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Marcos Roberto - Marcos Roberto (LP 1966)

sábado, 19 de abril de 2014



Marcos Roberto – Marcos Roberto (LP Continental PPL-12.305, Novembro de 1966).
Álbum de estreia.

Marcos Roberto Dias Cardoso, mais conhecido como Marcos Roberto (São Paulo, 26 de Junho de 1941 - Osasco, 21 de Julho de 2012) foi um cantor e compositor brasileiro que fez sucesso desde a década de 60 e também na década de 80 com a música “A última carta”, que ficou meses em primeiro lugar nas paradas de sucessos e vendeu mais de dois milhões de discos.
Considerado um dos cantores mais premiados, ganhou o troféu Chico Viola e vários discos de platina e diamante. Devido ao grande sucesso, participou nos principais programas de rádio e televisão da época. A música "A Última Carta" originalmente é do compositor Antonio Marcelino Vieira, de nome artístico AMV, falecido em 2006, que doou a letra e a melodia a Marcos Roberto, por ocasião de uma apresentação que este último fazia numa pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 1970. A doação de músicas - por pequenos compositores a artistas de renome nacional - era um facto corriqueiro nos anos 60/70, no Nordeste brasileiro.
Ultimamente Marcos Roberto era produtor de novos cantores e bandas musicais e continuava compondo músicas. Marcos foi um dos nomes ligados à Jovem Guarda, nos anos 60, participante do consagrado programa comandado por Roberto Carlos, na TV Record. Participou com grande brilho do show da Rádio América, em 15 de Março de 1968, no antigo Cine Piratininga do Bras, espectáculo comandado por José Paulo de Andrade, Sérgio de Freitas e Newton Miranda, apresentadores de uma das programações jovens de maior audiência na rádio, nessa época.
Marcos Roberto faleceu no dia 21 de Julho de 2012, aos 71 anos devido a falência múltipla dos órgãos. 


Faixas/Tracklist:

01. Agora É Tarde
02. Vá Embora Daqui
03. Olhos Tristes
04. Bronca
05. Indiferença
06. Canção Do Amor Perdido
07. Entre Sem Bater
08. Onda De Canguru
09. Anjo Meu
10. Súplica
11. Fim De Sonho
12. Menina Sonho

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel, do Brasil, a quem agradecemos.

Ben Hur - Miklós Rózsa, Conducting The National Philharmonic Orchestra and Chorus (LP 1977)

sexta-feira, 18 de abril de 2014



Miklos Rozsa - Ben Hur (Decca PFS4394, 1977).


O score majestoso de Ben-Hur captou a essência do filme, toda a sua pompa e esplendor, sempre complementando e acentuando o drama. Com a preocupação de ser o mais fiel possível ao estilo romano, Rózsa combinou elementos musicais gregos, judaicos e orientais.

Miklós Rózsa recebendo o "Oscar" em 1946, pela trilha de "Spellbound", das mãos da apresentadora Ginger Rogers.

Miklós Rózsa (ou Miklos Rozsa, 1907 /1995) foi um compositor húngaro.
Rozsa nasceu em Budapeste, em 18 de abril de 1907. Ainda jovem, compôs obras neoclássicas, além de “balllets” e sinfonias em Paris e Londres, antes de ser contratado pelo seu compatriota Alexander Korda, para o arranjo musical do seu primeiro filme, "Knight Without Armour", em 1937. Três anos depois, foi com Korda para Hollywood, onde desenvolveu um estilo que destacava impacto psicológico, fossem em suspenses ou policiais noir, muito em moda nos anos 40.
São "Pacto de Sangue"(1944), "Quando fala o Coração"(1945) e "Os Assassinos"(1946), as suas primeiras obras musicais para o cinema americano. Ganhou o seu primeiro Óscar como compositor em 1946, pela composição de "Spellbound" (ou "Quando fala o Coração", título brasileiro).
Em 1949, Miklos foi contratado pela Metro-Goldwyn-Mayer para ser um dos compositores daquele estúdio. Foram momentos altamente produtivos para o compositor húngaro. No ano seguinte, a sua primeira trilha/banda sonora para MGM, "Quo Vadis, marcou o início de uma nova fase para o músico e maestro, que saiu do estilo psicológico e noir dos filmes policiais dos anos 40, para o estilo épico e religioso, inspirado num estilo grego-romano clássico.
Rozsa ainda realizou outras trilhas sonoras para Metro, como Júlio César, "Todos os Irmãos eram Valentes"(1953), "O Veleiro Da Aventura"(1951), "Ivanhoé"(1953), "Os Cavaleiros da Távola Redonda"(1954), e "Tributo a um Homem Mau"(1958). Recebeu 17 indicações para o Oscar, tendo recebido na sua carreira apenas três: "Quando fala o Coração"/Spellbound(1945), A Double Life(1947), e "Ben-Hur"(1959).
Ben-Hur foi um marco memorável na sua carreira, no final da década de 50. Na década seguinte, com o Óscar conquistado por "Ben-Hur", e o contrato com a Metro, já em fase de expiração, ainda compôs as trilhas de mais dois épicos espectaculares: "Rei dos Reis"/ King of Kings (1961), ainda para a Metro, e o filme El Cid, para a Allied Artist ou Os Boinas Verdes, entre outros, firmando o compositor húngaro como um mestre definitivo do género épico. Possivelmente, Miklos Rozsa é mais recordado pelas composições em filmes épicos e religiosos do que pelas composições iniciais da sua carreira. 
Miklos Rozsa é um ponto de referência para muitos compositores de trilhas para filmes que surgiram posteriormente, como Maurice Jarre e John Williams.
Vivendo aposentado nos Estados Unidos com a sua família, o grande compositor das trilhas épicas faleceu em Julho de 1995, aos 88 anos de idade. Uma vida certamente bem vivida, e o legado da sua obra para as telas grandes não pode passar despercebido.

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklisting: 

01 - Fanfare Prelude: Star Of Bethlehem, Adoration Of The Magi
02 - Friendship 
03 - The Burning Desert
04 - Arrius Party
05 - Rowing Of The Gallery Salves
06 - Parade Of The Charioteers
07 - The Mother's Love
08 - Return To Judea
09 - Rnig For Freedom
10 - Lepers' Search For The Christ
11 - Procession To Calvary
12 - Miracle and Finale

Bonus:
13 - Prelude (bonus)

Intervenientes:

Compositor – Miklos Rozsa
Orquestra:  The National Philharmonic Orchestra and Chorus

Agradecimento ao nosso amigo Clair Rodrigues (Brasil), pela colaboração.

Frei Hermano da Câmara Com o Quarteto 1111 - Bruma Azul do Desejado (LP 1973)




Frei Hermano Da Câmara Com o Quarteto 1111 ‎– Bruma Azul do Desejado (LP EMI ‎– 8E 062 40300, 1973).

Frei Hermano da Câmara nasceu em 12/06/1934. O seu primeiro disco foi editado em 1959. Com 27 anos decide tornar-se monge beneditino. Regressou à carreira musical após a abertura proporcionada pelo Concílio Vaticano II. Em 1978 editou o duplo-álbum "O Nazareno" que foi um enorme êxito. Tem publicado vários discos ao longo dos anos. O seu último disco foi editado em 2006.
No LP que aqui apresentamos José Cid toca Moog, um tipo de sintetizador que Manfred Mann tinha usado uns anos antes no Festival de Vilar de Mouros. O primeiro exemplar do moog em Portugal foi adquirido por Miguel Graça Moura (ex-Pop Five) que iria formar, nesse ano de 1973, os Smoog.
As gravações contaram também com a colaboração do Coro da Escola Claustral de Singeverga (mosteiro onde estava recolhido Frei Hermano da Câmara)."
Este foi o último disco que Cid gravou com o Quarteto, antes de o abandonar.
"Nesta obra, o Quarteto 1111 tem um papel sóbrio mas bem interveniente para a formação do som universal do álbum. Por outro lado, as passagens e pequenos solos de sintetizador são a cor nova que desperta as atenções dos curiosos."

Fonte: António A. Duarte, "A Arte Eléctrica de Ser Português - 25 Anos de rock'n Portugal" (1984) e Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

01 - Vem Senhor Jesus (melodia africana) (3:45)
02 - Graças Ao Senhor (popular) (1:45)
03 - O Sonho (Manuel Andrade/Hermano da Câmara) (3:10)
04 - Hino da Esperança (folclore peruano) (3:51)
05 - Bruma Azul do Desejado (António Calém/Hermano da Câmara) (4:22)
06 - Estrela do Mar (melodia africana) (2:19) 
07 - Saudai o Senhor (melodia africana) (2:09)
08 - Hino de Natal (Borges de Sousa) (3:33)
09 - Paz na Terra (Borges de Sousa) (2:33)
10 - Um Presépio em Belém (António Calém/Padre Simão Duarte) (4:27)

Músicos / Musicians

Frei Hermano da Câmara - voz
Miguel Artur da Silveira -bateria
José Cid – teclados/moog
António Moniz Pereira - guitarra
Mike Sergeant - guitarra baixo e guitarra
Coro Da Escola Claustral De Singeverga (coros)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Los Nuggetz - 60's Punk, Pop and Psychedelic From Latin America VOL.1 (V/A)

quinta-feira, 17 de abril de 2014



Los Nuggetz - 60’s Garage, Punk, Pop and Psychedelic from Latin America Vol. 1 (V/A). 

Los Nuggets é uma excelente compilação reunida em 4 álbuns que nos mostra o que de melhor se fazia em Espanha e na América Latina ao nível da música pop/rock psicadélica, entre 1964 e 1968.
Basicamente, tratam-se de versões (covers) de famosos êxitos da pop/rock interpretados por grupos espanhóis e latino americanos na sua língua natal, como são exemplo, a versão de Sam The Sham and The Pharaohs por Los Shains "Wooly Booly" (Bule Bule), Los Locos del Ritmo com "Hey Joe" ou Los Apson em Satisfaccion, entre muitos outros.
Como seria de esperar, os artistas muitas vezes optam por cantar na sua primeira língua (de origem), em vez do inglês, adaptando os temas e estilos às circunstâncias. Assim, as músicas incluídas nestes discos encaixam-se no estilo rock de garagem dos anos 60 muito bem interpretados, atrevidos, divertidos e revigorantes, mantendo no entanto a sua “latinidade”. Los Nuggetz é pois uma compilação concretizada em quatro discos, onde são mostradas quase 100 bandas que maioritariamente gravaram em singles durante o período mais significativo do rock de garagem, 1964-1968.

Los Apson (Mexico)

Faixas/Tracklist - Vol. 1:

01 Los Shains - Bule Bule
02 Los Locos Del Ritmo - Hey Joe
03 Los Salvajes - Es La Edad
04 Los Yorks - El Psicodelico
05 The Kaleidoscope - Colours
06 Los Ovnis - Ya Se
07 Erasmo Carlos e Sues Tremandoes - Vem Quento Que Eu Estou Fervendo
08 Los Matematicos - Me Atrapeste
09 Los Shains - El Tren Pasa Esta Noche
10 Gloria Benevides - Esta Bota Son Para Caminar
11 Los Bravos - La Moto
12 Los Apson - Satisfaccion
13 Los Mockers - I Wanna Go
14 Los Matematicos - Pregunto
15 Los Americans - Probemos Otra Vez
16 Los Apson - Triste Luna
17 radio ID - Xerb Xerf
18 Los Polares - Que Chica Tan Formal
19 Los Salvajes - Todo Negro
20 Los Cheyenes - Conoces El Final
21 Los Apson - Voy Por Ti
22 Los Shalers - Amame Dos Veces
23 Los Polares - La Droga
24 Los Shains - Sahins A Go Go
25 Los Chijuas - Te Quiero
26 Alan Smith - Spanish cola commercial

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Stanley Black - A Tribute To Charlie Chaplin (LP 1972)

quarta-feira, 16 de abril de 2014



Stanley Black A Tribute To Charlie Chaplin (LP London 31C  064  60687, 1972).
Conducting The London Festival Orchestra And Chorus.

Neste dia de homenagem a Charlie Chaplin pelo seu 125º aniversário, não quisemos deixar de estar presentes com a partilha deste excelente álbum.

Stanley Black, de seu verdadeiro nome, Solomon Schwartz, é um maestro, compositor, condutor, arranjador e pianista nascido em 14 de Junho de 1913 em Whitechapel, Londres/UK e falecido em 27 de Novembro de 2002, em Londres.
Os seus pais eram judeus polacos e romenos. Começou as lições de piano com a idade de sete anos. Tinha apenas 12 anos quando a sua primeira composição foi transmitida pela BBC Symphony Orchestra, tendo ganho aos 18 anos uma posição destacada na Melody Maker.
No início dos anos 30 Black foi contratado para tocar jazz e como compositor. Já tinha trabalhado com Howard Jacobs, Joe Orlando, Lew Stone, Maurice Winnick, Teddy Joyce e Harry Roy, em 1936. 
Durante a II Guerra Mundial, entrou para a Royal Air Force, e participou nas organizações com vista ao entretenimento dos militares com base em Wolverhampton. Em 1944 foi nomeado regente da Orquestra de Dança da BBC.


Pouco depois, começou a gravar pela Decca, em seu próprio nome.Também foi maestro principal da Orquestra Associated British Picture Corporation e director musical da organização em 1958-1963.
O trabalho de Stanley Black na rádio manteve-o em contato com o grande público através da música específica para shows, como Much Binding in the Marsh and The Goon Show. Mais tarde passou a apresentar os seus próprios programas de rádio e televisão, incluindo a Black Magic e Black Magic and The Marvellous World of Stanley Black. Isso sem dúvida contribuiu para o sucesso comercial das suas gravações e concertos com a sua própria orquestra.
No início dos anos 50 ele regularmente liderava a "Melody Maker", a lista dos músicos mais ouvidos na rádio. Foi particularmente popular nos EUA, tendo sido incluído nas tabelas da "Billboard" best-sellers.
Durante a sua vida, ele conduziu muitas das principais orquestras da Grã-Bretanha, e até à década de 90 ele ainda dirigia sessões regulares nos estúdios da BBC, apesar do aparecimento da surdez em fase posterior da sua vida.
Stanley Black recebeu inúmeros prémios, incluindo o OBE. Faleceu em Londres em 2002, com 89 anos.
É especialmente recordado por compor inúmeros temas para a rádio, televisão e cinema, incluindo a música-tema de The Goon Show, o apoio a Cliff Richard em 1962 no filme Summer Holiday, pelo que ganhou o prémio Ivor Novello.
Outros filmes para os quais compôs bandas/trilhas sonoras foram: Always Rains On Sunday (1948), Laughter in Paradise (1951), The Naked Truth (1957), Too Many Crooks (1958), The Long and the Short and the Tall (1961), e outro musical com Cliff Richard, The Young Ones (1961), entre outros. Stanley também gravou álbuns de muitas obras clássicas, incluindo Tchaikovsky e George Gershwin. Em 1965 ele ganhou o Gramophone Award pela sua versão de Rimsky-Korsakov do Capriccio Espagnol. 

Fonte: Texto parcialmente retirado e adaptado do blog ViageMusical e Wikipedia.


Faixas/Tracklist:

01 Smile (from Modern Times)
02 Texas
03 Who'll Biy My Violets (La Violetera)
04 Morning Promenade(from the Kid)
05 Medley from the Great Dictator
06 Theme from LimeLight
07 Titina (from Modern Times)
08 Mandoline Serenade (from A King In New York)
09 Green Latern Rag (from Chaplin Revue)
10 This is My Song (from A Countess from Hong Kong)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Dave Gilliam, a quem agradecemos.

Charlie Chaplin - The Essential Film Music Collection



Charlie Chaplin – The Essential Film Music Collection

Charlie Chaplin, também conhecido por Charlot, foi o autor, actor e director de mais de 80 filmes, um gigante do cinema do século 20 que também compôs a música para 18 filmes seus. Neste álbum duplo encontraremos a música dos filmes de longa metragem e também alguns de curta metragem.
Em jeito de homenagem ao aniversário de Charles Chaplin, apresentamos aqui este excelente álbum duplo.


O 125.º aniversário de Charles Chaplin

Hoje, dia 16 de Abril, comemora-se o 125º aniversário de Charles Chaplin. Certamente que não poderíamos deixar passar esta data em branco!

Sir Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin ou Charlot (Londres, 16 de Abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey , 25 de Dezembro de 1977), foi um actor, director, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos actores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes, O Imigrante, O Garoto, Em Busca do Ouro (este considerado por ele o seu melhor filme), O Circo, Luzes da Cidade, Tempos Modernos, O Grande Ditador, Luzes da Ribalta, Um Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
Foi o primeiro actor a ser capa da Time Magazine em Julho de 1925. Mas apesar de todo o glamour de Holywood Chaplin teve uma vida complicada. A sua imagem dividia-se numa dicotomia entre o seu lado mais dócil de Charlot apaixonado e o seu lado controverso e politicamente activo de Os Tempos Modernos ou da crítica ao poder dictatorial de Adolf Hitler em O Grande Ditador.
Chegou a estar na lista negra de Hollywood (na época da “caça aos comunistas”) e desde aí o seu antigo lugar no Hollywood Walk of Fame desapareceu. Nem sempre foi um cidadão aprazível para o governo americano, chegando ao extremo de ter de sair do país para viver exilado na Suíça, onde esteve até aos seus últimos dias em 1977. Na primeira exibição dos Oscars, em 1929, Chaplin foi vencedor de um prémio criado especialmente para si. Mais tarde, em 1972, voltou a receber um Oscar honorário e no ano seguinte ganhou um prémio pela banda sonora de Limelight, um filme que tinha feito 21 anos antes.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
«Charles Chaplin»


Faixas/Tracklist:

DISCO 1 – Chaplin Por Chaplin

1. - The Reel Chaplin – A Symphonic Adventure (Part 1) (12:47) - inclui: A Woman of Paris, The Kid, The Chaplin Revue, Sunnyside, The Gentleman Tramp and Limelight.
2. - The Kid (1921) - Suite (8:46)
3. - Pay Day (1922) - (4:21)
4. - The Gold Rush (1925) - (4:23)
5. - The Circus (1928) - (6:15)
6. - City Lights (1931) - (5:15)
7. - Modern Times (1936) - (3:52)
8. - The Great Dictator (1940) - Suite - (5:40)
9. - Monsieur Verdoux (1940) - Paris Boulevard - (2:15)
10. - Monsieur Verdoux (1940) - Bitter Tango - (2:51)
11. - A King In New York (1957) - Mandolin Serenade - (3:48)
12. - A King In New York (1957) - Weeping Willow - (1:48)
13. - A Countess From Hong Kong (1967) - Prelude/This Is My Song - (6:40)
14. - The Reel Chaplin - A Symphonic Adventure (Part 2) - (6:05) - Inclui: The Chaplin Revue (like from A Dog's Life), Modern Times, including 'Smile!'


DISCO 2 – Chaplin Por Davis

1. - The Floorwalker (1916) - (3:34)
2. - The Firemen (1916) - (4:53)
3. - The Vagabond (1916) - (5:42)
4. - One A.M. (1916) - (6:28)
5. - The Count (1916) - (7:37)
6. - The Pawnshop - (8:28)
7. - Behind The Screen (1916) - (6:29)
8. - The Rink (1916) - (7:47)
9. - Easy Street (1917) - (6:52)
10. - The Cure (1917) - (7:30)
11. - The Immigrant (1917) - (8:57)
12. - The Adventurer (1917) - (6:33)

Música composta por Charlie Chaplin e Carl Davis, interpretada pela The City Of Prague Philharmonic Orchestra, com The Wihan Quartet.
Orquestração e condução por Carl Davis.
Produção de James Fitzpatrick.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Cássio Dorcel, a quem agradecemos.

The Four Seasons - Helicon (LP 1977)

terça-feira, 15 de abril de 2014



The Four Seasons – Helicon (LP Warner Bros. Records ‎– BS 3016, Curb Records ‎– BS 3016, 1977).

The Four Seasons é um grupo musical liderado pelo cantor norte-americano de ascendência italiana Frankie Valli, nascido a 3 de Maio de 1937 em Newark, Nova Jérsei com o nome de Francis Stephen Castelluccio. Valli é mais conhecido como o vocalista principal do grupo pop The Four Seasons, um dos mais destacados grupos musicais da década de 1960, que passou também pela chamada Era Disco dos anos 70, e continua a existir até hoje. 
Começaram a gravar na década de 1950, porém não atingiram sucesso até 1962, quando gravaram Sherry. De entre outras músicas lançadas nos anos seguintes, encontram-se Big Girls Don't Cry, Can't Take My Eyes off You, Beggin’ e Spend The Night In Love.
As músicas de Valli estiveram por 25 vezes no Top 40 de sucessos dos Estados Unidos. Em 1990 o cantor e seu grupo foram incluídos no Hall da Fama do Rock and Roll.
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blogue.


Formação inicial/Members:

Frankie Valli (vocalista)
Bob Gaudio (ex-A Teens Royal (teclados e voz tenor)
Tommy DeVito (guitarra solo e voz de barítono)
Nick Massi (baixo e vocais graves).


Faixas / Tracklist:

A1 If We Should Lose Our Love 
A2 Let's Get It Right 
A3 Long Ago 
A4 Rhapsody 
B1 Helicon 
B2 Down The Hall 
B3 Put A Little Away 
B4 New York Street Song (No Easy Way) 
B5 I Believe In You 

Letras por Bob Gaudio e Judy Parker
Musica por Bob Gaudio
Produção de Bob Gaudio

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Robbie Densmore, a quem agradecemos.

Dois Milhões e Meio de Visitas / Two and a Half Million Visits

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Dois Milhões e Meio de Visitas / Two and a Half Million Visits

Olá amigos,
Atingimos a incrível marca (para nós) de 2 milhões e meio de visitas! É pois, com muita satisfação que a equipa deste blog regista mais esta meta, o que nos enche de orgulho e premeia o nosso esforço, interesse, carinho e dedicação investidos e, certamente uma boa dose de diversão na divulgação da música, especialmente a dos anos 60, de vários países do mundo. Por outro lado, é desta forma que tentamos promover e homenagear os artistas nacionais e/ou estrangeiros, alguns deles infelizmente já esquecidos. 
Os registos e as estatísticas a que temos acesso através do Blogger permitem-nos congratularmo-nos com muitas visitas efectuadas das mais variadas partes do mundo como, o Brasil, Espanha, Japão, Austrália, Moçambique, Chile, Perú, México, Estados Unidos, África do Sul, Coreia, Canadá e muitas outras e, obviamente, de Portugal. Conseguimos simultaneamente levar e mostrar a música portuguesa e os nossos artistas a visitantes de países tão longínquos como o Cambodja, Iraque, Índia, Israel, Singapura ou Angola, entre muitos outros.


Desta forma, estamos imensamente lisonjeados e não poderíamos estar mais felizes. Só temos que agradecer o sucesso alcançado, à nossa equipa de trabalho, ao apoio e contributo dos nossos familiares, aos colaboradores, amigos, seguidores, visitantes em geral e a todos os que de alguma forma e de boa fé nos ajudaram, incluindo outros blogues, partilhando desinteressadamente informações, biografias, fotos, álbuns/discos, disponibilizando-os, cedendo-os e até nos oferecendo. É realmente de realçar este espírito de partilha, altruísmo e de solidariedade. 
O que mais nos agradou nesta meta que acabámos de alcançar, foi sobretudo percebermos que o nosso trabalho sério estava a ser bem compreendido, aceite e acolhido com agrado! 
Assim sendo, o nosso muito obrigado a todos os que nos visitaram, pois foi essa a forma de prestigiarem este blog e a todos que de alguma forma colaboraram connosco. Sem vocês nós nunca o teríamos conseguido!


Hi friends,
We reach the (for us) incredible mark of two and a half million visits! It is therefore with pride and great satisfaction that this blog’s team duly notes it as a reward to our commitment in promoting music, particularly from the 60’s, from all over the world. It is our way of paying tribute to both national and foreign performers, some of them unfortunately forgotten. 
We are grateful for the geographical scope of hits to our blog. Among them, Brazil, Japan, Australia, Spain, Mozambique, Chile, Mexico, U.S.A., South Africa and, of course, Portugal, to name a few. 


Thus we are flattered and for the success attained we must thank our team, our families for their unconditional support, friends, visitors and, in general, anyone who in one way or the other has in an unselfish manner helped us by either providing or offering info, biographies, and albums. We praise this sharing trend. 
Most pleasing in today’s hit mark was the realization that our work was not only being accepted but also cherished. Our sincere thanks to all our visitors over the past months. You conferred prestige to this blog. Without you, it would’ve never been possible! Thank you.

João Romão e Carlos Santos

Tim Maia - Tim Maia (LP 1976)




Tim Maia ‎– Tim Maia (LP Polydor ‎– 2451 091, 1976).

Tim Maia é um álbum de estúdio do cantor e compositor brasileiro Tim Maia, lançado em 1976 pela gravadora Polydor Records. Depois de ter saído da fase racional, este disco de Tim Maia funcionou como uma espécie de álbum de "retorno". Alguns álbuns anteriores eram praticamente do estilo religioso. São onze faixas excelentes, todas de extremo bom gosto. Merecem destaque, "Dance Enquanto é Tempo", "Rodésia", onde Tim mostra os seus dotes de flautista, "Márcio, Leonardo e Telmo" ou "É preciso Amar".


Tim Maia (nome artístico de Sebastião Rodrigues Maia; Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998), foi um cantor, compositor, produtor, maestro, multi-instrumentista e empresário brasileiro, responsável pela introdução do estilo soul na música popular brasileira e reconhecido mundialmente como um dos maiores ícones da música no Brasil. As suas músicas eram marcadas pela rouquidão da sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grandes vendas e consagrando muitos sucessos. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, na sua infância, teve contacto com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou com Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve os seus primeiros contatos com o soul. Em 1970, gravou o seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, se tornou num sucesso por todo o Brasil, com músicas como "Azul da Cor do Mar" e "Primavera".
Nos três anos seguintes, lançou vários discos homónimos, fazendo sucesso com canções como "Não Quero Dinheiro" e "Gostava Tanto de Você". De 1975 a 1977, aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida como Cultura Racional, lançando, nesse período, as músicas "Que Beleza" e "Rodésia". Pela decadência das suas músicas influenciadas por essa escola filosófica, desiludiu-se com a doutrina e voltou ao seu estilo de música anterior, lançando sucessos como "Descobridor dos Sete Mares" e "Me Dê Motivo". Muitas das suas músicas foram gravadas sob a editora Seroma e a gravadora Vitória Régia Discos, sendo um dos primeiros artistas independentes do Brasil. Ganhou o apelido de "síndico do Brasil" do seu amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil. Na década de 90, diversos problemas assolaram a vida do cantor, problemas com as Organizações Globo, a saúde precária, assim como o agravamento do seu grau de obesidade. Sem condições para realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói, saiu numa ambulância e, após duas paragens cardiorrespiratórias, faleceu no dia 15 de março de 1998. É amplo o seu legado à história da música brasileira.
A revista Rolling Stone classificou Tim Maia como o maior cantor brasileiro de todos os tempos , e também como o 9º maior artista da música brasileira.

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklist:

A1 Dance Enquanto É Tempo 1:55
A2 É Preciso Amar 3:13
A3 Rodésia 2:39
A4 Márcio Leonardo E Telmo 1:58
A5 Sentimental 2:06
A6 Nobody Can Live Forever 2:51
B1 Me Enganei (Reginaldo Francisco) 2:15
B2 Manhã De Sol Florida, Cheia De Coisas Maravilhosas 3:19
B3 Brother, Father, Sister And Mother 3:20
B4 Batata Frita, O Ladrão De Bicicleta 2:08
B5 The Dance Is Over (Hyldon, Reginaldo) 2:30

Nota: Tim Maia compôs as faixas A1 a A5, B2 a B5.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Cássio Araújo, a quem agradecemos.

Anna King - Back To Soul (LP 1964)

domingo, 13 de abril de 2014



Anna King ‎– Back To Soul (Smash Records ‎– SRS 67059, 1964).
Produtor: James Brown.

Nascida Anna Dolores King, em Filadélfia a 9 de Dezembro de 1937, Anna King foi influenciada pela sua avó e desde cedo começou a cantar na igreja com a idade de seis anos. Quando tinha doze anos, Anna entrou para o seu primeiro grupo gospel, Youth For Christ. Foi através da música religiosa que conseguiu o seu primeiro contrato para cantar. Assim efectuou a primeira gravação e lançamento em Abril de 1961, com 'In Between Tears' / 'So In Love With You ', pela Malibu, distribuído por Scepter-Wand
Devido a estas primeiras canções colaborou com nomes sonantes como, Chuck Jackson, e The Shirelles. Voltando ao estúdio em 1962, ela lançou pela etiqueta Ludix de Luther Dixon, 'You Don't Love Me Anymore' / 'The Big Change'. A sua grande chance veio quando James Brown procurava uma substituta para Tammi Terrell . Anna fez os testes e passou a integrar a equipa de James Brown. Este tinha sido contratado pela Smash Records e por isso foi natural que Anna tenha começado a lançar o seu material por esta gravadora. Influenciado pelo gospel James Brown escreveu ‘If Somebody Told You' lançado em 1963 que atingiu tanto a tabela de sucessos de R&B como da Pop Music.
Os seus próximos dois singles foram gravados pela Bell Studios/Nova York em Janeiro de 1964. 'Baby Baby Baby ", um dueto com Bobby Byrd , que se tornou um grande sucesso de R&B, e o tema clássico de soul ", 'Make Up Your Mind', b/w 'If You Don't Think'. É nesta altura que o famoso James Brown produziu o álbum, Back To Soul. Anna deixou a companhia de James Brown, no final de 1964 para seguir o seu próprio caminho, embora ainda tenha gravado mais 2 singles pela Smash Records, ' Come On Home'/'Sittin' In The Dark' e 'That's When I Cry' / 'Tennessee Waltz'.
Já sem a companhia de James Brown, Anna juntou-se ao ex-baterista daquele cantor, Sam Lathan, formando um grupo e iniciando digressões.
Anna aposentou-se do mundo da música apenas por um ano e, com surpresa, recebeu um telefonema de Duke Ellington que a queria como cantora para os seus concertos.
Mais tarde, Anna juntou-se a um grupo gospel poderoso o Brockington Choral Ensemble, o que veio a ser a sua ocupação a tempo inteiro . Anna faleceu em Filadélfia, a 21 de outubro de 2002.


Faixas/Tracklist:

A1 Make Up Your Mind 2:46
A2 Come On Home 2:14
A3 Sittin' In The Dark 2:13
A4 That's When I Cry 2:18
A5 I Found You 2:25
A6 I Don't Want To Cry 2:37
B1 If Somebody Told You 2:55
B2 Night Time Is The Right Time 3:11
B3 Tennessee Waltz 3:02
B4 Come And Get These Memories 2:23
B5 If You Don't Think 1:54
B6 Baby, Baby, Baby 2:36

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Juan Aragon, a quem agradecemos.