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José Cid – O Meu Piano (LP 1978 / Portugal)

segunda-feira, 18 de abril de 2022




José Cid – O Meu Piano (LP Orfeu – STAT 058, 1978 / Portugal).
Género: Pop, Balada, MPP.


José Cid, é o nome artístico de José Albano Cid de Ferreira Tavares (Chamusca/Portugal, 4 de fevereiro de 1942), um famoso cantor, compositor, músico instrumentista e produtor musical português.
Em 1978 era considerado o artista português com mais sucesso e o que vendia mais discos. Nesse ano, na editora que representava desde 1977, a Orfeu, editou um LP muito comercial, “O Meu Piano”, que aqui apresentamos, e que incluía os seus últimos 5 singles. Nesse mesmo ano, editou também um outro álbum, que seria considerado a sua obra prima, um disco fora do tempo, um luxo na vida de uma estrela musical, “10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte” que só teve honras de reconhecimento na década de 90, ao nível nacional e internacional, um verdadeiro marco na história do rock progressivo. Este LP só ganhou nome quando a revista Billboard americana o considerou uma obra classificada entre as 100 melhores do Mundo (59º). É ainda em 1978 que concorre ao Festival da Canção RTP com quatro temas, "O Meu Piano" (2.º classificado), "O Largo do Coreto" (7.º classificado), "Aqui Fica Uma Canção" (5.º classificado) e "Porquê, Meu Amor Porquê?" (6.º classificado). José Cid mantém-se em actividade desde 1955.


Faixas/Tracklist:

A1 - O Meu Piano (José Cid) 3:03
A2 - Aqui Fica Uma Canção (F. Guerra, J. Henriques) 2:26
A3 - O Largo do Coreto (M. Contumélias, Manuel J. Soares) 2:45
A4 – Porquê (M. De Lourdes Pinto, V. Mamede) 2:40
A5 - Junto à Lareira (José Cid) 4:08
B1 - A Mansarda (José Cid) 4:15
B2 – Retrovisor (F. Guerra, J. Henriques) 2:56
B3 - Mulher Até Quando (A. Neves, M. J. Soares, M. Contumélias) 3:50
B4 - Adulto, Criança (M. de Lourdes Pinto, V. Mamede) 2:23
B5 - Tia Anita (J. Cid, M. Manuel Cid) 3:05

NOTA: Registo de Som – Manuel Cunha, Moreno Pinto.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo JMS, a quem agradecemos.

José Cid – José Cid Canta Coisas Suas (LP 1979/Portugal)

terça-feira, 22 de março de 2022


 


José Cid – José Cid Canta Coisas Suas (LP Orfeu – FPAT 6006, 1979/Portugal).
Género: Pop, MPP.


José Albano Cid Ferreira Tavares, mais conhecido por José Cid, nasceu na Chamusca, Ribatejo/Portugal, em 4 de Fevereiro de 1942. Foi estudar para Coimbra. Nessa altura conheceu António Portela e Rui Ressurreição que foram a base da sua aprendizagem musical. Algum tempo depois entra para “Os Babies” que provavelmente foi o primeiro grupo de rock português a receber influências estrangeiras, de Fats Domino, Chuck Berry, Bill Haley, Cliff Richard. No início só tocava piano. Pouco tempo depois formou a Orquestra Ligeira do Orfeon Académico com Rui Ressurreição, Daniel Proença de Carvalho, Joaquim Caixeiro e José Niza. Em 1967 entrou para o grupo que algum tempo depois deu origem ao Quarteto 1111, que veio a abandonar em 1975. O seu primeiro disco a solo foi “Lisboa Camarada”, de 1969, que foi proibido pela censura da época. Em 1979 gravou o disco "José Cid Canta Coisas Suas", que aqui apresentamos, com as participações de Pedro Caldeira Cabral, Mike Sargent e Dulce Neves, um LP orientado para o grande público, que inclui temas que se mantêm populares, como "Na Cabana Junto à Praia", "A Pouco a Pouco", "Olinda a Cigana" ou "Verdes Trigais Em Flor", entre outros. Participa nesse mesmo ano no Festival OTI da Canção com o tema "Na Cabana Junto à Praia", classificando-se em terceiro lugar. Em 2022, no dia do seu 80.º aniversário, foi agraciado com Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República português, pelo seu contributo cultural no panorama musical. Mantém-se em actividade, desde 1955.


Faixas/Tracklist:

A1. Portugal, Portugal, Portugal
A2. A Pouco e Pouco
A3. Na Cabana Junto À Praia
A4. Amigos
A5. Verdes Trigais Em Flor
B1. Olinda a Cigana
B2. Rendez-Vous
B3. Fox-Trot da Lili
B4. A Coisa Mais Pura Que Alguma Vez Tive
B5. Sou Um Rochedo Na Maré Viva
B6. Chamaram-me Poeta

Músicos Intervenientes/Personnel:

Voz principal – José Cid
Voz – Dulce Neves
Guitarra - Pedro Caldeira Cabral
Saxofone – Fernando Pleno
Coros – Ana Maria Almeida, Ana Sofia Cid, Constança Almeida
Arranjos por José Cid, Mike Sargent, Shegundo Galarza.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

José Cid - O Essencial (Antologia 1967-2011)

quarta-feira, 13 de novembro de 2019


José Cid - O Essencial (Antologia 1967-2011). 

É hoje que o músico e cantor de pop/rock português, José Cid, irá ser galardoado com um Grammy por Excelência Musical, atribuído pela Academia Latina, prémio esse há muito esperado e mais que merecido. Não deixaríamos de prestar a nossa homenagem a José Cid. É, sem dúvida, justo motivo de orgulho para todos nós! De recordar que a carreira de Cid, como músico, se iniciou em meados dos anos 50 (com o grupo Os Babies) até à actualidade, com participações em vários grupos e, por isso, deve ser destacada pela sua constância e pela importância para a música nacional e internacional, ao longo de uma brilhante carreira de seis décadas, agora justamente reconhecida. Na página oficial da Academia Latina de Gravação é referido, num pequeno texto dedicado ao músico português, que José Cid, “adaptou sem esforço a influência da música popular anglo-saxónica ao estilo original do pop rock português”.
José Cid, agora com 77 anos, junta-se assim aos outros dois portugueses distinguidos com este Grammy Latino, o fadista Carlos do Carmo e a soprano Elisabete Matos. 
A 20ª Edição do Grammy Latino (20th Annual Latin Grammy Awards) será realizada em 14 de novembro de 2019 em Las Vegas, EUA. O Prémio à Excelência Musical é concedido a artistas que fizeram contribuições de significado artístico excepcional para a música latina. 
Em maio de 2018, José Cid já tinha sido distinguido com o Prémio Mérito e Excelência nos Globos de Ouro. 

1955 - Os Babies com José Cid ao piano.

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de fevereiro de 1942), é um cantor, compositor, músico instrumentista e produtor musical português. 
Na adolescência, por volta dos 14 anos, quando frequentava o Colégio dos Salesianos de Mogofores/ Anadia, iniciou a sua carreira musical com “Os Babies”, agrupamento musical criado em 1955, que se dedicava à interpretação de versões e que durou até 1958. Com 17 anos, já em Coimbra, José Cid compôs a sua primeira canção, Andorinha, um tema com influências jazzísticas.
A partir de 1960, e nos anos subsequentes, integra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Daniel Proença de Carvalho e Rui Ressurreição e o Trio Los Dos, com Proença de Carvalho. Ainda nos anos 60 passa pela banda de rock n'roll e surf rock Os Claves, que também se dedicava à interpretação de versões. 
Em 1965 abandona Coimbra. É convidado a integrar o famoso Conjunto Mistério que daria origem ao Quarteto 1111. Nos finais dos anos 60, Cid destaca-se no panorama musical, ao integrar, como teclista e vocalista, o Quarteto 1111, um dos mais inovadores projectos musicais portugueses de que há memória. O grupo tem grande êxito com a canção “A lenda de El-Rei D. Sebastião”, editada em 1967. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegaria a ser comercializado, por proibição da censura. 
Em Agosto desse ano, Cid toca no célebre concerto/festival em Vilar de Mouros com o Quarteto 1111. Em novembro participa, com "Ficou Para Tia", no World Popular Song Festival de Tóquio. Participa na formação do grupo Green Windows em 1972, para se apresentar no Festival dos Dois Mundos, desse mesmo ano. Na realidade, o grupo era o Quarteto 1111 numa vertente mais comercial e com algumas participações femininas, asseguradas pelas namoradas e mulheres dos elementos da banda. 
Em 1973, é lançado um dos maiores êxitos de sempre da carreira de José Cid, “Vinte Anos”, que viria a vender mais de 100 mil cópias. 
Em 1975 “Ontem, Hoje e Amanhã”, canção que seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio. 


Em 1977 fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema “Mosca Super-Star” e o EP “Vida” (Sons do Quotidiano), no mesmo ano. Em 1978, lançou o álbum “10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte”, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento ao nível internacional, sendo incluído numa lista dos 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. 
Participa nesse mesmo ano no Festival OTI da Canção com o tema "Na Cabana Junto à Praia", de 1979, classificando-se em terceiro lugar. Após várias participações no Festival RTP da Canção, em 1980 vence o certame com a música “Um Grande, Grande Amor”. No Festival Europeu da Canção, conquistou um honroso sétimo lugar, entre 19 concorrentes. 
Fora do país, José Cid obteve na década de 80, algum sucesso nos mercados Australiano e Sul-Africano. Na Austrália chegou a tocar com os conhecidos Men At Work. Participa em inúmeros programas de T.V. 
Em 2009 recebeu o prémio de consagração de carreira pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). 
Cid continua a gravar e a apresentar-se até ao presente e destaca-se pela sua vasta discografia. 
Mais informação sobre este excelente artista português, já se encontra inserida neste blog. 

Em Porto Covo, onde assistimos ao seu concerto na noite de 29 de Agosto de 2019.

Em sua homenagem, apresentamos esta compilação particular, "O Essencial", uma antologia que reúne alguns dos seus maiores sucessos, gravados entre 1967 e 2011.

Faixas/Tracklist: 


01 - A Lenda de El-Rei D. Sebastião (com Quarteto 1111) 
02 - Balada Para D. Inês (com Quarteto 1111) 
03 - Junto à Lareira 
04 - A Mansarda 
05 - Na Cabana Junto à Praia 
06 - A Rosa Que Te Dei 
07 - Verdes Trigais Em Flor 
08 - 20 anos 
09 - Morrer de Amor Por Ti 
10 - Velho Moinho 
11 - Um Louco Amor 
12 - Ontem, Hoje e Amanhã 
13 - Nossa Senhora do Tejo 
14 - Uma Lágrima 
15 - Cai Neve Em Nova Iorque 
16 - O Largo Do Coreto 
17 – Desencontro 
18 – Lisboa 
19 - Glória, Glória Aleluia 



01 - Mais Um Dia 
02 - Quadras Populares 
03 - Um Grande, Grande Amor 
04 - Romântico, Mas Não Trôpego 
05 - Amanhã, Amanhã 
06 - A Anita Não É Bonita 
07 - A Minha Música 
08 - Desde Que Me Ames Um Pouco 
09 - Amar Como Jesus Amou 
10 - Bem-Me-Quer, Mal-Me-Quer, Muito, Pouco e Nada 
11 - No Dia Em Que o Rei Fez Anos 
12 - O Cantor da T.V. 
13 - Como o Macaco Gosta de Banana 
14 - O Meu Piano 
15 - Tia Anita 
16 - Bodas de Ouro 
17 – Retrovisor 
18 - Não Sei Viver Sem Ti 

Parabéns José Cid!

Alinhamento e capas por Carlos Santos.

José Cid ‎– Grandes Êxitos N.º 2 (LP Duplo 1981)

domingo, 30 de junho de 2019



José Cid ‎– Grandes Êxitos N.º 2 (2 LPs Orfeu ‎– EFPAT 7002, 1981). 
Género: Pop Rock, Folk, Balada. 


José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de fevereiro de 1942), é um cantor, compositor, músico instrumentista e produtor musical português. 
José Cid iniciou a sua carreira na música aos 14 anos, quando integrou o agrupamento musical Os Babies. Passou por vários grupos musicais, mas o momento da mudança na sua vida aconteceu aos 23 anos, quando fez uma audição que o tornou vocalista e teclista do Quarteto 1111. A partir daí surgiram os sucessos como “A Lenda de El-Rei D. Sebastião”. 
O primeiro álbum de José Cid a solo foi lançado em maio de 1971. “20 Anos”, um dos seus maiores êxitos, surge em 1973, “Ontem, hoje e amanhã”, em 1975. Seguem-se anos de grandes sucessos e aplausos do público e da crítica. Cid concorreu 16 vezes ao Festival da Canção, sendo que a primeira aconteceu em 1968 e a última em 2018. 
A revista "Sputnik" elegeu o seu trabalho como um dos melhores do rock progressivo de sempre. É o músico que mais sucessos produziu em Portugal. 
Em 1981 é editada esta compilação que reúne 20 êxitos do artista, a solo. Neste álbum duplo, encontram-se grandes canções de Cid das quais destacamos, “A Rosa Que Te Dei”, “A Lenda D’El Rei D. Sebastião”, “No Dia Em Que o Rei Fez Anos” ou “Morrer de Amor Por Ti”, entre outras. 
José Cid tem uma vasta discografia. 
Mais informação sobre este fantástico artista português, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Um Rock Dos Bons Velhos Tempos (J. Cid) 
A2 Beatle Mania (J. Cid, Mike Sergeant, Tozé Brito) 
A3 Tenho Este Amor Para Dar (J. Cid, Mário Contumélias, Mike Sergeant) 
A4 Lenda D'El Rei Dom Sebastião (J. Cid) 
A5 No Teu Refúgio (J. Cid, Mike Sergeant) 
B1 Baile No Liceu (J. Cid) 
B2 Epitáfio (J. Cid, Mike Sergeant) 
B3 Longe Demais (J. Cid, Miguel R. Pereira) 
B4 Não Digas Adeus (J. Cid, Mário Contumélias, Beti Silveira, Mike Sergeant) 
B5 Na Manhã Do Meu Viver (J. Cid) 
C1 Quadras Populares (José Cid) 
C2 Beijinhos Ao Luar (Fado Cravo, José Cid) 
C3 Fado Da Capela Abandonada (Do Senhor Do Bon Fin) (José Cid, João Fonseca,) 
C4 O Fado Nossa Senhora Da Nossa Senhora (Fado Cigano) (Armando Machado, D.R.) 
C5 Bem-Me-Quer, Mal-Me-Quer, Muito, Pouco E Nada (José Cid) 
D1 No Dia Em Que O Rei Fez Anos (José Cid) 
D2 Morrer De Amor Por Ti (José Cid) 
D3 A Rosa Que Te Dei (José Cid) 
D4 Amigos (José Cid, Mike Sergeant) 
D5 Bodas De Ouro (José Cid) 

LP duplo disponibilizado por Carlos Santos. 
Agradecemos a colaboração dos nossos amigos, A. Carpinteiro e Mário Santos.

José Cid - A Anita Não É Bonita (Single 1977)

sábado, 18 de abril de 2015



José Cid - A Anita Não É Bonita (Single Orfeu KSAT 581, 1977).
Produção de José Cid
Colaboração musical de Zé Nabo, Maria Armanda e Tó Barbieri.

A biografia de José Cid já se encontra inserida neste blogue.

Faixas/Tracks:

A - A Anita Não É Bonita (Maria Manuel Cid, José Cid)
B - O Meu Nome É Ninguém (Maria Manuel Cid, José Cid)

Single ripado do vinil, masterizado e disponibilizado por Carlos Santos.

José Cid – Reedição Do Seu Primeiro LP a Solo

sábado, 7 de junho de 2014
José Cid – Reedição do seu primeiro LP a solo

O primeiro trabalho a solo de José Cid, uma lenda da pop portuguesa, é um dos mais importantes da sua longa carreira de discos, embora raramente mencionado quando comparado com o seu mais famoso álbum 10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte ou os seus trabalhos com o Quarteto1111. Trata-se de uma verdadeira preciosidade, uma jóia extremamente rara, com apenas 400 cópias prensadas em 1971. Este LP é uma peça relevante da música pop psicadélica portuguesa, uma obra notável, agora disponível novamente numa edição especial limitada e numerada.

The self-titled first solo effort by Portuguese pop legend José Cid is one of the most important of his long recording career,though seldom mentioned when compared to his most famous album 10000 Anos Depois Entre Vénus e Marte or his works with Quarteto1111. Na extremely rare gem, with only 400 copies pressed back in 1971,this recording is a relevant piece of psychedelic pop music. A remarkable work,now available again on a special numbered limited edition.

Fonte: Groovie Records

A contracapa do LP original, com o respectivo alinhamento.

Disco raro de 1971 renasce em vinil mas com as técnicas do século XXI: 

Verdadeira preciosidade, o primeiro LP a solo de José Cid volta ao mercado em vinil, num restauro fiel do disco de 1971, mas aproveitando as técnicas do século XXI. 
Quem tiver, à época, manuseado o disco, ficará surpreendido: é igual! Ou quase… A capa, desdobrável, usa o mesmo tipo de cartão rugoso, a tonalidade das fotos é perfeita, interior e contracapa estão tal como na edição original de 1971.
Editado em Maio de 1971 pela Valentim de Carvalho, com selo da Columbia, teve à data apenas 400 cópias.

Fonte: Parcialmente transcrito e adaptado de Público.pt/Cultura

Caso queira adquirir este importante LP visite a loja da Groovie, através do link: 


Endereço: Groovie Records, Rua de São Paulo, 252 – Lisboa/Portugal 

Fonte: Informação em www.groovierecords.com

José Cid - Camarada (EP 1972)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012



José Cid - Camarada (EP Columbia 8E 016-40207, 1972)

Faixas / Tracks:

01 - Camarada
02 - Retrospectiva
03 - Viagem
04 - Corpo Abolido

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942) é um cantor, compositor e músico português. José Cid iniciara uma carreira a solo em 1969, com Lisboa Camarada, álbum que foi censurado, em 1971.
Em Maio de 1972 lança um EP com os temas "Camarada", "Retrospectiva", "Viagem" e "Corpo Abolido".

Principais etapas da carreira deste excelente músico apenas até aos anos 70:

1956 Funda Os Babies, um grupo especializado em cantar covers de rock'n'roll.
1960 Com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressureição funda o Conjunto do Orfeão.
1967 Nasce o Quarteto 1111 e, com ele, um tema para a história: A Lenda de El Rei D. Sebastião.
1968 Balada para D. Inês classifica-se em terceiro lugar no Festival RTP da Canção.
1969 O primeiro disco a solo, Lisboa Camarada, é proibido pela Censura.
1973 Grava 20 Anos, com os Green Windows, a sua nova formação.
1974 Leva ao Festival RTP A Rosa que Eu te Dei e No Dia em Que o Rei Fez Anos, duas canções que se vão tornar, de imediato, enormes êxitos.
1978 Edição de A Minha Música. 
Mantém-se em actividade até hoje, com sucesso.

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia e http://www.macua.org

José Cid - Camarada (1972) (from Youtube). 

Uma colaboração do nosso amigo Mário Damaso, a quem agradecemos.
Esta música faz parte de um conjunto de 28 temas que, José Cid e o Quarteto 1111, viram proibidas pela Censura.

José Cid - Letra do tema Camarada

Só eu te ouvi gritar e madrugada,
Camarada Camarada,
No dia em que mordeste o pó da estrada,
Para nada, Camarada

És livre para seguir tua jornada,
Que jornada, Camarada?

Chegaste ao fim da tua encruzilhada,
Para nada,para nada

lala lala lala lala lala lala lala
(Camarada, para nada)

Tinhas contigo o dom para a palavra
Da verdade, Camarada

Tiveste, amigo, uma sorte tramada
A verdade, Camarada

De uma navalha fizeste uma espada,
Que saudade, Camarada

Nasce uma flor no cano da espingarda,
Para nada, Camarada

lala lala lala lala lala lala lala
(Camarada, para nada)

Camarada, Para nada... 

EP gentilmente cedido por Luís Futre a quem muito agradecemos
Digitalização das capas e áudio, assim como a masterização, por Carlos Santos.

José Cid - Um Grande, Grande Amor (Single 1980)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011




José Cid - Um Grande, Grande Amor (Single Orfeu YSAT 5100, 1980).
Orquestrações de Mike Sargeant.

1980 consagrou como vencedor do Festival RTP da Canção, com 93 pontos, um dos mais talentosos músicos e intérpretes que passou pela competição, José Cid. "Um Grande, Grande Amor" é um tema romântico mas divertido, repleto de comparações e metáforas para explicar o sentimento do protagonista. Viria a ser um sucesso tremendo em Portugal após vencer a competição (ainda hoje o é ouvido na rádio), tendo sido regravado em inglês, francês, castelhano e holandês.Na Eurovisão, apesar de não ter atingido a posição que se chegou a esperar, terminou no sétimo lugar (melhor classificação de sempre até à data, juntamente com "Festa da Vida", de Carlos Mendes), com 71 pontos, entre dezanove concorrentes.

Fonte: Música Portuguesa de Ontem e de Hoje


"Um grande, grande amor" ("A big, big love") was the Portuguese entry in the Eurovision Song Contest 1980, performed in Portuguese by José Cid.
The song is a moderately up-tempo number, with Cid describing his unbounded love. Unusually, the multilingual chorus features him bidding farewell to his lover, explaining that his love is sufficiently boundless that he will still be singing and happy even when it ends.The song was performed fourteenth on the night, following the United Kingdom's Prima Donna with "Love Enough for Two" and preceding the Netherlands' Maggie MacNeal with "Amsterdam". At the close of voting, it had received 71 points, placing 7th in a field of 19 - Portugal's best result at the time.


Single ripado do vinil e disponibilizado por Carlos Santos.

José Cid - 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (1978)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011




José Cid - 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (LP original da Orfeu – FPAT 6001, 1978).

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942) é um músico português que iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação do grupo musical Os Babies, que se dedicava à interpretação de "covers" e que mantém a sua actividade, com muito êxito, até agora.

10.000 anos depois entre Vénus e Marte é um álbum imperdível de rock progressivo de José Cid, uma ópera rock e também um dos poucos álbuns de rock espacial em Portugal, editada pela Orfeu / Arnaldo Trindade, em 1978. Embora pouco conhecido no seu país de origem, tem sido bastante mais aclamado no resto do mundo, chegando mesmo a ser incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo de todo o mundo de todos os tempos, organizada pela revista americana Billboard. 
10.000 anos depois entre Vénus e Marte é considerado um "disco essencial e uma obra prima do rock progressivo". Com base em ficção cientifica, o conceito é que, 10.000 anos depois da auto destruição da humanidade, um homem e uma mulher viajam de regresso para a Terra para a repovoar novamente. O tom das músicas é de contemplação sobre os erros do passado da humanidade e de esperanças futuras. A maioria das canções é influenciada por bandas como Moody Blues ou Pink Floyd. O álbum foi composto por Cid, com ajuda em algumas músicas pelo guitarrista Mike Sergeante pelo baterista Ramon Galarza. É uma viagem de rock sinfónico espacial dominada por Mellotron, sintetizadores de cordas e outros, com suporte de guitarras, baixo e bateria.

10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (In English: 10,000 Years Later Between Venus and Mars), is a progressive rock, by Portuguese musician José Cid, released on 15 May 1978. It is a spacey symphonic rock trip into outer space, dominated by Mellotron, string synth, and other synthesizers, with supporting use of guitars, bass, and drums.The album is consistently featured in www.progarchives.com among the top five progressive rock albums of 1978, and considered "Essential: a masterpiece of progressive rock music". Based on the growing science fiction trend, the concept for the album was that, 10.000 years after mankind's self-destruction, a man and a woman travelling in space return to Earth to repopulate it. The tone of the lyrics is of contemplation over mankind's past mistakes and future hopes. Cid's musical style on the record is very similar to the French take on symphonic rock with lots of string synths, Mellotron and a very simple melodic style. Lyrics are sung in native Portuguese. Most of the songs, influenced by a sort of mix combining The Moody Blues and Pink Floyd psychedelia, were composed by Cid, some of them with the help of guitar player Mike Sergeant and drummer Ramon Galarza.

Fonte: In Wikipedia

Faixas/Tracklist: 

1 - O Ultimo Dia na Terra (4:24)
2 - O Caos (5:50)
3 - Fuga Para O Espaco (8:09) 
4 - Mellotron, O Planeta Fantástico (6:43)
5 - 10000 Anos Depois Entre Vênus E Marte (6:03) 
6 - A Partir Do Zero (4:44)
7 - Memos (2:22) 

 Músicos / Line-Up:

JoséCid: piano, sintetizadores, string ensemble, Mellotron, voz;
Ramon Galarza: bateria, percussão;
Zé Nabo: baixo, guitarra eléctrica, guitarra de 12 cordas, guitarra acústica;
Mike Sergeant: guitarra eléctricas, guitarra de 12 cordas (faixa 2)

Álbum disponibilizado por Carlos Santos.

José Cid - Doce e Fácil Reino do Blá Blá Blá (1973).

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Recebemos do nosso amigo Mário Dâmaso esta simpática contribuição. 
Trata-se de um vídeo postado no Youtube - Doce e Fácil Reino do Blá Blá Blá - José Cid (1973).

No período compreendido entre 1971 e 1975, José Cid manteve-se em actividade de forma ininterrupta, conciliando paralelamente os seus projectos a solo com formação dos Green Windows e a espaços com o que ainda restava do Quarteto 1111. Não é de estranhar, portanto, que durante esses anos vários Ep's , singles e até discos de longa duração tenham sido lançados para o mercado com composições da autoria de José Cid, ora a solo ora como membro de uma dessas formações. O mesmo período temporal coincidiu também com ínicio da participação massiva deJosé Cid em Festivais da Canção, sendo a sua participação de 1974 uma das que mais sucesso teve com a actuação dos Green Windows com o tema “ No dia em que o rei fez anos”, classificada em segundo lugar, atrás de “ E depois do Adeus” de Paulo de Carvalho.
Devido ao sucesso das actuações José Cid no Festival da Canção de 1974 (com “No dia em que o rei fez anos” “Imagens” e “ A rosa que te dei”, esta última a solo) foram lançados em 1974 dois singles dos Green Windows e um single de José Cid, contendo cada um deles na face A uma das canções participantes no Festival da Canção de 1974. Assim, sem qualquer surpresa e com as referências Decca SPN 160, Decca SPN 161 e Decca 162 foram lançados de seguida os singles “A rosa que te dei” , “Imagens” e “ No dia em que o rei fez anos”.
Graças à cumplicidade existente entre a figura de José Cid enquanto autor e compositor dos Green Windows, a editora aproveitou para lançar no lado B do single “Imagens”, uma composição, originalmente editada por José Cid em 1973, num dos seus singles a solo. Falamos da canção “ Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá”, que durante anos foi associada como pertencendo ao reportório dos Green Windows quando, no fundo se trata de uma canção de José Cid, gravada em nome próprio. Para tal facto terá contribuído, por uma lado, o relativo fracasso do single “Cantiga Portuguesa/Doce e Fácil no Reino do BláBlá Blá” ( Decca SPN 143 D), e por outro lado, o facto de durante muitos anos a canção Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá, ter sido incluída em diversas colectâneas dos Green Windows, sem qualquer distinção em termos de autoria. Acresce que a actual raridade do single originariamente gravado em 1973 também contribuiu em parte para que a maioria dos apreciadores da obra de José Cid apenas conhecessem a canção Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá como lado B do single "Imagens" dos Green Windows. Nem mesmo em 2007 com o lançamento da colectânea “ Pop Rock & Vice Versa”, exclusivamente composta por canções de José Cid em nome próprio parece ter dissipado as dúvidas em relação a essa matéria.


Texto parcialmente retirado de José Cid D. Camaleão

Mário Dâmaso, agradecemos a sua colaboração que é sempre bem vinda.


João Romão /Carlos Santos

José Cid - Portugal É (vídeo)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Portugal É - José Cid (vídeo Youtube). Um trabalho do nosso amigo Mário Dâmaso.
Como ele refere..."Vou continuar, sempre que tiver disponibilidade. O caminho faz-se…caminhando!"
Obrigado e um abraço,


C.S.

Tonicha - Colaborações com José Cid e Quarteto 1111 (1968-1972)

domingo, 30 de janeiro de 2011



Tonicha - Colaborações com José Cid e Quarteto 1111

Trata-se de uma compilação particular que reúne temas da Tonicha resultante das suas participações com José Cid e Quarteto 1111
De salientar que esta cantora gravou um EP com temas de José Cid , La Mansarde" e "Emporte-Moi Loin d'Ici" e ainda outro EP, também com a colaboração de Cid, com os temas "Caminheiro, Donde Vens?", "Terra Sonhada", "Amanhã" e "Canção Para um Regresso".
O EP "D. Pedro", volta a contar com a colaboração de José Cid na direcção musical e na autoria de três temas.

EPs gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (áudio) e masterização, por Carlos Santos. 
Capas por João Romão.

José Cid - My Music (LP Orfeu 1980)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



José Cid - My Music (LP Orfeu FPAT 6009, 1980).

José Cid grava entre Los Angeles e Paris o seu primeiro LP todo cantado em inglês, intitulado "My Music".
Este disco é apresentado em Cannes, no MIDEM. Grava, para a editora Family, o tema "Springtime Of My Life", com produção de Mike Gold que conheceu no Midem e que trabalhara com Frank Sinatra.
Neste L.P. de 1980 José Cid revela a grande influência de Elton John e dos Beatles na sua forma de composição. No lado A deste disco (faixas 1 a 5) temos um autor completamente liberto de preconceitos que canta, e toca Piano, de forma aberta e extrovertida. José Cid canta a plenos pulmões tal é a alegria de se poder expressar na lingua materna dos seus ídolos. "Ode To The Beatles" é a sua forma de homenagem aos quatro de Liverpool, através de um tema sustentado por uma base de composição tirada de alguns dos temas mais conhecidos dos Beatles. A letra é feita à base de títulos, e alguns excertos de letras, e harmonias, das músicas da banda Inglesa. Muito interessante.
O lado A encerra curiosamente com dois temas mais antigos de José Cid. "Count James" é nem mais nem menos do que a versão Inglesa da "Lenda de El-Rei D.Sebastião". A parte musical é exactamente igual ao sucesso do Quarteto 1111, a letra é que sofre uma pequena alteração substituindo a personagem de D.Sebastião pela de Count James, também ele um grande conquistador. Outro tema aqui recuperado, sob versão Inglesa também e numa interpretação ao vivo é, "Ontem, Hoje e Amanhã" ou seja "Yesterday, Today and Tomorrow". Participou no Festival de Tóquio de 1975 precisamente com este tema.
O lado B (faixas 6 a 10) revela-se mais comedido, com um José Cid mais baladeiro e a cantar de forma mais controlada. "I Kissed Her Goodbye" inspira-se mais uma vez nas harmonias dos Beatles, e a guitarra de Sergeant chega mesmo a sugerir George Harrison. "So Nice, So Fair, So Gay" acaba por ser um título infeliz, com um conceito natural de inocência sem a conotação "agressiva" a que a utilização da palavra Gay sofre actualmente. Este lado B encerra com dois temas mais festivos que apesar de serem cantados, como os restantes temas do álbum, em Inglês não conseguem fugir à nossa Portugalidade.
Trata-se de um dos álbuns de José Cid cuja edição em CD ainda não existe.
No entanto, não devo deixar de referir o excelente músico Mike Sergeant, guitarrista, cantor, ex-membro dos Greenwindows, companheiro de José Cid nas lides musicais, que assinou os arranjos de todos os temas deste disco, contribuindo ainda com o original da sua autoria “ Sycamore Square”.
É um álbum infelizmente pouco conhecido e do qual não existe muito mais informação.

Faixas / Track List:

01 Too Many Nights 3:32
02 Ode To The Beatles 4:30
03 A Love To Share 2:40
04 Count James 3:33
05 Yesterday, Today And Tomorrow 3:25
06 I Kissed Her Goodbye 4:08
07 So Nice, So Fair, So Gay 2:39
08 Sycamore Square 2:53
09 In My Hideway 2:16
10 Big Brother Joe 3:25

Fonte: 1111.no.sapo.pt/josecid

LP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por João Romão.

José Cid - Magia (LP 1982)

sábado, 15 de janeiro de 2011



José Cid - Magia (LP de 31/07/1982 - Orfeu FPAT6020 - 1982).

Participam neste disco Mike Sergeant, Zé Nabo e Ramon Galarza.
Arranjos de Shegundo Galarza, Mike Sergeant e José Cid.
O álbum “Magia”, não viu até hoje a sua reedição em CD.

Faixas/Tracklist:

01 Se Eu Fizesse Amor Contigo
02 Desencontro
03 Magia
04 Depois da Meia-Noite
05 Na Manhã do Meu Viver
06 Desde Que Me Ames Um Pouco
07 Uma Lágrima
08 O Cantor Na T.V.
09 A Não Ser Que
10 Depois De Ti
11 Desencontro (bonus - versão alternativa)

As faixas deste LP foram gentilmente cedidas por Olga Santos.
Digitalização e remasterização a cargo de Carlos Santos.

José Cid - José Cid (1º LP a Solo, 1971)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011



José Cid – 1º LP (a solo) (LP Columbia 8E 062-40.118, 1971).
Disco considerado raro.

Trata-se de uma preciosidade este primeiro álbum a solo (homónimo) de José Cid, editado em Maio de 1971. A poetisa Natália Correia é um dos nomes que colabora com José Cid nesta fase. 
LP já considerado raro, muito bem concebido e talvez um dos melhores álbuns do Pop-Rock nacional. Salienta-se o tema electrónico e simultaneamente acústico “Lisboa 3000” pelo seu estilo avançado e inovador para a época e o curioso tema "Nihelile", do moçambicano Fany Pfumo. 

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), músico português que iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical que se dedicava à interpretação de covers. Em 1960 criou em Coimbra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição. 
Popularizou-se como teclista e vocalista nos 1111, tendo grande êxito com a A lenda de El-Rei D. Sebastião, de 1967, um tema inovador no panorama musical da época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D. Inês. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegou a sair, por interferência da censura. 
Em 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo que agora se apresenta. Nessa época, foram também editados os EP Lisboa perto e longe e História verdadeira de Natal. No ano seguinte, lançou o EP Camarada. Em 1973, o Quarteto 1111 adoptou o nome Green Windows, numa tentativa de internacionalização. 
Concorreu ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com Uma rosa que te dei, e com os Green Windows, que apresentaram as canções No dia em que o rei fez anos e Imagens. Uma das suas composições mais conhecidas, Ontem, hoje e amanhã, seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975, ao qual já concorrera em 1971, com Ficou para tia. 
Fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema Mosca super-star e o EP Vida, em 1977. Em 1978, lançou o álbum 10,000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional, sendo incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. No Festival OTI da Canção, de 1979, ficou em terceiro lugar com Na cabana junto à praia. 
Com a canção Um grande, grande amor venceu o Festival RTP da Canção, em 1980, com 93 pontos. No Festival Europeu da Canção, conquistou um honroso sétimo lugar, com 80 pontos, entre dezanove concorrentes. Seguiu-se a gravação dos temas Como o macaco gosta de banana e Portuguesa bonita e de muitos outros êxitos. 
Continua até hoje a cantar, a tocar e a compor, com muito sucesso. 
É o verdadeiro "pai" do rock português. 
Conta com vasta discografia. 

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia 

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos. 
Colaboração do nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.