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V/A - BRASASHOW (LP 1968)

sábado, 8 de janeiro de 2011



BRASASHOW (LP Paladium PAL 305 - 1968) - V/A
Brasil – Disco considerado raro.

Faixas / Track List:
01 - Lider Landromatic - Os Apaches
02 - San Francisco – Redig
03 - Lonely - Os Intrepidos
04 - 11º Mandamento - Os Apaches
05 - Canzone Per Te - Roberta Lombardi
06 - Studio 17 - Os Agitadores
07 - Vestidinho - Dalva Righetti
08 - Pou-Pourri (Lembrando o Passado) - Folclore - Os Apaches
09 - Você Não Serve P’ra Mim - Amir Francisco
10 - O Que Há de Mal Em Mim - Bi-Tons
11 - When Summer Is Gone – Analfabitles
12 - Ana - Os Apaches

LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Rocks - Don't Blame Me (EP 1968)



Os Rocks - Don't Blame Me (2º e último EP dos Rocks - DECCA  PEP 1233, 1968).
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blog.

Faixas: 
Don't Blame Me (Paul M Connor) / With Your Hands (Filipe de Andrade) / Hold My Hand (Paul M Connor) / Something's Gotten Hold Of My Heart (Greeaway-Cook)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Rocks - Wish I May (EP 1966)



Os Rocks foi um quinteto de Luanda/ Angola, formado em 1962.
Ficaram em segundo lugar num concurso Yé-Yé realizado no Teatro Monumental e venceram o Prémio da Imprensa para melhor conjunto de 1966.
Eduardo Nascimento foi convidado a participar no Festival RTP da Canção de 1967. "O Vento Mudou", da autoria de Nuno Nazareth Fernandes e João Magalhães Pereira, foi o tema vencedor.
Foi lançado um EP com os temas "O Vento Mudou" e "A Lenda do Rochedo", no lado A, e mais duas faixas no lado B.
Em 1966 os Rocks gravaram este EP de onde destacamos "Wish I May" e "The Pied Piper".
Em 1968, agora já um sexteto, lançaram ainda o EP "Don´t Blame Me".
Os Rocks (de Angola), foi um dos mais significativos grupos yé-yé portugueses.
O grupo terminou em 1969 com o regresso dos elementos à sua terra de origem. Luis N'gambi casou-se com Paula Ribas e gravou vários discos com ela.

Formação/Members: Eduardo Nascimento (vocalista), Luís Alfredo, Fernando Saraiva, João Cláudio e Elmer Pessoa.

Discografia:

1º EP – Decca 1173 (EP 1966)
- Wish I May / I Put a Spell On You / The Pied Piper / Only One Such As You

2º e último EP dos Rocks (1968) - DECCA - PEP 1233 (1968)
Don't Blame Me (Paul M Connor) / With Your Hands (Filipe de Andrade) / Hold My Hand (Paul M Connor) / Something's Gotten Hold Of My Heart (Greeaway-Cook)

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Trio Barroco + Tyree Glenn Jr. & Van Dixon (EP 1968)




Trio Barroco + Tyree Glenn Jr. And Van Dixon – Summer/Verão
(EP Decca PEP 1235 - 1968).

O Trio Barroco foi um grupo formado em 1968 por Pedro Osório, Jean Sarbib e Vilas Boas.
Lançaram um primeiro EP (conjuntamente com Tyree Glenn Jr. & Van Dixon) que incluía os temas "Summer (Verão)", "Hold On I'm Coming", "Les Enfants Qui Pleurent" e "When Something Is Wrong With My Baby" e que aqui apresentamos.

Discografia:
- Summer (Verão)/Hold On I'm Coming/Les Enfants Qui Pleurent/When Something Is Wrong With My Baby – EP Decca [com TYREE GLENN JR. And VAN DIXON]
- Hey Little Boy/There Will Never Be Another You/Do Vale À Montanha/Georgia On My Mind – Decca (EP)

Membros/Members:

Piano: Pedro Osório
Baixo: Jean Sarbib
Bateria: Vilas Boas
Sax-flauta: Tyree Glenn Jr.
Trompete: Van Dixon

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Galãs - Os Galãs (EP 1967)




Os Galãs - Os Galãs (Orfeu ATEP 6180, 1967).

O tema "Poema" é o único cantado, sendo os outros 3 temas instrumentais, faixas que constituem este EP de um grupo português do final dos anos 60. Os Galãs participaram no I Festival Musical do Porto (1966), tendo-se classificado em 1º lugar no grupo de Música de Dança (Grupo B).

Faixas/Tracks:
01 - Poema
02 - Suzy
03 - Oh Tempo Volta P'ra Traz
04 - Fado Mora Em Lisboa


EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Daphne - single promocional 1971




Daphne - Redondilhas de Jano e Franco (Single Decca DE 171 - 1971)

Trata-se de um single promocional com apenas este tema (Redondilhas de Jano e Franco). Assim, o lado A é precisamente igual ao lado B e sem capa específica.

Infelizmente pouco se sabe desta cantora. Segundo pudemos apurar, Daphne, chegou a cantar na banda liderada por Filipe Mendes (Mendrix), Os Chinchilas.
Interpretou "Verde Pino" no Festival RTP 1971, classificando-se em 7º lugar com 5 pontos, canção escrita por Nuno Rodrigues (seu marido nessa altura).
Vive presentemente em Inglaterra,  perto de Guildford em Surrey.

Single gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Tubarões - Poema do Homem Rã (EP 1968)





Conjunto Os Tubarões - Os Tubarões (EP Alvorada 60-999, 1968).

Faixas / Tracks:

Poema Do Homem-Rã (António Gedeão/Waldemar António) / Baby It Hurts (Alexandre Merino) / Lucky Day (Alexandre Merino) / Você Vai Chorar (Alexandre Merino/Victor Barros).

Os 6 Tubarões que gravaram este único EP foram: Carlos Alberto Sá Loureiro (órgão), Victor Barros (viola-ritmo), Luís Alberto Dutra (viola-baixo), Alexandre Merino (voz), Waldemar António (viola-solo) e Eduardo Pinto (bateria).
Os Tubarões formaram-se em Viseu no último trimestre de 1963 com António Nogueira Fernandes (guitarra), José Alexandre Merino (voz), Victor Barros (viola e voz), Luís Alberto Dutra (baixo) e Eduardo Pinto (bateria).
No final de 1964, os Tubarões eram então formados por António Nogueira Fernandes (guitarra), Victor Barros (viola-ritmo), Luís Alberto Dutra (viola-baixo), Eduardo Pinto (bateria), Carlos Alberto Sá Loureiro (teclas) e José Alexandre Merino (voz).
No primeiro trimestre de 1965, os Tubarões deram um grande salto qualitativo com os investimentos do empresário viseense António Xavier Homem de Sá Loureiro, pai do teclista Carlos Alberto e em Abril já tocavam no intervalo da exibição da película "Summer Holiday", de Cliff e dos Shadows.
No Verão, em Julho, foram à Figueira da Foz inaugurar o restaurante "O Tubarão", propriedade de um empresário viseense, o que os levou a um contrato interessante de dois meses com o Grande Casino Peninsular, onde actuaram ao lado de Gelú, I Don Giovanni, Duo Ouro Negro, Madalena Iglésias...
Com Joaquim Guimarães na guitarra, os Tubarões participaram no dia 09 de Outubro de 1965 na 7ª eliminatória do Concurso Ié-Ié, no Teatro Monumental, em Lisboa, tendo ficado no 2º lugar imediatamente atrás dos Sheiks e à frente dos Galãs (Porto), Czares (Aveiro) e Jovens do Ritmo (Amora-Seixal).
Nesse evento, apresentaram-se com "Miss Molly", "Eight Days A Week", "Mike", de Trini Lopez, e "Ya Ya".
Eram então Luís Alberto Dutra, viola baixo, 18 anos, Joaquim Guimarães, viola solo, 20 anos, José Alexandre Merino, vocalista, 17 anos, Eduardo Pinto, bateria, 18 anos, e Carlos Alberto Sá Loureiro, órgão eléctrico, 16 anos.
No dia 15 de Janeiro de 1966, no mesmo local, classificaram-se no 3º lugar da 2ª meia-final, atrás dos Saints (futuros Claves), que viriam a ganhar o Concurso, e dos Jets (Lisboa) e à frente dos Cometas Negros (Castelo Branco), Kímicos (Lisboa) e Boys (futuros Álamos), de Coimbra.
Desta vez, tocaram "Satisfaction", "Goodbye My Love", "I Feel Fine" e "It's My Life" e, a pedido, "Voo do Moscardo" num encore inédito.
A final realizou-se no dia 30 de Abril de 1966 e os Tubarões ficaram em último lugar depois dos Claves, Rocks, Night Stars, Jets, Ekos, Chinchilas e Espaciais.
O serviço militar obrigatório viria a acabar com os Tubarões em Setembro de 1968.

Fonte: http://blogs.myspace.com/tubaroes e http://guedelhudos.blogspot.com/2010/01/unico-ep-dos-tubaroes-1968.html

E.P. gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos .

The Diamonds - Cool Rock (LP 1962 - South African Group)




The Diamonds - Cool Rock (LP  1962 - South African Group).

Group formed in 1961 in Rhodesia.
The group went to Australia, firstly under the name of The Strangers, then they re-named themselves The Rhodesians. They perfomed in Australian clubs and recorded the album: The Rhodesians at Chevron Skyline (1967). The group returned to South Africa in 1968, minus Peter Dene.

Músicos/Members:

Peter Dene (guitar)
Mike Shannon (vocals)
Tony Hully (guitar)
Sandy Miller (bass, clarinet)
Graham Spedding (trumpet, banjo, sax, flute)
Harry Hayden (drums)
Maurice Fresco (drums…replaced Hayden)

Discography - Records (all on CBS):

Albums
The group recorded 4 albums:
- Cool Rock (1962)
- Dan, Dana and Diamonds (1962), with Dan Hill on Keyboards and Dana Valery vocals
- Dancing For Diamonds (1963)
- Diamonds On Tour (1963)
Singles: 15

Faixas/Track List:

Boom Boom Boomerang
Diamond Express
Dynamics
Echo
Forty Miles Of Bad Road
Frankie And Johnny Twist
Gold Dust
Got a Funny Feeling
High T.
Lessons In Love
Midnight Special
My Blue Heaven
Pointed Toe Shoes
Thundering Smoke
True Love Will Come To You
Vertigo

Fonte: In History of Contemporary Music of South Africa

Many thanks to my South African dear friend John Lyle.
Art Covers by João Romão.

Shadows à Portuguesa - Vol. 2 (instrumental 60's)



Shadows à Portuguesa - Vol. 2 (Anos 60)

Trata-de do 2º volume de uma compilação pessoal, com instrumentais de grupos portugueses dos anos 60, ao estilo dos "Shadows".

This is a personal compilation (vol. 2), with instrumental 60's Portuguese groups, style of "The Shadows. "

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.
Capas por João Romão.

Conjunto Académico Os Espaciais - EP 1966




Link retirado a pedido da Editora.

Conjunto Académico Os Espaciais - EP – EPF 5.779 da Rapsódia (1966)

Faixas/Tracks: 
Contradição / Meu Ex-Amor / Não, Não, Não, Não e Silêncio.

Formação: 
Toni Moura (vocalista e guitarra solo), Vasco Moura (viola baixo), Tony Sampaio (órgão), Artur Lima (bateria) e Manuel Monteiro (viola ritmo).

Grupo do Porto formado em 1963 e fã dos Beatles, liderado por Guedes Moura (guitarrista e vocalista), que mais tarde veio a integrar o grupo Psico e colaborado também com os Tantra, com o nome de Toni Moura.

Moura gostava muito dos Beatles, preferência que se reflectiu na música que compôs e nos arranjos que efectuou para os Espaciais.

Este grupo gravou 4 EPs e durariam com esta designação até Outubro de 1969, altura em que passaram para Psico, mudando também de estilo e de objectivos musicais.

Neste EP que aqui se apresenta, Os Espaciais acompanham Alberta Monteiro nos temas: Contradição / Não, Não, Não, Não e Meu Ex-Amor.

Notas retiradas dos textos de António Duarte (25 anos de Rock ‘N Portugal) e da Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa (Luís Pinheiro de Almeida).

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Conjunto Académico Orfeu - Goodbye (EP 1967)

Da esquerda para a direita: António Leitão (guitarra), José Lima, Mário Ferreira, Mário Silva (baixo) e José Martinho (bateria).



Conjunto Académico Orfeu - Goodbye (EP Belter - 51.825, edição espanhola - 1967). 
2º e último EO deste grupo.

Faixas/Tracks: 
Good Bye (Mário Ferreira/António Leitão) / Help Me Please (Mário Ferreira/António Leitão) / Another Girl (Mário Ferreira/António Leitão) / Sad Man (Mário Ferreira/António Leitão)

Quinteto oriundo do Norte (Porto) e formado à volta de António Leitão e Mário Ferreira, principais compositores, formado em 1963.
Da sua discografia consta mais um EP (o 1º EP - Alvorada AEP 60791 - Nivran (Welch/Marvin/Harris) / Você E Eu (Walter Wanderley) / O Fado Mora Em Lisboa (Aníbal Nazaré/João Vasconcelos) e "Só ("Uno Pensando A Te") (Nicola Deliano).

Formação:
António Leitão (guitarra), José Lima, Mário Ferreira, Mário Silva (baixo) e José Martinho (bateria).

Por volta de 1964 tocavam em muitos arraiais no Norte sem ter nome, até que um dia foram entrevistados numa rádio local da época por um locutor de nome Amadeu Meireles.
Quando perguntou como se chamava a banda, disseram que ainda andavam a pensar nisso e de imediato disse: “Como vamos para o ar dentro de 5 minutos, eu acho que vocês se deveriam chamar Orfeu em homenagem ao deus da Música”.
Só juntaram o qualificativo "académico" que era habitual na época para as bandas formadas por estudantes e assim ficou.
Era um conjunto basicamente direccionado para os bailes de estudantes, bombeiros e festas de finalistas.

Fonte: Texto parcialmente adaptado ao post de Mário Ferreira (in http://guedelhudos.blogspot.com)

E.P. gentilmente cedido por Luis Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Recordando... - Valsa da Meia Noite - V/A (L.P. 1976)





"Recordando...Os Tártaros, Os Espaciais, Os Morgans, os 5 Bambinos " 
(L.P. Rapsódia LDF 042, 1976).
Género: Pop/Rock, Instrumental, Compilação.

Os Tártaros.

Faixas / Track List:

01 - Os Tártaros - Valsa da Meia Noite (64)
02 - Os Espaciais - Alcobaça (66)
03 - Os Tártaros - Encanto dos Teus Olhos (64)
04 - Os Espaciais - Silêncio (66)
05 - Os Morgans - Lisboa Antiga / Coimbra (65)
06 - Os Espaciais - Não, Não, Não, Não (66)
07 - Os Tártaros - Serei Feliz Com Teu Amor (64)
08 - Os Espaciais (com Alberta Monteiro) - Contradição (66)
09 - Os 5 Bambinos - El Choclo (66)
10 - Os Morgans - Querida Maninha (65)
11 - Os 5 Bambinos - Let Kiss (65)
12 - Os Morgans - Amores de Estudante (65)

NOTA: Foram feitas 2 edições desta compilação com conteúdo igual, mas com capas diferentes. Uma, chamava-se Recordando... (com capa verde e uma foto com instrumentos musicais) e a outra, Valsa da Meia Noite (capa azul com um rosto feminino), ambas da Rapsódia e com a mesma referência - LDF 042.

C.S.

The Sheiks - Tears Are Coming (EP 1966)




The Sheiks - Tears Are Coming  (EP Odeon/EMI - Meo 131, 1966).
Edição Francesa (Sheiks em Paris)

Os Sheiks, cujo primeiro nome foi Windsores, começaram por tocar em festas e espectáculos organizados por escolas e universidades. Em 1965 editaram o seu EP de estreia que incluía uma versão do conhecido Summertime de George Gershwin. Ainda nesse ano, em Setembro, Barreto sai para dar lugar a Edmundo Silva (viola baixo), ex-Conjunto Mistério.
No dia 09 de Outubro de 1965 participam na 7ª eliminatória do Concurso Ié-Ié no Teatro Monumental (Lisboa) tendo ficado em primeiro lugar (43 pontos), batendo os Tubarões, de Viseu, os Galãs, do Porto, os Czares, de Aveiro, e os Jovens do Ritmo, de Amora-Seixal.
No início de 1966 lançaram o segundo EP com temas como Missing You e "Tell Me Bird", os mais conhecidos do grupo.
No dia 08 de Janeiro de 1966, ganharam com 49 pontos a primeira meia-final do Concurso Ié-Ié, à frente dos Chinchilas, de Carcavelos, dos Demónios Negros, do Funchal, dos Diamantes Negros, de Sintra, dos Tártaros, do Porto, dos Bárbaros, de Arcos de Valdevez, e dos Sombras da Parede, de Parede.
Os Sheiks viriam a falhar a final no dia 30 de Abril de 1966 (ganharam os Claves) por terem tido nesse dia um espectáculo na Queima das Fitas de Coimbra.
Nesse ano actuam com alguns artistas internacionais como Searchers, Nino Ferrer, entre outros.
No ano de 1966 editaram mais três EPs: no primeiro destaca-se a balada “Lonely Lost And Sad”; no segundo as versões de “These Boots Are Made For Walkin'” (Nancy Sinatra) e de “Michèlle” (Beatles); o terceiro inclui os temas “I've Got To Give Up”, “Try To Understand”, "Tears Are Coming" e "I'm Feeling Down".
Missing You é editado em Espanha, Inglaterra e França. Em França alcança mesmo o 8º lugar de vendas no top de Paris e chegam a fazer uma temporada no Le Bilboquet de Paris, entre 8 e 11 de Dezembro de 1966. Nessa cidade gravam o EP Sheiks em Paris. No regresso a Lisboa, Carlos Mendes deixa a banda para prosseguir os estudos e é substituído por Fernando Tordo. É com esta formação que é gravado um novo disco que inclui a faixa “That's All”. Com a saída de Paulo de Carvalho, em 1968, o grupo desintegra-se. No entanto, em 1979, regressam, por iniciativa de Fernando Chaby, com a sua principal formação (Paulo de Carvalho, Carlos Mendes, Edmundo Silva e Chaby). Lançam o LP Pintados de Fresco", gravado em Madrid, onde recuperam temas do grupo ("Tell Me Bird", "Got To Keep On Dancing", "Baby Don't Cry", "Lonely, Lost And Sad", "Missin' You", "Loving Life As It Comes (Tears Are Coming)", "My Mother's Advice", "Lord Let It Rain") com novos arranjos. No ano seguinte é editado o álbum Com Cobertura ("Sheiks Com Cobertura").

Formação / Membros que constituíram o grupo:

· Paulo de Carvalho (bateria e vocais)
· Fernando Chaby (guitarra)
· Carlos Mendes (vocais, guitarra e baixo)
· Jorge Barreto (guitarra)
· Fernando Tordo (vocais, guitarra e baixo)
· Edmundo Silva (baixo)

Fonte: Wikipedia

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

I Cinque Di Roma At The Polana, L.M.(LP 1964)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011




I Cinque Di Roma At The Polana, L.M. – LP PMCJ 12020 - Parlophone/South Africa (1964)

Tratava-se de um excelente conjunto italiano que foi cumprir contrato para Moçambique.Também actuaram na África do Sul, em Johannesburg (boite Sar di’s by Night, em 1969).

Formação: Das suas últimas (1969) formações constam: Tommaso Fornari (piano), Carlos Fortuna (vocalista), Franco Pozzi (viola baixo), Alfio Sartirana (guitarra e vibrofone), Mario di Angelis (bateria).

"I Cinque Di Roma" foi um dos primeiros conjuntos que alcançou grande notoriedade em Lourenço Marques/Moçambique, pelo simples facto de terem tocado na "boite" do Hotel Polana, durante os anos 60. Era um conjunto típico de "boite", que tocava temas italianos e versões de temas portugueses (a versão deles da "Casa da Mariquinhas", incluída neste álbum (At The Polana) é uma maravilha e por isso não poderá ser considerado um típico ou puro conjunto "YéYé".

Considerações:

Pela perfeita descrição da atmosfera que envolveu este saudoso conjunto, não posso deixar de transcrever do blog do Rato a seguinte passagem (parcialmente traduzida do texto da contracapa do LP, de Rob Vickers):
“Os panfletos turísticos têm muito a dizer sobre Lourenço Marques, esse pequeno pedaço de Portugal no meio de África. E tudo aquilo que dizem pode resumir-se numa só palavra... Atmosfera! Sim... L.M. é atmosfera... é esse sentido do "fugir de tudo", onde o charme da vida continental se combina num misto de relaxamento e romance. Tal como o próprio lugar... as pessoas de Lourenço Marques sentem um fascínio pelo visitante... uma excitação, pois esta é uma cidade de festa e divertimento. Um lugar para "viver à grande"... e "viver à grande" significa... O Polana... um marco em Lourenço Marques... o paraíso dos turistas... onde se pode gozar o sol tropical... apreciar a melhor cozinha continental... e ouvir... I Cinque di Roma... a melhor exportação de Itália para África. Nenhuma visita a L.M. estará completa sem se passar uma noite animada com estes cinco rapazes que a transformam num autêntico acontecimento. Existe um fogo genuíno em qualquer dos ritmos em que I Cinque di Roma se especializaram. A vibração do Samba, a excitação do Bolero, a sofisticação do Cha Cha Cha e, claro, há sempre tempo para o Twist e para o último grito da moda, a Bossa Nova. A noite começa no ambiente sofisticado de um night-club e acaba no frenesi de uma festa latino-americana.
Conseguimos captar a excitação dos I Cinque di Roma, para que agora, em sua casa, possa compartilhar as divertidas músicas e a animação dos I Cinque di Roma com todos os que tiveram a sorte de passar uma noite no Polana. I Cinque di Roma têm sido transmitidos muitas vezes em programas pela noite dentro no Radio Clube de Moçambique”.

Por Rob Vickers (contracapa do L.P.).

LP gentilmente cedido por Carlos Santos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Blusões Negros - Tequilla (EP 1966)



Link retirado a pedido da Editora.

Blusões Negros - Tequilla (EP Rapsódia EPF 5.290, Porto 1966)

Faixas/Tracks:  
Tequilla, Coimbra Menina e Moça, Toada Beirã e Tango dos Barbudos

Data aproximada da sua formação: 1962
Local de Origem: Vila Nova de Gaia/Porto
Género: Pop-rock / Ié-Ié

Armindo da Costa (Armindo do Rock) foi um dos co-fundadores dos Blusões Negros e Antero, o baterista. Infelizmente, pouco mais se sabe sobre este grupo.
Utilizavam, como era próprio da época, as guitarras eléctricas ao estilo dos Shadows, em temas da música tradicional portuguesa e outros.
Lê-se na contra-capa do disco: “Estes são os famosos ‘Blusões Negros’. Formados há acerca de quatro anos, só agora conseguiram gravar o seu primeiro disco, apoiados pela etiqueta ‘Rapsódia’. As suas guitarras em ritmo IÉ IÉ revivem musicalmente sucessos do passado e êxitos do presente”.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Música Novarum - Barca de Flores (EP - 1969)





Musica Novarum - Barca de Flores (EP Decca PEP 1303, 1969).

Os Musica Novarum eram formados por: Nuno Rodrigues (viola), António Lobão (flauta), Daphne Stock (voz e adufe) e Judi Brennan (voz).
Foram os vencedores do I Festival de Conjuntos de Música Moderna da Costa do Sol que se realizou no Pavilhão dos Salesianos do Estoril, no dia 16 de Julho de 1969.
Daphne juntamente com Tozé Brito formaram o projecto Som 2, que motivou a gravação do single "Um Amigo/Irmão na Cor da Alma", que conheceu edição em Portugal em 1975, ano que marcou a saída de José Cid do Quarteto 1111.
Alguns elementos dos Musica Novarum, especialmente Nuno Rodrigues, Daphne, Judi Brennan e dos Filarmónica Fraude (António Pinho e Luís Linhares), deram mais tarde origem ao grupo Banda do Casaco.

EP gentilmente cedido por Luis Futre.

Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

José Cid - José Cid (1º LP a Solo, 1971)




José Cid – 1º LP (a solo) (LP Columbia 8E 062-40.118, 1971).
Disco considerado raro.

Trata-se de uma preciosidade este primeiro álbum a solo (homónimo) de José Cid, editado em Maio de 1971. A poetisa Natália Correia é um dos nomes que colabora com José Cid nesta fase. 
LP já considerado raro, muito bem concebido e talvez um dos melhores álbuns do Pop-Rock nacional. Salienta-se o tema electrónico e simultaneamente acústico “Lisboa 3000” pelo seu estilo avançado e inovador para a época e o curioso tema "Nihelile", do moçambicano Fany Pfumo. 

José Cid, nome artístico de José Albano Salter Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), músico português que iniciou a sua carreira musical em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical que se dedicava à interpretação de covers. Em 1960 criou em Coimbra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição. 
Popularizou-se como teclista e vocalista nos 1111, tendo grande êxito com a A lenda de El-Rei D. Sebastião, de 1967, um tema inovador no panorama musical da época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D. Inês. O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegou a sair, por interferência da censura. 
Em 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo que agora se apresenta. Nessa época, foram também editados os EP Lisboa perto e longe e História verdadeira de Natal. No ano seguinte, lançou o EP Camarada. Em 1973, o Quarteto 1111 adoptou o nome Green Windows, numa tentativa de internacionalização. 
Concorreu ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com Uma rosa que te dei, e com os Green Windows, que apresentaram as canções No dia em que o rei fez anos e Imagens. Uma das suas composições mais conhecidas, Ontem, hoje e amanhã, seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975, ao qual já concorrera em 1971, com Ficou para tia. 
Fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa e Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema Mosca super-star e o EP Vida, em 1977. Em 1978, lançou o álbum 10,000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional, sendo incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. No Festival OTI da Canção, de 1979, ficou em terceiro lugar com Na cabana junto à praia. 
Com a canção Um grande, grande amor venceu o Festival RTP da Canção, em 1980, com 93 pontos. No Festival Europeu da Canção, conquistou um honroso sétimo lugar, com 80 pontos, entre dezanove concorrentes. Seguiu-se a gravação dos temas Como o macaco gosta de banana e Portuguesa bonita e de muitos outros êxitos. 
Continua até hoje a cantar, a tocar e a compor, com muito sucesso. 
É o verdadeiro "pai" do rock português. 
Conta com vasta discografia. 

Fonte: Texto parcialmente retirado de Wikipedia 

LP gentilmente cedido por Luís Futre. 

Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos. 
Colaboração do nosso amigo Jota/Rato, a quem agradecemos.

Os Rebeldes - Os Rebeldes (EP 1966)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011






Os Rebeldes - Os Rebeldes (EP Orfeu ATEP 6158, 1966).

Os Rebeldes, grupo musical pop/beat/surf dos anos 60, originário da Beira/Moçambique.
Foram rivais do Conjunto Night Stars de Lourenço Marques, nas eliminatórias regionais do Concurso Yé Yé, em Moçambique, a par de outros 2 excepcionais grupos que foram os Apaches (Beira) e Os Corsários (Lourenço Marques).
Em 1966, os Rebeldes editaram em Portugal um único EP, na Orfeu, com os temas, «Tiro-Liro», «Quando Verra L’Inverno», «Tchim Tchim» e «Murder By Contract».

Membros/Personnel:
Jorge Cortez (viola ritmo e vocalista) - falecido em 22 de maio de 2015, em Joanesburgo.
Armando Claro (vocalista e viola baixo)
Francisco Pires (viola solo)
Cabrita Alves (bateria)

Posteriormente, no serviço militar, alguns dos elementos que integravam a banda, fizeram parte do grupo recreativo das Forças Armadas, como foi o caso de Armando Claro (viola-baixo) e Alberto Cabrita Alves (baterista).

EP gentilmente cedido por Francisco Vaz., a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Caloiros da Canção - CD - 50 anos de yé yé




Caloiros da Canção - 50 Anos de Yé-Yé - (refª IPV 1710 2 – Iplay 2010)

Um CD duplo memorável cujo autor do projecto foi Luís Pinheiro de Almeida e que teve o propósito de comemorar os 50 anos do yé yé em Portugal, isto é, relembrar e homenagear os “verdadeiros” pais do Rock português.

Deste CD duplo, o primeiro é constituído pelos 4 temas originais que integravam o primitivo E.P., editado em 28 de Outubro de 1960 (COLUMBIA - SLEM 2062). Para o 2º CD foram escolhidos 25 temas distribuídos por vários e saudosos grupos dos anos 60 e que actualmente se encontram, de certa forma, tão esquecidos e ignorados. Entre eles, Daniel Bacelar, Os Conchas, Conjunto Mistério, Zeca do Rock, Sheiks, Tártaros, Quarteto 1111, Edmundo Falé e tantos outros…

A colectânea inclui também um booklet com pequenas biografias dos artistas representados.

Quanto à parte gráfica, de muito bom gosto, está irrepreensível, muito bem concebida e conseguida.

Pensamos ser o primeiro disco do rock nacional que é reeditado respeitando a sua capa original.

Disco a não perder! Aconselho vivamente a sua compra nas casas da especialidade.



João Romão e Carlos Santos

The Cords - Escândalo Na Família (Single 1967 - Brasil)‏

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

 

The Cords - Escândalo Na Família (single RCA Victor LC – 6180, 1967).
Compacto-Simples (Single) bastante raro. 

Faixas/Tracklist:

Lado A - TODO MEU AMOR (All My Loving - J. Lennon-Paul McCartney)
Lado B - ESCÂNDALO NA FAMILIA (Donaldson, Henry Brown)

Ronnie Cord nasceu como Ronald Cordovil no dia 22 de Janeiro de 1943, na cidade de Manhuaçu, em Minas Gerais e era filho do maestro e compositor Hervé Cordovil. Começou a interessar-se pela música ainda muito pequeno.
Em 1959, realizou um teste na gravadora Copacabana Discos, no Rio de Janeiro e conseguiu um contrato de gravação. Em 1960 conseguiu realizar uma gravação, participando num LP colectânea com vários cantores da época.
Nesse mesmo ano também conseguiu gravar o seu primeiro disco individual, um disco de 78 rotações, contendo de um lado a música “Pretty Blue Eyes” de Teddy Randazy e do outro “You´re Knochin´me Out” de Neil Sedaka e H. Greenfield.
Depois gravou outro disco com o tema “Itsy Bitsy Tennie Weenie Yellow Pokadot Bikini” de Lee Pocriss e Paul Vance, que se transformou num sucesso, mantendo-se nos primeiros lugares da parada de sucesso, conferindo-lhe o cobiçado troféu Chico Viola daquele ano.
Nos anos seguintes, continuou gravando outros discos e em 1964 já fazia um grande sucesso com a música “Rua Augusta” e também “estourava” com o outro sucesso “Biquíni de Bolinha Amarelinha” que na realidade era uma versão da música "Itsy Bitsy Tenni Weeenie Yellow Pokadot Bikini", com a qual ele já havia conseguido um sucesso no começo da sua carreira. Quando o programa Jovem Guarda estreou, Ronnie Cord já era um nome consagrado.
Por volta de 1965 e 1966 participou no conjunto The Cords e Os Cords, juntamente com seus irmãos Norman e Hervé Junior, assim como actuou em diversos programas na rádio e na televisão, em especial no programa Jovem Guarda, onde ele era presença cativa nessa época.
No dia 6 de Janeiro de 1986, em São Paulo, faleceu ainda bastante jovem, aos 42 anos de idade e a causa da sua morte nunca chegou a ser revelada.

Fonte: Wikipedia.


Single gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Intróito - Andorra (EP 1971)


 

 Intróito - Andorra (EP ZIP ZIP - ZIP 10021/E, 1971)

Faixas/Tracks:

01 - Andorra (Ron Grainer)
02 - Just The Other Day Berry Green/Ron Grainer)
03 - Barcos Velhos (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)
04 - Flores Por Pedras (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)

Intróito, quarteto que foi formado no final dos anos sessenta a partir de 4 vozes solistas do coro do Orfeão Académico de Lisboa, dirigido pelo maestro Vasco Brederode.
Formou-se um grupo de espirituais negros que cantava harmonizações a 4 vozes de John Work (Steady, Poor me, Everytime I feel the Spirit, Swing low sweet chariot). O objectivo era diversificar os espectáculos do Orfeão.

Formação: Soprano Isabel Pires, contralto Ana Maria Pires, tenor Nuno Gomes dos Santose baixo Luis Pedro Faro.

O nome Intróito saiu de um debate dos membros do grupo com os autores do programa "Zip-Zip" e significava o início de uma intervenção activa por um mundo novo.
No "Zip-Zip" cantaram canções populares harmonizadas por Fernando Lopes Graça e espirituais negros. Aparecem no disco da editora Zip-Zip.
O grupo fez uma incursão pela música ligeira participando no programa "Zip-Zip", em 1969, no programa "Curto circuito" em 1970 e nos festivais da canção da RTP de 1970 e 1971, sempre com a preocupação original de cantar “a vozes”.
No Festival RTP da Canção de 1970 cantaram "Verdes Trigais", poema de Fernando Vieira e música de Fernando Poitier. Cantaram também com o “Nuestro pequeño mondo”, em Madrid, em 1970.
No ano seguinte regressaram ao Festival RTP da Canção com "Palavras Abertas", poema de José Carlos Ary dos Santos e música de Nuno Gomes dos Santos. Ary dos Santos chamava ao Intróito “os meus sabonetes”.
Participaram no grande espectáculo da canção de intervenção realizado no Coliseu dos Recreios, em 30 de Março de 1974.
Posteriormente, Luis Pedro Faro foi substituído por Filipe Gomes dos Santos. Lançaram o seu último em 1974, um single com os temas "Recado" e "Manuel parte p’ra guerra".
O grupo dissolveu-se em princípios de 1975.

Discografia:

Editora Zip-Zip:

• 30.005/S - Verdes Trigais (Fernando Vieira/Fernando Poitier) /Corre Nina (José Carlos Sobral/Pedro Osório) - 1970
• 30.012/S - Palavras Abertas (Ary dos Santos/Nuno Gomes dos Santos) /Há-de Nascer Uma Rosa (Nuno Gomes dos Santos) - 1971
• 10.021/E – Andorra (Ron Grainer)/Just The Other Day (Berry Green/Ron Grainer)/Barcos Velhos (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer)/Flores Por Pedras (Nuno Gomes dos Santos/Ron Grainer) - 1971

Editora Decca:

• SPN 1749 – Recado (Nuno Gomes dos Santos) /Manuel parte p’ra guerra (Ermelinda Duarte) – 1974

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.