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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Apesar da ausência de novidades, "É de Casa" tem estreia agradável

A programação matutina de sábado nunca recebeu uma devida atenção das emissoras. Sempre foi considerado um horário 'morto', sem espaço para grandes investimentos; afinal, é uma faixa que sempre representou baixos números de audiência. Portanto, desenhos e atrações 'enlatadas' preencheram a programação da tevê aberta por muitos anos. Porém, a Globo resolveu sair na frente e criou um programa para investir no público das manhãs: o "É de Casa", que estreou no dia 8 de agosto.


O programa matinal é composto por seis apresentadores, um número recorde. André Marques, Cissa Guimarães, Patrícia Poeta, Ana Furtado, Zeca Camargo e Thiago Leifert comandam a atração e todos apareceram na estreia. Porém, a atração terá um sistema de rodízio. Serão quatro apresentadores no estúdio e dois fazendo matérias em cada sábado. Afinal, é gente demais apresentando e o primeiro dia do formato já expôs a dificuldade de cada um ter o seu espaço. São três horas no ar (das nove da manhã ao meio dia) e ao vivo. Um desafio e tanto.

A estreia foi bem agradável, apesar da clara insegurança dos apresentadores, ainda um pouco desorientados. A atração nada mais é do que uma junção do "Mais Você" e "Bem Estar" com o "Encontro", os três produtos que fazem parte da grade matutina da Globo de segunda a sexta.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O que será do "Vídeo Show"?

Em 2013, o "Vídeo Show" completou 30 anos. Uma idade respeitável. Porém, um dos programas mais longevos da televisão sofreu uma reviravolta no dia 18 de novembro de 2013. Ricardo Waddington assumiu a atração e o diretor fez uma grande faxina na atração. O antigo formato ---- comandado por Boninho, que não andava muito atrativo, é bom lembrar ---- foi deixado para trás e tudo foi reformulado. Mas nada funcionou desde então e até hoje o formato enfrenta constantes modificações.


Zeca Camargo foi colocado como apresentador em um palco com plateia e a impressão causada era de que havia um programa dentro de outro. O público rejeitou a nova ideia e aos poucos Zeca foi perdendo destaque, assim como as entrevistas comandadas por ele. Otaviano Costa foi tendo mais importância e ganhou até um novo quadro: o '8 ou 800', onde anônimos iam disputar um prêmio em dinheiro respondendo perguntas sobre novelas e séries.

Porém, o quadro também não teve vida longa. Mas Otaviano continuou com um bom destaque na atração, enquanto Zeca mal aparecia. Após constantes alterações, eliminaram de vez o palco, focando exclusivamente nas matérias dos bastidores.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Novas reformulações amenizam erros, mas não consertam o "Vídeo Show"

Logo na estreia do novo "Vídeo Show", já foi possível perceber que as mudanças não foram nada positivas. Os bastidores da televisão ficaram em segundo plano e o programa virou quase um talk-show de um exagerado Zeca Camargo. O resultado foi a diminuição dos índices de audiência que já não estavam bons. Como do jeito que estava não dava para continuar, o diretor Ricardo Waddington começou a fazer mais mudanças, e que ainda continuam sendo feitas.


As matérias sobre os bastidores da programação da Globo voltaram a ter bem mais destaque e, por sua vez, Zeca Camargo perdeu muito espaço. Quando entrou na atração, o apresentador entrevistava artistas no palco, fazia brincadeiras e ainda tinha tempo para falar até sobre 'futilidades' com os convidados. Mas agora ele faz as chamadas de alguns quadros e aparece, de fato, apenas no terceiro e último bloco, com algum ator/atriz para uma rápida entrevista, que não dura nem 10 minutos. Até a calçada da fama --- uma das recentes novidades, onde o artista assina no cimento e deixa a marca de suas mãos --- perdeu importância. Virou 'pano de fundo' para a subida dos créditos, na hora do término do programa.

Além das alterações citadas, o "Vídeo Show" apresentou uma nova versão do 'Vídeo Game', antigo quadro comandado por Angélica. Sob o pretexto de voltar com o "8 ou 800", jogo de perguntas e respostas comandado pelo saudoso Paulo Gracindo em 1976, o programa trouxe de volta o esquema de 'game' para

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Os exageros de Zeca Camargo e o constrangimento do novo "Vídeo Show"

Após alguns programa exibidos, ficou claro que o "Vídeo Show" foi aniquilado. As matérias sobre os bastidores ficam soltas e entram no ar sem nem ao menos serem anunciadas. E tudo o que é apresentado no palco da atração ---- entrevistas, brincadeiras e música---- cansa ou causa constrangimento. Para piorar, entre tantos problemas, um acaba se 'destacando': Zeca Camargo.


O apresentador está a cada dia mais forçado e os exageros apresentados na estreia, ao invés de irem melhorando com o tempo, foram piorando. Zeca não consegue disfarçar o seu desconforto e ao tentar expor naturalidade, enfia os pés pelas mãos e irrita facilmente quem assiste. Além de sempre fazer questão de dizer que o entrevistado do dia é seu amigo pessoal, ele grita demais e pegou uma mania irritante de pedir aplausos a todo instante.

Aliás, a presença da plateia só serviu para aumentar a lista de equívocos, uma vez que só serve para aplaudir sempre que solicitada e rir de algumas brincadeiras que não têm a menor graça. A banda também não tem função e o próprio Zeca mostra não saber muito bem qual a utilidade dos músicos. E a sua

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Novo formato do "Vídeo Show" aniquila a identidade do programa

Em março desse ano, o "Vídeo Show" completou 30 anos. Um dos mais longevos programas da Globo comemorou o simbólico aniversário inaugurando um novo cenário e em clima de muita alegria. Porém, pouco tempo depois, um maremoto atingiu a atração. Boninho deixou a direção, foi substituído por Ricardo Waddington, que simplesmente jogou o novo cenário no lixo e transformou André Marques e Ana Furtado (os apresentadores) em repórteres, para depois retirá-los de vez do formato. Após todo esse turbilhão de alterações, houve mais uma mudança, que foi apresentada ao público nessa segunda-feira (18/11).


O programa passou a ter uma platéia e Zeca Camargo virou o novo apresentador. A atração terá um famoso por dia no palco para homenagear, entrevistar, 'brincar' e relembrar sua carreira. A estreia foi com Susana Vieira, que esbanjou simpatia e ficou bem mais à vontade do que o próprio Zeca, que obviamente estava inseguro; afinal, ele ficou 18 anos no "Fantástico" e agora está com uma missão totalmente diferente na área de entretenimento. Um desafio, como o próprio disse.

O "Vídeo Show" manteve as clássicas matérias dos bastidores, entretanto, as reportagens ficaram muito mais curtas e perderam a importância que tinham. O palco virou o grande protagonista e esse fato acabou deixando a atração com cara de 'mais do mesmo'. Afinal, além da posição da platéia lembrar a do

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Fantástico continua sendo um bom programa apesar do desgaste

A 'revista eletrônica' dominical da Globo está no ar há quase 40 anos e em 2012 completou (e comemorou) duas mil edições. O "Fantástico" tem um feito e tanto e merece o reconhecimento, mas, obviamente, esse longo período em que está no ar, o programa sofreu um desgaste natural e sua audiência não é mais a mesma. No entanto, pela qualidade das matérias que apresenta, continua sendo uma boa opção para os domingos à noite.


Ao longo desses anos foram muitas reformulações e mudanças de apresentadores (a mais recente foi a saída da Patrícia Poeta e entrada da Renata Ceribelli), porém, a proposta central continua a mesma: fazer um resumo dos principais acontecimentos da semana, matérias investigativas e mais alguns quadros com temas diversos.

Pode-se dizer que o maior acerto do programa, nos últimos meses, foi o quadro "O que vi da vida", onde