O filho mais velho e querido de Dona Lola (Glória Pires) tem uma morte mais dolorosa no livro da escritora. Infeliz em seu trabalho e vivendo uma vida que jamais desejou, o rapaz acaba desenvolvendo a mesma úlcera que vitimou seu pai, Júlio (Antônio Calloni). Mas Silvio de Abreu e o saudoso Rubens Edwald Filho criaram uma morte bem mais impactante no remake do SBT e colocaram o jovem para morrer durante o primeiro grande movimento que culminou da Revolução Constitucionalista de 1932. Um final heroico e forte.
Angela quis manter a ótima ideia dos autores e valeu a pena. Toda a sequência da manifestação dos paulistas contra a ditadura do governo de Getúlio Vargas arrepiou e a direção precisa de Carlos Araújo mais uma vez sobressaiu. O trabalho do diretor está impecável na novela.