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sábado, 27 de abril de 2013

Embora rejeitada pelo público e pela crítica, Guerra dos Sexos termina com mais acertos do que erros

Chegou ao fim, nessa sexta-feira (24/09), o remake de "Guerra dos Sexos". Escrita por Silvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando (os mesmos envolvidos na obra original), a novela estreou cercada de expectativas. Afinal, todos que acompanharam a primeira versão em 1983 gostariam de ver a nova roupagem da obra, assim como todos que não tiveram a oportunidade de assistir na época, queriam conhecer mais a história que revolucionou a teledramaturgia na década de 80. Entretanto, depois de alguns capítulos exibidos, a decepção foi grande. O público rejeitou, a crítica massacrou e o ibope foi muito baixo.


Pouco tempo depois de ter estreado, muitas críticas surgiram em cima da temática da novela. A guerra entre homens e mulheres foi considerada ultrapassada e muitos questionaram as poucas mudanças que o autor fez na trama. Vários atores também desagradaram pelo tom exagerado que colocaram nos personagens. Enfim, no início tudo parecia uma imensa catástrofe. Mas a verdade é que houve uma grande injustiça em cima desse remake. 

Silvio de Abreu realmente errou ao não inserir nenhum novo personagem na novela. E nas semanas iniciais a trama andava em círculos, não saía do lugar e cansava o público. Se em 1983 havia um ritmo mais moderado na teledramaturgia, o mesmo não se pode dizer nos tempos atuais. Agilidade agora é tudo na ficção. Porém,

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Quarteto amoroso se transforma no grande trunfo da reta final de Guerra dos Sexos: Afinal, quem vai ficar com Nando?

Faltando poucos capítulos para seu fim, "Guerra dos Sexos" tem apresentado uma reta final bastante movimentada. O telespectador pôde presenciar uma verdadeira corrida maluca atrás dos diamantes da Roberta (Glória Pires); onde Vânia (Luana Piovani), Olívia (Marilu Bueno), Juliana (Mariana Ximenes), Ulisses (Eriberto Leão), Felipe (Edson Celulari), Kiko (Jonny Massaro), Analú (Raquel Bertani), Nando (Reynaldo Gianecchini), Charlô (Irene Ravache), Nenê (Daniel Boaventura), Veruska (Mayana Moura) e a própria Roberta, protagonizaram cenas bizarras e totalmente sem sentido, mas que, por sua vez, proporcionaram muita diversão. Além dos risos, ainda houve espaço para emoção ---- através das lindas cenas entre Otávio e Charlô, quando finalmente os rivais dão uma trégua e se declaram apaixonados ---- e tensão ---- com prisão da Carolina (Bianca Bin) e o surto psicótico de Manoela (Guilhermina Guinle). Porém, mesmo com todas essas ótimas sequências, o que tem despertado mais curiosidade e expectativa no público é o desfecho do quadrilátero amoroso composto por Roberta, Felipe, Juliana e Nando.


Já tinha ficado claro que esse clássico conflito romântico seria o maior acerto da novela desde que o triângulo protagonizado por Roberta, Nando e Juliana começou a se desenhar. Em meio a uma 'guerra' entre homens e mulheres, as relações amorosas do trio acabaram ganhando cada vez mais destaque, sendo muito bem recebidas pelo telespectador. O motorista fiel do Otávio sempre foi apaixonado por Juliana, mas acabou se envolvendo com Roberta. Após inúmeras situações, Nando acabou terminando tudo com a ricaça e finalmente começou um relacionamento com a mulher de seus sonhos. Novos conflitos surgiram e agora, na reta final, Felipe entrou no meio desse imbróglio amoroso, transformando o triângulo em um quadrilátero e disputando Roberta com Nando; enquanto que sua filha vive uma crise no relacionamento com o motorista.

Ou seja, no último capítulo, o grande trunfo guardado por Silvio de Abreu é justamente como toda essa situação será desenvolvida. Afinal, com quem Nando vai ficar? O autor vai manter o final da versão de 1983, o deixando com a

sábado, 19 de janeiro de 2013

Triângulo amoroso se transforma em um dos principais atrativos de Guerra dos Sexos

Quem acompanha "Guerra dos Sexos" desde a estreia percebe claramente uma melhora gradativa da novela. Nunca concordei com as críticas pesadas que a trama sempre recebia, mas é inegável que a história inicialmente apresentava alguns equívocos. Núcleos sem muita função e um ritmo nada atraente. Porém, não demorou muito para que o remake de Silvio de Abreu se encontrasse. E após uma nítida progressão geral, pode-se dizer que um dos atuais  e principais pontos positivos é o triângulo amoroso envolvendo Roberta Leone (Glória Pires), Nando (Reynaldo Gianecchini) e Juliana (Mariana Ximenes).


O casal formado por Reynaldo Gianecchini e Glória Pires funcionou perfeitamente e a diferença entre os personagens apenas ajuda a deixar o romance ainda mais atraente. Roberta se apaixonou pelo jeito inocente e puro do motorista de Otávio (Tony Ramos) e a atriz demonstra toda a ternura da empresária pelo olhar doce. Já Reynaldo deixou a conturbada fase inicial --- onde acabava incorporando o Pascoal de "Belíssima" em vários momentos --- há tempos e vem se mostrando um dos melhores atores do time masculino da novela. Só perde para o Tony.

Mas se por um lado Nando combina com Roberta, o mesmo pode-se dizer do par formado com Juliana. A química intensa entre Gianecchini e Mariana Ximenes já havia sido mostrada em "Passione", onde ambos viveram a dupla de vilões Fred e Clara. Agora, interpretando personagens bonzinhos, a dupla comprova que a sintonia em cena continua firme