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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Máscaras: terminou um dos maiores fracassos da Rede Record

Nesta terça-feira (2/10), foi exibido o último capítulo da problemática novela da Record.  Muito provavelmente a trama que será a última do grande Lauro César Muniz, "Máscaras", saiu de cena sendo um dos maiores fracassos da emissora, tendo derrubado a audiência do horário e obtendo uma média geral de 6 pontos no Ibope.


Assim que estreou, o telespectador pôde notar que a história contada não seria fácil de ser compreendida. Apresentando um primeiro capítulo marcado pela ousadia --- afinal, foi praticamente voltado exclusivamente para uma única personagem, que sofria de bipolaridade ---, "Máscaras" prometia muita inovação, mas não conseguiu o principal: manter o interesse do público. Contar uma história cheia de mistérios é muito atraente, mas demorar para informar a respeito do que está se passando é fatal. Além da lentidão inicial em explicar, pelo menos um pouco, os fatos da novela, foram perceptíveis os erros de direção, exageros dos atores e cenas artificiais.

Lauro César Muniz se decepcionou ao perceber que, além do ibope não ter reagido, o diretor não estava compreendendo o que ele queria passar. Resultado, com a crise instaurada e o desespero pela baixa audiência sentida, saiu Ignácio Coqueiro e entrou Edgar Miranda na direção. Para piorar,

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Máscaras tem uma estreia ousada e confusa

Nesta  terça-feira (10/04/2012) estreou a nova novela das 22 horas da Rede Record. Substituta de "Vidas em Jogo", a trama escrita pelo competente Lauro César Muniz --- "Cidadão Brasileiro" e "Poder Paralelo" foram suas duas últimas novelas na Record --- despertava interesse através de suas chamadas. O autor contava um pouco sobre a abordagem que fará e sua intenção em falar sobre as máscaras sociais que muitos utilizam e como isso pode enganar muita gente. Porém, com dois capítulos exibidos, quase nada foi explicado ao telespectador.


A trama começa mostrando imagens de um navio onde estão os personagensque mais apareceram até então: Maria (Miriam Freeland), o psiquiatra Décio (Petrônio Gontijo), Olivia (Iris Bruzzi) e Otávio (Fernando Pavão). Maria sofre de depressão pós-parto e é casada com um rico fazendeiro (Otávio). O primeiro capítulo foi praticamente dela. A personagem --- muito complexa e interessante --- é depressiva, bipolar e apresenta um sofrimento que, ao mesmo tempo que comove, deixa o telespectador desconfiado. O autor foi ousado em escolher esse papel para dominar o capítulo inicial. Miriam Freeland brilhou e convenceu nas cenas, mesmo havendo o péssimo áudio da Record atrapalhando, onde em vários momentos houve a impressão que a atriz estava sendo dublada por ela mesma.

Enquanto a víamos voltando para