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Sons Of Yma (V/A - Peru)

sábado, 26 de outubro de 2013



Sons Of Yma (V/A) – LP Yma ‎– YMALP000001, 1999.

Sons of Yma é uma compilação de rock de garagem peruano, reunindo bandas vocais e instrumentais dos anos 60.

Esta é uma excelente compilação que reúne alguns dos melhores temas do rock garagem e do psicadelismo peruano, uma autêntica jóia do rock latino-americano..
O álbum reúne bandas pioneiras do rock de garagem e do instrumental psicadélico, estilos que tiveram grande aceitação e impacto no Perú nos anos 60.
Seria impensável que grupos pioneiros como Los Shains, Los Yorks ou Los Saicos estivessem ausentes, ou os grandes instrumentalistas como, Los Holys ou Los Golden Stars. 
Alguns grupos são mais “beat” e conhecidos como Los Doltons, outros menos conhecidos como Los Darts ou Los Drags, ambos excelentes bandas. Pouco conhecidos são também The Same People ou Los Steivos. 
Através desta fantástica compilação poderemos concluir que o beat/garagem e o psych era bastante promissor no Perú, e que os grupos eram excelentes e muito evoluídos para a época, alguns deles ao nível do melhor que se fazia nessa altura na Europa ou nos EUA.


Faixas / Tracklist:

1. Los Holys - "Sueno Sicodelico" (2:41)
2. Golden Stars - "Past Verde" (2:26)
3. Los Doltons - "La Ventana" (2:32)
4. Los Doltons - "Vision de Otono" (2:35)
5. Golden Stars - "Angel" (2:55)
6. Los Shains - "Apache 66" (2:48)
7. Los Saicos - "Come On" (2:43)
8. Los Shains - "No, No, No, No" (2:36)
9. Los Darts - "Pregunto" (3:23)
10. Los Saicos - "Demolicion" (3:00)
11. Los Drags - "Necesito Alguien" (2:03)
12. Los Datsuns - "Popotitos '69" (2:47)
13. Los Shains - "Tirando Dedo" (3:02)
14. Los Yorks - "Justo a Mi Gusto" (2:15)
15. Same People - "Don Nadie Soy" (2:55)
16. Traffic Sound - "Destruction" (2:36)
17. Los Yorks - "Solo Estoy" (3:42)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luiz Alvarez, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Formula V - Ayer y Hoy (Exitos, 1968-1975)




Interessante compilação que reúne as canções dos Formula V, nas suas versões originais.
São temas simples e bem dispostos, alguns deles direccionados para a época de Verão e ao mar como, Playa, El Sol, El Mar e Tu, Vacaciones de Verano , Cenicienta , Catorce Rosas Rojas, Busca Un Amor, entre outras. As letras são um tanto simples e ingénuas como era próprio da época.


Fórmula V foi um grupo pop espanhol formado em Madrid em 1967, inicialmente por, Paco Pastor (voz), Antonio Sevilla (bateria), Mariano Sanz (baixo), Amador Flores "Chapete" (órgão) Joaquín de la Peña "Kino" (guitarra) e que até meados dos anos 70 conseguiu grandes vendas e vários discos de ouro graças a um som comercial e letras simples e alegres, vulgarmente chamadas de “canções de Verão”.
O seu principal período de actividade foi entre 1967 e 1975.
Em 1967, os Fórmula V formaram-se graças à fusão de duas bandas de Madrid, Los Rostros e Los Jíbaros.
A primeira actuação dos Fórmula V teve lugar numa discoteca de Madrid em 9 de Janeiro de 1968 e pouco depois foi editado o seu primeiro trabalho discográfico, um single que incluía “Mi día de suerte es hoy” e “Vuelve a casa” (versão em castelhano da canção do grupo britânico Dave Clark Five “Come Home”).
Este primeiro single passou despercebido mas com o segundo, “La playa, el sol, el mar, el cielo y tú”, os Fórmula V conseguiram captar a atenção do público.
Já conhecidos, os Fórmula V foram publicando canções com as quais obtiveram bons resultados nas paradas de êxitos com, “Tengo tu amor” (1968), “Cenicienta” (1969, que alcançou excelentes vendas, com cerca de 250.000 cópias) “Cuéntame” (1969), “Dos caminos” (1970), “Ahora sé que me quieres” (1971) ou “Vacaciones de verano” (1972).
Para além de editarem canções, os Fórmula V também participaram em 2 filmes da época, “A 45 revoluciones por minuto” (1968, de Pedro Lazaga) e “Un, dos, tres, al escondite inglés” (1969, de Iván Zulueta).
Já nos anos 70, o sucesso foi-se repetindo, com alguns êxitos dos quais destacamos, “Eva María” (1973, com vendas só em Espanha de cerca de 300.000 cópias), mas foi nesta altura que a sua popularidade começou a decrescer.
Antes de se separarem em 1975, os Fórmula V ainda publicaram mais alguns singles e um segundo álbum intitulado “Carolina” (o primeiro chamava-se “Adelante” e foi lançado em 1970), apesar de que estas novas canções “La Fiesta De Blas” (1974), “Carolina” (1975), já não obtiveram tão bons resultados nas vendas.
Em 1986 os Formula V ainda voltaram a reunir-se para uma gala da TVE, mas ficaram por essa única reunião.
A partir de 1995, Paco e Kino reuniram-se com outros músicos sob o nome de Fórmula V e têm realizado diversos concertos juntamente com outros velhos grupos rivais como Los Diablos.

Formula V - Eva Maria (1973, from Youtube).

Formação/Line Up:

Francisco “Paco” Pastor, vocalista (1965 – 1975), nascido em 1949 em Madrid.
Joaquín de la Peña (Kino) – Guitarra solo, coros (1965–1975).
Mariano Sanz (Mariano) – Baixo eléctrico, coros (1965–1975), nascido em 1948.
Antonio Sevilla (Tony) – Bateria, percussão (1965–1975).
Amador Flores (Chapete) - Teclados, coros (1965–1975).

Faixas / Track Listings:

1. Eva Maria
2. Tengo Tu Amor
3. Cuentame
4. Carolina
5. Vacaciones De Verano
6. Ahora Se Que Me Quieres
7. Playa, El Sol, El Mar, El Cielo Y Tu
8. Busca Un Amor
9. Loco, Casi Loco
10. Fiesta De Blas
11. Tu Amor, Mi Amor
12. Dos Caminos
13. Vive La Vida
14. Tras De Ti
15. Campanas De La Catedral
16. Catorce Rosas Rojas
17. Ayer y Hoy
18. Cenicienta
19. Ahora Estoy Enamorado
20. Gran Ciudad
21. Cantos

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luz Alvarez, a quem agradecemos.

Los Iracundos - El Sonido de Los Iracundos (LP 1966)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013



Los Iracundos ‎– El Sonido de Los Iracundos (LP RCA Victor ‎– AVL-3645, 1966). 
Edição Argentina (gravadora RCA Victor Argentina S.A.I.C.).

Este é um dos muitos álbuns do grupo, no entanto com a particularidade que o gravaram com temas instrumentais, ao estilo dos Ventures. Este disco apresenta-nos excelentes versões e interpretações, com muito bom gosto e qualidade.


Los Iracundos foi um grupo formado em 1958, em Paysandu, Uruguai. Inicialmente chamava-se Blue Kings (era a moda dos nomes ingleses), mas um professor em Montevideu sugeriu que optassem por um nome espanhol, e então adoptaram por Los Iracundos. 
O grupo originalmente contava com seis elementos, Eduardo Franco (vocalista, compositor), o seu irmão Leonardo Franco (guitarra solo), Juan Carlos Velázquez (bateria), Juan "Bosco" Zabalo (guitarra ritmo), Hugo Burgueño (baixo electrónico, compositor e coros) e Jesús María Febrero (teclados).
Los Iracundos alcançaram fama internacional em meados da década de 60 com temas românticos como Calla, Todo Terminó, El Desengaño, La Lluvia Terminó, Felicidad, Felicidad,Tu Ya No Estaras, El Triunfador, Es La Lluvia, Reten La Noche, Madison ou ainda, A Saint Tropez e Despierta Lorenzo.
O sucesso foi tanto, que nos anos 70, a sua popularidade proporcionou-lhes muitos discos de ouro e pela primeira vez, esta banda uruguaia foi a um festival de Viña Del Mar como convidada.
A trajectória do grupo Los Iracundos caminhou por uma série de períodos que abarcam mais de 4 décadas. Esta vigência da sua musicalidade no tempo, pouco a pouco transformou-os num dos conjuntos de maior penetração massiva na América Latina e no mundo inteiro. 


Formação:

Eduardo Franco (falecido)
Hugo Burgueño
Leonardo Franco
Juan "Bosco" Zabalo (falecido)
Juan Carlos Velazquez
Jesús María Febrero (falecido)


Faixas / Tracklist

01 Hava Nageela 
02 Amapola 
03 Jezebel 
04 Valencia 
05 En La Frontera De México 
06 El Rag De La Calle Doce 
07 Sereneta De Schubert 
08 Boogie-Woogie 
09 El Tercer Hombre 
10 Carioca 
11 Porroncito Marrón 
12 Abril En Portugal 

Bonus:
13 La Familia Addams 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luiz Alvarez, a quem agradecemos.

Beat & Psychedelic Music In Czechoslovakia, V/A (1965-1972)




Beat And Psychedelic Music In Czechoslovakia - V/A (1965-1972).

Esta compilação reúne 27 temas de “beat e psych/garagem" editados na Checoslováquia, entre 1965 e 1972. Pelo seu isolamento na época, seriamos tentados a pensar que a Checoslováquia teria um “beat” inferior e antiquado, com algumas excepções como The Matadors ou Olympic. Mas isso não é correcto, pois eles tinham, apesar de tudo, a sua cena underground por detrás da chamada “cortina de ferro” e também alguns cantores populares que interpretavam uma série de excelentes canções…


O álbum que aqui apresentamos é bastante interessante porque provavelmente é uma das primeiras compilações de rock dos anos 60 da Checoslováquia que nessa altura era considerado “da Cortina de Ferro”. Na época, as bandas checas, tal como os grupos em todos os países do Bloco de Leste, perante oportunidades de gravação limitadas, tiveram um acesso restrito às versões britânicas e americanas, sem esquecer que conviviam com equipamentos relativamente primitivos. É portanto bastante surpreendente que mesmo assim o som se assemelhe mais ou menos à maioria das compilações de garagem dos anos 60, além do facto de que muitos dos temas são interpretados em “língua checa”. É bem certo que não são os mesmos ”riffs” de guitarra fuzz ou solos estridentes de órgão, pelo que são poucas as semelhanças com o “merseybeat britânico” ou o psicadelismo que na época poderíamos encontrar em grupos da Holanda, Reino Unido, Espanha ou EUA.
No entanto, é sempre interessante a adaptação do rock à cultura e língua do país. Mas, a simples existência deste tipo de música, na época e local onde foi gravada, torna esta compilação num documento histórico intrigante, com um raro e estranho som psicadélico….

Faixas / Tracklist:

1. Blue Effect - Sun Is So Bright (1969)
2. Flamengo - Co skrýváš v ocích (1968)
3. Olympic - Telefon (1968)
4. Sally Sellingová - Chmýrí (1968)
5. Juventus - Procitnuti (1968)
6. Prúdy - Pod so mnou (1969)
7. George and Beatovens - Dívky Z Perel (1969)
8. Marta Kubišová - Balada O Kornetovi A Dívce (1969)
9. Soulmen - I Wish I Were (1968)
10. Rebels - Definitivní konec (1968)
11. Five Travellers - Midsummer Night (1969)
12. Golden Kids - Women’s Day (1969)
13. Atlantis - Don’t You Break It Again (1970)
14. Beatmen - Let’s Make A Summer (1965)
15. Modus - Smutok (1970)
16. Framus Five - Hold On I’m Comin’ (1968)
17. Hana Zagorová - Svatej kluk (1968)
18. Matadors - Get Down From The Tree (1967)
19. Speakers - Mlha se ztrácí (1970)
20. Jaromír Mayer - Slunce za oknem (1965)
21. Synkopy 61 - Lady Godiva (1972)
22. Bluesmen - Zpívej Mi Dál (1968)
23. Pavel Sedlácek and The Colour Images - Hádej (1969)
24. Marie Rottrová and Flamingo - Bílá pláž (1970)
25. Beatings - We’d Be Happy (1970)
26. Progress Organization - Snow In My Shoes (1970)
27. Fortuna - Snad Už Zítra (1969)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Mari Trini - Escuchame (LP 1971)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013



Mari Trini ‎– Escuchame...(LP Hispavox ‎– HH (S) 11-209, 1971).
Direcção de Rafael Trabucchelli. 

Mari Trini consagrou-se de forma definitiva neste LP, como uma das melhores cantautoras de língua espanhola, tendo sido disco de platina, por ter vendido mais de 200.000 cópias.
Com “Escúchame”, Trini foi para além das suas iniciais melodias. Necessariamente, há também que fazer referência às canções interpretadas por outros autores, como é exemplo “Milord”, que Georges Moustaki compôs para Edith Piaff e que Mari neste álbum interpreta em francês, de forma magistral.


María Trinidad Pérez de Miravete Mille, conhecida como Mari Trini, (nascida em 12 de Julho de 1947, em Caravaca de la Cruz, Região de Múrcia, Espanha - 6 de Abril de 2009, em Múrcia) foi uma cantora pop e actriz espanhola.
Mari tentou uma carreira no cinema e na rádio. Tudo começou tinha Mari Trini 15 anos. Na altura vivia em Madrid, com a família, que foi viver para a capital espanhola quando Trini ainda era criança. Nesta altura a jovem conheceu Nicholas Ray, realizador de filmes como “Juventude Transviada”. O cineasta convenceu Mari a viajar para Londres com o objectivo de participar num filme que nunca chegou a ser rodado. No entanto, durante o período que esteve em Londres, cerca de um ano, a espanhola participou nalguns programas de rádio com o actor e realizador britânico Peter Ustinov.
Mas, apesar destas experiências, a música sempre esteve presente na vida de Mari Trini. Ainda durante a infância comprou a sua primeira guitarra e compôs alguns temas originais.
No entanto, o primeiro disco só viu a luz do dia em 1969. Neste primeiro álbum, homónimo, a cantora interpretava não só temas originais, mas também alguns compostos por artistas como Luis Eduardo Aute ou Patxi Andión. Todavia, foi ao segundo disco, intitulado Amores e lançado em 1970, que Mari Trini regista alguns dos seus primeiros sucessos, como são disso exemplos temas como Un hombre marchó, Mañana ou Vals de Otoño.


Os discos que se seguiram confirmaram o êxito inicial, sendo que nos anos 80 atingiu o pico de popularidade com o disco Una Estrella En Mi Jardin.
A cantora ficou conhecida por sucessos como, "Cuando me acaricias", "Yo no soy esa", "Una estrella en mi jardín" ou "Amores", entre outros.
Vendeu mais de dez milhões de discos, pelo que foi galardoada com um disco Multidiamante em 2005, e no mesmo ano foi homenageada pela SGAE em reconhecimento da sua extensa carreira. De marcada personalidade e defensora do feminismo nas suas letras, Mari Trini é uma das figuras essenciais da música espanhola nos anos da Transição.
Foi autora e intérprete de baladas hoje já fundamentais do cancioneiro espanhol e recordamos também as suas aclamadas interpretações em francês, particularmente pelos clássicos "Ne me quitte pas" de Jacques Brel ou Milord, de Georges Moustaki.
A cantora manteve-se activa até meados dos anos 90.
Faleceu em 6 de Abril de 2009, no Hospital Morales Meseguer, de Múrcia, tinha 61 anos.


Faixas / Tracklisting:

A1 Escuchame (M. Trini) 2:58 
A2 Sere Silenciosa (M. Trini) 3:02 
A3 Que Seas Feliz (C. Velázquez) 3:51 
A4 Cancion Vieja (M. Trini, P. Andion) 3:03 
A5 La Fanette (J. Brel) 4:38 
A6 Canciones A Mi Manera (M. Trini) 3:15 
B1 Me Marchare "Je Partirai" (G. Becaud) 3:54 
B2 Yo No Soy Esa (M. Trini) 2:31 
B3 Yo Confieso (M. Ramos, M. Trini) 2:43 
B4 Ayer (Giménez) 4:08 
B5 Milord (Miguel Ramos/ Moustaki, Monnot) 4:18 

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Valdo Maldonnado, a quem agradecemos.

Los Ampex - Antologia (1966/1967 - Colombia)




Los Ampex - Antologia 1966-1967 (Colombia)

Los Ampex foi um grupo de rock e psych de garagem da Colômbia. Infelizmente, a cena roqueira colombiana é uma das menos conhecidas de toda a América Latina. Um dos pioneiros e dos mais destacados grupos foi Los Flippers, em meados dos anos sessenta, mas também integraram a cena beat-garagem os grupos Los Ampex, Los Speakers, Los 4 Crickets, Los Monkees, Opus e Los Yetis.
Los Ampex é um dos grupos fundamentais do rock colombiano, reconhecido, admirado e sempre citado em todas as crónicas do seu país, mas a sua música ainda é um mistério absoluto, pois é de certa forma difícil encontrar as suas gravações.
O som do grupo é muito básico e foi influenciado pela chamada “Invasão Britânica” e a “nueva ola”, tendo incluído versões/covers de êxitos internacionais mas também temas próprios nos seus discos de 1966 e 1967.
Durante os anos 60 percorreram o país com muito êxito e aceitação.
Alguns dos seus temas apareceram soltos em várias compilações, pelo que, com satisfação e agrado, esta compilação vem colmatar essa lacuna, procurando juntar o melhor deste excelente grupo colombiano.


Formação:

Oscar Lasprilla: Guitarra solo, teclas e voz
Yamel Uribe: Baixo e voz
Jaime Rodriguez: Guitarra ritmo e voz
Oscar Ceballos: Bateria

Faixas / Tracklisting:

01. Bule Bule 
02. El Melenudo 
03. I Feel Fine
04. Atlantic 
05. Niña Bu 
06. Por Qué
07. Por Qué Te Vas
08. Gloria
09. Perro Lanudo
10. Hippy Hippy Shake
11. Fiesta en Laguna
12. She’s a Woman 
13. Anoutschca
14. Good lovin´
15. Paint it black
16. El Espía Ruso y Yo
17. Mr.Tamburine Man
18. Es Como Yo
19. Recuerda Sam
20. Encima Abajo
21. Mala Reputacion
22. Verano en la Ciudad
23. Me Tienes
24. Dime

Compilação que nos foi gentilmente disponibilizada pelo nosso amigo Tamalon, a quem agradecemos.

Q65 - Revolution (1966)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013



Q65 ‎– Revolution (Originalmente gravado em LP pela Decca QL 625 363, 1966 - edição holandesa).

Óptimo quinteto holandês de Rock de garagem que tinha na sua formação excelentes músicos. Este álbum é a compilação dos seus vários singles e o ultimo material lançado pela banda. O álbum contém além de óptimas composições próprias, versões de clássicos do soul e do blues, entre elas ‘Mr Pitiful’, composta e imortalizada por Otis Redding, ‘Down In The Bottom’, ‘Spoonful’ e ‘Bring It On Home’, todas essas três do genial bluesman Willie Dixon.


Q65 é uma banda holandesa de rock de garagem, classificada como fazendo parte da chamada “Nederbeat” e que fez muito sucesso no seu país em meados dos anos 60. Era formada por Willem Bieler (vocais e harmónica), Frank Nuyens (guitarra), Joop Roelofs (guitarra), Peter Vink (baixo) e Jay Baar (bateria) e fazia um som que, como muitos grupos naquele tempo, era classificado como ‘garage rock’ , um misto de rock and roll, R’n’B e rock psicadélico, definido por um instrumental simples e vigoroso, com o largo uso de distorção (para os padrões da época) e muita espontaneidade, tendo ganho notoriedade pelo seu som rápido, duro e cru, preciso e extremamente bem trabalhado. Destaque especial para as músicas "The Victor", "I Despise You", "The Life I Live" e "Ann".
A banda foi influenciada por canções de Robert Johnson e Willie Dixon , bem como The Kinks , The Animals e The Rolling Stones.
Os Q65 começaram as suas actuações na Primavera de 1965. Durante um show no ringue de patinagem de Eenhoorn , conheceram o produtor Peter Koelewijn . Muito impressionado com o seu show, ele convidou-os para uma audição no estúdio Phonogram , onde eles gravaram duas das suas próprias canções , "And Your Kind" e "You're The Victor" . Koelewijn decidiu passar os temas para vinil.
Em Janeiro de 1966, foi lançado o seu primeiro single "You're The Victor" tendo mais tarde alcançado a posição nº 11 no Top 40 holandês . Foi nessa altura que Hans van Hemert foi substituído por Koelewijn . Dois outros singles atingiram as paradas holandesas no mesmo ano, "The Life I Live" (nº 5) e "I Despise You" (nº 19). Sob a orientação de Van Hemert o seu primeiro álbum intitulado Revolution foi gravado e lançado pela Decca Records. Em 1967, eles chegaram novamente às paradas de sucessos com os singles "From Above" (nº 13) e "World of birds " (n º 8) . Devido a diversos problemas, entre eles o serviço militar de Wim Bieler, Q65 dissolveram-se temporariamente em 1968, para depois voltarem reformulados em 1969. O grupo ainda continuou com várias configurações até meados da década de 80.
Jay Baar morreu em 1990.

Músicos Intervenientes:

Guitarra acústica, ritmo e solo – Joop Roelofs
Baixo, Percussão e voz – Peter Vink
Bateria, Cimbalos, Washboard, Percussão, Voz – Jay Baar
Guitarra ritmo, Solo, Flaute, Saxofone, Harmónica – Frank Nuyens
Voz, Harmónica, Maracas, Tamborim, Percussão – Willem Bieler

Faixas/Tracklist: 

1 The Life I Live 3:21 
2 I Got Nightmares 2:28 
3 Just Who's In Sight 3:09 
4 Mr. Pitiful (O. Redding, S. Cropper) 2:21 
5 I'm A Man (E. McDaniel) 4:37 
6 Middle-Age Talk 2:29 
7 Summer Thoughts In A Field Of Weed 2:25 
8 Down In The Bottom (W. Dixon) 1:44 
9 Get Out Of My Life ( Allen Toussaint) 2:27 
10 Spoonfull (W. Dixon) 3:29 
11 Sour Wine 2:57 
12 Bring It On Home (W. Dixon) 13:46 
13 World Of Birds 3:28 
14 I Despise You 2:24 
15 Ann 2:49 
16 You're The Victor (Produtor – Peter Koelewijn) 2:27 
17 From Above 2:55 
18 Where Is The Key 2:21 


Nota:
Faixas/Tracks 1 a 12 do LP Revolution (1966). 
Faixa/Track 13 do single World Of Birds (1967). 
Faixas/Tracks 14 e 15 do single I Despise You (1966). 
Faixas/Track 16 do single You're The Victor (1966). 
Faixa/Track 17 do single From Above (1967).

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul “Hippie” Joe, a quem agradecemos.

Los Chijuas - Los Chijuas (LP 1968, Mexico)




Chijuas ‎– Los Chijuas (LP originalmente editado em 1968 pelo selo Musart D 1389/Mexico e reeditado pela Action Records ‎– AR 303, 1996).
(Mexican Psych Rock).

Los Chijuas, foi uma excelente banda mexicana de rock de garagem dos anos 60, proveniente da cidade de Juárez/México, Estado de Chihuahua. 
Caracterizavam-se por interpretar composições próprias e covers em inglês. Também traduziam algumas canções suas para a língua inglesa de modo a comercializar os seus discos nos EUA.
Foram formados pelos irmãos Ganem cerca de 1967. Do seu repertório destaca-se a sua versão (cover) de "Mighty Quinn" e ainda, Estan Cambiando los Colores de la Vida, Esclavo del Sueño y Cancio de Verano. O som do grupo era considerado bastante vanguardista para a época.

Formação/Lineup: 

Jose Ganem – vocalista e guitarra 
Louis Oliver - órgão 
Henry Becarril - baixo 
Julian Ganem – bateria

Los Chijuas - Changing The Colors Of Life (Video retirado do filme italiano Troppo per vivere poco per morire' 1967 dirigido por Michele Lupo.

Faixas / Tracklist:

A1 Mighty Quinn (Quinn, The Eskimo) 
A2 Changing The Colors Of Life 
A3 Please Love Me Forever 
A4 Oh It's Wonderful 
A5 Neon Rainbow 
A6 Summer Song 
B1 Dream Slave 
B2 The Sun Is Going Black 
B3 There's That Girl 
B4 A Girl So 
B5 I Love You 
B6 Until Tomorrow

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

18 Golden Guitar Instrumentals Vol. 2 (V-A Indo Rock)

terça-feira, 22 de outubro de 2013



18 Golden Guitar Instrumentals VOL. 2 (Indo-Rock).

Indo-Rock foi uma das mais enigmáticas e explosivas cenas da história musical. Ocorreu no curto período de cinco anos (de 1959 a 1964), na Holanda e foi encabeçada por bandas literalmente “loucas” por música, formadas na sua maioria por jovens imigrantes indonésios.
A cena indo-rock surgiu de facto graças a esses jovens que imprimiam as suas tão peculiares características culturais aos sons tão caracteristicamente ocidentais como o jazz, o country ou o blues. No período, só a Holanda já contava com cerca de 300 bandas de indo-rock conhecidas. 
Nessa época os grupos Indo-Rock costumavam deixar as plateias em polvorosa com as suas guitarras "customizadas" ao seu gosto. Uma das marcas mais usadas então era a alemã Höfner.
O som do rock, muitas vezes, gira em torno da guitarra eléctrica e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo eléctrico, da bateria ou dos teclados.
Dos muitos e famosos grupos instrumentais holandeses de Indo-Rock dos anos 60 destacamos dois, especialmente pela sua qualidade e mestria. São eles, os Dixie Aces, grupo holandês de rock and roll que ainda é muito popular. O vocalista da banda que fez três álbuns a solo é o famoso Terry White, e The Rocking Birds que era outro fantástico grupo de rock holandês (Tilburg) ) da mesma época. Também interpretavam grandes temas instrumentais (ao estilo dos Shadows ou dos Ventures) de sucessos famosos dos anos 50 e 60. 

Faixas / Tracklisting:

1. Dixie Aces / Theme From Limelight (2:46)
2. The Locomotions / Ajoen Ajoen (1:50)
3. Black Wings / Moonshot (2:24)
4. Dixie Aces / Black Track (2:39)
5. Dixie Aces / Slaughter On 10th Avenue (2:14)
6. Rocking Jojo / Ydille (2:22)
7. Black Wings / Guitar Boogie (3:03)
8. Dixie Aces / The Young Ones (3:10)
9. Rocking Jojo / Wipe Out (2:26)
10. Dixie Aces / Johnny On His String (2:48)
11. The Rocking Birds / Cosy (3:04)
12. Dixie Aces / Golden Earrings (2:29)
13. Black Wings / Buckaroo (1:47)
14. The Tabous / Flingel Bunt (2:43)
15. Dixie Aces / For You (3:33)
16. Rocking Jojo / In The Mood (2:40)
17. The Locomotions / Peace Pipe (2:21)
18. Dixie Aces / Electric Johnny Medley (5:48)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Paul Jordan, a quem agradecemos.

Marrabenta... Sempre! (V/A)




AQUI:    OU    ALI:
(re-upload)

Marrabenta...Sempre! (V/A)
Trata-se de uma compilação pessoal que reúne temas populares de Moçambique.
Marrabenta ... Ever! It's a personal compilation of popular songs from Mozambique.

Marrabenta

Dança e género musical do sul de Moçambique e, em particular de Maputo, que surgiu no início da 2.ª metade do século XX, na época áurea colonial de Lourenço Marques (actual Maputo). Conhecida internacionalmente, a marrabenta teve origem nos meios urbanos. 
Este género surgiu de uma fusão da música europeia com os ritmos tradicionais de Moçambique. Normalmente, era tocada por um cantor masculino, acompanhado por um coro de mulheres, e tocada com instrumentos feitos de materiais improvisados, como latas de óleo, fios de pesca e pedaços de madeira. 
A palavra marrabenta tem origem no verbo "rebentar" ("arrebentar", em vernáculo local), numa provável referência às guitarras baratas cujas cordas rebentavam com facilidade. As letras das canções, frequentemente em dialectos locais, cantavam o amor, a vida quotidiana, a história de Moçambique e faziam também críticas sociais inerentes ao desejo de liberdade do povo moçambicano. Por esta razão, os Portugueses consideravam a marrabenta subversiva e difusora de ideais revolucionários, ordenando, muitas vezes, o encerramento de locais onde esse tipo de música era produzida. Apesar de tudo, a marrabenta animava a capital moçambicana e atraía pessoas até aí devido ao seu ritmo vivo e intenso e às suas melodias arrebatadoras. Para além desse ritmo, refira-se ainda a forma extremamente sensual da dança à qual a marrabenta está também associada. A dança marrabenta, onde participam homens e mulheres, consiste em produzir deslizamentos com os pés, no sentido lateral, e em criar fortes movimentos do corpo, no sentido ântero-posterior.


Nos anos 70, a marrabenta conheceu uma enorme projecção quando a "Produções 1001" começou a realizar as primeiras gravações e a organizar vários concertos. A consolidação deste género musical ficou a dever-se aos músicos pioneiros Francisco Mahecuane e Dilon Djindji e a sua difusão internacional, à Orchestra Marrabenta Star, liderada por Wazimbo. Ainda dessa geração de músicos destaca-se Fany Pfumo, Alexandre Langa, Lisboa Matavele e Abílio Mandlaze. Actualmente, este género tem influenciado músicos da nova geração, como Elvira Viegas, Stewart Sukuma, Mingas, Chico António, José Mucavel e o grupo Mabulu. Com o passar do tempo, a marrabenta tornou-se um símbolo cultural nacional e uma referência da identidade moçambicana.

Fonte: Infopedia - marrabenta

Temas cedidos, alinhamento e capas/grafismo, por Carlos Santos.


The Mamas And The Papas - Hits Of Gold (LP 1968)




The Mamas And The Papas - Hits Of Gold (LP Probe SC 16008, 1968). Edição brasileira.

The Mamas and The Papas foi um grupo vocal formado em Nova Iorque/Estados Unidos, nos anos 60, por John Phillips (responsável pelas composições do grupo), Michelle Phillips, 'Mama' Cass Elliot e Denny Doherty. Entre 1966 e 1968, alcançaram famosos sucessos nas paradas de todo o mundo com canções como “Monday, Monday” ou "California Dreamin'", até hoje as suas canções mais conhecidas.
The Mamas and The Papas foi uma das únicas bandas norte-americanas a conseguir manter o sucesso, a par de poder competir com a Invasão Britânica. O grupo gravou e apresentou-se de 1965 a 1968, lançando cinco álbuns e legou dez sucessos entre os singles mais vendidos.
O grupo teve bastante sucesso, que se deve às belas harmonizações vocais, ao acompanhamento em estúdio dos seus discos, por músicos profissionais, e a sua participação na contracultura sessentista. O grupo também deixou um legado de excelentes versões de vários sucessos de outros artistas dos anos 60, como “I Call Your Name”, “Do You Wanna Dance?”, “My Girl” ou “Twist and Shout”.
Em 1967, após uma discussão com John Phillips, Mama Cass abandonou o grupo e só se voltou de novo a unir um ano mais tarde para a gravação do último álbum por exigência contratual. O quarto álbum do grupo atingiu o décimo quinto lugar nas paradas e conseguiu algum sucesso com "Dream a Little Dream of Me", que foi creditado como sendo gravado por Mama Cass with The Mamas and The Papas e é cantada apenas por ela.
Em 1971, a gravadora do grupo exigiu a gravação de mais um disco, People Like Us, que pode ser considerado como uma semi-reunião do grupo.

Formação original:

John Phillips (responsável pelas composições do grupo) 
Michelle Phillips
“Mama” Cass Elliot
Denny Doherty


Faixas/Tracklist:

A1 California Dreamin' 
A2 Dedicated To The One I Love 
A3 Safe In My Garden 
A4 Dream A Little Dream Of Me 
A5 Spanish Harlem 
A6 My Girl 
A7 Do You Wanna Dance 
A8 Monday Monday 
B1 Dancing In The Street 
B2 You Baby 
B3 I Saw You Again Last Night 
B4 Creeque Alley 
B5 California Earthquake 
B6 Twist And Shout 
B7 Look Through My Window 
B8 Glad To Be Unhappy

Bonus:
I Call Your Name

LP gentilmente cedido por Odilton Nunes, a quem agradecemos.

Bobby Bloom - Bobby Bloom Album [LP 1970]

segunda-feira, 21 de outubro de 2013



Bobby Bloom ‎– The Bobby Bloom Album (LP MGM Records - L/R Records, LR-1035, 1970).

The Bobby Bloom Album (L/R Records, 1970), atingiu o nº 126 nos EUA, na Billboard 200 chart.



Robert " Bobby " Bloom (N. York, 22 de Maio de 1946 – Hollywood, 28 de Fevereiro de 1974) foi um cantor, músico e compositor americano. É mais conhecido por ser um “one-hit wonder” com a canção de 1970, " Montego Bay" , que foi co- escrita e produzida com Jeff Barry . A canção atingiu o nº 8 nos EUA e o nº 3 no Reino Unido
No início dos anos 60, Bloom tinha sido membro do grupo de doo-wop, The Imaginations, com quem interpretou “Wait a Little Longer, Son." Bloom teve a sua grande oportunidade em 1969 quando foi premiado com um contrato para escrever e gravar um "jingle" para a Pepsi, facilitando assim o seu caminho para o sucesso que apareceu mais tarde com " Montego Bay ". Bloom também teve a sua participação como compositor ligado à Sutra / Buddah grupo dos selos Kama.
Co- escreveu também a canção " Mony Mony " e com Jeff Barry co-escreveu "Sunshine" para os The Archies, o seu quinto hit single em 1970.
Bloom teve igualmente os seus projectos a solo que incluíram "Love Don't Let Me Down" e "Count on Me."
Seguiram-se outras gravações após o seu grande sucesso com " Montego Bay" em 1970 como, "Heavy Makes You Happy " (1970 - UK nº 31), que se tornou um hit para os Staple Singers em 1971 ou "Where Are We Going" (1971 - U.S. nº 84), todos usando a mesma combinação de pop, calypso e rock.
Bloom sofria de depressão para o final da sua vida, tendo falecido em 28 de Fevereiro de 1974, com a idade de 28 anos. Segundo uns, aparentemente suicidou-se no seu apartamento em Hollywood quando limpava a sua própria arma.


Faixas / Tracklist:

A1 Careful Not To Break The Spell 5:30 
A2 Heavy Makes You Happy 3:58 
A3 Try A Little Harder 3:03 
A4 Oh I Wish You Knew 2:50 
A5 Fanta 2:07 
B1 Heidi 3:45 
B2 This Thing I've Gotten Into 2:30 
B3 A Little On The Heavy Side 2:54 
B4 Brighten Your Flame 2:43 
B5 Give 'Em A Hand 4:12 
B6 Montego Bay 2:53 

Outros Intervenientes:
Guitarra – Jimmy Calvert
Produção de Jeff Barry 

LP gentilmen te cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Beat Chileno de los Años 60



Trata-se de uma excelente compilação que reúne temas de "pop/rock" e da corrente denominada por "movimento beat" chileno dos anos 60. Aqui poderemos encontrar grupos como Los Larks, Frutos del País, Los Jockers, Los Beat 4 ou Los Mac's.

Faixas / Tracklist:

1.- Llora conmigo – Los Beat 4
2.- Ya no eres de mí – Los Beat 4
3.- Abandonados igual que tú – Los Beat 4
4.- Fm y Cia – Los Mac’s
5.- El Evangelio de la gente sola – Los Mac’s
6.- La muerte de mi hermano – Los Mac’s
7.- Nueva sociedad – Los Jockers
8.- De repente tú me amas - Los Jockers
9.- Debes ser libre – Los Jockers
10.- Al lado – Los Lark’s
11.- Chao amigos – Los Lark’s
12.- Música para ver pasar a las muchachas – Los Lark’s
13.- Tarde triste – Frutos del País
14.- Y volar y volar – Frutos del País
15.- La bicicleta – Frutos del País
16.- Al llegar el verano – Los Beat 4
17.- Dame un bananito – Los Beat 4
18.- No pisen las flores – Los Beat 4
19.- Alegre sensación – Los Mac’s
20.- Baila – Los Mac’s
21.- Corazones y flechas – Los Mac’s
22.- Todo termina – Los Beat 4
23.- Espérame siempre – Los beat 4
24.- Qué culpa tenemos nosotros – Los Beat 4
25.- San Francisco – Los Lark’s
26.- Hi ho a go go – Los Lark’s
27.- Juegos barrocos – Los Lark’s
28.- Pompa y circunstancia – Frutos del País
29.- Es para ti – Frutos del País
30.- Todavía te quiero – Frutos del País

(Algumas das faixas foram retiradas do vinil e posteriormente masterizadas por Carlos Santos). 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luiz Ruyz, a quem agradecemos.
Capa/grafismos por Carlos Santos.

Marfil - Los Sesenta (LP 1980)

domingo, 20 de outubro de 2013



Marfil - Los Sesenta (LP Belter 2-47058, 1980). Edição portuguesa.

Trata-se de um grupo revivalista espanhol que aqui apresenta as suas versões/covers (medley) de êxitos dos anos 60. São considerados como o grupo pioneiro em Espanha do formato "medley".
O grupo Marfil, inicialmente era apenas um produto de estúdio idealizado pela companhia discográfica com sede em Barcelona, Discos Belter (posteriormente chamado Divucsa). 
A editora contratou para o efeito Lucía Medrano, Silvia Pérez, José Antonio Moreno e Sergio Camacho, como modelos para oferecer apenas a sua imagem especificamente às capas e programas de televisão das duas primeiras produções e até à terceira, contou com a participação de inúmeros e excelentes cantores profissionais ou “freelancers” como Esther Munt, Montse Teruel, Alex Soler e Marino Ruiz, entre outros. É com esta fórmula, que se realizou e editou em 1980 o LP Marfil – Los Sesenta, cuja produção musical ficou a cargo de Josep Llobell.
Este LP reuniu vários conhecidos êxitos dos anos 60 e foi um disco com as maiores vendas do ano.
Os Marfil editaram um segundo LP com a mesma fórmula do anterior, também com boas vendas e posteriormente um outro LP com um “popurrí” de grandes temas do cinema. Foi precisamente com a formação composta por Beatriz Montero, Esther Amador, Marino Ruiz e Francisco Díaz que editaram esta terceira produção, Marfil El Cine.
Em 1981, surge nova alteração à sua formação, apresentando agora Beatriz Montero, María Betriu, Marino Ruiz e Francisco Díaz, que finalizava aquela etapa do grupo iniciada em 1980 na Belter, como um produto de estúdio, convertendo-se a partir daí e nos anos seguintes, nos intérpretes e únicos componentes dos Marfil.
Em 1984, gravam outro disco-medley com canções de Julio Iglesias e Roberto Carlos. 
O grupo conseguiu obter 2 discos de ouro. Despois da Belter (o seu 1º selo discográfico), em 1987 assinaram contrato com a Horus e aí editaram 2 LPs sob o nome de Yvory (Marfil em inglês). Destes, o primeiro disco foi dedicado aos ABBA / S.Wonder (1987) e seguiram-se outros discos.

Fonte: Texto parcialmente transcrito da site dos Marfil (ivorymusic.es)

Faixas / Tracklist:

LADO A 

Sapore di sale 
Ma vie 
Venecia sin ti 
Ligados a un granito de arena 
Yo que no vivo sin ti 
Aline 
El mundo 
Una lágrima en tus ojos 
500 millas 
Cae la nieve 
Un mechón de su cabello 
La casa del sol naciente 
Todos los chicos y chicas 
Roberta 
Con su blanca palidez 
Capri, se acabó 

LADO B 

Tu serás mi baby 
La tierra 
Chao chao 
The Loco-motion 
Monday Monday 
Al ritmo de la lluvia 
Cuando calienta el Sol 
Cien libras de barro 
Rogaré 
Delilah 
Sellado con un beso 
El sonido del silencio 
Dime tú la verdad 
Nunca me acostumbraré 
Ahora te puedes marchar 
Si llego a conocerte un poco mejor 
Más 

LP disponibilizado por Carlos Santos.

Os Titãs - One Way Love (EP 1969)




Os Titãs – One Way Love (EP Clave – 18, 1969). 
(3º e último EP).

Faixas/Tracklist:

One Way Love (Fernando Costa Pereira) 
Mira-me Maria (arranjo de Fernando Costa Pereira) 
Janela Aberta (Fernando Costa Pereira) 
We Gotta Make Love (Fernando Costa Pereira).


Os Titãs foi uma excelente banda portuguesa, formada em Dezembro de 1962, em Matosinhos/Portugal que interpretava essencialmente instrumentais ao estilo dos Shadows, muitos deles baseados em temas tradicionais portugueses.
Este é o 3º e último EP da sua discografia que decorreu entre 1963 (2 primeiros EPs) e 1969 (último EP). Nesta última fase do grupo os Titãs alteraram notoriamente o seu estilo musical, assim como a formação.
Os “Shadows” Portugueses, apesar de tudo, durarão pouco mais tempo, já que a separação acontece ainda antes do início da década de 70. Com a entrada de José Lello, de instrumentos de sopros e com a vocalização das canções deixaram de ser um conjunto do tipo Shadows. Com o fim dos Titãs, termina a imitação dos Shadows em Portugal. 
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blog.

Formação neste EP:

Toni Carneiro (órgão), 
José Paias (sax alto, não participou na gravação deste EP), 
António Braga (viola-baixo, já falecido), 
Fernando Costa Pereira (viola-solo), 
João Lourival (bateria) 
José Lello (voz).

Agradecimento ao nosso amigo António Portela, pela cedência das capas deste EP.