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Carlos Mendes – Antologia (LP 1979 / Portugal)

sexta-feira, 25 de abril de 2025




Carlos Mendes – Antologia (LP Rossil – ROSLP 12006, 1979 / Portugal).
Género: MPP, Pop, Folk, Balada, Compilação.


Antologia” é uma fantástica compilação do cantor, músico e compositor português Carlos Mendes, lançada em 1979 através da editora Rossil /Portugal. O disco contém dez faixas editados entre 1976 e 1977, e leva-nos a percorrer os sons e as influências de um artista que nos devolve um conjunto de excelentes canções e poemas. Trata-se de um artista polivalente, cuja carreira atravessou pelo rock'n'roll português dos anos 60, com os Sheiks, passando pelos Festivais da Canção de 1968 e 1972, para além dos grandes discos que se seguiram.
Carlos Eduardo Teixeira Mendes, mais conhecido apenas por Carlos Mendes, (Lisboa, 23 de Maio de 1947) é um arquitecto, apresentador, cantor, compositor e actor português. Em 1963 foi um dos fundadores do conjunto Sheiks, que abandonou em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de "Penina", que Paul McCartney tinha escrito para o grupo Jotta Herre. Em 1968 venceu o Festival RTP da Canção com a canção "Verão". Voltou a vencer o Festival RTP da Canção, em 1972, com "Festa da Vida". Participou também nas gravações do disco "A Fala do Homem Nascido". O cantor mantém-se em actividade até aos dias de hoje. Mais informação sobre este artista português, já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Tracklist:

A1 - Alcácer Que Vier
A2 - Canção Amarga
A3 - Um Cheirinho de Alecrim
A4 - Balada Para Uma Mulher
A5 - Palavras
B1 - Lisboa Meu Amor
B2 - Nocturno
B3 - Balada do Medo
B4 - Ruas de Lisboa
B5 - Amélia dos Olhos Doces

NOTA: Música por Carlos Mendes e letras de Joaquim Pessoa.

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo A. Carpinteiro, a quem agradecemos.

Carlos Mendes / Duarte Mendes / Samuel / Tonicha, V/A ‎– Fala Do Homem Nascido (LP 1972, Portugal)

segunda-feira, 1 de maio de 2017



Carlos Mendes / Duarte Mendes / Samuel / Tonicha, V/A ‎– Fala Do Homem Nascido (LP Orfeu ‎– Stat 013, 1972, Portugal)
Produção de José Niza.
Género: Folk, Intervenção.

O álbum "Fala do Homem Nascido", foi produzido por José Nisa, em Novembro de 1972, e conta com 12 poemas musicados de António Gedeão, interpretados por Carlos Mendes, Duarte Mendes, Samuel e Tonicha
"Fala do Homem Nascido" foi desde logo considerado um trabalho inovador da música popular portuguesa. Nessa altura (antes do 25 de abril), ...outro factor de grande importância, talvez o mais significativo, é a renovação da poesia portuguesa na canção, que assume uma feição de nítida contestação e resistência ao regime então vigente (atente-se especialmente em Luís Cília, Adriano Correia de Oliveira e Manuel Freire). E é neste contexto que surge "Fala do Homem Nascido", um álbum conceptual sobre a poesia de António Gedeão, que veio agitar o nosso meio musical e imprimir uma nova dinâmica em termos de linguagem poética. Projecto algo ousado para a época, "Fala do Homem Nascido" depressa se evidencia como um dos discos de referência da música portuguesa, sendo hoje um documento poético-musical histórico e obrigatório.

Fonte: Texto parcialmente transcrito e adaptado de um trabalho mais vasto inserido no blog “A Nossa Rádio”, a quem agradecemos.


Faixas/Tracklist:

01 - Estrela da Manhã - Carlos Mendes, Duarte Mendes, Samuel e Tonicha / Fala do Homem Nascido - Samuel
02 - Desencontro - Samuel, Tonicha
03 - Tempo de Poesia - Duarte Mendes / Vidro Côncavo - Carlos Mendes, Duarte Mendes, Samuel e Tonicha
04 - Poema da Malta das Naus – Samuel / Lágrima de Preta - Duarte Mendes
05 - Poema do Fecho Éclair - Carlos Mendes
06 - Calçada de Carriche - Carlos Mendes
07 - Poema da Auto-Estrada - Tonicha
08 - Poema da Pedra Lioz – Samuel

Intervenienetes:

Poemas de António Gedeão;
Músicas de José Niza;
Interpretações de Tonicha, Samuel, Carlos Mendes, Duarte Mendes;
Arranjos e Direcção de Orquestra de José Calvário;
Gravação de orquestra nos estúdios Celada (Madrid) por Pepe Fernandez, Enrique Rielo e Vinader.
Gravação de vozes nos estúdios Polyson (Lisboa).

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Nestor Chainho, a quem agradecemos.

Carlos Mendes Canta Amor Combate de Joaquim Pessoa (LP 1976).

quarta-feira, 10 de junho de 2015




Carlos Mendes Canta Amor Combate de Joaquim Pessoa (LP Toma Lá Disco, S.C.A.R.L. ‎– TLP 003, 1976).
"Amor Combate", gravado em Lisboa e Odeceixe entre Fevereiro e Agosto de 1976. 
Disco considerado raro.

Em 1976, Carlos Mendes fundou com Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a discográfica “Toma Lá Disco”. Nesse mesmo ano, saiu o álbum “Amor Combate”, ao qual se seguiu, em 1977, “Canções de ex-Cravo e Malviver”.  “Amélia dos olhos doces”, “Ruas de Lisboa” e “Lisboa, meu amor” são alguns dos êxitos saídos destes dois discos.


Carlos Mendes nasceu em 1947 e foi um dos membros fundadores do grupo Sheiks, uma banda excelente para a época em Portugal (conhecidos como os Beatles portugueses), que ajudou a abrir os horizontes musicais nacionais. Pelos Sheiks passaram também Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, entre outros.
Quando Carlos Mendes deixou os Sheiks, no inicio da década de 70, enveredou por uma carreira a solo que iria dar, primeiramente origem a dois álbuns de originais, em 1976 e 1977, respectivamente “Amor Combate” e “Canções de Ex-Cravo e Malviver” (autênticas pérolas da musica portuguesa) repletos de brilhantes momentos musicais de sua autoria, sobre intemporais poemas de Joaquim Pessoa. Dois discos marcantes, considerados dos melhores da década de 70, com orquestrações monumentais do maestro Pedro Osório, numa muito feliz e irrepetível conjugação de talentos. É uma fase extraordinária da música ligeira portuguesa, marcada pelo fervilhar revolucionário, em que o talento de grandes poetas, cantores, compositores e orquestradores, exacerbado pelo afluxo de adrenalina que é comum a todos os períodos de grandes mudanças ideológicas e sociais, convergia e desaguava num revolto mar de inspiração, genialidade e criatividade musicais.
Carlos Mendes é hoje considerado como um dos grandes cantores portugueses "esquecidos" por parte do grande público nacional. 
Joaquim Pessoa nasceu no Barreiro, em 1948. Poeta e Artista Plástico, os seus poemas foram musicados e cantados por uma série de grandes artistas como, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Manuel Freire, Fernando Tordo, Paco Bandeira, José Mário Branco, Samuel, To é Brito, Rui Veloso, Vitorino, Jorge Palma, Tonicha, Lúcia Moniz, Fernando Pereira, Kátia Guerreiro, Carlos do Carmo e outros. 

Fonte: Wikipedia e Portugal-On-Line


Faixas/Tracklist:

A1 Amor Combate (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 2:29
A2 Trágica História De D. Urraca E Do Infante (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 2:41
A3 Canção Amarga (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 3:35
A4 Alcácer Que Vier ((Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. Pedro Osório) 3:48
A5 Poema Nada (acomp. Ana Maria Lucas, Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 3:07
B1 Balada Para Uma Mulher (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, Orq. Pedro Osório) 4:16
B2 Por Terras Do Alentejo (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 1:41
B3 Mulher (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. José Luís Simões) 1:54
B4 Quem (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes) 3:21
B5 O Canto E As Lágrimas / Fala Do Poeta Morto (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. Pedro Osório) 2:40
B6 Um Cheirinho de Alecrim (Joaquim Pessoa, Carlos Mendes, orq. Pedro Osório) 3:36

Intervenientes:

Coros por Carlos Mendes, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho

Musicos: 
 Adolfo Campos Chaves, Adácio Pestana, Agostinho Jorge Henriques, Amâncio Freitas Costa, António Da Cunha Neto, António De Oliveira E Silva, António Duarte Neves, Carlos Mendes, Clóvis Sá De Bandeira, Fernando Falé, Fernando Tordo, Gilberto Mota, Henrique Luz Fernandes, Idílio Gomes, Joaquim Falcão, Joaquim Martins De Carvalho, José Manel Rosa De Sá Machado, João Augusto Nogueira, João Oliver Pereira, Luisa Vasconcelos, Manuel Augusto Póvoas, Manuel Lopes Fernandes, Maria Da Conceição Nogueira Gomes, Maria Manuela Rosado Mora, Maria Margarida Justo Pereira, Pedro Osório, René Felix Da Costa, Ricardo Ventura, Rui Reis, Zé Da Ponte

Poema: Amor Combate (Joaquim Pessoa)

Meu amor que eu não sei.
Amor que eu canto. Amor que eu digo.
Teus braços são a flor do aloendro.
Meu amor por quem parto.
Por quem fico. Por quem vivo.
Teus olhos são da cor do sofrimento.

Amor-país.
Quero cantar-te. Como quem diz:

O nosso amor é sangue. É seiva.
É sol. É Primavera.
Amor intenso. amor imenso. amor instante.
O nosso amor é uma arma. É uma espera.
O nosso amor é um cavalo alucinante.

O nosso amor é pássaro voando. Mas à toa.
Rasgando o céu azul-coragem de Lisboa.
Amor partindo. Amor sorrindo. Amor doendo.
O nosso amor é como a flor do aloendro.

Deixa-me soltar estas palavras amarradas
para escrever com sangue o nome que inventei.
Romper. Ganhar a voz duma assentada.
Dizer de ti as coisas que eu não sei.
Amor. Amor. Amor. Amor de tudo ou nada.
Amor-verdade. Amor-cidade.
Amor-combate. Amor-abril.
Este amor de liberdade.

Assim se lê o poema que baptiza este disco, um dos mais límpidos trabalhos de Carlos Mendes. O dicionário fornece os seguintes significados para essa palavra: claro, transparente, puro, sem mancha, qualquer deles adaptando-se na perfeição ao pulsar geral do álbum. Ao poema-título, Joaquim Pessoa adicionou mais dez e Carlos Mendes teve o bom gosto de os musicar a todos. Nascia assim, o 1º disco gravado na editora “Toma Lá Disco” a primeira editora discográfica independente que existiu em Portugal, fundada nesse mesmo ano por Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, entre outros autores. Não admira portanto que estes últimos tenham colaborado também na gravação deste disco, quer adicionando as suas vozes aos coros quer participando como músicos de estúdio. Aliás, é impressionante a quantidade (e qualidade) dos músicos presentes (ver ficha técnica) o que não impediu o som final de apresentar as tais características cristalinas a que se fez referência.
Amor Combate” seria premiado pela crítica como o Melhor Disco do Ano. Não obstante essa distinção, quase 40 anos decorridos, ainda não houve a sua reedição em CD.

João Carlos Marques

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.

Carlos Mendes - Ex-Cravo e Malviver (LP 1977)

sábado, 6 de junho de 2015


AQUI:     OU     ALI:

Carlos Mendes, Joaquim Pessoa ‎– Canções De Ex-Cravo E Malviver (LP Toma Lá Disco ‎– TLP 007, 1977).
Disco considerado raro.


Carlos Eduardo Teixeira Mendes, mais conhecido apenas por Carlos Mendes (Lisboa, 23 de maio de 1947) é um arquitecto, cantor, compositor e actor português. Nos anos 60, participou no fantástico grupo Sheiks (que na época foi considerado como os “Beatles portugueses”).
Em 1976 fundou, juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, “Toma Lá Disco” e nesse mesmo ano lança o álbum "Amor Combate".
No ano seguinte, lançou o LP "Canções de Ex-Cravo e Malviver" com temas como "Ruas de Lisboa", "Lisboa, Meu Amor" e "Amélia dos Olhos Doces". 
"Amélia dos Olhos Doces" ficou em 2º lugar no apuramento para o festival da Oti desse ano.
Neste álbum, Carlos surge com um magnífico trabalho assente em poemas de Joaquim Pessoa, musicados pelo próprio Carlos Mendes. É uma viagem ímpar por Lisboa, reflectindo com uma enorme dose de humanismo os mais diversos tipos de pessoas e situações citadinas.
Lisboa constitui-se como estrela principal deste álbum incontornável, quer como personagem central (“Lisboa Meu Amor” / “ Ruas de Lisboa”) quer como pano de fundo a outras histórias (como o operário do “Monólogo” que depois de banhos na Caparica vai à luz ver o Benfica ou como essa “Amélia dos Olhos Doces”, grávida de esperança, do Bairro da Lata do Cais do Sodré, que tem um gosto de flor na boca e na pele e na roupa perfumes de França). De referir também a presença dos belíssimos “Nocturno” e “No Silêncio da Espera”, dois dos poemas de amor mais conhecidos de Joaquim Pessoa.
O disco foi gravado nos estúdios da Rádio Triunfo e editado em 1977, pela cooperativa de música “Toma Lá Disco” (a crítica distinguiu-o como o Melhor Álbum do Ano). 
“Canções de Ex-Cravo e Malviver” tem arranjos e direcção musical de Pedro Osório.
São imensas as participações de intérpretes da música portuguesa, com destaque para Pedro Caldeira Cabral, Júlio Pereira, Paulo Godinho, Paulo de Carvalho, Guilherme Inês, Luisa Basto, Adelaide Ferreira, Ana Bela Chaves e Fernando Tordo, entre outros. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Lisboa Meu Amor 
A2 Palavras 
A3 Cantar De Vivo Para Um Camarada Morto 
A4 Nocturno 
A5 Monólogo Do Operário 
B1 Ruas De Lisboa 
B2 Balada Do Medo 
B3 Canto Chão 
B4 No Silêncio Da Esfera 
B5 Amélia Dos Olhos Doces

Poemas de Joaquim Pessoa, musicados por Carlos Mendes.

Músicos Intervenientes:

Hélder Reis, Pedro Caldeira Cabral, Paulo Godinho, Júlio Pereira, António Anjos, Manuel Gomes, Ilídio Gomes, Fernando Calazans, António Dias, Jorge Gonçalves, Jorge Lé, Manuel Teixeira, Ana Bela Chaves, Luís Almeida, Rogério Gomes, João Murcho, Tereza Portugal, Pedro Osório, Guilherme Scarpa Inês, Armindo Neves
Coros:
Luísa Basto, Paulo de Carvalho, Adelaide Ferreira, Fernando Tordo, Argentina Rocha, Pedro Osório
Arranjos e direcção musical – Pedro Osório

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.

Paulo de Carvalho - Carlos Mendes (Festival Ibero Americano - OTI) (Single 1977)

sexta-feira, 22 de março de 2013



Paulo de Carvalho e Carlos Mendes ‎– OTI Festival Ibero Americano (1977) - Single Toma Lá Disco ‎– TLS 013, 1977.

O Festival Ibero Americano (OTI) de 1977, realizou-se em Madrid, com a participação de Paulo de Carvalho. 

Faixas / Tracklist:

1 - Paulo De Carvalho – Amor Sem Palavras (Arranjo de Thilo Krassman, letra de Joaquim Pessoa, música de Paulo de Carvalho) 
2 - Carlos Mendes – Amélia dos Olhos Doces (Arranjo por Pedro Osório, letra de Joaquim Pessoa e música de Carlos Mendes)

Gravação nos estúdios da “Rádio Triunfo”, com som de José Manuel Fortes, fotos de José Pessoa e capa de Artur Henriques.

O Festival da OTI ou Festival OTI da Canção ou ainda, Grande Prémio da Canção Ibero-americana, foi um concurso internacional de música, em que os países pertencentes à Organização da Televisão Ibero-Americana (OTI) participavam cada um com uma canção (o seu formato era baseado no Festival Eurovisão da Canção). 
Desde a sua criação em 1972 até ao ano de 1981, o sistema da escolha era feito por telefone e pelo júri. A partir de 1982, foi criada uma sala de júri formado por pessoas envolvidas no mundo da música, que votavam a melhor canção, sendo atribuído um prémio monetário às músicas mais votadas (a partir de 1990). O festival deixou de ser realizado em 2000. 
Representando Portugal estiveram, entre outros, Tonicha (1972), Paco Bandeira (1973), Paulo de Carvalho (1977), José Cid (1979 e 1981), Simone de Oliveira (1980), Adelaide Ferreira (1984, 2º lugar), Marco Paulo (1989), Dora (1990), Dulce Pontes (1991), Anabela (1993), Pedro Miguéis (1995), Ágata (1997), Beto (1998) e Lena d'Água (2000).

Single disponibilizado por Carlos Santos

Carlos Mendes - Lisboa Meu Amor (Single 1977)

domingo, 17 de março de 2013



Carlos Mendes – Lisboa Meu Amor (Single Toma Lá Disco - TLS 018, 1977) 

Faixas/Tracks: 

Lisboa Meu Amor - A Balada Do Medo 

Música de Carlos Mendes e Poemas de Joaquim Pessoa.
Orquestração de Pedro Osório.

A biografia deste excelente cantor português já se encontra inserida neste blog.

Single disponibilizado por Carlos Santos.


Carlos Mendes - Inventar a Vida (Single 1972)

sábado, 16 de março de 2013



Carlos Mendes - Inventar a Vida (Single Orfeu SAT 832, 1972)

Faixas / Tracks: Inventar a Vida / Glow Worm 

Carlos Eduardo Teixeira Mendes, mais conhecido por Carlos Mendes (Lisboa, 23 de maio de 1947) é um arquitecto, cantor, compositor e actor português. 
Em 1963 foi um dos fundadores do conjunto "Sheiks", que abandonou em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de "Penina", que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre. 
Em 1968 venceu o Festival RTP da Canção com a canção "Verão" e participou no Festival da Eurovisão, realizado no Royal Albert Hall em Londres... Mantém a sua actividade até ao presente.
A biografia deste excelente cantor português já se encontra inserida neste blog.

Single disponibilizado por Carlos Santos.
Digitalização e masterização por Carlos Santos.

Carlos Mendes - A Festa da Vida (Single 1972)

domingo, 18 de dezembro de 2011




Carlos Mendes - A Festa da Vida (Single Orfeu SAT 830 - 1972) 
Existe outra edição da Ariola 10611A - 1972/Eurovision 1972

Faixas/Tracks: Festa da Vida / Shadows


Em 1972, Carlos Mendes tornou-se o segundo intérprete a vencer o Festival da Canção em duas ocasiões, depois de Simone de Oliveira. Mendes ganhou a competição com "Festa da Vida", um tema bem mais elaborado e com uma mensagem mais forte que "Verão", tema com que havia vencido em 1968. 
"Festa da Vida" conseguiu superar o feito de "Menina" (Tonicha), que Portugal havia enviado à Eurovisão no ano anterior, e que se tinha classificado em nono lugar. O tema de Carlos Mendes terminou em sétimo, com 90 pontos, marca que demoraria ainda alguns anos a ser superada.

Carlos Mendes interpreta "A Festa Da Vida" no Festival RTP 1972, classificando-se em 1º lugar com 227 pontos.(from Youtube)

Carlos Eduardo Teixeira Mendes (Lisboa, 23 de Maio de 1947) é um cantor, compositor e actor e arquitecto português. 
Em 1963, foi fundador do famoso conjunto Sheiks, grupo que abandona em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de Penina que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre. 
Em 1968, vence o Festival RTP da Canção com a canção Verão e participa no Festival da Eurovisão, realizado em Londres, no Royal Albert Hall. 


Volta a vencer o Festival da Canção, em 1972, com Festa da Vida, cujo single aqui se apresentaque se classifica em sétimo lugar em Edimburgo. No mesmo ano, participa nas gravações de vários discos: A Fala do Homem Nascido (com poemas de António Gedeão), Alegre se Fez Triste, 1ª Canção com Lágrimas e Regresso, entre outros. Manteve constante a sua participação na música portuguesa.
Continua em atividade. 
Vasta discografia.

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia.

Letra da música: 

A FESTA DA VIDA 

Que venha o sol, o vinho e as flores 
Marés, canções, todas as cores 
Guerras esquecidas por amores 

Que venham já trazendo abraços 
Vistam sorrisos de palhaços 
Esqueçam tristezas e cansaços 

Que tragam todos os festejos 
E ninguém se esqueça de beijos 
Que tragam prendas de alegria 
E a festa dure até ser dia 

Que não se privem nas despesas 
Afastem todas as tristezas 
Pão, vinho e rosas sobre as mesas 
Que tragam cobertores ou mantas 
O vinho escorra pelas gargantas 
E a festa dure até às tantas 

Que venham todos de vontade 
Sem se lembrarem de saudade 
Venham os novos e os velhos 
Mas que nenhum me dê conselhos! 

Que venham todos de vontade 
Sem se lembrarem de saudade 
Venham os novos e os velhos 
Mas que nenhum me dê conselhos! 

Intérprete: Carlos mendes
Música: José Calvário
Letra: José Niza

Single gentilmente cedido por Luís Futre.

Carlos Mendes - Amor Combate (single 1976)

terça-feira, 8 de março de 2011



Carlos Mendes - (Single TLD - Toma Lá Disco TLS 008 - 1976)
Faixas: Amor Combate/Poema Nada

Em 1963, Carlos Mendes foi fundador do famoso conjunto Sheiks, grupo que abandona em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de Penina que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre.
Quando Carlos enveredou por uma carreira a solo iria dar, primeiramente origem a dois albuns de originais, em 1976 e 1977, respectivamente “Amor Combate” e “Canções de Ex-cravo e Malviver” repletos de brilhantes momentos musicais de sua autoría, sobre intemporais poemas de Joaquim Pessoa. Dois discos marcantes, considerados dos melhores da década de 70, com orquestrações monumentais do maestro Pedro Osório, numa muito feliz e irrepetivel conjugação de talentos.
Em 1976 funda juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, "Toma Lá Disco". Gravou então o disco "Amor Combate" composto com músicas de sua autoria. O disco foi premiado pela crítica como o Melhor Disco do Ano.

Fonte: Texto parcialmente retirado de Portugal On Line e Wikipedia.

Single gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos.

Carlos Mendes - Verão (EP 1968)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011


AQUI:

Carlos Mendes - Verão (EP Parlophone LMEP 1300, 1968).

Carlos Mendes (Lisboa, 23 de Maio de 1947) é um cantor, compositor e actor e arquitecto Português.
Em 1963, foi fundador do famoso conjunto Sheiks, grupo que abandona em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de Penina que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre.
Em 1968, vence o Festival RTP da Canção com a canção Verão e participa no Festival da Eurovisão, realizado em Londres, no Royal Albert Hall.
Volta a vencer o Festival da Canção, em 1972, com Festa da Vida que se classifica em sétimo lugar em Edimburgo. No mesmo ano, participa nas gravações de vários discos: A Fala do Homem Nascido (com poemas de António Gedeão), Alegre se Fez Triste, 1ª Canção com Lágrimas e Regresso, entre outros.
Em 1973 conclui o curso de arquitectura que tinha começado em 1969, iniciando a actividade de arquitecto que iria abandonar pouco depois, para se dedicar em exclusivo à música.
Em 1976, funda juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, Toma Lá Disco e grava o disco Amor Combate.
O disco "Antologia II" inclui os seguintes temas: Amor Combate/No Silêncio da espera/D. Urraca/Canto Chão/Monológo do Operário/Poema Nada/Mulher/Fala do Poeta Morto/Por Terras do Alentejo/Quem
No ano seguinte é lançado o álbum Canções de Ex-Cravo e Malviver com canções como Ruas de Lisboa, Lisboa, Meu Amor e Amélia dos Olhos Doces.
Em 1978, a revista Mundo da Canção, atribui o prémio de Melhor Disco Infantil do Ano, ao seu trabalho Jardim Jaleco.
Em 1979, os Sheiks regressam para uma série de 13 programas apresentada na RTP. O grupo grava os LP's Sheiks com Cobertura e Pintados de Fresco 2.
Em 1980 é lançado o disco "Triângulo do Mar".
Em 1984 grava o disco "Chão do Vento". Desloca-se ao Brasil, onde actua no teatro João Caetano e Circo Voador (Rio de Janeiro) e no Pavilhão do Ibirapuera (S. Paulo).
Em 1985 inicia aulas de piano e formação musical com a professora Fernanda Chichorro. Dá espectáculos na Suiça, Bélgica e Holanda. Participa também no XII Festival Internacional da Juventude, em Moscovo, com mais 150 Países.
Em 1986 faz a música para o filme "O Vestido Cor de Fogo" de Lauro António e para a peça "O Touro" do Teatro de Pesquisa Comuna. Ganha o prémio da Associação de Críticos, para a melhor música de teatro desse ano.
Em 1987 faz a música da peça de Alves Redol, "O Destino Morreu de Repente", encenada pela Comuna. Compõe para o Festival da OTI a canção representante de Portugal, interpretada por Theresa Mayuko.
Em 1988 faz a música de dois filmes de Luís Filipe Costa para a RTP. Convidado pela RTP, compõe músicas originais e faz direcção musical, para o programa de Natal.
Juntamente com Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e o maestro Pedro Osório (maestro) cria, em 1989, o espectáculo "Só Nós Três" que se estreia no Casino do Estoril com êxito invulgar. Depois é apresentado nos Açores (por ocasião da Presidência Aberta), Macau e outros locais. O disco com base no espectáculo é um grande sucesso atingindo rapidamente o galardão de platina.
Em 1990 compõe, dirige e interpreta a banda sonora da série "Por Mares Nunca de Antes Navegados". Cria o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes", com encenação de Carlos Avilez.
Em 1991 inicia aulas de canto lírico com a professora Cristina Castro. Cria a opereta musical "O Natal do Pai Natal" a convite da RTP, para mais um "Especial de Natal" que e editado em disco. Grava para a RTP o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes". A Convite da Câmara Municipal de Loures e da Escola Secundária José Afonso, compõe e grava um disco de solidariedade a Timor, com letra de José Fanha. É convidado como actor, pelo encenador Artur Ramos, para integrar o elenco da Peça "O Luto de Electra" de Eugene O'Neill, gravado para a RTP.
"Boa Nova", espectáculo de 1992 criado com Fernando Tordo, por ocasião da visita do Presidente da Repúbkica à India, é apresentado no Teatro S. Luis e editado em disco.
Em 1993 é um dos autores e apresentadores do programa "Falas Tu ou Falo Eu" da SIC.
Em 1994 é editado o CD "Não Me Peças Mais Canções", com produção de Zé da Ponte, onde Carlos Mendes música grandes nomes da poesia portuguesa, tais como Miguel Torga, Fernando Pessoa, Carlos Oliveira, Camões e Antónia Brito. O disco inclui um inédito de Mário Soares ("Para Ti Meu Amor").
A música "Não Me Peças Mais Canções" é candidata aos Globos de Ouro na categoria de Melhor Canção do Ano.
Em 1995 apresenta o programa Selecção Nacional, que consistia em escolher os 8 intérpretes para cantarem no Festival RTP da Canção 1995, que também apresentou, juntamente com Herman José e Sofia Morais.
Em Dezembro de 1996 apresenta no Teatro Nacional D. Maria o espectáculo "Carlos Mendes - Em Concerto" onde interpreta poetas portugueses.
Em 1997 colabora no programa "Todos ao Palco" de Filipe La Féria. É lançado o CD "Vagabundo do Mar". Em 1998 faz espectáculos em Macau, Índia (Margão e Pangim) a convite da Fundação do Oriente. Convidado para fazer 2 concertos na Expo'98. O álbum "Coração de Cantor" é editado em Dezembro de 1999.
Cantor e actor português, Carlos Mendes integrou o elenco de "Morangos Com Açúcar - Série II e Férias de Verão II", no papel de "Coronel Luís Navarro", para a TVI. Canta regularmente no programa da RTP1 "Portugal no Coração".
Em 2006 cantou com Pedro Teixeira no programa "Canta Por Mim" e passou à Final do programa da TVI. Vasta discografia.

Fonte: Wikipedia.


EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.