Quem acompanhou o início da saga de Theo (Zécarlos Machado) no ano passado, se viu diante de novos dramas na vida do terapeuta e de um processo movido contra ele pelo pai de Breno (Sérgio Guizé), que o acusava de ter sido o responsável pelo suicídio do filho. E foram questões tão densas quanto as da primeira temporada. Entretanto, apesar de ter tido dois episódios a menos por paciente em relação à fase anterior, a trama ficou mais profunda por causa dos dilemas vividos pelo protagonista e da similaridade que seus próprios conflitos tinham com os de alguns pacientes.
Se em 2012, o telespectador acompanhou a dramática separação de Theo e sua atração quase incontrolável por uma paciente, em 2013 foi mostrada a mágoa que ele tinha do seu pai e o quanto que essa relação conturbada influenciou diretamente na sua formação profissional. Aliás, mais uma vez a linda