Comandado por Ernesto Paglia, que só se apresenta aos transeuntes após a reação dos mesmos, o quadro rendeu polêmica assim que estreou. Afinal, muitos consideraram as tais experiências apelações para conseguir audiência e não algo cuja função seja alertar a sociedade a respeito do comportamento das pessoas diante alguma injustiça ou constrangimento. Porém, o "Fantástico" procurou evitar qualquer tipo de sensacionalismo.
O repórter quando se apresenta faz questão de pedir desculpas pelo ocorrido e aproveita para fazer um rápido debate com a pessoa que procurou defender ou ajudar o 'injustiçado'. Já os que ignoram ou não ajudam são simplesmente ignorados pela reportagem, o que acaba evitando qualquer tipo de constrangimento. Entretanto, a verdade é que fica difícil o telespectador não associar isso às famigeradas