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sábado, 22 de dezembro de 2012

2012: um ano para a Record esquecer

O mundo não acabou e os Maias erraram a previsão que gerou inúmeras piadinhas nas redes sociais. Mas se por um lado o apocalipse não chegou, por outro pode-se dizer que 2012 foi um ano para a Rede Record simplesmente apagar de sua memória. Estreias fracassadas, audiência em baixa, produções equivocadas, vice-liderança abalada, crise financeira, demissões e situações que transformaram o jornalismo da empresa em uma piada de mal gosto. Foram muitos os fatores que deixaram a emissora em uma péssima situação no ano que está prestes a terminar.


O ano parecia promissor para a emissora dos Bispos, afinal, tinham conseguido comprar os direitos de transmissão das Olimpíadas e com exclusividade. Um verdadeiro carnaval foi feito em cima desse fato. Várias ironias direcionadas à Globo, propagandas a todo instante se vangloriando da compra, enfim. No entanto, o resultado passou longe do que era esperado pela empresa. As Olimpíadas de Londres não conseguiram deixar a Record líder em audiência e muitas vezes a colocava até em terceiro lugar. Para piorar, uma gafe de Ana Paula Padrão --- onde a jornalista diz que está apresentando o "Jornal da Globo" e não o "Jornal da Record" ---  foi parar em todos os sites, gerando uma situação constrangedora para a vice-líder.

Outro grande fiasco do ano foi a novela "Máscaras". Escrita por Lauro César Muniz, a trama abusou das novidades dramatúrgicas e o resultado foi um desastre. A história precisou ser encurtada e os índices de audiência foram os piores obtidos pela emissora no ramo da teledramaturgia. Para aumentar o desespero, a novela substituta, "Balacobaco", não tem

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Programa da Tarde: mais uma mesmice na programação vespertina

Nesta segunda-feira (11/09) estreou o "Programa da Tarde", nova atração vespertina da Record. Com uma programação que pouco consegue apresentar um entretenimento de qualidade para o telespectador, o horário da tarde estava precisando de alguma novidade e esta estreia foi vista com bons olhos. Porém, com três programas já transmitidos, pode-se dizer que o público continua muito mal servido nas tardes das emissoras abertas.


Como se não bastasse o "Programa da Tarde" ter esse nome tão óbvio, a atração é um verdadeiro 'amontoado' de quadros já existentes em todas as concorrentes, incluindo a própria Record. Há uma mistura de entrevista, matérias apelativas, vídeos de internet, entrevistas, debates, enfim, tudo o que todos estão cansados de ver neste horário. Brito Júnior (apático e sem carisma como de costume) e Ana Hickmann (bem à vontade e segura) ficam em uma bancada idêntica a de um telejornal, mas também andam pelo palco e mudam de lugar dependendo do assunto.

Na estreia, o agora deputado federal Tiririca contou algumas coisas de sua vida pessoal no quadro "Os Donos do Jogo", após as perguntas dos apresentadores, e acabou se emocionando. Uma participação totalmente desnecessária. Ainda teve uma longa matéria, com mais de 50 minutos, onde Ana 'entrevista' o humorista Shaolin, que se encontra imobilizado em uma cama, sem