Saiu Rodrigo Faro e entrou Marcos Mion, enquanto que Luiza Possi e Rick Bonadio saíram do corpo de jurados para 'dar lugar' aos novos integrantes: Fafá de Belém e Supla. Mas o que se viu não foi nada atraente em se tratando de uma competição de novos cantores.


Apesar de nunca ter sido uma grande atração, verdade seja dita, Rodrigo Faro sabia apresentar como ninguém. Foi um grave erro terem trocado o certo pelo duvidoso. Marcos Mion não tem carisma, é chato e sempre faz piadas sem a menor graça. O "Legendários", humorístico comandado por ele, é a prova da sua incapacidade. A escolha do Supla como jurado foi uma grande incógnita. Seu desempenho foi constrangedor e não dava para levar suas 'análises' a sério. Marcos Camargo continua interpretando o 'sujeito intimidador malvado' e manteve seu papel. O acerto mesmo foi a entrada de Fafá de Belém. A cantora foi precisa, teve excelentes comentários e soube ser dura, coerente e simpática ao mesmo tempo. De resto, o programa não empolgou, tanto pelo nível dos candidatos quanto pela falta de carisma de Mion, Supla e Marco.

O "Ídolos" nunca alcançou seu objetivo: lançar um ídolo para o país que fizesse um imenso sucesso. Todos fracassaram, sem exceção. Porém, quando o programa ia ao ar pelo SBT, havia muito mais qualidade, principalmente nos jurados. Arnaldo Saccomani, Cyz Zamorano, Thomas Roth e Carlos Eduardo Miranda foram escolhidos a dedo e até hoje são