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terça-feira, 29 de julho de 2025

Surto de Heleninha destaca talento de Paolla Oliveira em "Vale Tudo"

 Nesta terça-feira (29/07), foi ao ar a melhor sequência de Heleninha Roitman no remake de "Vale Tudo". A personagem vem enfrentando uma trajetória bem irregular na adaptação de Manuela Dias, assim como vários perfis na nova versão da obra de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Brassères. E os problemas que transbordam na narrativa às vezes recaem no trabalho dos atores, de uma forma injusta em sua maioria. No caso de Paolla, houve agora a possibilidade da atriz demonstrar um grande desempenho em uma sucessão de cenas difíceis. 


O capítulo foi quase todo voltado para Heleninha, que mais uma vez teve uma recaída e bebeu todas por causa da crise no casamento com Ivan (Renato Góes). O ex de Raquel (Taís Araújo) saiu de casa decidido a terminar a relação, o que desesperou a filha de Odete Roitman (Debora Bloch). A personagem chegou a ir até o apartamento do sogro, Bartolomeu (Luis Mello), caindo de bêbada, para implorar o perdão do marido, o que só piorou a situação. 

Heleninha ainda decidiu seguir Ivan e flagrou Raquel subindo até o apartamento do seu ex. Não houve beijo ou outra situação de maior intimidade, mas a situação foi o bastante para Heleninha desistir de qualquer chance de permanecer sóbria.

quarta-feira, 26 de março de 2025

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Vale Tudo", o novo remake das nove

 A Globo promoveu na terça-feira retrasada, dia 11, a segunda coletiva virtual de "Vale Tudo". Participaram os atores Cauã Reymond, Debora Bloch, Paolla Oliveira, Carolina Dieckmann, Pedro Waddington, Edvana Carvalho, Ramille, Ricardo Teodoro, Malu Galli, Luis Lobianco, Alice Wegmann, Humberto Carrão, Samuel Melo, Rhaisa Batista, Luis Melo e Bella Campos. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Cauã Reymond falou como enxerga o futuro romance de seu personagem com a Odete: "Nunca parei pra pensar nisso. Tive o cuidado de ver um pouco a versão anterior, mas não quis ver muito porque como a Débora falou muito bem estamos fazendo um clássico e é um novo texto e uma nova 'Vale Tudo'. Se a gente fizer a metade do sucesso que ela fez, ficarei mito feliz. Não fiz ainda cenas com a Odete e estou na fase do plano com a Maria de Fátima pra ela conquistar o Afonso. Estou torcendo pra encontrar com a Débora que admiro muito, mas nunca contracenamos".

Debora Bloch comentou se assistiu ao produto original, como é sua parceria com Malu Galli e como enxerga a Odete em 2025: "Eu na época eu vi a novela um pouco porque estava no teatro, mas não via todo dia. Depois comecei a rever e achei que aquilo não estava me ajudando e achei melhor concentrar no texto da nova versão e concentrar na minha Odete. A novela virou um clássico e sempre que se remonta um clássico os atores vão dar a sua leitura daquele clássico, acrescentar seu repertório. Eu já assistia Malu no teatro e depois a gente fez a minissérie 'Queridos Amigos', onde ficamos amigas, e depois 'Sete Vidas'. Fizemos duas amigas na série e depois irmãs na novela. A gente se dá bem em cena, temos um jogo bom juntas, mas agora é uma relação diferente dessas irmãs.

sexta-feira, 8 de março de 2024

"Falas Femininas" muda de formato em 2024 e se mantém assertivo

 Ano passado, a Globo lançou uma antologia do projeto "Falas" através de histórias ficcionais exibidas em episódios únicos ao longo do ano. "Falas Femininas" (em homenagem ao Dia Internacional da Mulher), "Falas da Terra" (em homenagem ao Dia dos Povos Indígenas), "Falas de Orgulho" (em homenagem ao Dia do Orgulho LGBTQIAP+), "Falas da Vida" (em homenagem ao Dia Internacional das Pessoas Idosas) e o "Falas Negras" (em homenagem ao Dia da Consciência Negra) tiveram tramas que impactaram de diferentes formas. 


A emissora, agora, mudou o método. Sai de cena a dramaturgia e entra um programa que aborda várias questões pertinentes sobre cada tema na sociedade. E o primeiro foi o "Falas Femininas", exibido nesta sexta-feira, no Dia Internacional da Mulher. O formato nunca foi tão literal quanto em 2024. Intitulado "Louca", o programa foi inteiro sobre a voz das silenciadas, abandonadas, descredibilizadas, manipuladas, e a urgência de serem ouvidas. 

Com apresentação de Taís Araújo e Paolla Oliveira, direção de Antonia Prado e autoria de Veronica Debom e Isabela Aquino, o episódio debateu a exaustão e os diversos fatores que impactam e corroem a saúde mental feminina, abordando temas como assédio, gaslighting e abandono.

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

História de Pat e Moa é um dos muitos fiascos de "Cara e Coragem"

 A atual novela das sete, escrita por Claudia Souto e dirigida por Natália Grimberg, está em sua reta final. A poucas semanas do fim, "Cara e Coragem" vai saindo de cena fracassando na audiência e sem repercussão alguma. Foram muitos os erros da trama e todos serão citados na última crítica, mas um deles foi a história dos mocinhos, o que tem sido evidenciado nos capítulos recentes. 


Pat (Paolla Oliveira) e Moa (Marcelo Serrado) nunca empolgaram o público. Os protagonistas não tiveram química e o fato de ambos serem dublês deixou o conjunto ainda mais desinteressante. Com todo respeito aos profissionais da área, não é nada atrativo acompanhar a rotina de quem fica atrás das câmeras se arriscando em cenas de ação. E em um folhetim tudo se tornou inútil porque os mocinhos só tinham alguma cena relevante quando paravam de pular e saltar. Na verdade, a profissão acabou servindo apenas para a produção da Globo trabalhar mais na estruturação das cenas. Porque em conteúdo não rendeu nada.

Mas voltando ao enredo dos mocinhos, o fato é que os dois sempre foram sonsos e cínicos. Pat nunca amou o seu marido, Alfredo (Carmo Dalla Vechia), e seu olhar de pena despertava ranço em quem assistia. Parecia que estava fazendo um favor em estar casada com um homem frágil de saúde. Já Moa vomitou virtudes ao longo da história, mas na reta final ficou claro que não passa de um hipócrita.

segunda-feira, 6 de junho de 2022

"Cara e Coragem" tem início movimentado por bons enigmas

 A nova novela das sete vem honrado até o momento a descrição da autora Claudia Souto: uma comédia romântica de ação. "Cara e Coragem", dirigida por Natalia Grimberg, não enrolou o telespectador nem na estreia. Já expôs logo o mote central envolvendo a ambição por uma fórmula secreta e o amor que existe entre os protagonistas, ainda que não assumido. A agilidade vem dominando os capítulos, o que acaba provocando desconfiança, afinal, serão quase 200 capítulos de roteiro (a trama está prevista para acabar apenas em janeiro de 2023). 

E o ritmo ágil afetou o primeiro capítulo. Tinha que prestar muita atenção e ter uma dose de boa vontade para comprar a questão envolvendo a fórmula mágica criada por Jonathan (Guilherme Weber) e a razão da poderosa empresária, Clarice (Taís Araújo), ter escolhido dois dublês que nunca tinha visto na vida, os mocinhos Pat (Paolla Oliveira) e Moa (Marcelo Serrado), para irem atrás do produto em um lugar afastado e perigoso. Causou a impressão de um conflito jogado no colo do telespectador de qualquer maneira. Houve ainda uma certa pressa para expor o romance entre Clarice e o seu segurança, Ítalo (Paulo Lessa). Não foi uma estreia convidativa. 

Vale lembrar que Claudia Souto cometeu um erro grave em "Pega Pega", novela que marcou sua estreia como autora solo, em 2017: expôs um amor súbito entre Eric (Mateus Solano) e Luiza (Camila Queiroz) logo no começo da história. O resultado foi o fracasso do par que teve zero química. O público não engoliu uma paixão tão mal construída.

terça-feira, 31 de maio de 2022

"Cara e Coragem": o que esperar da nova novela das sete?

 Claudia Souto estreou como autora solo em 2017 na faixa das 19h com "Pega Pega". A novela teve uma ótima audiência, mas a repercussão foi baixa, o casal protagonista não funcionou e a maioria dos personagens não caiu no gosto popular. A trama não marcou, apenas cumpriu o seu papel. Agora a autora volta ao horário, cinco anos depois, com "Cara e Coragem". A nova novela, dirigida por Natalia Grimberg, aborda o universo dos dublês em uma rocambolesca história envolvendo uma fórmula secreta que precisa ser encontrada. A trama estreou nesta segunda-feira (30/05) no lugar de "Quanto Mais Vida, Melhor!". 

A premissa da obra é a coragem. Para mudar. Para fugir da zona de conforto e enfrentar os mais diversos contratempos. Para lutar, persistir e encarar os próprios medos. Coragem de assumir o que sente. O resgate de uma fórmula secreta e uma morte inesperada entrelaçam os destinos dos dublês Pat (Paolla Oliveira) e Moa (Marcelo Serrado), da empresária Clarice Gusmão (Taís Araujo) e do instrutor de Parkour Ítalo (Paulo Lessa), os quatro protagonistas. A coragem para superar obstáculos e desvendar os mistérios que estão por vir é o mote do núcleo central. 

Quando o assunto é coragem, Pat e Moa são referências dentro e fora dos sets de filmagem. A adrenalina provocada pelas cenas de saltos, rapel, pulos e alta velocidade não costuma intimidar a dupla que luta ainda para garantir o pagamento dos boletos no fim do mês. São heróis também na vida real.

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Cara e Coragem", a nova novela das sete

 A Globo promoveu na sexta-feira passada, dia 20, a segunda coletiva online de "Cara e Coragem", nova novela das sete, escrita por Claudia Souto e dirigida por Natalia Grimberg. Participaram a autora, a diretora e os atores Marcelo Serrado, Paolla Oliveira, Kiko Mascarenhas, Rodrigo Fagundes, Kaysar Dadour, Maria Eduarda de Carvalho, Jeniffer Nascimento, Carmo Dalla Vecchia e Leopoldo Pacheco. Fui um dos convidados e conto um pouco sobre o bate-papo. 

Sobre a polêmica envolvendo a abertura da trama (foi divulgado na imprensa que Iza e Emicida se recusaram a regravar "Vida Louca Vida" por ser de autoria do Lobão), a diretora contou sobre a música escolhida: "A abertura já está pronta. A gente vai com Paralamas do Sucesso cantando "SKA", contou Natalia Grimberg. "Parece que a abertura foi feita para a música de tão perfeito que ficou. Vamos ser felizes com essa abertura. E a minha novela tem uma estrutura de um quebra-cabeça. Os atores não sabem muita coisa que vai acontecer. O público vai ter muitas peças para montar até o final", acrescentou a autora Claudia Souto. 

Paolla Oliveira falou sobre a trama e sua protagonista: "Essa novela tem todos os elementos de um novelão. É deliciosa e tudo o que se espera de uma novela das sete. Tem ainda a ação e a dança aérea é algo que tem me interessado bastante. A gente nasce com um trabalho novo com os elementos que deram certo e o diferencial é a maneira de fazer. A maneira de contar.

domingo, 29 de agosto de 2021

Marcada por polêmicas, "Super Dança dos Famosos" perdeu seu objetivo mas consagrou a superioridade de Paolla Oliveira

 O "Super Dança dos Famosos" foi criada apenas para homenagear Faustão. Isso porque era o último ano do apresentador na Globo e resolveram convidar somente campeões e finalistas do quadro que mais fez sucesso no "Domingão do Faustão". Não por acaso, vários aceitaram retornar somente por causa da 'despedida' do comunicador. Até porque é uma disputa exaustiva. Todavia, Fausto teve um desentendimento com a emissora e acabou desligado antes da hora. Precisaram chamar Tiago Leifert para comandar a competição, que chegou ao fim neste domingo. 


A edição de 2021 do quadro de sucesso tinha tudo para fechar com chave de ouro a trajetória de Faustão. Mas nada do que foi planejado aconteceu e a própria disputa foi recheada de polêmicas, a começar pela saída repentina e desrespeitosa de Fausto. A entrada de Leifert despertou uma leva de especulações sobre a efetivação do apresentador do "Big Brother Brasil" aos domingos, o que cancelaria a chegada de Luciano Huck. Após muitos desmentidos, a própria emissora fez questão de anunciar que Huck assumiria a faixa de Faustão em janeiro de 2022. Só que não demorou para os planos mudarem e resolveram antecipar a mudança para 5 de setembro. Uma confusão sem precedentes, que incluiu a contratação de Marcos Mion para assumir o "Caldeirão do Huck" aos sábados. 

Voltando ao quadro do extinto "Domingão", com a saída de Fausto algumas regras foram mudadas. Os jurados técnicos, por exemplo foram 'efetivados'. Apenas os três famosos do júri artístico eram mudados a cada rodada. Carlinhos de Jesus e Cláudia Mota permaneceram até o final, o que poderia ter resultado em uma maior justiça nas análises, afinal, a dupla conseguiu acompanhar a trajetória dos casais. Infelizmente não resultou.

quinta-feira, 4 de março de 2021

Paolla Oliveira viveu grande momento na pele de Jeiza em "A Força do Querer"

Glória Perez conseguiu despertar a atenção do público com uma trama concisa e bem estruturada em "A Força do Querer", cujos conflitos foram conduzidos com competência. A reprise, atualmente na Globo e já em reta final, comprovou. Um dos acertos da novela é a escolha das protagonistas, pois os três perfis femininos são fortes e ganharam intérpretes talentosas. Bibi (Juliana Paes), Ritinha (Isis Valverde) e Jeiza movem o enredo. E Paolla Oliveira sobressaiu em virtude do bom destaque da policial empoderada no folhetim dirigido por Rogério Gomes.


A personagem se mostrou a mais forte do trio. Mulher bem-sucedida no trabalho, dona de si e imponente, Jeiza se destaca como policial e é tratada como líder na sua equipe. Corajosa, a PM não pensa duas vezes antes de prender algum bandido ou ajudar alguém. Mas sua firmeza não a faz antipática ou fria. Ela se mostra bem-humorada e debochada na sua vida 'normal' e vive uma relação de cumplicidade com a mãe, Cândida (Gisele Fróes). Para fechar esse bom conjunto, a mulher ainda luta MMA e é uma campeã nata, amedrontando suas adversárias no ringue.

Portanto, fica claro que o perfil é repleto de atrativos. E, claro, o fato de ser linda deixa a situação ainda mais interessante, pois é um 'padrão' que costuma despertar estranhamento diante da profissão ou da luta. Afinal, mulheres belas são sempre taxadas pela sociedade como modelos ou pessoas fúteis.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Tudo sobre a coletiva online de "A Força do Querer"

 A Globo promoveu semana passada uma coletiva online sobre a volta de "A Força do Querer", melhor novela de Glória Perez e um grande sucesso de 2017. Fui um dos convidados e conto um pouco sobre o que foi falado no delicioso bate-papo com os atores. A trama substitui "Fina Estampa" (2011) no horário nobre da emissora e tem tudo para manter o êxito de audiência da faixa, embora seja uma reprise bem mais recente. A coletiva foi dividida em duas partes. 

A primeira parte das entrevistas foi realizada na terça-feira passada (15/09) ---- com a presença de Juliana Paes, Elizângela, Mariana Xavier e Dandara Mariana ---- e a segunda na quinta-feira (17/09) ---- com Paolla Oliveira, Emílio Dantas, Maria Fernanda Cândido, Dan Stulbach, Carol Duarte e Silvero Pereira. Todos comentaram da alegria desse trabalho com a história tão bem desenvolvida por Glória. E não negaram que o imenso sucesso ajudou a deixar o clima nos bastidores ainda melhor. Até porque foi um folhetim que funcionou desde o início e vários conflitos e personagens marcaram, vide Bibi Perigosa (Juliana Paes), policial Jeiza (Paolla Oliveira), sereia Ritinha (Isis Valverde), Ivana/Ivan (Carol Duarte), entre tantos outros. 

Perguntei aos atores uma cena mais difícil que protagonizaram na trama e uma mais leve ou divertida. A querida Elizângela, intérprete de Aurora, mãe de Bibi Perigosa, nem pensou duas vezes: "A da prisão. Aquele momento em que eu tive que bater na Juliana foi difícil. Apesar dos ensaios, não sabia como fazer na hora e foi algo bem dramático", disse a veterana que viveu um de seus maiores momentos na televisão. Juliana concordou com a amiga e ainda confessou que detesta cena de briga.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

O sucesso de Vivi Guedes em "A Dona do Pedaço"

"A Dona do Pedaço" está perto do seu fim e vem fazendo a alegria do Walcyr e da Globo. Afinal, a audiência sempre esteve nas alturas e a grande repercussão da trama protagonizada por Maria da Paz (Juliana Paes), dirigida por Amora Mautner, é incontestável. A história e os personagens caíram na boca do povo. Tanto que o elenco não esconde a alegria durante os intervalos das gravações ou em entrevistas. E um dos muitos perfis que vem se destacando no folhetim atual da Globo é Vivi Guedes, interpretada por Paolla Oliveira.


A Digital Influencer sobressaiu no enredo assim que apareceu, logo no início da segunda fase. Com um passado traumático ---- viu a mãe ser assassinada na sua frente e acabou adotada por uma família rica ----, a personagem é um tipo totalmente diferente de tudo o que Paolla já fez na televisão. Mimada, fútil e infantilizada, a sobrinha de Maria da Paz nunca conseguiu lembrar direito de sua infância e encontrou a irmã mais nova vinte anos depois. Não demorou, inclusive, para descobrir que Fabiana (Nathalia Dill) não era nada confiável. 

Todavia, a relação das irmãs perdeu a importância ao longo dos meses. Isso porque o romance entre Vivi e Chiclete caiu nas graças do público, mesmo o rapaz sendo um assassino de aluguel. A química entre Paolla e Sérgio Guizé é incontestável e as várias cenas de sexo protagonizadas pelos atores sempre fazem sucesso.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Juliana Paes e Paolla Oliveira emocionam na reta final de "A Dona do Pedaço"

A atual novela das nove entrou em sua reta final recentemente e segue com elevados índices de audiência, além de um festival de publicidade, para a alegria da Globo e de Walcyr Carrasco. A protagonista de "A Dona do Pedaço" continua como um dos grandes acertos e fez a alegria do público quando ganhou o "Best Cake", reality de gastronomia inserido na trama. Além dela, outro perfil popular do enredo também virou o centro das atenções por conta da rigidez das análises dos bolos: Vivi Guedes (Paolla Oliveira). E, após duas semanas de competição culinária, as personagens vivenciaram uma das situações mais aguardadas do folhetim.


Vivi provocou um grande ódio dos telespectadores em virtude das notas baixas que dava para Maria da Paz no reality. Porém, a final do concurso deixou a digital influencer em choque assim que provou o bolo feito pela então futura vencedora. Ela lembrou da comemoração de seu aniversário e os traumas da infância voltaram. Acabou passando mal e deixou o juri, para a sorte da boleira, que recebeu só notas dez dos demais. O autor teve um sacada genial ao colocar o bolo como elemento para a solução de um dos sofrimentos da protagonista: a eterna procura por suas sobrinhas desaparecidas.

E o fim da angústia de Maria se deu graças a Vivi, que fez questão de ir até a casa da personagem para tentar desvendar o sombrio passado. A cena destacou o talento de Paolla Oliveira e Juliana Paes, que sensibilizaram com facilidade ao longo do diálogo entre, até então, duas pessoas nada simpáticas uma com a outra.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Com primeira briga entre Vivi Guedes e Fabiana, Paolla Oliveira e Nathalia Dill se destacam em "A Dona do Pedaço"

Walcyr Carrasco vem conduzindo "A Dona do Pedaço" sem atropelos, mas também sem a famigerada enrolação. Em toda semana há acontecimentos relevantes e ainda guarda bons momentos catárticos para os próximos meses --- vide a aguardada surra de Josiane (Agatha Moreira), a descoberta da "profissão" de Chiclete (Sérgio Guizé) e do caso de Régis (Reynaldo Gianecchini) com a enteada, enfim. Todavia, o autor já exibiu a primeira briga entre Vivi Guedes (Paolla Oliveira) e Fabiana (Nathalia Dill).


E a cena foi ótima. Tudo aconteceu porque a ex-noviça se apresentou como nova sócia da empresa de Otávio (José de Abreu), graças ao plano de Agno (Malvino Salvador) para ficar com uma maior parte do negócio e de quebra prejudicar a esposa na hora do divórcio. A justificativa sobre a origem do dinheiro para o investimento, obviamente, gerou suspeitas. Afinal, difícil acreditar em uma herança deixada pela madre superiora que cuidou de Fabiana. Vivi não engoliu e confrontou a irmã, que pela primeira vez tirou a máscara de boa moça.

A personagem interpretada com competência por Nathalia fez questão de vomitar toda a inveja que nutre pela vida de riqueza da irmã e ainda desabafar sobre a forma como Vivi a tratou desde que soube sobre o parentesco ---- a deixando em um quartinho simplório, por exemplo. A influenciadora digital se chocou com as palavras e a acusou de invejosa.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Coletiva da reprise de "Belíssima" no "Vale a Pena Ver de Novo" reúne time de estrelas

Nesta quarta-feira (16/05), a Globo promoveu uma coletiva de imprensa para o lançamento da reprise de "Belíssima", imenso sucesso de Silvio de Abreu na faixa nobre em 2006, no "Vale A Pena Ver de Novo". A reunião de parte do elenco foi realizada nos Estúdios Globo. É a primeira vez que a emissora promove um evento assim para uma reexibição e o motivo é o fracasso da reprise de "Celebridade", grande êxito de Gilberto Braga em 2003. O intuito, agora, obviamente, é divulgar bastante a nova escolhida para o horário, evitando um novo mau desempenho na audiência.


E foi um evento de peso. Silvio de Abreu, autor da trama e atual responsável pelo setor de teledramaturgia da Globo, esteve presente, assim como Fernanda Montenegro, Lima Duarte, Irene Ravache, Paolla Oliveira, Vera Holtz, Cauã Reymond, Reynaldo Gianecchini, Marina Ruy Barbosa, Alexandre Borges e Camila Pitanga. Até mesmo Denise Saraceni, diretora da novela, fez questão de participar desse reencontro. Reencontro bastante animado, vale ressaltar. Todos estavam claramente felizes e enfatizaram a todo momento o quanto foi prazeroso esse trabalho.

Um trecho de 20 minutos do primeiro capítulo foi reexibido para os convidados e provavelmente será o mesmo conteúdo da estreia da reprise, no dia quatro de junho. Apesar de breve (o original teve mais de 50 minutos), valeu muito a pena matar as saudades da arrogância de Bia Falcão, brilhantemente defendida por Fernanda Montenegro.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: as melhores atrizes e os melhores atores do ano

Com mais de noventa cenas na retrospectiva de melhores sequências da televisão, é óbvio que não faltou ator talentoso na telinha. Portanto, é mais do que necessário listar as melhores atrizes e os melhores atores do ano que está perto do seu fim. Vários se destacaram, emocionaram e protagonizaram grandes momentos em novelas, minisséries e séries. Vamos a eles:



Melhores Atrizes:




1- Juliana Paes.
Após uma participação visceral em "Dois Irmãos", onde emocionou vivendo Zana na segunda fase, Juliana viveu o auge da sua carreira na pele da Bibi Perigosa em "A Força do Querer". Glória Perez lhe deu seu melhor papel da carreira e a atriz se entregou do primeiro ao último capítulo, protagonizando uma sucessão de cenas complicadas dramaticamente. Fantástica.





2- Letícia Colin.
A atriz também viveu seu melhor momento na carreira na pele da cativante Princesa Leopoldina em "Novo Mundo". Os autores Alessandro Marson e Thereza Falcão não poderiam ter escolhido uma intérprete melhor. Letícia imprimiu um sotaque delicioso para a personagem e seu jeito doce deixou um perfil histórico apaixonante, se transformando em um dos grandes trunfos da novela das seis. Tanto que a princesa teve até um final feliz, ao contrário do que aconteceu na vida real, sofrendo nas mãos de Dom Pedro. Os escritores optaram em acabar a trama antes da sucessão de desgraças, deixando um fim 'aberto', em virtude do sucesso da personagem. Que grande momento Letícia viveu. Um divisor de águas.



domingo, 10 de dezembro de 2017

"Melhores do Ano" de 2017 deveria ter se chamado "Melhores de A Força do Querer"

O fim do ano vai chegando e com ele as tradicionais premiações elegendo quem mais se destacou na televisão. O "Melhores do Ano", do "Domingão do Faustão", já é um dos eventos 'clássicos' de encerramento e, óbvio, só seleciona produções da Globo. Como são só três indicações por categoria, quase sempre há esquecimentos imperdoáveis. Entretanto, nos últimos anos, houve uma certa justiça nas seleções, priorizando os realmente merecedores, com raras exceções. Mas, em 2017, muitas escolhas provocaram um inevitável incômodo.


Em virtude do imenso sucesso de "A Força do Querer", a novela de Glória Perez dominou todas as indicações. Vale lembrar que isso é algo normal e aconteceu algo semelhante com "Avenida Brasil" e "Amor à Vida", outros grandes êxitos da faixa nobre da Globo. O problema é que o ano teve mais novelas ótimas e também com elencos dignos de muito reconhecimento. O quase total esquecimento de "Novo Mundo", por exemplo, é absurdo. O folhetim das seis teve uma excelente audiência, atores brilhantes e repercussão alta. O mesmo ocorre com "Malhação - Viva a Diferença", conseguindo índices não obtidos na faixa há dez anos. Já "Rock Story" não teve índices estrondosos e nem gerou burburinho, mas também merecia o lembrança.

A categoria Revelação, por exemplo, foi uma das mais controversas, repetindo uma polêmica já vista em anos anteriores, selecionando ator que não é revelação de fato. As atrizes foram Carol Duarte, Karla Karenina e Vitória Strada. As três são talentosas, isso não se discute. Todavia, Karla brilhou como Dita em "A Força do Querer", mas estreou na televisão na "Escolinha do Professor Raimundo", em 1995. Também esteve ótima em "Morde & Assopra", novela exibida em 2011. Ou seja, nem deveria estar ali.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Repleta de qualidades, "A Força do Querer" foi a melhor novela de Glória Perez

A missão de Glória Perez era complicada. Levantar a média do horário nobre da Globo, após uma sucessão de novelas fracassadas e/ou problemáticas. Para culminar, o seu retorno era cercado de desconfianças, em virtude da equivocada "Salve Jorge", seu pior folhetim, exibido em 2013. Mas, a autora conseguiu cumprir o objetivo com louvor e calou a boca de quem duvidava. "A Força do Querer" elevou a média da faixa em nove pontos, ao longo de 173 capítulos, obtendo 36 de média geral (contra 27 de "A Lei do Amor"), se firmando como o maior sucesso do horário desde "Amor à Vida" (também com 36 pontos). Não é pouca coisa. E todo esse resultado fez jus ao que foi apresentado para o público.


"A Força do Querer" foi a melhor novela da escritora, conseguindo superar até a elogiada e inesquecível "O Clone", de 2001. Isso porque Glória soube se reciclar, corrigindo os vários erros observados em tramas como "Caminho das Índias", "América" e a já citada "Salve Jorge". Após abusar do recurso da exploração de culturas estrangeiras, a autora resolveu apostar em um enredo 100% nacional, tendo o Pará (através da fictícia Parazinho) como um dos locais de sua história. Ainda assim, o ambiente esteve presente apenas no primeiro mês, sendo logo 'abandonado' quando todos os personagens de lá se mudaram para o Rio de Janeiro. E foi ótimo não ter 'dancinhas' ou bordões com expressões estrangeiras. Estava bastante repetitivo.

Outra medida adotada com êxito foi a escolha do protagonismo. Em meio ao empoderamento feminino, Glória colocou três mulheres como figuras centrais, intercalando o destaque de cada uma. E escalou três atrizes de peso: Paolla Oliveira, Juliana Paes e Isis Valverde. O trio honrou a confiança da escritora, fazendo de Jeiza, Bibi e Ritinha tipos marcantes, que caíram na boca do povo.

sábado, 14 de outubro de 2017

Glória Perez faz bela homenagem aos policiais mortos em "A Força do Querer"

O Rio de Janeiro vive um período que pode ser considerado catastrófico. O país todo está em um momento caótico, mas a cidade maravilhosa consegue está pior. E um dos casos mais preocupantes é a violência, culminando ainda na falência das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora, antes vistas como uma esperança). Mais de cem policiais já foram mortos só esse ano e até o final desse texto algum outro terá morrido. Com base nisso, Glória Perez resolveu prestar uma justa homenagem aos policiais mortos no capítulo desse sábado (14/10) de "A Força do Querer".


Na penúltima semana de novela, a autora inseriu um novo personagem na trama que tinha como único objetivo morrer: o PM Gerson (Well Aguiar), amigo de Jeiza (Paolla Oliveira), que acompanhou a vitória da colega em uma luta de MMA. A amizade dos dois era antiga, segundo o roteiro, e a cumplicidade ficou mostrada nos breves momentos deles juntos. No final do capítulo de sexta (13/10), o policial foi assaltado e morto por dois marginais assim que a dupla viu a farda e uma arma no carro da vítima. "É policial", gritou um, implicando no imediato disparo do segundo, matando o rapaz.

Foi uma cena aterrorizante e que todo brasileiro já viu ou presenciou. A realidade disfarçada de ficção. Jeiza ainda matou um bandido, mas o outro escapou. O grito de desespero dela, logo após constatar a morte do amigo, representou a dor de 108 famílias de policiais que sofreram (e sofrem) esse ano. Paolla Oliveira deu um show de emoção e o momento arrepiou o telespectador.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Química, personagens humanos e boas atuações fazem de 'Cabibi' e 'Jeizeca' os melhores casais de "A Força do Querer"

"A Força do Querer" segue fazendo sucesso e angariando merecidos elogios. Glória Perez tem conseguido prender o telespectador através de bons dramas e personagens bem construídos. Mas, curiosamente, não é um folhetim com muitos romances. São poucos os casais que protagonizam momentos românticos no enredo. Ainda assim, a autora criou dois pares muito interessantes e que se beneficiam da imensa química entre os atores: Jeiza (Paolla Oliveira) e Zeca (Marco Pigossi), e Caio (Rodrigo Lombardi) e Bibi (Juliana Paes).


O primeiro par arrebatou logo na primeira cena. O clássico jogo do "Gato e Rato" quase nunca falha na ficção. A ideia de juntar um sujeito machista com uma mulher empoderada foi uma ótima sacada da autora. O bronco Zeca é da fictícia Parazinho e teve uma criação em torno da 'valorização' da 'macheza', enxergando a mulher como uma figura frágil. Ou seja, algo inaceitável nos dias de hoje. Porém, o caminhoneiro é um sujeito íntegro. Mas, a passionalidade sempre foi seu maior defeito. Já Jeiza é uma mulher que luta MMA, trabalha como policial militar, sustenta a mãe e não aceita homem lhe impondo regras. Nada melhor, portanto, do que juntar esses opostos.

Glória fez exatamente isso logo no começo e acertou em cheio, deixando os dois como casal principal do enredo. Aliás, eles acabaram assumindo a função dos mocinhos da novela. Até porque Jeiza é a representação da heroína moderna, quase uma Mulher Maravilha. O início do relacionamento foi bastante conturbado em virtude do extremo machismo do rapaz, que não tolerava uma namorada lutadora e se indignava com a falta de tempo que ela tinha para o namoro por causa da profissão de PM.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Fuga de Rubinho e Bibi proporciona sequência de tirar o fôlego em "A Força do Querer"

Glória Perez não tem poupado trama em "A Força do Querer". Inspirada, a autora vem presenteando o público com capítulos ótimos, destacando os personagens através do esquema de rodízio. Cada um tem a sua vez de brilhar. Depois de Ritinha (Isis Valverde) e Jeiza (Paolla Oliveira), chegou a vez da outra protagonista ganhar espaço: Bibi (Juliana Paes). E a personagem vem crescendo cada vez mais. Tanto que a sequência da fuga de Rubinho (Emílio Dantas), exibida nesta quarta-feira (05/07), foi de tirar o fôlego.


A cena foi um divisor para o enredo. Estabeleceu de vez a rivalidade entre Jeiza e Bibi, ao mesmo tempo que marcou a entrada da esposa do traficante no mundo do crime. Agora ela está tão suja quanto o marido, após já ter incendiado o restaurante onde ele trabalhava para destruir provas e tentado ajudar em outra fuga anterior. E toda a cena da perseguição merece palmas, principalmente pela direção irretocável de Rogério Gomes.

O diretor, sempre competente e elogiado, trabalha com Glória pela primeira vez e está fazendo muito bem a ela. Após a direção catastrófica de "Salve Jorge", a escritora  precisava dessa mudança, além de, claro, estar muito mais 'iluminada' na sua atual história.