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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

A segunda leva de homenagens na Calçada da Fama dos Estúdios Globo

 Nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, os Estúdios Globo realizaram mais uma homenagem na Calçada da Fama, consolidando o espaço como um marco permanente de reconhecimento aos talentos que ajudaram a escrever a história da televisão brasileira. Em clima de celebração e pertencimento, típico do encerramento do ano, a cerimônia reforça a Globo como “a casa” onde essas histórias se encontram. Mais que uma homenagem, a Calçada da Fama é um gesto de afeto e celebra quem fez e faz parte dessa história. A cerimônia foi aberta pelo diretor dos Estúdios Globo, Amauri Soares, e conduzida pela apresentadora Maria Beltrão.


“Esse evento entrou para o nosso calendário. É o momento de fazer um tributo para as pessoas que construíram a televisão que a gente conhece. Basta olhar para cada um destes talentos aqui e sentir o impacto que têm na nossa memória afetiva, na construção da nossa identidade, nas memórias dessa playlist incrível de conteúdos e personagens que a gente traz na cabeça. Nós inauguramos nossa calçada da fama em outubro deste ano e de tempos em tempos estaremos aqui, para colocar novos nomes e novas estrelas nessa constelação que vai se expandir para sempre”, conta Amauri Soares, diretor dos Estúdios Globo.

Nesta segunda edição, mais nomes icônicos tiveram suas trajetórias eternizadas com estrelas no local: Susana Vieira, Luiz Fernando Guimarães, Tony Tornado, Marcos Caruso, Nívea Maria, Zezé Motta, Daniel Filho, Dedé Santana, Osmar Prado, Arlete Salles, Regina Duarte, Walter Carvalho, Vera Fischer, Irene Ravache e Othon Bastos. Daniel Filho, Osmar Prado e Arlete Salles não puderam estar presentes na cerimônia.

segunda-feira, 28 de abril de 2025

"Coisa de Novela" foi uma grata surpresa

 Uma fábula que tem como tema central a paixão por telenovelas e como cenário os Estúdios Globo. Assim é ‘Coisa de Novela’, filme inédito que foi exibido na Sessão da Tarde desta segunda-feira (28/04), durante a programação especial dedicada aos 60 anos da TV Globo. Trata-se de uma comédia protagonizada por Susana Vieira e Valentina Herszage que é uma ode à teledramaturgia brasileira, recheada de referências a novelas de diferentes épocas e com participações especiais de ícones dos nossos folhetins como Tony Ramos, Vera Fischer, Ary Fontoura, Cauã Reymond, Jéssica Ellen, entre outros. 


Na trama, Susana e Valentina são Tereza e Laura, avó e neta. Quando Laura era criança, tinha na avó uma cúmplice e principal incentivadora. As duas eram inseparáveis, e uma das coisas que as unia era a paixão pelas novelas, que pautavam suas rotinas e marcavam a passagem do tempo. Mas, conforme Laura foi crescendo, essa paixão foi diminuindo, assim como ela foi se afastando da avó. Na adolescência, envolta em suas questões pessoais e precisando decidir que carreira seguir, Laura parece mais interessada na tela do celular do que nas lembranças da avó.

Porém, quando Tereza recebe um diagnóstico pouco otimista, ela percebe que precisa contar com a ajuda da neta para realizar seus grandes sonhos: conhecer o Rio de Janeiro e participar de uma novela. As duas, então, partem em uma aventura que vai reconectá-las e transformar suas vidas.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Susana Vieira fará falta em "Terra e Paixão"

 A atual novela das nove da Globo ainda está em seu início, mas já ficou claro que Walcyr Carrasco acertou muito na escalação do elenco. Assim como ocorre em todas as suas obras, os veteranos estão em papéis de destaque e são valorizados. Um dos êxitos foi Susana Vieira na pele de Cândida, personagem que infelizmente deixou a história nesta sexta-feira (02/06). 


O autor tinha escolhido primeiramente Fernanda Montenegro para o papel, mas a atriz negou o convite por conta do filme "Dona Vitória", baseado na vida da idosa Dona Joana, que originou uma série de reportagens do Jornal Extra graças aos vários vídeos feitos por ela denunciando traficantes e policiais corruptos no Rio de Janeiro. As gravações já foram finalizadas, mas a veterana precisaria conciliar com o início da trama das 21h. Então, Walcyr escalou Susana para substituí-la. 

A recusa de Fernandona deu a chance para Susana Vieira viver um tipo totalmente diferente de tudo o que já fez ao longo de seus mais de 60 anos de carreira. A própria atriz fez questão de enfatizar em todas as entrevistas que Cândida era a sua primeira personagem 'velha'.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Revelação sobre trauma de Justina destaca atrizes em "Éramos Seis"

Uma das qualidades de "Éramos Seis" é a valorização de todos os núcleos. Não existe trama desnecessária. Todas acrescentam algo no enredo do remake do  romance de Maria José Dupré, adaptado por Angela Chaves e dirigido por Carlos Araújo. Até a aparentemente mais deslocada história resultou em uma forte virada na reta final da novela: o mistério envolvendo o passado de Justina (Júlia Stockler) e Emília (Susana Vieira).


O traumático passado da filha mentalmente perturbada da ricaça não existe no livro, mas o público que acompanhou as versões anteriores do folhetim, tendo a do SBT, em 1994, como a mais lembrada, já sabia do enigma. Mas a atual produção conseguiu manter bem o segredo e a revelação implicou em ótimas cenas protagonizadas por Susana Vieira com as revelações Júlia Stockler e Joana de Verona (Adelaide). Era um momento bastante aguardado.

O roteiro sempre induziu o telespectador a pensar que Emília era uma mulher cruel e fria. Sempre isolada em sua luxuosa mansão, a milionária nunca ligou muito para a sobrinha Lola (Gloria Pires) e evitava uma maior intimidade com qualquer um.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Reprise de "Por Amor" no Viva relembra a essência de Manoel Carlos

"Por Amor" foi um dos maiores sucessos do consagrado Manoel Carlos e deixou sua marca na história da teledramaturgia. Qualquer telespectador que ama novelas lembra o enredo desse folhetim tão envolvente do autor. A trama foi reprisada no "Vale A Pena Ver De Novo" entre julho de 2002 e janeiro de 2003, repetindo o êxito com o público. Já em 2010, pouco tempo depois da inauguração do Viva, foi a vez de ser reexibida no canal a cabo. Agora, passados sete anos, a produção vem sendo reprisada novamente pelo mesmo Viva.


Inicialmente, essa re-reprise foi bastante questionada pelos telespectadores do canal, que acharam um absurdo passar mais uma vez uma obra que já tinha ido ao ar anos antes, tendo tantos outros folhetins antigos disponíveis. De fato, a decisão do Viva surpreendeu. Porém, embora realmente reprisar uma trama já reexibida seja discutível, "Por Amor" é um produto que nunca se esgota. Maneco esteve inspiradíssimo e esse foi um de seus melhores e mais aclamados trabalhos. Tanto que a qualidade do conjunto pode ser mais uma vez observada com clareza.

A Helena vivida por Regina Duarte foi uma das melhores do escritor, levando em consideração que a grande atriz já havia interpretado outra Helena em "História de Amor", do mesmo Maneco, tão bem construída quanto ---- e outra em "Páginas da Vida". O título da obra, inclusive, foi claramente referente ao ato assustador da protagonista, que não titubeou em trocar o neto morto pelo seu filho vivo em uma das cenas mais marcantes e densas da teledramaturgia.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Canal Viva acerta com a reprise de "Cambalacho", uma das marcantes novelas de Silvio de Abreu

Exibida entre 10 de março e 3 de outubro de 1986, "Cambalacho" foi uma das novelas das sete mais marcantes da Globo. Sucesso de Silvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando, a trama marcou época, mesclou a comédia rasgada e o drama com maestria e ainda apresentou uma legião de personagens cativantes. Reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo" em 1991, o folhetim começou a ser reexibido pelo Canal Viva em agosto de 2015.


A história é protagonizada por dois trambiqueiros natos: Leonarda Furtado, a Naná (Fernanda Montenegro), e Jerônimo Machado, o Gegê (saudoso Gianfrancesco Guarnieri). Os dois sobrevivem dos cambalachos (expressão que se popularizou na época) que fazem e ela ainda custeia os estudos da filha (Daniela - Cristina Pereira) no exterior. Naná, inclusive, recolhe crianças das ruas para aliviar sua culpa pelos trambiques. Já o seu comparsa é mais 'prático' e bem menos sentimental.

Apesar dos golpes que praticam, os protagonistas são pessoas bacanas e de bom coração. Fernanda e Gianfrancesco formaram uma dupla maravilhosa na trama e esbanjaram sintonia. Os perfis eram uma espécie de mocinhos às avessas.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Cercada de expectativas, "A Regra do Jogo" estreia com forte e instigante trama central

"Qual o limite entre o certo e o errado?" "Até que ponto você condena ou absolve alguém?" "No jogo da vida, quais são as regras para você?" "Herói? Bandido? Certo? Errado? Depende de que lado você está." Estes são os principais questionamentos que nortearão a nova novela das nove, que abordará injustiça, vingança, trambique, crime organizado, entre outros temas inseridos por João Emanuel Carneiro em "A Regra do Jogo". A trama, dirigida por Amora Mautner, estreou nesta segunda-feira (31/08) e todos os holofotes estarão voltados para este folhetim, afinal, a responsabilidade de substituir "Babilônia" (o maior fracasso do horário nobre global) e reerguer a audiência da faixa mais cobiçada da emissora é imensa.


Para culminar, a última novela do autor foi "Avenida Brasil", um fenômeno que fez um grande sucesso, se tornando, inclusive, uma das novelas mais vendidas da Globo. Porém, pressões à parte, João Emanuel não tem obrigação de emplacar uma 'nova versão' do seu trabalho bem-sucedido de 2012, e precisa justamente evitar qualquer tipo de comparação. Outro ciclo foi iniciado e uma distinta história será contada. Ao menos é o que se espera. Mas as chamadas já deixavam claro que o escritor manterá toda a sua essência, ou seja, uma trama central forte e núcleos paralelos bem popularescos. A estreia, portanto, foi apenas a comprovação.

Fazendo jus ao que já virou uma espécie de 'tradição' em estreias (recentemente houve até em "Malhação - Seu Lugar no Mundo"), foi exibida uma cena do futuro, com a mocinha presa por ter furtado dinheiro da sua chefe, para depois voltar ao passado, mostrando como aquela situação tinha chegado naquele ponto.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

"Eu que amo tanto" foi uma excelente produção no formato errado

Chegou ao fim neste domingo, "Eu que amo tanto", produção de quatro episódios, que retratou a vida de quatro mulheres que amavam demais. A série, exibida no "Fantástico" e dirigida por Amora Mautner e Joana Jabace, teve clima se superprodução e foi baseada no livro homônimo de Marília Gabriela. O último episódio, protagonizado por Carolina Dieckmann, fechou em grande estilo um ciclo de histórias que tiveram como principal ingrediente a passionalidade.


Escrita por Euclydes Marinho (autor da minissérie "Felizes para Sempre", que estreia em janeiro de 2015), a série foi repleta de qualidades e todas as quatro histórias foram ricas. O capítulo de estreia, estrelado por Mariana Ximenes, contou o drama de Leididai, uma mulher que se apaixonou por um violento presidiário (Osmarino - Márcio Garcia) e perdeu o controle de sua vida. A trama abusou das cenas pesadas, vide o momento que a personagem é revistada nua no presídio, e contou com uma atuação exemplar da atriz, que mais uma vez arrancou merecidos elogios pelo seu trabalho.

O segundo episódio exibiu a trágica vida de Sandra, uma viúva que não se lembrava mais do amor até conhecer Miguel (Tarcísio Filho), um fotógrafo que tem um tórrido envolvimento com ela, mas passa a desprezá-la após constatar seu ciúme doentio. O desfecho desta trama surpreendeu, uma vez que a protagonista mata o rapaz com uma tesourada na barriga em plena delegacia e acaba presa em flagrante.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

"Senhora do Destino": o último grande sucesso de Aguinaldo Silva

Exibida entre 28 de junho de 2004 e 11 de março de 2005, "Senhora do Destino" foi um fenômeno de audiência e arrebatou o público com uma história tipicamente folhetinesca. A missão de Aguinaldo Silva não era nada fácil: substituir "Celebridade", sucesso de Gilberto Braga no horário nobre da Globo. Mas o autor não só manteve os bons índices, como também lançou personagens tão marcantes quanto os da produção de seu colega e terminou sua obra com números elevadíssimos no Ibope.


Dividida em duas fases, a história começa em 1968, período da ditadura militar.  Nesta primeira parte, a trama se resumiu na vida de três mulheres: a corajosa jornalista Josefa (Marília Gabriela) ---- inimiga mortal da ditadura, que sofre perseguição da censura ----, a lutadora Maria do Carmo (Carolina Dieckmann) ---- nordestina que vem para o Rio de Janeiro em busca de uma vida melhor para seus cinco filhos ----- e Nazaré Tedesco (Adriana Esteves) ---- prostituta gananciosa que procura mudar sua vida a qualquer custo.

A trama se desenrola em torno do sequestro do bebê da protagonista. Justamente no dia da decretação do AI-5, Maria do Carmo, assim que chega ao Rio, se vê no centro de uma imensa confusão que ocorria nas ruas do Centro da Cidade, com militares agredindo manifestantes e invadindo sedes de jornais oposicionistas, como o Diário de Notícias, chefiado por Josefa.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

"Por Amor": um grande sucesso de Manoel Carlos no horário nobre

No dia 13 de outubro de 1997, Manoel Carlos emplacava na Globo sua segunda novela de grande sucesso no horário nobre, dezesseis anos depois de "Baila Comigo" (1981). Era "Por Amor", folhetim que entrou para a galeria de grandes sucessos do autor e apresentou uma história que conquistou o público, provocando polêmica em cima do amor incondicional e inconsequente que uma mãe tem por sua filha.


Helena (Regina Duarte) é mãe de Maria Eduarda (Gabriela Duarte) e as duas têm uma relação de muita amizade. Mimada e arrogante, a garota é perdidamente apaixonada pelo mauricinho Marcelo (Fábio Assunção), o filho predileto da esnobe Branca Letícia de Barros Motta (Susana Vieira), que trocou a mau-caráter Laura (Vivianne Pasmanter) pela filha da protagonista da história de Maneco.

Por ironia do destino, Helena se apaixona por Atílio (Antônio Fagundes), homem íntegro, que tem um caso com Isabel (Cássia Kiss), melhor amiga de Branca, que por sua vez sente uma paixão platônica por ele há anos.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Susana Vieira volta aos bons tempos em "Amor à Vida"

Antes de "Amor à Vida", Susana Vieira estava afastada das novelas há um bom tempo. Sua última trama foi "Duas Caras", em 2007, e sua última aparição na televisão foi na fraca série "Lara com Z", em 2011. E na atual história de Walcyr Carrasco, o telespectador tem visto a atriz que se consagrou na teledramaturgia, graças aos seu bom trabalho, de volta à ativa.


Isso porque, Susana, há algum tempo, tinha perdido sua desenvoltura em cena. Seu último grande desempenho havia sido em "Senhora do Destino" (2004), quando interpretou brilhantemente a batalhadora Maria do Carmo, eterna rival de Nazaré Tedesco (Renata Sorrah). Porém, depois da novela de Aguinaldo Silva, a atriz passou a 'interpretar' Susana Vieira, digamos assim. Talvez até por ter feito muitas participações vivendo ela mesma ---- vide "Minha Nada Mole Vida", "A Turma do Didi", "Casseta & Planeta", "Caminho das Índias" e "Zorra Total". 

Na equivocada "Duas Caras", Susana não foi feliz e suas cenas sempre soavam artificiais. E, verdade seja dita, sua personagem não era nada interessante. A Branca ficou mais lembrada pelo seus cabelos loiros platinados do que pelas suas atitudes. Em "Cinquentinha" (2009), ela exagerou na caricatura, mas

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Núcleo principal volta a se destacar, atores brilham e nova virada ocorre em "Amor à Vida"

Após dedicar algumas semanas para o desenvolvimento de núcleos secundários --- vide o crescimento da participação de Linda (Bruna Linzmeyer), o drama do alcoolismo vivido por Vivian (Ângela Dip), a descoberta do golpe de Amarilys (Danielle Winits) e seu grave acidente, o casamento de Daniel (Rodrigo Andrade) e Perséfone (Fabiana Karla), e o choque de Gina (Carolina Kasting) ao descobrir que sua mãe e Herbert (José Wilker) tinham se envolvido no passado ----, Walcyr Carrasco voltou a destacar o núcleo central de "Amor à Vida", iniciando uma nova reviravolta na novela.


Félix (Mateus Solano) armou um jantar em família para que César (Antônio Fagundes) ficasse sem saída e acabasse confessando que Jonathan (Thalles Cabral) é filho dele com Edith (Bárbara Paz). Pilar (Susana Vieira), Bernarda (Nathalia Timberg), Lutero (Ary Fontoura), Tamara (Rosamari Murtinho), Bruno (Malvino Salvador), Paloma (Paolla Oliveira), Aline (Vanessa Giácomo) e Glauce (Leona Cavalli) -- que ajudou o vilão na investigação ---, participaram da 'reunião' e presenciaram o tenso momento entre pai e filho.

Foi mais uma grandiosa sequência da novela. A direção mais uma vez acertou em todos os detalhes, as atuações foram impecáveis e os embates recheados de emoção, como tinha que ser. E as brigas durante o jantar já viraram uma marca da Família Khoury, afinal, não há como esquecer a antológica

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Intensos conflitos e constantes reviravoltas marcam capítulos de "Amor à Vida"

Uma novela que evita enrolar o telespectador é merecedora de elogios. Por isso mesmo, "Amor à Vida" merece ser valorizada pela grande quantidade de acontecimentos que cercam seu enredo. As últimas semanas da trama têm sido repletas de reviravoltas e os capítulos mais recentes presentearam o telespectador com excelentes cenas.


Após o fim do sequestro de Paulinha (Klara Castanho), Paloma (Paolla Oliveira) começou a sofrer uma sucessão de desgraças. Alejandra (Maria Maya) colocou drogas na bolsa da rival e a denunciou para a Polícia Federal, que a prendeu em flagrante. A mocinha viveu dias de terror na prisão e ainda foi espancada por uma presa que a assediou. As cenas foram fortes e Paolla se entregou totalmente. Brilhou absoluta. Mas era apenas o início do sofrimento da filha de César (Antônio Fagundes). 

Félix acabou convencendo a família que seria melhor internar a irmã para que ela respondesse ao processo em uma clínica, no lugar de um presídio. Ainda alegou que via claramente o quanto que 'seu doce' estava perturbado. Apesar das boas atuações dos envolvidos, é preciso dizer que todo esse contexto foi totalmente