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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Valentina Vieira e João Bravo formaram uma dupla encantadora em "Bom Sucesso"

Nunca é fácil escalar o elenco de uma novela. É preciso pensar se o ator ou a atriz se encaixa bem no papel, descobrir se algum colega já não reservou o profissional em questão antes e, claro, selecionar pessoas talentosas. A dificuldade triplica quando se trata de crianças. Afinal, muitas estão começando na carreira ou nunca estiveram em uma produção antes. Mas Rosane Svartman e Paulo Halm foram certeiros em "Bom Sucesso". Escolheram dois talentos: uma revelação e outro já conhecido do público.


Valentina Vieira e João Bravo roubaram a cena na novela das sete e seus personagens viraram grandes destaques da deliciosa história dirigida por Luiz Henrique Rios. Sofia e Peter não representam aquelas crianças que ficam em cena apenas como "adorno". Elas têm seus conflitos, contribuem para o desenvolvimento do enredo e ainda contracenam constantemente com os perfis principais. A menina faz parte do núcleo do mocinho ---- é sobrinha de Marcos (Rômulo Estrela) ---- e o menino no da mocinha ---- é o filho caçula de Paloma (Grazi Massafera).

Peter logo ganhou destaque com sua obsessão de ser um ''youtuber" famoso e as constantes gravações inconvenientes que faz da família divertem. As irmãs Alice (Bruna Inocêncio) e Gabriela (Giovanna Coimbra) são alvos constantes das implicâncias do garoto,

domingo, 15 de dezembro de 2019

Os vencedores e os injustiçados do "Melhores do Ano" de 2019

Injustiça em premiação é quase uma rotina. São raros os eventos do tipo onde o merecimento ocorre em todas as categorias. E o "Melhores do Ano", costumeiramente exibido no "Domingão do Faustão" em dezembro, não foge à regra. O fato de cada categoria permitir apenas três indicados contribui muito para isso. E em 2019 as controvérsias ficaram evidentes em muitos momentos. Todavia, ao menos, houve um certo equilíbrio nas indicações e muitos dos vencedores fizeram por merecer. E mais uma vez algumas observações merecem ser feitas.


A ausência de "Espelho da Vida" em todas as indicações foi o maior absurdo da premiação, embora nada surpreendente. Como não foi um sucesso de audiência e ainda terminou no início do ano (em abril), o folhetim primoroso de Elizabeth Jhin foi ignorado. E a categoria que mais despertou indignação foi a de Ator/Atriz Mirim. A escolha de João Bravo e Valentina Vieira, por Peter e Sofia em "Bom Sucesso", foi muito justo. Porém, a seleção de Maria Alice Guedes, por "Malhação - Vidas Brasileiras" se mostrou um despautério. A criança nem teve falas. Como podem ter ignorado o show de Clara Galinari como Priscila/Teresa? E Maria Luiza Galhano pelo seu desempenho como Florzinha? Ao menos João foi o vencedor com mérito, mas Valentina merecia mais pela dramaticidade de Sofia.

O esquecimento de Vitória Strada e Alinne Moraes, que brilharam como Cris/Júlia Castelo e Isabel/Dora em "Espelho da Vida", na indicação de Melhor Atriz foi outra injustiça. Porém, ao menos houve um bom equilíbrio nas seleções e as três escolhidas foram merecedoras. Juliana Paes fez jus ao protagonismo de Maria da Paz em "A Dona do Pedaço" e foi sua personagem mais popular da carreira, segundo a própria, que venceu e se emocionou na hora do agradecimento.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Ótimos em "A Força do Querer" e "Carinha de Anjo", João Bravo e Lorena Queiroz são gratas revelações mirins

O tradicional Dia das Crianças (Dia de Nossa Senhora Aparecida) é comemorado em 12 de outubro e nada mais justo do que prestar um merecido reconhecimento ao talento de duas crianças que estão encantando o público, mostrando que vão muito longe na carreira artística. São eles: João Bravo, o Dedé, de "A Força do Querer", na Globo, e Lorena Queiroz, a Dulce Maria, de "Carinha de Anjo", no SBT. Dois pequenos que fazem trabalho de gente grande.


Ele começou no sucesso de Glória Perez de forma tímida, até porque quase sempre as crianças não ficam muito em evidência no início de tramas. Mas, à medida que o enredo de Bibi (Juliana Paes) crescia, João ia ganhando mais cenas e já começava a expor seu talento. O filho da impulsiva mulher, que arruinou sua vida por uma paixão cega, passou a naufragar junto com a mãe e o pai (Rubinho - Emílio Dantas), tendo como único grande apoio a avó, Aurora (Elizângela). 

Uma criança atuar não é um tarefa fácil. Difícil explorar a espontaneidade delas, evitando que o texto seja declamado. Tanto que muitas deixam a desejar no percurso, o que é até natural. Então, basta multiplicar esse fato por cinco quando a mesma está envolvida em um enredo pesado. Os cuidados acabam redobrados, evitando deixá-la em momentos de grandes conflitos ou tensão.