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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Tudo sobre a primeira coletiva online de "Coração Acelerado", a próxima novela das sete

 A Globo promoveu, em 9 de dezembro do ano passado, a primeira coletiva virtual de "Coração Acelerado", a próxima novela das sete, escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento. Participaram as autoras e os atores Gabriel Godoy, Ramille, Luiz Henrique Nogueira, Leandra Leal, Isabelle Drummond, Nina Baiocchi, Guito, Marcos Caruso, Nathalia Cruz, entre outros. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir.


Izabel de Oliveira falou da ideia da trama: "A ideia de fazer uma novela sertaneja começou em 2019, quando o feminejo tava bombando E já nessa época tinha mudado a comunicação com o público.. As festas de rodeio ganharam importância E quando entregamos a proposta da Globo isso tudo tinha aumentando ainda mais. E nosso trio amoroso da Naiane, João Raul e Agrado é invadido pelas narrativas fakes, algo muito atual também. A gente viu muitas histórias semelhantes e fomos botando na trama. O empoderamento feminino é o tema mais forte. Eu e Maria Helena conhecemos em Goiás muitas mulheres trabalhadoras, não necessariamente no mundo da música". 

Maria Helena Nascimento complementou: "As pessoas que conhecemos cuidavam da família e todas focadas no trabalho, muito batalhadoras. A gente aborda um pouco a vida real em contraste com a vida midiática. As pessoas têm um embate entre a verdade e a mentira das redes. Os artistas da novela se cansam da superexposição e da força que as mentiras ganham". 

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Repleta de tramas bobas, "Verão 90" foi uma novela descartável

Izabel de Oliveira e Paula Amaral vinham de dois extremos. As autoras experimentaram o sucesso com o fenômeno "Cheias de Charme", em 2012, e enfrentaram o imenso fracasso com "Geração Brasil" (2014) --- até hoje a pior audiência da faixa das 19h. Izabel, no caso dividiu a autoria das duas tramas com Filipe Miguez. Paula era colaboradora de ambas. Agora experimentaram um trabalho realmente juntas com "Verão 90", que chegou ao fim nesta sexta-feira (26/07). E infelizmente o saldo não foi nada positivo.


É verdade que para a Globo não houve problema algum. Afinal, a novela teve uma boa audiência, embora tenha passado longe de um fenômeno. A média geral foi de 26 pontos, a mesma de "Deus Salve o Rei" e "Rock Story", dois folhetins com desempenhos medianos em nível de repercussão. Mas ultrapassou a média de "O Tempo Não Para", que a antecedeu, em dois pontos. Pena que os números não refletiram a qualidade da produção. A dupla apelou para o saudosismo do público através de referências aos anos 90 (muitas delas equivocadas e mais propícias aos anos 80, vale lembrar) com o intuito de disfarçar a ausência de enredo.

"Verão 90" iniciou apresentando a história de três crianças que fizeram um imenso sucesso com o grupo "Patotinha Mágica" e acabaram se separando por brigas familiares. O trio central era Manuzita (Isabelle Drummnd), João (Rafael Vitti) e Jerônimo (Jesuíta Barbosa). João e Manu sempre foram apaixonados, enquanto Jerônimo tinha sérios desvios de caráter e nutria uma inveja do irmão. A premissa do folhetim era essa, mas as autoras não conseguiram sustentar o contexto nem por um mês.

terça-feira, 5 de março de 2019

Isabelle Drummond e Cláudia Raia fazem boa parceria em "Verão 90"

A atual novela das sete ainda está em seu início. Todavia, já é perceptível que "Verão 90" é um folhetim caricatural, onde o exagero é o maior protagonista. O figurino colorido demais, as caraterísticas dos personagens (todos bondosos demais ou malvados demais), enfim. A direção de Jorge Fernando deixa tudo ainda mais acima do tom. Não por acaso, há um incômodo com esse excesso. Tanto que Isabelle Drummond e Cláudia Raia são algumas que vêm sofrendo críticas.


As caras e bocas das atrizes e os muitos movimentos corporais em cena realmente despertam controvérsias. O conjunto é bem teatral. Além de infantilizado. Porém, as duas estão apenas seguindo a proposta da novela escrita por Paula Amaral e Izabel de Oliveira. E ambas têm se destacado positivamente. É visível a preocupação em demonstrar uma outra faceta, até porque as intérpretes ganharam perfis que costumam 'persegui-las'. Isabelle vive mais uma mocinha e Cláudia outra mulher espalhafatosa.

A jovem e talentosa atriz já experimentou o humor no sucesso "Caras & Bocas", em 2009, quando viveu a espevitada Bianca, cujo bordão "É a treva" caiu na boca do povo. Foi um de seus papéis mais marcantes na carreira. No entanto, todas as suas outras personagens foram voltadas para o drama e agora Isabelle está aproveitando que Manuzita é naturalmente atrapalhada para expor uma nova linha interpretativa.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

"Verão 90" tem estreia nostálgica e corrida

A novela que mesclou passado e presente através de uma família de 1886 descongelada em 2018 saiu de cena. Agora o intuito da Globo é apresentar um folhetim que vai mexer com a memória afetiva do público relembrando moda, músicas e costumes dos anos 90, período nunca antes abordado em uma trama. Afinal, é uma época nem tão distante assim e muitas histórias clássicas, como o remake de "Mulheres de Areia" (1993), "Quatro por Quatro" (1994) e "A Próxima Vítima" (1995), foram exibidas naquela década. "Verão 90", dirigida por Jorge Fernando, é uma produção claramente nostálgica.


Escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral (que trabalharam juntas com Filipe Miguez no fenômeno "Cheias de Charme" e no fracasso "Geração Brasil"), a nova história das sete traz João (João Bravo/Rafael Vitti), Manuzita (Melissa Nóbrega/Isabelle Drummond) e Jerônimo (Diogo Caruso/Jesuíta Barbosa) como protagonistas. O trio estourou como a Patotinha Mágica, grupo infantil que era febre nos anos 80 e se apresentava em vários programas. No entanto, tudo naufragou por conta de um escândalo (João desmaiou no palco e a mãe foi acusada de negligência) e cada um seguiu seu rumo. É a partir dessa nova ''saga'' que o folhetim se inicia de fato. 

A estreia teve como principal objetivo prender o público através de várias imagens de programas dos anos 80/90 e músicas de sucesso que até hoje se mantêm na memória do espectador. "Batman & Robin" e "Cassino do Chacrinha", por exemplo, marcaram presença, assim como canções icônicas, vide "Do Leme ao Pontal", "Freak Le Boom Boom" e "Nós vamos invadir sua praia".

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Tudo sobre a coletiva de "Verão 90", próxima novela das sete

Nesta quinta-feira (17/01), a Globo promoveu a coletiva de "Verão 90", próxima novela das sete, escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral, que estreia no dia 29 de janeiro. A emissora reuniu todos os jornalistas e blogueiros no Arpoador, Rio de Janeiro, e lá embarcamos em um lindo ônibus estilizado com as cores e a logo da trama, além das imagens de Isabelle Drummond e Rafael Vitti, os mocinhos.


O destino era o antigo Projac, atual "Estúdios Globo", local da reunião do elenco com todos nós. Durante o trajeto, participamos de um 'quiz' com perguntas sobre programas, séries e acontecimentos marcantes da década de 90 para entrar no clima do folhetim. Quem acertava ganhava algum brinde característico da época, como o jogo "Uno", mola colorida, jogo de damas, peteca, enfim... Foi muito divertido relembrar tanta coisa, vide os sucessos das "Spice Girls", a bilheteria de "Lua de Cristal", o impacto de "Titanic", a vilã Branca Letícia de Barros Motta (Susana Vieira) em "Por Amor", o remake de "Mulheres de Areia", enfim...

 Aliás, ganhamos um kit nostálgico de sabores. Uma caixinha com o biscoito Mirabel, Kinder Ovo (quando ainda custava um real), chiclete Bubbaloo, balas de caramelo, Toddyinho, entre tantas outras delícias que eram febre nos anos 90.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Tudo sobre a primeira apresentação de "Verão 90", próxima novela das sete

A primeira coletiva para a apresentação de "Verão 90", próxima novela das sete da Globo, que estreia no final de janeiro de 2019, foi realizada na última sexta-feira (30/11), em um hotel no Leblon, Rio de Janeiro. As autoras Izabel de Oliveira e Paula Amaral estiveram presentes, assim como os diretores Jorge Fernando e Marcelo Zambelli, e os atores Isabelle Drummond, Rafael Vitti, Jesuíta Barbosa, Cláudia Raia e Dira Paes.


O apresentador Zeca Camargo também participou, mas apenas para contar um pouco sobre os anos 90, época do auge da MTV, onde esteve presente por muitos anos. Como o novo folhetim terá a década de 90 como ambiente para o enredo e focará bastante no meio musical, a presença de Zeca fez bastante sentido. Fui um dos convidados da coletiva e a animação pelo projeto era visível no rosto de todos. A expectativa é alta e realmente parece que teremos uma boa novela logo no início do ano que vem.

O diretor Jorge Fernando fez questão de descontrair os convidados e mostrou que está plenamente recuperado do AVC que sofreu há dois anos. Os colegas também fizeram questão de homenageá-lo em vários momentos. Ele, aliás, deixou claro que o intuito da novela é brincar com os anos 90 e não fazer um retrato fiel do período.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Sucesso de público e crítica, "Novo Mundo" foi uma novela primorosa

A novela das seis que marcou a estreia de Alessandro Marson e Thereza Falcão como autores titulares, após um longo tempo trabalhando como colaboradores (como do sucesso "Avenida Brasil", por exemplo), estreou no dia 22 de março e chegaria ao fim no dia 22 de setembro, ficando exatos seis meses no ar. Mas, "Novo Mundo" acabou terminando nesta segunda, dia 25, por causa da bobagem da nova estratégia da Globo em busca de mais audiência. E nem precisava. A produção fez um imenso sucesso de público e crítica, engrandecendo a faixa das 18h, após a fraquíssima "Sol Nascente".


A trama, dirigida com competência por Vinícius Coimbra, primou pelo capricho do primeiro ao último capítulo, mesclando contextos históricos com o folhetim tradicional, havendo espaço ainda para momentos de pura fantasia, remetendo aos clássicos da Disney, como "Piratas do Caribe". Os autores conseguiram juntar perfis que realmente existiram a outros meramente ficcionais com maestria, presenteando o telespectador com personagens bem construídos e conflitos convidativos, sem poupar história.

Isso porque a novela não teve barriga (período de enrolação, onde nada de relevante acontece), expondo a criatividade dos autores na elaboração de ótimas viradas ao longo do enredo. Claro que deslizaram em alguns pontos, como o já cansativo recurso do sequestro da mocinha no penúltimo capítulo ---- é um clichê, mas absolutamente todos os folhetins recentes da Globo vêm apresentando essa situação.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Com relacionamentos para todos os gostos, "Novo Mundo" é repleta de casais cativantes

Além de mesclar a História do Brasil com um típico folhetim bem construído, "Novo Mundo", atual sucesso das 18h, conseguiu reunir uma seleção de casais cativantes. Os autores Alessandro Marson e Thereza Falcão, junto com o diretor Vinícius Coimbra, acertaram em cheio na escalação do elenco e na junção dos atores, criando pares repletos de química e com enredos bastante convidativos. Há relações para todos os gostos, começando pelas mais dramáticas e chegando até as mais leves ou cômicas.


O casal protagonista desperta torcida e os autores foram espertos na escolha de Isabelle Drummond e Chay Suede, aproveitando a química que os dois tiveram na primeira fase de "A Lei do Amor". Agora, pelo menos, o telespectador pode acompanhar a linda sintonia dos atores em uma novela inteira e não apenas em cinco capítulos, como na obra anterior. Anna e Joaquim enfrentam vários empecilhos típicos de mocinhos e recentemente protagonizaram uma ótima cena, quando os heróis fugiram em um balão, levando os filhos. Agora, ambos estão novamente nas mãos do vilão Thomas.

Outro par que funcionou desde o início foi o formado por Jacira (Giullia Buscacio) e Piatã (Rodrigo Simas). O romance dos índios começou com o típico jogo de gato e rato, até resultar em um lindo sentimento que os uniu para sempre. A construção da proximidade deles se mostrou cuidadosa, explorando a força da mulher e a fragilidade do homem.

sábado, 8 de julho de 2017

Resgate de Anna proporciona sequências primorosas e virada espetacular em "Novo Mundo"

A atual novela das seis é um sucesso de público e crítica. A trama de Alessandro Marson e Thereza Falcão está a cada dia mais convidativa e o capítulo desta sexta-feira (07/07) foi o melhor do folhetim até agora. Isso porque proporcionou uma sucessão de cenas bem produzidas, destacando o trabalho da equipe do diretor Vinícius Coimbra, e promoveu uma virada espetacular na história com o resgate épico de Anna Millman (Isabelle Drummond), planejado por Joaquim (Chay Suede) e sua gangue de amigos.


Após um longo tempo presa por Thomas (Gabriel Braga Nunes), a mocinha finalmente conseguiu se livrar do vilão graças ao seu amado e os dois fugiram de balão, bem no meio de uma feira de invenções. O capítulo pareceu um filme de aventura da melhor qualidade. Teve lutas coreografadas com precisão, empolgantes embates e cenas de ação bem dirigidas. Um grande destaque foi o duelo entre Jacira (Giullia Buscacio) e Miss Liu (Luana Tanaka), claramente inspirado no clássico filme "O Tigre e o Dragão" (2000).

A briga das duas foi de tirar o fôlego e ainda representou um encontro de civilizações. A índia e a chinesa usaram suas melhores técnicas de luta e se enfrentaram em nível de igualdade, mostrando preparo e treinamento. As atrizes se entregaram e a direção deixou tudo muito crível, sem qualquer traço de artificialidade.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Letícia Colin e Isabelle Drummond repetem a bem-sucedida parceria de "Sete Vidas" em "Novo Mundo"

"Novo Mundo" vem presenteando o telespectador com uma produção caprichada, bons personagens e história convidativa. Não por acaso vem fazendo sucesso. E um dos muitos acertos da novela escrita por Alessandro Marson e Thereza Falcão, dirigida por Vinícius Coimbra, foi a escalação de duas atrizes talentosas: Letícia Colin e Isabelle Drummond. As intérpretes de Leopoldina e Anna Millman estão impecáveis desde o primeiro capítulo e ambas repetem a bem-sucedida parceria que tiveram na primorosa "Sete Vidas", trama das seis, de Lícia Manzo, exibida em 2015.


A princesa e sua professora de português são amigas e cúmplices. A relação próxima das duas foi evidenciada logo na estreia e os autores aproveitaram o dado histórico para beneficiar o folhetim. Afinal, segundo consta, Leopoldina realmente teve uma pessoa para auxiliá-la na língua e os responsáveis pela trama resolveram transformar essa mulher na mocinha do enredo e na confidente da personagem histórica. Deu certo. E uma das causas do êxito é, justamente, o elogiado trabalho anterior das intérpretes.

Em "Sete Vidas", as duas eram Elisa e Júlia. Primas que se consideravam irmãs. As meninas também eram confidentes no enredo envolvente e delicado de Lícia Manzo, protagonizando inúmeras cenas emocionantes e complicadas dramaticamente. O desempenho delas foi admirável, imprimindo toda a carga necessária em cada conflito dos perfis. Até porque as novelas da autora têm muito mais texto do que 'ação'.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Isabelle Drummond, Nathalia Dill e Sophie Charlotte: três talentos da mesma geração

Elas são talentosas, carismáticas, lindas e muito requisitadas pelos autores da Globo. Uma estreou criança na televisão e hoje tem 23 anos. As outras tiveram a oportunidade de suas vidas na mesma temporada de "Malhação" e têm 31 e 28 anos. Atualmente as três estão no ar em diferentes horários e vivendo mocinhas destemidas. O trio em questão é composto por Isabelle Drummond, Nathalia Dill e Sophie Charlotte, que estão brilhando em "Novo Mundo", "Rock Story" e "Os Dias Eram Assim", respectivamente.


As três foram gratas revelações e se firmaram na carreira graças ao talento e dedicação. Não é exagero afirmar que alcançaram a importância de primeiro time da emissora. Claro que estão muito longe de qualquer posição de igualdade com os veteranos por razões óbvias, mas viraram opções certeiras quando se pensa na escalação de atrizes jovens para papéis de destaque, refletindo um incontestável prestígio na empresa onde trabalham. E basta acompanhar o desempenho de cada uma para constatar que isso tudo é fruto de merecimento.

Isabelle Drummond vive atualmente a doce Anna Milmann, a mocinha da recém-iniciada novela das seis. A atriz está irretocável na pele da professora de português da princesa Leopoldina, repetindo a bem-sucedida parceria de "Sete Vidas" com Letícia Colin. As duas emocionaram na trama de Lícia Manzo e agora se destacam no folhetim dos estreantes Alessandro Marson e Thereza Falcão.

quarta-feira, 29 de março de 2017

"Novo Mundo" mal começou e já exibiu uma ótima sequência de batalha

A nova novela das seis mal estreou e já vem esbanjando capricho, exibindo cenas de grande qualidade, onde o trabalho da direção de arte, figurino e do diretor Vinícius Coimbra ficam em evidência. A sequência que mais impressionou até então foi exibida nesta segunda-feira (27/03), focando em ótimos embates entre piratas e a guarda Real que protegia a princesa Leopoldina (Letícia Colin) em sua viagem para o Brasil. Foi tudo realizado em um navio construído especialmente para essa novela e não ficou devendo em nada aos filmes do gênero, tendo a saga "Piratas do Caribe", da Disney Pictures, como principal referência.


O ataque da gangue liderada pelo pirata Fred Sem Ama (Leopoldo Pacheco excelente) teve um quê de aventura infantil e isso não foi um demérito, muito pelo contrário. Deu um toque de fantasia mais do que bem-vindo, ao mesmo tempo que apresentou um perfil que representa parte da história do Brasil como vítima de um sequestro. Ainda funcionou plenamente para enfatizar a valentia do casal de mocinhos formado por Joaquim (Chay Suede) e Anna (Isabelle Drummond), além de ter mostrado a faceta corajosa e cômica da princesa Leopoldina e a vilania de Thomas (Gabriel Braga Nunes). Ou seja, desenhou melhor alguns dos principais personagens para o público.

Não é exagero comparar os momentos com filmes da Disney, pois, mesmo sem os efeitos especiais de primeiro mundo (até porque não há criaturas sobrenaturais, monstros ou algo do tipo), todas as cenas de luta impressionaram. Tanto pela coreografia dos atores e figurantes, quanto pelos diálogos inspirados, vide o divertido momento em que Joaquim pediu Anna em casamento enquanto os dois batalhavam com os piratas, com direito a socos, chutes e espadadas.

quinta-feira, 23 de março de 2017

"Novo Mundo" estreia com clima de aventura e muito capricho

"Um mundo novo. Um mundo de novas paixões e novas histórias. Um mundo de novas aventuras e novas surpresas. E nesse mundo novo tudo pode acontecer." O teaser de "Novo Mundo" passou de forma simples tudo o que a nova novela das seis tem a apresentar. A trama dos estreantes Thereza Falcão e Alessandro Marson estreou nesta quarta (22/03) ---- estratégia controversa já quase fixada pela Globo em prol de uma audiência maior ----, substituindo a fraca e esquecível "Sol Nascente", que saiu do ar com a sensação de 'já foi tarde'.


A novela, dirigida por Vinícius Coimbra, é ambientada no século XIX, e começa em 1817, há 200 anos, período em que Dom Pedro (Caio Castro) se casa por procuração com Leopoldina (Letícia Colin), em virtude de um acordo político. É justamente na viagem da princesa austríaca para o Rio de Janeiro que Anna Millman (Isabelle Drummond) e Joaquim Martinho (Chay Suede) se conhecem, os mocinhos do enredo. Ou seja, a proposta do novo folhetim é ter a história do Brasil como pano de fundo, apresentando uma espécie de conto de fadas para embalar o romance dos protagonistas, que ainda terão um vilão maquiavélico como obstáculo ---- o Thomas Johnson (Gabriel Braga Nunes), responsável pela segurança Real.

A trama acabará em 1822, quando Dom Pedro e Leopoldina forem declarados imperadores do Brasil. Até lá muitos conflitos e dramas ficcionais serão abordados durante uma época que faz parte do conteúdo de qualquer aula de história, quando o Brasil fica independente de Portugal.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Isabelle Drummond e Chay Suede formaram um encantador casal na primeira fase de "A Lei do Amor"

A primeira fase de "A Lei do Amor" teve apenas cinco capítulos e nem estava prevista antes da novela ser adiada, cedendo lugar para "Velho Chico". Esse prólogo serviu para expôr toda a construção do amor dos protagonistas, além de mostrar as manipulações dos vilões do enredo. Vera Holtz e Tarcísio Meira já mostraram que Magnólia e Fausto serão grandes personagens, sendo necessário ainda mencionar a ótima Ana Rosa na pele da doce Zuza e a talentosa Gabriela Duarte como Suzana. A luxuosa participação de Denise Fraga, vivendo a sofrida Cândida, também engrandeceu o início da história. Mas os grandes destaques foram Isabelle Drummond e Chay Suede.


Os dois fizeram jus ao posto de protagonistas, mesmo sendo tão novos. Afinal, todo folhetim das nove costuma ter perfis centrais mais velhos. E com "A Lei do Amor" não será diferente, pois Cláudia Abreu e Reynaldo Gianecchini entram na trama agora, interpretando os mesmos personagens na segunda fase, ambientada em 2016. Mas os mocinhos foram brilhantemente defendidos pelos jovens talentos, que esbanjaram química do primeiro ao último capítulo da fase exibida em 1995, que chegou ao fim hoje. A escalação dos autores Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari e da diretora Denise Saraceni não poderia ter sido mais acertada.

Os cinco primeiros capítulos foram praticamente voltados para o envolvimento amoroso de Pedro e Helô, repleto de clichês típicos de um bom folhetim. Eles se apaixonaram à primeira vista, trocaram declarações, protagonizaram momentos delicados, tiveram cumplicidade de sobra, compartilharam alegrias e sofrimentos, enfim...

terça-feira, 4 de outubro de 2016

"A Lei do Amor" aposta no clássico e tem tudo para ser um novelão

"A lei do amor é simples, é indestrutível, incontrolável, indivisível, inevitável... Porque se não for tudo isso a lei não é do amor". Essa foi a mensagem dos teasers da nova novela das nove, cujo primeiro capítulo foi ao ar nesta segunda-feira (03/10), apresentando uma sucessão de acontecimentos e vários clichês do gênero. Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari estreiam no horário nobre da Globo com a responsabilidade de elevar os números de audiência da faixa, que apresentou um crescimento de apenas alguns décimos entre "A Regra do Jogo" e "Velho Chico" --- folhetins medianos, que vieram depois do retumbante fracasso de "Babilônia" e enfrentaram problemas no desenvolvimento.


O enredo deixa claro que os autores preferiram apostar no certo, deixando o duvidoso de lado. A história principal reúne as situações mais clássicas da telenovela: o mocinho rico e a mocinha pobre que se apaixonam, culminando em uma vingança da menina, que vê a sua vida arruinada por causa da família do amado. Mas são situações facilmente convidativas, quando bem desenvolvidas. E parece ser o caso da atual produção. A estreia desenhou todo o conflito central com competência, apresentando um ritmo ágil e várias cenas bem realizadas, provocando bastante interesse pela trama, que mescla amor, interesse, ética, política e a hipocrisia em torno dos valores familiares ---- o título inicial da obra, inclusive, seria "Sagrada Família".

A trama tem duas fases. A primeira é ambientada em 1995 e dura cinco capítulos, já a segunda é ambientada em 2016 e entra no ar a partir de sábado (08/10). O primeiro capítulo foi praticamente voltado para o calvário da destemida Helô, interpretada com brilhantismo por Isabelle Drummond ---- Cláudia Abreu interpreta a personagem na segunda fase.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Aclamada por público e crítica, "Sete Vidas" foi uma novela que primou pela sensibilidade

"O que é bom dura pouco." Esta frase conhecida pode ser aplicada facilmente ao segundo folhetim de Lícia Manzo na Globo. "Sete Vidas" chegou ao fim nesta sexta-feira (10/07), exibindo um último capítulo recheado de sensibilidade e cenas emocionantes, onde todo o contexto da trama foi fechado com maestria. O horário das seis foi premiado com uma produção que priorizou o cotidiano, excluindo a presença de vilões clássicos. A vida era a antagonista de todos. A novela teve apenas 106 capítulos e ficou cerca de quatro meses no ar. A curta duração evitou qualquer tipo de enrolação, mas não há como negar que deixou um gosto de quero mais.


Após o êxito da elogiada "A Vida da Gente", Lícia se aventurou novamente no horário das seis com uma história que tratava de arranjos familiares. Inicialmente prevista para a faixa das 23h, a duração da obra foi aumentada (seria ainda mais curta do que foi), mas o conjunto não foi mexido. E a autora apenas comprovou a sua competência ao contar uma história tão bem construída e envolvente quanto a exibida em 2011, marcando, na época, sua estreia como autora solo. As novas famílias (nem tão novas assim, diga-se) foram abordadas com um extremo detalhismo e a humanidade dos personagens cativou o telespectador, que logo se viu mergulhado naquele enredo tão bem elaborado.

O drama do solitário navegador Miguel (Domingos Montagner), que doou sêmen anos atrás no Estados Unidos, implicando no surgimento de cinco vidas, despertou atenção logo no primeiro capítulo, quando o mesmo iniciava sua saga, que era atormentada por um traumático acontecimento do passado. Toda a trama foi brilhantemente entrelaçada pela autora, onde a história de cada um foi sendo contada à medida que as semanas se passavam.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Isabelle Drummond viveu seu melhor momento em "Sete Vidas"

Mesmo ainda criança, vivendo a Emília do "Sítio do Pica-Pau Amarelo" --- depois de pequenas participações em "Laços de Família" e "Os Maias" ---, Isabelle Drummond já mostrava que seu futuro no mundo das artes cênicas seria promissor, como de fato foi. Desde então, ela já esteve em seis novelas, onde pôde se destacar em três delas, quando ganhou perfis que fizeram jus ao seu talento: "Caras & Bocas" (Bianca), "Cheias de Charme" (Cida) e "Sangue Bom" (Giane). Mas foi em "Sete Vidas" (cujo fim será exibido nesta sexta-feira) que a atriz viveu seu melhor momento na carreira.


Júlia foi uma das personagens mais importantes da novela e Lícia Manzo confiou plenamente no talento da intérprete. Ela era uma das sete vidas do título e se Miguel (Domingos Montagner) foi o responsável por todo o desenvolvimento da história, pode-se afirmar que a menina foi o grande elo de ligação de todas as pontas do enredo tão bem construído pela autora. E, por ironia, era a única que não tinha qualquer laço sanguíneo com o doador de sêmen, o que deixou a trajetória da personagem ainda mais atrativa e rica dramaturgicamente.

O grau de dificuldade deste papel era muito alto e uma profissional um pouco mais limitada não conseguiria fazê-lo com tanta competência. Júlia iniciou com Pedro (Jayme Matarazzo) uma saga para encontrar seus outros irmãos, mas se apaixonou por ele (sendo correspondida) e viu sua vida virar de cabeça para baixo.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Triângulo amoroso protagonizado por Pedro, Júlia e Felipe é um dos trunfos da reta final de "Sete Vidas"

Lícia Manzo tem uma capacidade rara de emocionar o telespectador, evitando qualquer tipo de pieguice. A autora também sabe como envolver o público com seus personagens reais, cujas relações são sempre cheias de dificuldades impostas por decisões ou pela própria vida. E uma das muitas questões que tem norteado esta reta final de "Sete Vidas" é o dilema amoroso de Júlia (Isabelle Drummond), personagem que se vê dividida entre a razão e a emoção, encabeçando um triângulo amoroso bastante complexo.


A menina é o grande elo de ligação dos irmãos (todos filhos de Miguel - Domingos Montagner) e foi a responsável, direta ou indiretamente, pela aproximação de todos. E, ironicamente, ela é a única que não é filha do doador 251, uma vez que a mãe Marta (Gisele Fróes) mentiu a respeito de sua origem, provocando uma verdadeira avalanche sentimental em sua vida. O triângulo amoroso que a tem como protagonista, inclusive, é consequência de toda esta rede de mentiras.

Júlia e Pedro (Jayme Matarazzo) se apaixonaram perdidamente assim que se conheceram e logo tiveram que 'interromper' este forte sentimento em virtude da descoberta do laço sanguíneo ---- que nunca existiu, mas, na época, eles sequer imaginavam que não eram irmãos. Os dois tentaram seguir suas respectivas vidas até que ela descobriu toda a verdade e foi correndo contar a ele.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Encontro dos sete irmãos em um parque de diversões emociona e proporciona uma das cenas mais lindas de "Sete Vidas"

A sensibilidade de "Sete Vidas" pôde ser sentida logo na estreia da novela e quem acompanhou a série "Tudo Novo de Novo" e a novela "A Vida da Gente" não ficou surpreso com esta facilidade que Lícia Manzo tem de emocionar. Mas, ainda assim, a autora conseguiu surpreender com a tocante sequência do reencontro dos sete irmãos em um parque de diversões, exibida no capítulo de quinta- feira (14/05) desta semana ----- o vídeo pode ser assistido aqui.


Antes da reaproximação, houve um sério desentendimento entre eles. Isso porque Laila (Maria Eduarda de Carvalho) falsificou a carteira de identidade de Bernardo (Ghilherme Lobo) para 'ajudá-lo' a arrumar um emprego, uma vez que ele só tem 16 anos. Júlia (Isabelle Drummond) e Felipe (Michel Noher) não aprovaram, mas foram cúmplices do plano. Só que Marlene (Cyria Coentro), mãe do garoto, descobriu, brigou com o filho e ainda contou para Pedro (Jayme Matarazzo), que se indignou ---- aumentando ainda mais a raiva que o mesmo vem sentindo de tudo e de todos. Para culminar, Bernardo ainda desapareceu por um tempo, causando preocupação e despertando a indignação de Luiz (Thiago Rodrigues).

O resultado foi uma briga generalizada entre os irmãos, com direito a uma sucessão de verdades vomitadas por Laila, atingindo principalmente o malandro Durval (Cláudio Jaborandy). Esta cena, aliás, foi uma das melhores da novela, evidenciando bem a preciosidade do drama familiar que a autora inseriu em seu folhetim. Depois de tantos desencontros e muita procura, parecia que a reunião de todos aqueles parentes terminaria com um drástico rompimento e inúmeras feridas emocionais.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Volta de Miguel provoca uma aguardada reviravolta em "Sete Vidas" e deixa a novela ainda mais atrativa

Entre as muitas qualidades de "Sete Vidas", o bom ritmo se configura como uma das principais. Lícia Manzo conta sua história sem qualquer tipo de enrolação, ao mesmo tempo que consegue valorizar cada diálogo, cada momento e cada situação vivida pelos seus personagens. Ou seja, é uma novela que não tem um ritmo alucinante, mas apresenta vários acontecimentos diariamente. E, com o folhetim chegando praticamente na metade (ficará cerca de quatro meses no ar), a grande virada da trama aconteceu recentemente com a volta de Miguel (Domingos Montagner).


A razão para este retorno foi alheia à sua vontade, afinal, era uma questão de vida ou morte. Mais um filho do protagonista foi 'achado' e o rapaz corria sério risco de falecer porque precisava urgentemente de um transplante de fígado. Graças ao esforço de sua mãe (Beatriz - grande Lígia Cortez), Felipe (Michel Noher) conheceu Pedro (Jayme Matarazzo), Júlia (Isabelle Drummond), Laila (Maria Eduarda de Carvalho), Bernardo (Ghilherme Lobo) e Luis (Thiago Rodrigues) e logo se afeiçoou a esta 'nova família'. Mas, após a felicidade de ter encontrado vários irmãos, a decepção se fez presente depois que nenhum foi compatível para a doação de parte do órgão. Foi o estopim para a chegada de Miguel.

O navegador, incentivado pelo melhor amigo Lauro (Leonardo Medeiros), deixou a covardia de lado e resolveu voltar para salvar a vida deste novo filho. O retorno do personagem mais importante da trama provocou a mais aguardada virada de "Sete Vidas" e proporcionou uma sucessão de cenas dramáticas, muito bem interpretadas por todos os integrantes do ótimo elenco.