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The Staccatos - Here and Now (LP 1968) + He Was a Friend of Mine (LP 1969) / South Africa

sábado, 4 de junho de 2011






The Staccatos - Cry To Me (from Youtube)


The Staccatos - Here and Now (LP 1968) + He Was a Friend of Mine (LP 1969).

The Staccatos were formed in Nov. 1961. Hailing from Johannesburg /SouthAfrica. 
The original line-up was: Brian Le Gassick (vocals/rhythm guitar) John Leach (lead guitar) Willie van der Walt (bass) and Ian Miller (drums). 
They won the 1964 Transvaal Merseyside Contest, the prize of which was an EMI recording contract. 
The Staccatos supported Peter and Gordon in 1965, on their SA tour, and later that year, Gary Chaplin came in on drums with Lieb Brews temporarily fikking in. 
Steve Lonsdale took the lead singing spot in 1966 and Richard Couse married Wanda Arletti, who had joined the Staccato’s for a tour of Zambia, and several years later recorded with the group. Eddie Boyle joined in 1967, on bass and Ronnie Cline on organ. A billing on the disastrous Byrds tour came next, and while that didn’t do such for their image, a record did. 
Billy Forrest approached the Staccato’s with a view to the group recording songs for the film, “Katrina”. One of the songs “Cry To Me”, proved to be one of the most successful singles of South African rock history, it stayed on the charts for 34 weeks and earmed them a double gold disc. 
The group had several changes until 1979 when it ended.
Vast discography - singles, Albums and collections. 

The Staccatos Single "Cry To Me" (Bert Russell) - Steve Lonsdale: vocals/ Brian le Gassick: vocals, guitar/ Eddie Boyle: bass/ Gary Chaplin: drums/ Richard Crouse: guitar. 

This major contribution to SA's pop history was an adaption of a Bert Russell composition which has been recorded by many others including Solomon Burke (1962), Tom Petty, The Pretty Things, The Rolling Stones, Freddie Scott and Betty Harris. Bert Russell is really Bert Berns, a prolific writer of soul classics. 
The Staccatos recorded their version of 'Cry To Me' in 1968 for the movie Katrina, which was released in 1969. 'Cry To Me' was produced by Billy Forrest and proved to be one of South Africa's most successful singles ever, remaining 38 weeks on the charts and earning a double gold disc.

In History of Contemporary Music Of South Africa.

Álbum disponibilizado por Carlos Santos
Album provided by Carlos Santos.

Os Titãs - Tema Para Titãs (2º EP 1963)



Os Titãs - Tema Para Titãs (EP Orfeu ATEP 6083, 1963).
Este é 2º EP do grupo, e o último da sua fase instrumental.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos. 

Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

27 Clássicos do Rock Nacional (Brasil)



Albert Pavão


Fantástica antologia dos anos 60, com temas dos primeiros anos do rock brasileiro. Celly Campello, Nora Ney, Carlos Gonzaga, Tony Campello, Albert Pavão, Agostinho dos Santos ou Renato e seus Blue Caps, entre outros, estão presentes nesta excelente compilação.

Álbum enviado pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes da Comunidade - JGMC(Orkut).
Compilação preparada e remasterizada por RSTONE (Administrador da Comunidade).

Os nossos melhores agradecimentos para ambos.

João Romão

Os Titãs - Os Titãs (EP 1963)




Os Titãs - Os Titãs (1º EP Orfeu ATEP 6073, 1963).

Os portugueses Titãs, tinham uma formação idêntica à dos Shadows e os temas também apresentavam semelhanças com os do grupo inglês. Os Titãs já tinham uma qualidade acima da média, para o meio português da época. Gravaram o seu primeiro EP com temas populares como, " Canção da Beira Baixa" e "Vira da Nazaré", para além de "Menino D'oiro" de José Afonso, todos instrumentais e tocados ao estilo dos Shadows.
Gravaram ainda outro disco que inclui " Tema Para os Titãs".
O grupo sofreu uma evolução, em 1967, com a entrada de instrumentos de sopro e de um vocalista. Um dos membros que entrou para o grupo foi José Lello. Tocava saxofone e cantava. O grupo começava a interpretar temas em inglês, tais como, " One Way Love", ao mesmo tempo que continuava com os instrumentais. Um dos instrumentais, " Mira-me Miguel", é uma canção tradicional de Trás-os-Montes, adaptada pelo grupo, no seu estilo característico.
Os "Shadows Portugueses", apesar de tudo, durarão pouco mais tempo, já que a separação acontece ainda antes do início da década de 70. Com o fim dos Titãs, termina a imitação dos Shadows em Portugal.

Notas parcialmente retiradas de um texto de Aristides Duarte

Discografia: 

EP ORFEU - ATEP 6073 – Os Titãs – 1º EP (1963) 
EP ORFEU - ATEP 6083 – Tema Para Titãs - Este é 2º EP (e último da sua fase instrumental (1963) 
EP CLAVE - 18 – One Way Love – 3º EP (1969) 


EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Helena Rocha - Onde É Que Eu Arrumo o Carro? (EP 1966)

sexta-feira, 3 de junho de 2011




Helena Rocha - Onde É Que Eu Arrumo o Carro? (EP Decca PEP 1166, 1966)

É o 3º EP que aqui apresentamos, desta cantora portuguesa dos anos 60. Um dos temas do disco reflectia a problemática da falta de estacionamento para os automóveis na cidade de Lisboa, já nessa época.

EP gentilmente cedido por Heitor de Vasconcelos (colecionador de vinil) a quem agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Cid - Doce e Fácil Reino do Blá Blá Blá (1973).


Recebemos do nosso amigo Mário Dâmaso esta simpática contribuição. 
Trata-se de um vídeo postado no Youtube - Doce e Fácil Reino do Blá Blá Blá - José Cid (1973).

No período compreendido entre 1971 e 1975, José Cid manteve-se em actividade de forma ininterrupta, conciliando paralelamente os seus projectos a solo com formação dos Green Windows e a espaços com o que ainda restava do Quarteto 1111. Não é de estranhar, portanto, que durante esses anos vários Ep's , singles e até discos de longa duração tenham sido lançados para o mercado com composições da autoria de José Cid, ora a solo ora como membro de uma dessas formações. O mesmo período temporal coincidiu também com ínicio da participação massiva deJosé Cid em Festivais da Canção, sendo a sua participação de 1974 uma das que mais sucesso teve com a actuação dos Green Windows com o tema “ No dia em que o rei fez anos”, classificada em segundo lugar, atrás de “ E depois do Adeus” de Paulo de Carvalho.
Devido ao sucesso das actuações José Cid no Festival da Canção de 1974 (com “No dia em que o rei fez anos” “Imagens” e “ A rosa que te dei”, esta última a solo) foram lançados em 1974 dois singles dos Green Windows e um single de José Cid, contendo cada um deles na face A uma das canções participantes no Festival da Canção de 1974. Assim, sem qualquer surpresa e com as referências Decca SPN 160, Decca SPN 161 e Decca 162 foram lançados de seguida os singles “A rosa que te dei” , “Imagens” e “ No dia em que o rei fez anos”.
Graças à cumplicidade existente entre a figura de José Cid enquanto autor e compositor dos Green Windows, a editora aproveitou para lançar no lado B do single “Imagens”, uma composição, originalmente editada por José Cid em 1973, num dos seus singles a solo. Falamos da canção “ Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá”, que durante anos foi associada como pertencendo ao reportório dos Green Windows quando, no fundo se trata de uma canção de José Cid, gravada em nome próprio. Para tal facto terá contribuído, por uma lado, o relativo fracasso do single “Cantiga Portuguesa/Doce e Fácil no Reino do BláBlá Blá” ( Decca SPN 143 D), e por outro lado, o facto de durante muitos anos a canção Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá, ter sido incluída em diversas colectâneas dos Green Windows, sem qualquer distinção em termos de autoria. Acresce que a actual raridade do single originariamente gravado em 1973 também contribuiu em parte para que a maioria dos apreciadores da obra de José Cid apenas conhecessem a canção Doce e Fácil no Reino do Blá Blá Blá como lado B do single "Imagens" dos Green Windows. Nem mesmo em 2007 com o lançamento da colectânea “ Pop Rock & Vice Versa”, exclusivamente composta por canções de José Cid em nome próprio parece ter dissipado as dúvidas em relação a essa matéria.


Texto parcialmente retirado de José Cid D. Camaleão

Mário Dâmaso, agradecemos a sua colaboração que é sempre bem vinda.


João Romão /Carlos Santos

Orchestra Frank Pleyer - Topless (LP 1969)



Orchestra Frank Pleyer - Topless (LP Hippo Records 41 002 - 1969). Genre: Jazz-Funk, Instrumental 

Para quem gosta, tal como eu, de excelente Jazz, aqui está um ótimo álbum para os apreciadores. Magnífica orquestra. Absolutamente recomendado! 

Topless" was one of the grooviest albums ever produced by Frank Pleyer and was released at Frank Valdor's short lived Hippo label in 1969! This album is not just one of the biggies, but it is also a "holy grail" album, it features Charly Antolini one of the heaviest drummers of the European jazz scene in the 60s and 70s -- there's plenty of killer hammond organ, tight drums, percussions, flute, brassy horns and also some Brazilian cuica! Very rare and highly recommended! 

Tracklist:

01.Sunday Love Affair 2:39 
02.She's Gotta Have Soul 3:19 
03.Make Up 3:03 
04.Don't Leave Me Now, Baby 2:18 
05.Grasshopper's Ball 2:51 
06.Scotch Waltz 2:34 
07.Midway 2:42 
08.Topless 2:37 
09.Updown 2:05 
10.You're The One I Love 3:08 
11.You Don't Love Me Any More 2:18 
12.Knock Out 2:42


C.S.

Cláudio Fontana será a grande atração do Programa Eli Corrêa no próximo domingo na Rede TV-Brasil


Cláudio Fontana será a grande atração do Programa Eli Corrêa no próximo domingo na Rede TV-Brasil! 

Líder do Grupo Chocolate na década de 70, o cantor e compositor marcou a jovem guarda com a música “É de Chocolate”

Cantor e compositor de grande destaque na Jovem Guarda, Cláudio Fontana, será a grande atração do Programa Eli Corrêa, a partir das 7h00 no próximo domingo, dia 05. À frente do Grupo Chocolate, ao lado da esposa e seus dois filhos, Cláudio fez a alegria das crianças e ganhou os palcos da década de 70 com a música “É de Chocolate”, sucesso regravado pelo conjunto “Trem da Alegria’, nos anos 80. Eli Corrêa ainda apresentará uma matéria especial com as “Mães da Sé”, que vivem diariamente em busca de seus filhos desaparecidos. 

A partir das 10hs, Dom Fernando Figueiredo aborda em seu programa “Deus Médico dos Médicos”, a intolerância alimentar, distúrbio que afeta boa parte da população brasileira. Como convidada, a nutricionista Flávia Dichelli, irá tirar dúvidas e dar dicas de possíveis tratamentos para este quadro clínico. 

Os dois programas são produzidos e patrocinados pela Ultrafarma e vão ao ar pela Rede TV/Brasil! 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Blog do Rato - O 2º Regresso

quinta-feira, 2 de junho de 2011

É verdade! O Rato Records regressa!
É com imensa satisfação que soubemos que o blog do meu amigo Jota/Rato (Blog do Rato) vai voltar ao ativo. Valeu a pena a insistência.
Como ele próprio informa, "a partir do próximo fim-de-semana e para atender montanhas de pedidos, o blogue RATO RECORDS vai regressar ao convívio de todos os seus amigos. Será um contacto apenas semanal mas que servirá para partilhar de novo a grande música dos anos 50, 60 e 70. Até lá!"

Bem Haja!
Desejamos-te muitas felicidades e sucesso!
Grande abraço,

Carlos Santos e João Romão

Os Inflexos em 1966 (Grupo de Lourenço Marques/Moçambique)


Os Inflexos, foi um dos grandes grupos Pop/Rock de Moçambique dos anos 60 e eram constituídos em 1966 por; Ávila (viola Solo), Saavedra (bateria), Chico Pereira (viola baixo), Belchior (viola ritmo) e Carlos Nelson (vocalista), conforme informação/legenda da foto inserida. Nesse mesmo ano, foi considerado o conjunto revelação de Moçambique.
Em 1969, o grupo gravou o único EP da sua carreira e, na sequência de algumas alterações entretanto efectuadas, a formação passou a ser a seguinte: Helder Matias (viola), Chico (baixo), Carlos Alberto (baterista), Jorge Montenegro (organista) e Carlos Nelson (vocalista).
Apesar de ser um excelente grupo, gravaram em vinil apenas um EP (Editora Sul Africana Coronet - SCEP 4001-33 RPM - 1969) e um single.

C.S.

Mais uma maravilhosa curiosidade do blog do Afonso Cortez ( http://musicaapretoebranco.blogspot.com ) a quem muito agradecemos a cedência deste precioso recorte de jornal, com fotografias.

Soul Music - SuperHits Of The 60's (V/A)




Soul Music - SuperHits Of The 60's.

Trata-se de uma compilação pessoal com temas da música Soul dos anos 60.
(This is a personal collection with some themes from 60's Soul Music).

A música dos Estados Unidos reflecte a população multi-étnica através de uma gama de estilos diversos. Rock and roll, blues, country, rhythm and blues, jazz, pop, techno, e hip hop estão entre os géneros musicais do país, mais reconhecidos internacionalmente.

Soul (do inglês, "alma") é um género musical que nasceu do Rhythm and Blues e do Gospel durante o final da década de 50 e início da de 60 entre os negros, nos Estados Unidos. Durante a mesma época, o termo soul já era usado naquele país como um adjectivo ousado em referência ao afro-americano, como por exemplo em "soul food" ("comida de negro"). Esse uso apareceu justamente numa época de vários movimentos de liberalismo social, tanto com a revolução dos jovens e o uso das drogas, como os movimentos anti-guerra e anti-racial. Por consequência, a "música soul" nada mais era que uma referência à música dos negros, independente do género. Durante a década de 60, surgiu até um programa de televisão nos Estados Unidos, Soul Train que apresentava os sucessos das canções dos negros daquele país, independente do género do sucesso musical. 


Fonte: Wikipedia

Track List: 
01 - Sweet Soul Music - Arthur Conley 
02 - Soul Man - Sam and Dave 
03 - Knock On Wood - Eddie Floyd 
04 - I've Been Loving You Too Long (To Stop Now) - Otis Redding 
05 - Hold On I'm Coming - Sam and Dave 
06 - I'm Sorry About That - Wilson Pickett 
07 - Papa's Got a Brand New Bag - James Brown 
08 - Let's Go Steady - Arthur Conley 
09 - Satisfaction - Otis Redding 
10 - Set Me Free - Percy Sledge 
11 - Sugar Sugar - Wilson Pickett 
12 - Boot-Leg - Booker T and The MG's 
13 - If You Need Me - Solomon Burke 
14 - In The Midnight Hour's - Wilson Pickett 
15 - Cover Me - Percy Sledge 
16 - Fa-fa-fa-fa-fa (sad song) - Otis Redding 
17 - Take Time To Know Her - Percy Sledge 
18 - Tramp - Otis Redding and Carla Thomas 
19 - Hey Jude - Wilson Pickett 
20 - For Your Precious Love - Otis Redding
21 - Hey Joe - Wilson Pickett 
22 - Walking The Dog - Rufus Thomas 
23 - It's a Man's World - James Brown 
24 - Keep Me Hangin' On - Wilson Pickett 
25 - Mustang Sally - Wilson Pickett 
26 - Warm And Tender Love - Percy Sledge 
27 - Land Of The 1000 Dances - Wilson Pickett


Alinhamento, digitalização e masterização desta compilação, disponibilizada por Carlos Santos. Trabalho gráfico (capas) de João Romão.

Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single 1968)




Quinteto Académico + 2 - Judy In Disguise (Single La Voce Del Padrone SVdP - 8187 / 1968).
Disco considerado raro.

Trata-se da edição Jugoslava do single deste grupo português dos anos 60. Em Portugal, este disco foi editado pela Voz do Dono - MQ 228, 1968.

Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Gonçalo Lucena e Conjunto Nova Onda (EP 1963)




Gonçalo Lucena e Conjunto Nova Onda (EP Alvorada AEP 60576 - 1963)

O Conjunto Nova Onda, foi dos primeiros grupos portugueses ao estilo dos Shadows. Formaram-se no final da década de 1950, em Cascais. Cinco rapazes reúnem-se neste conjunto a que dão o nome de Nova Onda. 
Luís Waddington (guitarra), Gonçalo Lucena (voz), Manuel Lucena (bateria), Edmundo Silva (baixo) e Francisco Deslandes (guitarra) formam o grupo que tinha por objectivo tocar à Shadows e cantar como o Cliff Richard. No início da década de 1960 gravam um único disco pela etiqueta Alvorada que incluía uma versão de "Vendaval", canção popularizada por Tony de Matos. Mas cedo o Conjunto Nova Onda daria origem ao famoso Conjunto Mistério.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 

 Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Trio Odemira - CD Duplo - 35 primaveras - As primeiras gravações (1957-1967)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Olá amigos,

Gostaria de aqui fazer um APELO. Será que há algum dos nossos visitantes, amigos, colaboradores ou seguidores que tenha este álbum duplo do Trio Odemira?

A imagem anexa, foi na única que encontrei disponível no Google. A referência do CD é a seguinte:  
Trio Odemira - 35 Primaveras - as primeiras gravações : 1957-1967 (CD duplo) - Edição EMI/Valentim de Carvalho, 1993.

Caso alguém tenha este CD, agradecia que fizesse o favor de entrar em contacto connosco, ou através de um comentário a este post ou através do Email que está inserido no blog.
Agradeço antecipadamente a vossa colaboração.

Carlos Santos

Os Corsários (de Lourenço Marques/Moçambique)


In Plateia nº 233

Nas minhas pesquisas pela Internet tive o grato prazer de encontrar um blog muito interessante, que não conhecia, e que me despertou a curiosidade. Mais tarde vim a descobrir que é de um amigo meu.
Trata-se de um blog diferente, simpático e acima de tudo muito útil, por nos dar muita informação, daquela que praticamente se pode considerar perdida ou desaparecida.
Este blog é do meu amigo Afonso Cortez (um dos colaboradores dos chamados "Portuguese Nuggets") e reporta muitas raridades informativas, em forma de recortes de jornais e de revistas, notícias, fotografias, etc.
Não queria pois, deixar de lhe fazer essa referência.
Aqui vai o link para acederem ao blog: http://musicaapretoebranco.blogspot.com

A propósito dos Corsários e sobre a curiosa notícia publicada na Revista Plateia, acrescentarei:
Os Corsários, grupo musical dos anos 60, especialmente de Pop/Rock, era originário de Lourenço Marques/Moçambique.
O início dos Corsários remonta ao longínquo ano de 1962 quando ainda se chamavam, Joe Mendes e os Corsários. Nessa época, a sua formação era constituída por: Hélder Matias (viola solo), Carlos Alberto (baterista), Alexandre (viola Ritmo) e Nelson Barbosa (viola baixo). 
Mais tarde, essa formação foi tendo alterações, sendo substituídos alguns dos seus elementos.
Os Corsários eram os grandes "rivais" dos Night Stars (também de Lourenço Marques) no panorama Pop/Rock dos anos 60, naquela cidade moçambicana, especialmente quando se juntavam para disputar concursos de música moderna, como foi o caso das "regionais" do grande concurso Yé Yé que culminou com a final, em 1966, no Monumental/Lisboa.
Alguns dos elementos dos Corsários, quando a banda terminou, transitaram para um outro não menos famoso grupo moçambicano, Os Inflexos.
Os Corsários nunca editaram quaisquer gravações em disco.

Agradecimento ao meu amigo Afonso Cortez do Blog Música Eléctrica a Preto e Branco.
Também um agradecimento aos meus amigos Carlos Duarte e Carlos Alberto Silva, pelo seu apoio e disponibilidade.

C.S.

Valery Prikazchikov Electron & New Electron Quartets - Surf (Russian Surf 1965-1970)






Electron, formed by Valerii Prikazchikov,was absolutely Number One guitar ensemble on a soviet pop-scene in a 60’s. Later Prikazchikov made new band Novii Elektron(New Elektron).They make 2 EP’s of great instrumental surf. 

(poorly) translated from liner notes: 
In 1963, Radio Yunost announced a new young group - quartet Electron. "We decided to call our ensemble so, - wrote the head of "Electron" Valery Prikazchikov - not only because it is based on electric tools. We want to make sure that the execution is modern. Thus I thought the name "Electron" expressed our desire." Today Electron - a popular variety of ensembles, has performed successfully in many cities of the country with programmes and recitals with famous artists of pop. True, its composition has changed over the years, hence the different name - "The new electron." The artistic director - still Valery Prikazchikov (electric guitar), the other members: - B. Gerkulenko (rhythm guitar), Vladimir Pankratov (drums), Vladimir Zaikin (bass guitar). The main repertoire of the New electron: "- pop - dance music, with a vivid and clear rhythm and original instrumentation. So hear "The New Electron" - performing dance pieces by Soviet & foreign composers with arrangements by Valery Prikazchikova. (1969) 

Tracklist (track names in English):

01. Electron Quartet - Return (2:33) 
02. Electron Quartet - Melody of to-fax "Bum" (2:37) 
03. Electron Quartet - Sundial (2:35) 
04. Electron Quartet - Cheerful tourists (2:02) 
05. Electron Quartet - Four orbit (1:42) 
06. Electron Quartet - Evening shadows (2:42) 
07. Electron Quartet - Melody of to-fax Sherburgskie "umbrellas" (3:09) 
08. Electron Quartet - View (1:46) 
09. Electron Quartet - The House of the Rising Sun (2:17) 
10. Electron Quartet - New Dance (2:22) 
11. Quartet New Electron - Svetlana Lullaby (3:24) 
12. Valery Prikazchikov - Watussi (2:57) 
13. Quartet New Electron - Grez (3:49) 
14. Quartet New Electron - Steps in the night (1:59) 
15. Quartet New Electron - Faster audio (2:11) 
16. Quartet New Electron - Ten thy smiles (3:37) 
17. Quartet New Electron - Solar blink (2:08)
18. Valery Prikazchikov - Continuous motion (1:42) 

Fonte: In Realm Of (X)

C.S.

Censurar Ninguém Se Atreve - Raridades do Rock Brasileiro (50/60's)




Os anos dourados da chegada do rock ao Brasil, pode-se considerar a partir do histórico "Rock Around the Clock" de Bill Haley (1925-1989), que explodiria ao ser incluído por Charles Wolcott na banda sonora de "Sementes de Violência" (Blackboard Jungle, 1955, de Richard Brooks). 
No Brasil, ironicamente, caberia a uma intérprete especializada em samba-canção, Nora Ney (Iracema de Souza Ferreira, RJ, 20/03/1922) gravar um 78 rpm, na Continental, em Novembro de 1955, a versão "Ronda das Horas" - título a que foi chamado o tema "Rock Around the Clock", no Brasil (no outro lado do disco, "Ciuminho Grande"). Começava a era do rock, influenciando milhares de jovens e, praticamente mudando muita coisa na música internacional.
Carlos Alberto Pavão, com a sua organização de administração de empresas que teve seu passado de ingénuo roqueiro - e, que sempre foi um pesquisador, à sua maneira, daquele período - teve uma idéia: produzir um elepê com matrizes originais dos primeiros rocks aparecidos em português (a maioria versões) e escrever um livro a respeito. René Ferri, dono da Wop Bop, uma etiqueta-loja alternativa em São Paulo, gostou da idéia e bancou o elepê "Censurar Ninguém se Atreve" que, com uma tiragem de apenas mil exemplares esgotou a sua edição em pouco tempo.

Esta compilação "Censurar Ninguém Se Atreve", produzida por Albert Pavão em LP/vinil e depois lançada em CD pela RDS, inclui raros temas dos primórdios do rock brasileiro. Afinal, ouvir Nora Ney cantando "Ronda das Horas" ou o ultra-romântico Agostinho Rodrigues (1932-1973) na versão de "See You Later Walligator" ("Até Logo Jacaré"), não deixa de ser, no mínimo, curioso. 

Parcialmente retirado e adaptado de um texto de Aramis Millarch, in Tabloide Digital.

Agradecimento a Miguel Nunes e a RSTONE  pela partilha e excelente disponibilidade e colaboração.

El Toro Et Les Cyclones/Les Cyclones - Instrumental (1962-1963)

terça-feira, 31 de maio de 2011




El Toro Et Les Cyclones (1962-63) - Rock français (début des années soixante).

El Toro et Les Cyclones foi um grupo de rock francês, activo nos anos 60.
Era composto por: Daniel Dray (El Toro - voz), Jacques Dutronc (guitarra solo), Kalafat Hadi (guitarra baixo), Benarroch Charles (bateria). Em 1962, este último saiu para formar outra banda, Les Fantômes (da Vogue) e é substituído por André Crudo que tinha regressado de uma turnê de rock com o grupo Les Chaussettes Noires et Vince Taylor. Gravará ainda o último 45 RPM do grupo "El Toro e Les Ciclones, com as faixas, Le Vagabond / Elle est tout ce que j’attendais de toi / Vingtième étage / Qui te le dira?, (Vogue, 1962). O baterista André Crudo, acompanhará mais tarde Françoise Hardy e Alain Barrière. 
Amante do jazz e do golfe, ele criou uma banda de jazz denominada, "Les Golfswingers".
Dispersos pelo serviço militar, o grupo alterou ainda o nome para Nashville Sound, antes de se separar definitivamente em 1964. 


 El Toro et les Cyclones était un groupe de rock français, en activité dans les années 60. 
Il était composé de Daniel Dray (chant), Jacques Dutronc (guitare solo), Hadi Kalafate (guitare basse), Charles Benarroch (batterie). En 1962, ce dernier partit former Les Fantômes chez Vogue est remplacé par André Crudo qui revenait d’une tournée rock avec Les chaussettes noires et Vince taylor. Il enregistra le dernier 45 tours du groupe “El Toro et les Cyclones”. Le Vagabond / Elle est tout ce que j’attendais de toi / Vingtième étage / Qui te le dira ?, Vogue, 1962 Ca photo n’apparait pas sur le disque, parce que le directeur, Jacques Wolson ne voulait pas dépenser de l’argent pour refaire la photo avec le groupe et son nouveau batteur (André Crudo) André Crudo accompagna ensuite Françoise Hardy et Alain Barrière. Passionné de jazz et de golf, il à créé une formation de jazz, “Les Golfswingers” 
Dispersé par le service militaire, le groupe se reforme sous la dénomination Nashville Sound, avant de se séparer définitivement en 1964.

Formação inicial / Membres:

Daniel Dray (El Toro), Jacques Dutronc, Kalafate Hadi, CharlesBenarroch,

Elementos posteriores / Plus tard, les membres:
André Crudo, Pholtzer Bernard, Bernard Ferraro, Michel Pelé, Jean-Pierre Delva

Fonte: Texto parcialmente extraído de Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Incríveis - Neste Mundo Louco (LP 1967)





Os Incríveis - Neste Mundo Louco, do Youtube.


Os Incríveis - Neste Mundo Louco (LP Continental PPL 12.309, Março de 1967).

Os Incríveis foi uma banda brasileira de rock e pop dos 60 e 70, formada em São Paulo por Domingos Orlando "Mingo", Waldemar Mozema "Risonho",António Rosas Seixas "Manito", Luiz Franco Thomaz "Netinho" e Demerval Teixeira Rodrigues "Neno", que foi substituído em 1965 por Lívio Benvenuti Júnior "Nenê". Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, nos seus shows, tocavam pricipalmente twist, estilo em moda no início da década de 1960. O sucesso apareceu durante o período da Jovem Guarda, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones", "O Milionário" ou "Eu Te Amo, Meu Brasil". 
Ao longo dos anos de 70, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do rock brasileiro. Netinho montou a banda Casa das Máquinas e Manito juntamente com Pedro Baldanza e Pedro Pereira da Silva e formaram o famoso grupo progressivo Som Nosso de Cada Dia. 
Recentemente, o grupo voltou a reunir-se nalgumas ocasiões. A banda Engenheiros do Hawaii, regravou uma das suas músicas de sucesso. 

Integrantes: 

Domingos Orlando, "Mingo" - (voz e guitarra) 
Waldemar Mozema, "Risonho" - (guitarra) 
António Rosas Seixas, "Manito" - (teclados, vocal e sax) 
Luiz Franco Thomaz, "Netinho" - (bateria) 
Demerval Teixeira Rodrigues, "Neno" - (baixo) 
Lívio Benvenuti Júnior, "Nenê" - (baixo) 


Faixas/tracks:

 01 The Girl Like You (D.R.)
02 Renascerá (Los Brincos - Mingo)
03 Hi-Lili Hi-lo (Deustche - Kaper)
04 Hold Tight (Blaikley)
05 La Filarmonica (Enriquez - Zambrini - Migliacci)
06 My Mummy Put Sugar On Me (Mamãe passou açúcar em mim) (Carlos Imperial - Mingo)
07 Piangi Con Me (Mogol - Schapiro)
08 Giulieta (Los Brincos)
09 Feliz Foi Adão (Carlos Imperial - Eduardo Araújo)
10 Don Pepe Legal (Mingo)
11 Que Será Será (Whatever will be, will be) (Livingston - Evans)
12 Um Sorriso Champagne (D.R.)

Álbum disponibilizado por João Romão.
Agradecimento pela colaboração (capa e contracapa) do nosso amigo Roberto, do Brasil. 

Los Belkings - Instrumental Waves (Peru 1966 / 1973)

segunda-feira, 30 de maio de 2011





AQUI:

Los Belkings - Instrumental Waves (Lima/Peru 1966 / 1973).

Desde mediados de los años 50 y durante la década de los 60 abundaron los grupos de rock instrumental, que competían en popularidad con los grupos de rock cantado. En el Perú también ocurrió lo mismo y desde 1964 brotaron como hongos los grupos instrumentales. Los mejores, sin duda, fueron Los Belkings. Su calidad podrán apreciarla ahora desde el playlist que les he preparado.
Como soy patriotero, no puedo dejar de mencionar que la crítica musical especializada considera que The Ventures de EEUU, The Shadows de Inglaterra y Los Belkings del Perú son, sin discusión, los mejores grupos de este género.


Primera agrupación (1964):
Raúl Herrera, Willie Sandoval, Roberto Castillo, Juan Carlos Cubas y Augusto Castro. 

Los Belkings was an instrumental rock band which formed in Lima, Peru in 1964. Their slightly surf, slightly psychedelic sound is comparable to The Ventures, The Trashmen, The Shadows and bands which they would later come to influence, such as Television, The Kinks, The Hellacoptors and The Low Budgets.


Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Gelu - A Fabulosa Gelu (EP 1962)




Gelu - A Fabulosa Gelu (EP A Voz do Dono 7 LEM 3093, 1962). Edição portuguesa.
Acompanhada por Jorge Machado e seu Conjunto.

Faixas/tracks:  Siempre Es Domingo / Moliendo Café / Gin, Gin, Gin / Canto o Fado

Disco vital en la trayectoria de Gelu con el que conseguiría meterse en todas las casas a través de la radio y de la televisión. Sus grititos, pregonando con alegría que “Siempre es domingo”, suponía una bocanada de aire fresco a ritmo de twist con el contrapunto perfecto de un saxo barítono, gruñendo como un abuelo desdentado. No existían por entonces listas, o por mejor decir, existían tantas y echas de tantas maneras que ninguna resulta fiable. No obstante, este disco fue de los más vendidos en ese año. 
El resto ya es harina de otro costal. Un número clásico del bailongo sudamericano; “Molineod café”, otro twist con acompañamiento orquestal y hasta un pesado tema en portugués rellenan el cuarteto. 

por Julián Molero


EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.