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domingo, 14 de abril de 2019

"The Voice Kids" manteve as qualidades na quarta temporada

A quarta temporada do "The Voice Kids" estreou no primeiro domingo de 2019 e logo mostrou a que veio. Crianças carismáticas e talentosas divertiram, emocionaram e encantaram os técnicos. Mas não só eles, claro. A plateia também não escondeu a animação e quem assistia se empolgava com as apresentações. E foi assim ao longo dos meses. As movimentações nas redes sociais eram uma resposta imediata. E isso só comprovou que o formato seguiu atrativo, ao contrário da versão adulta, cada vez mais desgastada.


André Marques continuou ótimo na apresentação e sua interação com as crianças nunca fica nada forçada. Leva jeito pra coisa. Cláudia Leitte e Carlinhos Brown também merecem elogios. Aliás, Brown já deu o que tinha que dar no "The Voice Brasil", que necessita de uma mudança total no juri, mas o "Kids" parece o seu lugar. Funciona, inclusive, como uma espécie de líder dos técnicos. Cláudia é outra que se deu muito melhor no formato infantil. Não por acaso é tão querida pelos pequenos.

Já Simone e Simaria precisam tomar um certo cuidado. Divertidas na terceira temporada, quando estrearam na função no lugar de Victor e Léo, as duas se mostraram repetitivas nos comentários e nas piadas. Para culminar, berraram cada vez mais. Não é necessário transmitir uma alegria tão imensa o tempo todo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Silvio Santos precisa aprender a hora de parar

O apresentador, empresário e comunicador Silvio Santos é um ídolo nacional. O povo ama. E há razão de sobra para isso, afinal, são 88 anos de vida e mais de 40 dedicados ao público através de icônicos programas de auditório, além de ter conseguido sua própria emissora, o SBT. No entanto, nos últimos anos, Silvio vem se destacando pelas suas declarações infelizes e piadas de quinta categoria. O que antes era engraçado, de uns tempos para cá ficou constrangedor. E a última temporada do Teleton apenas comprovou isso.


A vigésima primeira edição do programa que busca ajuda para a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), exibida no último sábado (10/11), contou com a presença de vários artistas --- alguns das emissoras concorrentes ---, como ocorre em todos os anos, e mais uma vez a meta foi atingida. A iniciativa é sempre muito importante. Todavia, a presença de Silvio Santos na parte final da atração acabou se tornando um momento de constrangimento ----- vale lembrar que anos atrás era justamente o maior trunfo do formato.

O que o apresentador fez com Cláudia Leitte foi um completo absurdo. Silvio simplesmente se recusou a abraçá-la porque a cantora poderia deixá-lo excitado. Ela não escondeu o desconforto com a situação, mas ele insistiu e chegou a repetir a frase várias vezes. Obviamente, era mais uma piada do comunicador. Mas não teve a menor graça. Para ninguém.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

"The Voice Brasil" estreia sétima temporada tentando fugir do evidente desgaste

O "The Voice Brasil" já apresenta um inevitável esgotamento há alguns anos. A partir da terceira temporada, a percepção em torno do desgaste do formato começou a surgir. E desde então há uma decrescente desanimadora. Tanto no nível dos candidatos, quanto na mesmice do juri. Nem mesmo a entrada da carismática Ivete Sangalo ano passado conseguiu uma reformulação atrativa. No entanto, a estreia da sétima temporada nesta terça-feira (17/07) provocou uma boa impressão.


Uma novidade foi apresentada ao público: agora há o botão do bloqueio na fase da Audição às Cegas. Ou seja, um jurado pode impedir que algum colega escolha um determinado participante assim que ele vira a cadeira. A medida apimenta a disputa e Lulu Santos já usou a estratégia ao impedir Carlinhos Brown de 'querer' um candidato. Porém, nem adiantou, pois o mesmo preferiu Ivete. Mas serviu para 'estrear' a funcionalidade. Tomara que ao menos renda alguns bons momentos durante as audições.

Outra tentativa de sair da mesmice é o aumento da quantidade de cantores em cada time. Agora são 18 nomes para cada jurado ---- antes eram 12. Essa elevação significativa é resultado de mais uma alteração: o "The Voice Brasil" passa a ser exibido duas vezes por semana. Além das quintas, o reality também ganhou as terças. As versões transmitidas em outros países, aliás, sempre tiveram dois programas por semana.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Mudança no júri deixou "The Voice Kids" ainda melhor

A terceira temporada do "The Voice Kids" estreou no dia 7 de janeiro e não poderia ter começado melhor. Marcou 20 pontos em São Paulo e 24 no Rio de Janeiro, índices dignos de horário nobre e que quebraram o recorde das duas temporadas anteriores. O prestígio do público faz jus ao formato, que segue com fôlego de sobra e ainda apresentou ótimas novidades em 2018.


Após o escândalo envolvendo Victor, acusado pela ex-esposa de tê-la agredido grávida, a dupla Victor e Léo acabou retirada do programa com razão. Ano passado, Léo ainda continuou sem o irmão, mas não havia como se manter agora. A escolha das substitutas não poderia ter sido melhor. Simone e Simaria nem pareciam estreantes na função e já começaram totalmente à vontade, esbanjando carisma e bom humor.

A dupla sertaneja feminina de sucesso mostrou que será um dos grandes trunfos da atual temporada, não somente pelas tiradas hilárias, como também pelos bons comentários a respeito das performances das crianças. Fica evidente que elas estão se divertindo e se emocionando com os pequenos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Mudanças no "The Voice Brasil" foram válidas, mas não surtiram efeito

A quinta temporada do "The Voice Brasil" estreou excepcionalmente em uma quarta-feira (05/10), a primeira de outubro, iniciando mais um ciclo de apresentações de novos talentos da música. O conjunto, após cinco anos, precisava urgentemente de novidades. E ficou perceptível a tentativa de alterações nesta edição. Os técnicos continuaram os mesmos ---- Cláudia Leitte, Lulu Santos e Carlinhos Brown seguem no time, além de Michel Teló que estreou na função em 2015 ----, mas as mudanças em relação aos anos anteriores ocorreram a partir da segunda fase da atração, que é justamente a mais atrativa: a das batalhas.


Ivete Sangalo virou a supertécnica, a novidade da edição. Ao invés de quatro assistentes (um para cada técnico), a etapa das batalhas teve a cantora como auxiliar geral. Ela foi a conselheira de todos, participando do 'treinamento' dos cantores. Essa alteração se deve, com toda certeza, ao imenso sucesso do "The Voice Kids", onde Ivete se destacou como técnica ao lado de Carlinhos, Victor e Leo. A novidade foi mais do que bem-vinda, até porque o formato está desgastado, principalmente pela permanência dos mesmos jurados por tanto tempo. Porém, não surtiu efeito.

Ao contrário do que se esperava, Ivete não esteve no palco junto dos técnicos participando das avaliações. Ela apenas aparecia rapidamente na hora em que os candidatos ensaiavam. E foi só. Ou seja, além de ter sido uma espécie de propaganda enganosa, a cantora de 'supertécnica' não tinha nada.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Desgastado, "The Voice Brasil" precisa urgentemente de uma reformulação

A quarta temporada do "The Voice Brasil" estreou no dia 1º de outubro e fica no ar até dia 25 de dezembro. A atração musical manteve Thiago Leifert na apresentação e mais uma vez vários cantores se candidataram para a disputa, norteada por quatro cantores que exercem a função de técnicos e avaliadores. Mas, o reality, que era um dos melhores do país, não tem conseguido mais evitar o cada vez mais implacável desgaste do formato brasileiro.


E a culpa recai na produção do programa, que não procurou renovar os jurados e nem conseguiu melhorar, ou ao menos manter, o nível dos participantes selecionados para se apresentarem no palco na primeira fase. A competição ainda é relativamente atrativa, assim como todas as etapas que os candidatos precisam passar até a grande final. Porém, todos os problemas citados ficaram mais explícitos nesta edição e, ainda por cima, encurtaram a fase das batalhas (a melhor da atração), piorando o que já não estava bom. Ou seja, será necessário um novo olhar na temporada de 2016.

Entre todas as situações que precisam ser reformuladas, ou aperfeiçoadas, a principal segue sendo a questão dos técnicos. É um grande erro mudar apenas um jurado, após três anos com as mesmas pessoas. Se ao menos o juri estivesse tão interessante quanto antes, valeria até a pena, mas não é o caso. Carlinhos Brown, Lulu Santos e Cláudia Leitte, infelizmente, se perderam e têm se equivocado cada vez mais nas avaliações.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

"The Voice Brasil" não empolgou e terceira temporada deixou muito a desejar

Após um início promissor, a terceira temporada do "The Voice Brasil" chegou ao fim sendo considerada a mais fraca, em comparação com as ótimas duas anteriores. A competição iniciou apresentando novidades interessantes, como a 'Segunda Chance' (quando um candidato reprovado anteriormente volta) e a 'Audição às cegas' (quando uma cortina impedia o público de ver o participante se apresentando), mas ao longo das semanas o baixo nível da disputa enfraqueceu a atração.


Foram poucos os candidatos que conseguiram atrair alguma atenção por causa do talento vocal ou da performance no palco. A grande maioria representava um 'mais do mesmo' que deixava a competição entediante e pouco atrativa. Tanto que pela primeira vez não houve o surgimento de favoritos. E poderia ser até um ponto a favor, afinal, não ter ideia de quem vai ganhar é sempre bom. Porém, isso só ocorreu por causa dos vários candidatos que não conseguiram cativar. Foi uma grande quantidade.

Claro que muitos cantores talentosos fizeram parte desta edição, porém, os que se sobressaíram perante dos demais foram poucos. Em meio a tantos perfis parecidos e sem maiores atrativos, pode-se dizer que a drag queen Deena Love, a adolescente Nonô Lellis, o talentoso Lui Medeiros e o deficiente visual Edu Camargo se destacaram e foram as gratas surpresas da temporada.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"The Voice Brasil" estreia terceira temporada mantendo as qualidades e apresentando boas novidades

A terceira temporada do "The Voice Brasil" estreou nesta quinta-feira (18/09), no lugar de "A Grande Família", que chegou ao fim em definitivo. Após duas temporadas de sucesso, o programa, dirigido por Boninho, iniciou a terceira mantendo todas as qualidades vistas nas edições anteriores e com algumas boas novidades também.


Entre as novas ideias, está a 'Segunda Chance', que como o próprio nome diz, abre novamente uma oportunidade de um candidato reprovado nas audições anteriores ser escolhido por algum dos jurados. Outra novidade da edição é a 'Audição às cegas' para o público. Ou seja, o telespectador não conhece o participante e nem sabe da história de vida dele. A pessoa se apresenta escondida por uma cortina vermelha e quem está em casa tem a mesma sensação do juri: apenas ouvir e julgar a voz. Sem dúvida, foram duas novidades acertadas.

A entrada de Fernanda Souza como repórter, substituindo Miá Mello, também foi algo novo na terceira edição. A atriz, inclusive, se saiu bem e não fez feio ----- ela também apresenta um conteúdo on-line exclusivo, o "The Voice Web". Já o restante não foi alterado, até porque não se deve mexer em um formato que deu tão certo.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Com a previsível vitória de Sam Alves, "The Voice Brasil" se despede tendo o novo horário como principal acerto

A segunda temporada do "The Voice Brasil", dirigida por Boninho, chegou ao fim com a previsível vitória de Sam Alves (43% dos 29 milhões de votos) e tendo como principal acerto o seu novo horário. Deixar o domingo à tarde e se fixar nas noites de quinta-feira foi uma jogada de mestre da programação da Globo. O reality aumentou sua audiência  e ainda fez uma boa dobradinha com o "Amor & Sexo", que entrava no ar em seguida. Entretanto, nem tudo foi perfeito: o nível da atração foi inferior ao de 2012.


Apesar dos ótimos cantores que se apresentaram, muitos deles acabaram sendo aprovados por falta de uma opção melhor e isso ficou evidente durante algumas audições. O repertório escolhido também não ajudou em vários momentos e apenas corroborou para o equívoco de algumas apresentações. Além desses fatores, o esquema de votação ---- alvo de críticas na primeira temporada ---- continuou errôneo. Os números eram divulgados para o público antes do candidatos se apresentarem. Ou seja, a performance de cada um pouco importava, afinal, o público começava a votar antes mesmo de ver o cantor no palco.

E outro ponto que pesou contra a temporada de 2013 foi a injustiça de algumas eliminações. Foi inadmissível que Dom Paulinho Lima, um dos francos favoritos, não tenha garantido sua vaga na final. Um dos melhores cantores da competição acabou sendo eliminado por Lulu Santos, que não perdoou ver

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Após uma estreia de sucesso, "The Voice Brasil" volta com a mesma qualidade e acerta ao mudar de dia e horário

A busca pela voz continua. Depois de ter feito um grande sucesso nas tardes de domingo em 2012, o "The Voice Brasil" iniciou sua segunda temporada em novo dia e horário em 2013. Agora, a atração dirigida por Boninho, vai ao ar todas as quintas-feiras, logo após "Amor à Vida". Apesar dessa mudança, o reality musical voltou mantendo todo o bem-sucedido conjunto que conquistou os telespectadores e estreou tão bem quanto no ano passado.


Lulu Santos, Carlinhos Brown, Cláudia Leitte e Daniel continuam fazendo parte do time de jurados/técnicos e Thiago Leifert mantém seu posto de apresentador. Já Daniele Suzuki não é mais repórter e foi devidamente substituída por Miá Mello, que ainda não havia feito nada na Globo depois que acabou o "Casseta e Planeta". As regras, embora não tenham mudado, apresentaram pequenas alterações. A primeira fase ---- quando os jurados ficam de costas apenas ouvindo os candidatos ----, por exemplo, agora terá cinco audições, ao invés de quatro, como em 2012. A fase das batalhas terá novos cenários ---- o ringue virou um octógono, semelhante aos do UFC ----, mas não sofrerá alterações. Porém, a produção prometeu uma 'fase extra e surpresa' mais para frente. 

A estreia da segunda temporada mostrou que o formato tem todas as chances para ser tão longevo quanto o amado e odiado "Big Brother Brasil". Mais uma vez o telespectador foi presenteado com candidatos de algo nível, direção acertada do Boninho e uma edição rápida, que deixou o programa dinâmico e

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Com uma justa vitória de Ellen Oléria, The Voice Brasil encerra sua primeira edição e se consagra como o melhor reality musical do país

Nesse domingo (16/12), com uma final muito bem produzida e uma merecida vitória de Ellen Oléria, o "The Voice Brasil" apresentou o último programa do ano, encerrando sua primeira edição. Tendo oito cantores na disputa derradeira, onde apenas quatro foram selecionados pelos respectivos técnicos para disputar a votação popular, a atração fez jus ao sucesso alcançado e os telespectadores puderam prestigiar a finalíssima do reality que virou mania nacional. 


A final pode até ter sido previsível para todos os que não acompanham realities, mas os que acompanham sabem que nem sempre o melhor vence e muitas vezes triunfa quem tem fãs mais empenhados. Portanto, a consagração de Ellen Oléria deve ser comemorada. A cantora de Brasília sempre foi superior aos concorrentes. Sua maestria no palco era vista a cada apresentação, a cada programa, a cada fase. E a vitória de Ellen, com 39% dos votos, ainda merece ser aplaudida, uma vez que se trata de uma quebra de preconceitos, ainda tão presentes em nossa sociedade: venceu uma negra, gorda e lésbica. Venceu a melhor voz do programa! As concorrentes eram de peso e também mereciam. Os índices das demais não foram divulgados, mas, segundo consta na comunidade oficial do programa, Ju Moraes teve 30%; Liah 21% e Maria Christina 10%. Ainda falando das finalistas, fica claro que não é só na teledramaturgia que as mulheres estão se sobressaindo, no meio musical também. Na primeira etapa da final, apenas um homem marcava presença, e na segunda parte foram quatro mulheres as escolhidas para disputar o prêmio. 

Entre tantos cantores profissionais que se apresentaram e abrilhantaram o palco do "The Voice Brasil", pode-se dizer que o reality foi um conjunto de acertos. Comprar um formato que faz sucesso em outros países nem sempre é garantia de retorno. Depende da competência de quem adquire. Vide o fracasso do Ídolos na Record, ao contrário do que acontece com

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

The Voice Brasil: entretenimento de qualidade aos domingos

O que importa é a voz. Partindo desta premissa, estreou na tarde de domingo o "The Voice Brasil", versão nacional do reality que já faz muito sucesso nos Estados Unidos --- onde programa está em sua terceira temporada --- e Austrália. A competição musical tem basicamente a mesma função do famigerado "Ídolos" (Record), "Astros" (SBT) ou dos finados "Fama" (Globo) e "Popstars" (SBT): lançar um talento. Porém, este formato é um pouco mais atraente: quatro cantores ficam de costas para o palco, apenas escutam a voz do candidato em questão, e caso gostem, apertam um botão, a cadeira gira e pronto; a pessoa é selecionada para a próxima fase e será 'treinada' pelo jurado que a selecionou --- caso mais de um queira o eleito em seu time, cabe ao candidato escolher seu destino.


Daniel, Carlinhos Brown, Cláudia Leitte e Lulu Santos foram escolhidos para compor o juri da atração. Os quatro gostaram da maioria dos cantores e isso se deve ao alto nível dos selecionados. Não é um reality de calouros, uma vez que vários candidatos já têm até CD gravado. No entanto, os poucos que foram rejeitados não receberam críticas, o que acabou deixando o programa politicamente correto demais. A escolha do quarteto para formar o time de jurados é polêmica, pois vai do gosto pessoal de cada um --- e este que vos escreve manteria Lulu Santos e substituiria os outros três por Paula Toller, Rita Lee, e Ana Carolina ou Herbert Vianna. Mas com o tempo todos acabam se acostumando e nas futuras edições é provável que se tenham outros cantores no juri.

Thiago Leifert é um apresentador que pouco falou na estreia e fica difícil saber se sua participação será mesmo ínfima, no entanto, não comprometeu nas vezes que foi exigido e nem tentou fazer gracinhas como o Marcos Mion no "Ídolos". O formato do programa é criativo e Boninho comprova que é mestre na arte da produção de