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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Coletiva da reprise de "Belíssima" no "Vale a Pena Ver de Novo" reúne time de estrelas

Nesta quarta-feira (16/05), a Globo promoveu uma coletiva de imprensa para o lançamento da reprise de "Belíssima", imenso sucesso de Silvio de Abreu na faixa nobre em 2006, no "Vale A Pena Ver de Novo". A reunião de parte do elenco foi realizada nos Estúdios Globo. É a primeira vez que a emissora promove um evento assim para uma reexibição e o motivo é o fracasso da reprise de "Celebridade", grande êxito de Gilberto Braga em 2003. O intuito, agora, obviamente, é divulgar bastante a nova escolhida para o horário, evitando um novo mau desempenho na audiência.


E foi um evento de peso. Silvio de Abreu, autor da trama e atual responsável pelo setor de teledramaturgia da Globo, esteve presente, assim como Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Irene Ravache, Paolla Oliveira, Vera Holtz, Cauã Reymond, Reynaldo Gianecchini, Marina Ruy Barbosa, Alexandre Borges e Camila Pitanga. Até mesmo Denise Saraceni, diretora da novela, fez questão de participar desse reencontro. Reencontro bastante animado, vale ressaltar. Todos estavam claramente felizes e enfatizaram a todo momento o quanto foi prazeroso esse trabalho.

Um trecho de 20 minutos do primeiro capítulo foi reexibido para os convidados e provavelmente será o mesmo conteúdo da estreia da reprise, no dia quatro de junho. Apesar de breve (o original teve mais de 50 minutos), valeu muito a pena matar as saudades da arrogância de Bia Falcão, brilhantemente defendida por Fernanda Montenegro.

terça-feira, 20 de março de 2018

"Orgulho e Paixão" estreia focada no humor e apresenta um delicioso começo

Sai de cena uma trama repleta de dramalhão e entra um enredo mais voltado para comédia e romances juvenis na faixa das seis da Globo. "Tempo de Amar" fechou seu ciclo nesta segunda-feira (19/03), cedendo o lugar para "Orgulho de Paixão", novela que marca a estreia de Marcos Bernstein como autor solo, após ter trabalhado como colaborador em várias obras e ter sido co-escritor de "Além do Horizonte" (2013), problemático folhetim das sete. É uma quebra de estilos bem grande, da mesma forma que ocorreu quando o modorrento enredo anterior substituiu a movimentada "Novo Mundo".


A nova trama é baseada no universo de Jane Austen, explorando vários livros da famosa escritora inglesa. Ambientada no início do século XX, em 1910, no fictício vilarejo Vale do Café, no interior de São Paulo, a novela, dirigida por Fred Mayrink, tem sua história original tirada de "Orgulho e Preconceito", um dos livros mais populares da autora, publicado em 1813 ---- que conta a vida da determinada Elizabeth, a segunda de cinco filhas de um proprietário rural, que não se interessa em casar, se preocupando mais em trabalhar, até conhecer Darcy, por quem implica e se apaixona.

Mas o autor também mesclou várias outras obras de Austen em seu folhetim, inserindo personagens de "Razão e Sensibilidade" ---- relata a vida das irmãs Elinor e Marianne ----, "A Abadia de Northager" ---- a heroína Catherine imagina aventuras num clima gótico ----, "Emma" ---- a jovem que passa a vida planejando o casamento de terceiros e "Lady Susan" ---- a bela e encantadora viúva.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Descaracterizada e problemática, "A Lei do Amor" começou promissora e terminou decepcionante

"A Lei do Amor" foi uma novela 'problemática' antes mesmo de estrear. Isso porque a história teve a sua estreia subitamente adiada, cedendo lugar para"Velho Chico", que inicialmente seria uma trama das seis. As explicações dadas ---- por causa do teor político do enredo em época de eleições municipais ---- nunca foram convincentes e naufragaram de vez quando o folhetim de Benedito Ruy Barbosa acabou explorando a política muito mais que a sua substituta. A mudança ainda implicou em uma tragédia involuntária, pois Domingos Montagner faria o Tião Bezerra, mas preferiu interpretar o Santo dos Anjos, falecendo em uma tragédia na reta final das gravações. Entretanto, deixando todas essas questões de lado, havia uma boa expectativa em cima da primeira produção de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari no horário nobre.


Os autores vinham de um elogiado trabalho: "Sangue Bom", deliciosa trama das sete exibida em 2013 que agradou público e crítica. Além, claro, do respeitável currículo de Maria Adelaide, responsável pelas primorosas minisséries ""A Muralha", "Os Maias", "A Casa das Sete Mulheres", "JK", "Queridos Amigos", "Dercy de Verdade", entre tantas outras, incluindo o inesquecível remake da novela "Anjo Mau". E, para culminar, o elenco grandioso despertou ainda mais atenção, como Vera Holtz vivendo sua primeira grande vilã, Grazi Massafera de volta após o sucesso da Larissa em "Verdades Secretas", José Mayer na pele de um sujeito desprezível, Cláudia Raia interpretando uma devoradora de homens, Tarcísio Meira retornando aos folhetins, e Reynaldo Gianecchini e Cláudia Abreu vivendo os mocinhos, além de vários outros ótimos nomes.

O início do enredo, ao menos, despertou interesse e fez jus ao que vinha sendo apresentado nas chamadas. A primeira fase foi linda, voltada para o romance de Pedro e Helô, valorizando a química entre Chay Suede e Isabelle Drummond, destacando ainda os grandiosos Tarcísio Meira e Vera Holtz.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Maior trunfo da novela, Vera Holtz carrega a reta final de "A Lei do Amor" nas costas

"A Lei do Amor" sofreu várias alterações em virtude da baixa audiência e da interferência dos grupos de discussão. Muitas dessas mudanças foram péssimas para o enredo de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, prejudicando o conjunto do folhetim (dirigido por Denise Saraceni) ---- que está em plena reta final ---- e retirando de cena bons personagens, implicando ainda na aniquilação da personalidade de vários que permaneceram. Entretanto, uma única situação ficou melhor e foi justamente o crescimento da vilania de Magnólia (Vera Holtz).


A personagem sempre foi uma das mais atrativas da história e foi a mentora do plano que separou Pedro (Reynaldo Gianecchini) e Helô (Cláudia Abreu) na primeira fase. Porém, ao longo da segunda fase, a vilã apenas proferia frases de efeito e pouco agia. Apenas ameaçava e muitas vezes ficava de lado, enquanto Tião (José Mayer) era o autor das maiores vilanias da trama, enfrentando todos e mandando executar seus inimigos. Ela guardava vários segredos e todo esse mistério em volta da matriarca da família Leitão era mantido escondido pelos autores.

Com as mudanças no roteiro, os 'sigilos' de Mag foram quebrados mais cedo e a sua verdadeira face foi mostrada para o público. O intuito era, claramente, deixá-la como uma figura dúbia por um bom tempo, mas as mexidas na história fizeram a grande vilã ser completamente exposta assim que o seu caso de 20 anos com Ciro (Thiago Lacerda) foi revelado.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Segunda fase de "A Lei do Amor" começa movimentada e com ótimas cenas

A nova novela das nove entrou em sua segunda semana, após a segunda fase do enredo escrito por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari ter sido iniciada no final do capítulo de sexta-feira (07/10). A trama, contada inicialmente em 1995, teve uma passagem de 20 anos e praticamente apresentou um novo começo, tendo como base o amor interrompido de Pedro (Reynaldo Gianecchini) e Helô (Cláudia Abreu). E esse início não poupou acontecimentos, se mostrando ainda melhor que a primeira fase.


O capítulo desta segunda-feira (10/10) foi digno de uma reta final ou então de uma metade de novela, quando costuma acontecer alguma grande virada para movimentar o enredo. Mas foi apenas o sétimo capítulo, mostrando a coragem dos autores em resolver o motivo da separação do casal de mocinhos logo no começo, não poupando história e comprovando que há ainda muitas cartas na manga. Foram muitas cenas dignas de elogios, destacando não só o elenco como também a direção de Denise Saraceni, principalmente no forte momento do atentado sofrido por Fausto (Tarcísio Meira) e Suzana (Regina Duarte).

O remorso do poderoso empresário acabou sendo o responsável por todos os grandes acontecimentos do início da agitada segunda fase. Ele contou para o filho sobre a armação que provocou a sua separação de Helô, despertando a ira de Pedro e uma quase imediata reconciliação dele com a agora esposa de Tião Bezerra (José Mayer).

terça-feira, 4 de outubro de 2016

"A Lei do Amor" aposta no clássico e tem tudo para ser um novelão

"A lei do amor é simples, é indestrutível, incontrolável, indivisível, inevitável... Porque se não for tudo isso a lei não é do amor". Essa foi a mensagem dos teasers da nova novela das nove, cujo primeiro capítulo foi ao ar nesta segunda-feira (03/10), apresentando uma sucessão de acontecimentos e vários clichês do gênero. Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari estreiam no horário nobre da Globo com a responsabilidade de elevar os números de audiência da faixa, que apresentou um crescimento de apenas alguns décimos entre "A Regra do Jogo" e "Velho Chico" --- folhetins medianos, que vieram depois do retumbante fracasso de "Babilônia" e enfrentaram problemas no desenvolvimento.


O enredo deixa claro que os autores preferiram apostar no certo, deixando o duvidoso de lado. A história principal reúne as situações mais clássicas da telenovela: o mocinho rico e a mocinha pobre que se apaixonam, culminando em uma vingança da menina, que vê a sua vida arruinada por causa da família do amado. Mas são situações facilmente convidativas, quando bem desenvolvidas. E parece ser o caso da atual produção. A estreia desenhou todo o conflito central com competência, apresentando um ritmo ágil e várias cenas bem realizadas, provocando bastante interesse pela trama, que mescla amor, interesse, ética, política e a hipocrisia em torno dos valores familiares ---- o título inicial da obra, inclusive, seria "Sagrada Família".

A trama tem duas fases. A primeira é ambientada em 1995 e dura cinco capítulos, já a segunda é ambientada em 2016 e entra no ar a partir de sábado (08/10). O primeiro capítulo foi praticamente voltado para o calvário da destemida Helô, interpretada com brilhantismo por Isabelle Drummond ---- Cláudia Abreu interpreta a personagem na segunda fase.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Elenco impecável engrandece "O Rebu"

As qualidades de "O Rebu" são inúmeras e quem acompanha a novela pode constatar isso em todos os capítulos. A trilha sonora é escolhida a dedo, os personagens transbordam ambiguidade, a direção é precisa, a fotografia escurecida é adequada, enfim, o que não falta é ponto positivo. Mas entre tantos acertos, é necessário fazer uma sucessão de elogios ao elenco que foi escalado para este remake.


Os autores George Moura e Sérgio Goldenberg, e o diretor José Luiz Villamarim, conseguiram selecionar um time de ouro para esta tão primorosa obra. Os atores, incluindo os mais jovens e os mais experientes, são grandes profissionais e todos estão em estado de graça no remake. Além de ser fisgado pela história bem amarrada e que se passa em 24 horas, o telespectador se encontra hipnotizado pelas atuações desta respeitada seleção de apaixonados pelas artes dramáticas.

Patrícia Pillar e Sophie Charlotte honram a posição de protagonistas e estão fazendo uma ótima dupla. Os trabalhos mais recentes de Patrícia consistem em três grandiosas atuações: a inesquecível e demoníaca Flora, de "A Favorita"; a arrogante Constância, de "Lado a Lado"; e a problemática Isabel Favais, em "Amores Roubados".

sábado, 28 de setembro de 2013

Apesar dos tropeços, "Saramandaia" encanta e sai de cena com sensação de dever cumprido

Depois de "O Astro" e "Gabriela", mais uma remake das onze chegou ao fim: "Saramandaia", adaptação da clássica obra de Dias Gomes exibida em 1976. A trama reescrita por Ricardo Linhares apresentou um primeiro capítulo promissor e extremamente apropriado para o atual momento do país, afinal, era a época em que o Brasil era dominado pelas manifestações populares e a novela apresentou na sua estreia justamente a revolta do grupo saramandista contra os mandos e desmandos de Zico Rosado (José Mayer).


Entretanto, a boa impressão não conseguiu se sustentar nos demais capítulos. O realismo fantástico, um dos grandes atrativos do remake, ficou deixado de lado e o autor parecia que estava 'poupando' as esquisitices dos personagens para somente explorá-las mais para o final do folhetim. Ricardo preferiu focar primeiramente no romance proibido de Zico com Vitória (Lília Cabral) e na guerra das famílias Rosado e Vilar. Porém, o resultado foi entediante.

José Mayer e Lilia Cabral tiveram muita química mas o par não empolgava e não demorou muito para as idas e vindas caírem na repetição. Já a briga das famílias soava ultrapassada e cansativa em uma novela contemporânea, além de ter deixado a história estagnada durante várias semanas. O telespectador

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Dona Redonda explode e Vera Holtz brilha em "Saramandaia"

A complexa Mãe Lucinda, de "Avenida Brasil", continua viva na memória do público. Porém, essa foi apenas mais uma personagem bem interpretada por Vera Holtz, uma atriz marcada pelo profissionalismo e pela dedicação aos seus personagens. E seu vasto currículo acaba de ficar ainda mais rico com a Dona Redonda, que explodiu no capítulo da última quinta-feira (05/09) e saiu de cena como um dos poucos acertos de "Saramandaia".


Após o sucesso da trama de João Emanuel Carneiro, Vera recebeu um convite de Ricardo Linhares para participar do remake da clássica obra de Dias Gomes. Ela aceitou, mas pediu para ser a Dona Redonda. O autor concordou com a 'condição' e o resultado foi o melhor possível. A personagem, que já havia feito um imenso sucesso na trama de 1976, novamente conseguiu se destacar e ainda teve uma sobrevida na segunda versão, já que na original explodia logo no início da história.

Vera Holtz conseguiu imprimir um tom farsesco à personagem que sofre de obesidade mórbida e se orgulha disso. Os gritos, a gargalhada, o jeito de andar, o fanatismo religioso, o preconceito, enfim, tudo foi muito bem trabalhado pela atriz e acabou resultando em um conjunto impecável. O próprio figurino expressava

terça-feira, 25 de junho de 2013

"Saramandaia" tem uma estreia oportuna e animadora

Estreou nessa segunda-feira (24/06), tendo como missão repetir o sucesso alcançado pelos remakes de "O Astro" e "Gabriela", a adaptação de Ricardo Linhares da marcante novela de Dias Gomes: "Saramandaia". Apresentando um primeiro capítulo colorido e alegre, a trama, que tem como pano de fundo a história da disputa de poder entre duas famílias tradicionais (Rosado e Vilar), começou com o pé direito.


O remake iniciou com a clássica música "Pavão Misterioso" (de Ednardo), tema de abertura da primeira versão, e apresentou João Gibão (Sérgio Guizé) para o público. Logo no primeiro capítulo ocorre uma manifestação em Bole-Bole, liderada por Zélia Vilar (Leandra Leal), contra Zico Rosado (José Mayer), poderoso fazendeiro descendente dos fundadores da cidade. Os 'Saramandistas' exigem que o nome Bole-Bole seja trocado por Saramandaia e ainda lutam por mudanças para acabar com a corrupção do governo de Zico. Em meio à confusão, há o velório de Seu Cazuza (Marcos Palmeira) e a chegada de Vitória Vilar (Lilia Cabral). E quando a imponente mulher chega de helicóptero, o protesto para, as brigas cessam e todos olham assustados para a 'nova' visitante. Para culminar, o morto ressuscita e Dona Redonda (Vera Holtz) grita desesperadamente, quebrando todos os vidros que estavam por perto. Um primeiro capítulo cheio de bons ingredientes.

Na década de 70, "Saramandaia" estreava na época da ditadura e o autor Dias Gomes abusava das metáforas para mostrar as necessidades da população. João Gibão (Juca de Oliveira), por exemplo, tinha asas justamente para que a liberdade que o povo tanto almejava pudesse ser exibida de uma forma poética. Coincidência ou não, a estreia do remake dessa clássica obra não poderia ter chegado em um melhor

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Saramandaia: o que esperar da próxima novela das onze?

Na próxima segunda-feira (24/06), a Globo começará a exibir o remake de um clássico de Dias Gomes. Adaptada por Ricardo Linhares, "Saramandaia" terá a difícil missão de conquistar o telespectador que não está mais acostumado a ver novelas de realismo fantástico e ainda agradar os fãs da trama original de 1976. Porém, por tudo o que tem sido visto nas chamadas, as chances da trama emplacar são grandes.


A trama principal, e que até hoje é lembrada, se baseia no conflito entre duas facções que se enfrentam por causa do nome do município onde vivem. Os tradicionalistas, liderados por Zico Rosado (José Mayer) querem manter o nome de Bole-Bole; já os mudancistas, liderados por Tenório Tavares (Tarcísio Meira), querem que o nome seja "Saramandaia" por considerar o atual constrangedor. Obviamente que esse conflito também causará uma grande rivalidade entre as famílias. E em torno de toda essa disputa, há diversas situações nada comuns. Entre elas, um homem que tem seu coração saindo literalmente pela boca, uma mulher que explodirá depois de tanto comer, uma garota que pega fogo, um rapaz que tem asas, outro que vira lobisomem, enfim, o que não falta é bizarrice.

O principal ponto positivo desse remake é justamente a modernidade dos efeitos visuais. Se em 1976 houve um árduo trabalho para colocar em prática todas essas situações absurdas, que resultaram em cenas ousadas para a época, pode-se dizer tranquilamente que hoje em dia a tecnologia facilitou e muito a

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vera Holtz e José de Abreu: a dupla dinâmica de Avenida Brasil

A novela das oito que é exibida às nove continua com um ritmo alucinante e empolga cada vez mais o público. Nos últimos capítulos, houve um quase assalto na casa de Tufão (Murilo Benício), o sequestro da Suelen (Ísis Valverde), o resgate da periguete e de seu agora parceiro Roni (Daniel Rocha), a falsa união de Max (Marcello Novaes) e Nina (Débora Falabella), a descoberta de Jorginho (Cauã Reymond) a respeito da 'união' destes dois e agora a descoberta que Max e Lúcio (Emiliano D`Ávila) foram os responsáveis pelo assalto na mansão. Em meio a tantos acontecimentos, vimos dois atores que estavam fazendo falta voltarem com tudo: Vera Holtz e José de Abreu.


João Emanuel Carneiro é um autor que tem procurado valorizar todos os atores que escalou para "Avenida Brasil". A prova disto é a espécie de 'rodízio' que tem ocorrido na trama: enquanto uns personagens vão tendo um imenso destaque, outros acabam aparecendo bem menos, e depois a situação se inverte. Fato que já ocorreu com vários atores, como: Bianca Comparato (Betânia), Nathalia Dill (Débora), Ailton Graça (Silas), Heloísa Périssé (Monalisa), enfim, só é possível excluir desta regra o time principal. Após Mãe Lucinda e Nilo terem milhares de cenas grandiosas, nas últimas semanas, Vera aparecia muito pouco e José tinha sumido. Mas nos últimos capítulos eles voltaram e mostraram o porquê de terem provocado tantas saudades nos telespectadores.

Mãe Lucinda e Nilo são personagens complexos e misteriosos (assim como tantos na trama), que se odeiam ao mesmo tempo que demonstram preocupação e cuidado um com o outro, e estão sendo brilhantemente defendidos pelos atores. Se no início