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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Luz, Câmera, 50 Anos" inicia com pé direito as comemorações do cinquentenário da Globo

A Globo iniciou a comemoração do seu cinquentenário no dia 6 de janeiro, uma terça-feira. Com o "Luz, Câmera, 50 Anos", a emissora presenteou o telespectador reprisando várias séries e minisséries em formato de filme. Foram doze produções escolhidas: "O Canto da Sereia" (2013), "O Pagador de Promessas" (1988), "Força-Tarefa" (2009), "Maysa - quando fala o coração" (2009), "A Teia" (2014), "Ó Paí, ó" (2008), "Presença de Anita" (2001), "Dalva e Herivelto - uma canção de amor" (2010), "Dercy de Verdade" (2012), "Lampião e Maria Bonita" (1982), "As Noivas de Copacabana" (1992) e "Anos Dourados" (1986).


A Globo já fez algumas vezes este tipo de festival 'retrô' para comemorar aniversários, vide as reprises exibidas nos 15, 25, 30 e 35 anos de emissora. Sempre é uma boa pedida reprisar produções que marcaram a história da televisão e o telespectador saudoso costuma ansiar por estes momentos. O "Luz, Câmera, 50 Anos" foi um acerto e uma forma de começar o ano de 2015 com o pé direito. A estreia com "O Canto da Sereia", cuja protagonista era vivida por Isis Valverde, presenteou o público com a primorosa microssérie de George Moura, dirigida por José Luiz Villamarim, que contava a história de uma cantora de axé que morria assassinada em pleno trio elétrico.

Valeu muito a pena também rever logo no segundo dia a marcante "O Pagador de Promessas". Protagonizada por José Mayer, foi uma minissérie primorosa de Dias Gomes e o tema em torno da intolerância religiosa se mostrou extremamente atual.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Retrospectiva 2012: os destaques do ano

Após selecionar o que tivemos de pior na televisão, nada mais justo do que apresentar o que esse meio de comunicação teve de melhor em 2012. E, ainda bem, o telespectador foi presenteado com excelentes produções ao longo do ano que está terminando. O Brasil congelou e aplaudiu várias séries e novelas que fizeram sucesso merecidamente. Assim como ocorreu na lista dos piores do ano, não houve votação popular e esse que vos escreve foi o responsável pela seleção. Então, vamos ao que interessa.




Avenida Brasil: As chamadas iniciais já anunciavam a estreia de uma produção que tinha tudo para dar certo. E deu. João Emanuel Carneiro escalou um grande elenco e conseguiu contar uma excelente história de vingança onde mocinha e vilã se enfrentavam usando as mesmas armas. O país parou para ver Nina, Carminha e toda a turma do Divino. Ágil, recheada de suspense e cenas tensas, a novela caiu na boca do povo e atingiu uma repercussão que há tempos não se via. A direção foi outro ponto positivo, assim como o fato de todos os atores poderem se destacar, uma vez que o elenco não era tão numeroso. A trama ainda lançou expressões que caíram na boca do povo: "Oi Oi Oi", "É tudo culpa da Rita", "Eu quero vê tu me chamar de amendoim" e "Me serve, vadia" foram alguns bordões que marcaram. A novela deixou saudades e foi o grande fenômeno de 2012.


Cheias de Charme: A novela dos estreantes Filipe Miguez e Izabel de Oliveira foi um sucesso. Colorida e alegre, a trama misturou música e dramaturgia de uma forma genial. Com um bom elenco principal, a história das Empreguetes e a rivalidade com a hilária e espalhafatosa Chayene agradou logo de cara. Não demorou muito para que os hits cantados na história estourassem também na vida real. Os autores ainda foram muito felizes ao utilizar a internet como uma aliada. Exibir o clipe das protagonistas primeiramente no site da novela, para só depois colocarem na trama, foi uma sacada de mestre. Apesar da longa barriga que

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dercy de Verdade: um presente para o público

Maria Adelaide Amaral mais uma vez nos presenteia com mais uma grande obra. Após várias minisséries de sucesso --- "Dalva e Herivelto", "A Casa das Sete Melheres", "A Muralha", "JK", "Queridos Amigos", "Os Maias" e "Um Só Coração" ---, a autora já mostrou a que veio logo no primeiro capítulo de "Dercy de Verdade".

Dercy Gonçalves era conhecida por grande parte do público como a velha engraçada que só fala palavrão. O objetivo dessa minissérie, baseada na biografia "Dercy de Cabo a Rabo", escrita pela própria Maria Adelaide, é justamente mostrar a vida difícil e a pessoa por trás dessa personagem que ficou marcada na vida de todos os brasileiros. E obviamente que essa missão está sendo cumprida com louvor.