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Concerto de Homenagem à Banda "Os Ekos" (4 de outubro 2017, Cartaxo/Portugal)

domingo, 3 de setembro de 2017

Concerto de Homenagem à Banda "Os Ekos" (4 de outubro 2017, Cartaxo/Portugal) 

Concerto de Homenagem à Banda "Os Ekos": 
Quarta feira, 4 de outubro 2017, pelas 21 horas
Centro Cultural do Cartaxo - Rua 5 de Outubro, 2070-059 Cartaxo.


Mais uma vez, José António Portela toma o leme de uma justa iniciativa e promove finalmente a homenagem muito merecida a um dos grupos que marcou a música jovem portuguesa nos anos 60. Estamos a falar da banda “os EKOS”, cujo vocalista, o José Luís, faleceu recentemente, em 23 de maio de 2017, aos 70 anos.
O Zé Luís fundou o grupo os Ekos, em 1963, ao lado de Edmundo Falé (que transitaria depois para o Conjunto Mistério), Mário Guia, António Joaquim Vieira, José João Santos e João Júnior.


Nos anos 60, os Ekos foram sem dúvida uma das referências da juventude e do movimento yé-yé. 
Na última Gala Pop Rock dos Anos 60, realizada em 20 de maio passado, esteve efectivamente agendada uma homenagem a este grupo, mas precisamente por impossibilidade da presença de Zé Luís (vocalista dos Ekos), por motivos de doença, a ideia acabou por ser afastada.
Assim e para o efeito, José António Portela convida agora uma série de conceituadas personalidades ligadas à música, excelentes artistas e grupos para uma derradeira homenagem ao grupo e à figura de Zé Luís.


Destacamos a presença de Júlio Isidro, Luís Filipe Barros, Cândido Mota, Ondina Pires, Carlos Moisés (Quinta do Bill), Luís Futre, Marco António (Lucky Duckies), João Carlos Callixto (RTP), Fernando Chaby (Sheiks), João Alves da Costa (Jets), Edmundo Silva (Sheiks) e ainda, Ekos E Amigos, Luís M. Cardoso (Diamantes Negros), Os Vikings (Tributo), José Manuel Concha (Conchas), Vitor Gomes (Gatos Negros), Guitarras de Fogo, Back to Sixties (Alfredo Azinheira), Charruas, Alfredo Laranjinha (Rockfella's) acompanhado pelos Charruas, Tó Bagorro Band com José M. Fonseca (Quinteto Académico), Lizard Band (Phil Mendrix & Milay Lagarto (Adelaide, Just Duets).
Após o intervalo, o espectáculo continuará com João Carlos Ferreira (Ferro E Fogo), Banda Odisseia com Manuel Carvalho, Rockfor + 1, Discovers, 4Rock, Fernando Guiomar Band (In-Loco), Os Kakos, Coincidência, Old Machine Band, Banda D' Ká, Trauma Lips, A Malta do Avec (Tertúlia), com uma final com todos em palco. 

A apresentação estará a cargo do nosso amigo António José Portela.


Nota: Infelizmente, por motivos de saúde, com muita mágoa nossa, não poderemos de todo estar presentes neste evento.

Desejamos no entanto o maior sucesso para esta justa homenagem a um dos grupos que marcou a juventude e o Yé Yé nos anos 60, em Portugal.

Carlos Santos

Morreu José Luís, Vocalista do Grupo Português dos Anos 60 "Os Ekos"

quarta-feira, 24 de maio de 2017
‘Esquece’, uma versão portuguesa de ‘Hold On’, de P. J. Proby, foi a canção mais conhecida do grupo formado em 1963, uma das referências do movimento yé-yé em Portugal.

Morreu José Luís, vocalista da banda portuguesa dos anos 60, "Os Ekos", aos 70 anos.

Nos anos 60, os Ekos foram uma das referências da juventude e do movimento yé-yé. José Manuel Moreira Lourenço (Lisboa, 27 de maio de 1946 - Odivelas, 23 de maio de 2017) foi um dos seus vocalistas. O Zé Luís, como era também conhecido pelos amigos, morreu esta terça-feira, vítima de doença cardíaca. Esteve agendada uma homenagem ao grupo na recente Gala do Pop Rock dos Anos 60 (dia 20 de maio), no Cartaxo, mas por impossibilidade da presença de Zé Luís, precisamente por motivos de doença, a ideia acabou por ser afastada.
Zé Luís cumpriu o serviço militar em Angola durante a chamada "Guerra Colonial". Trabalhou vários anos na Rádio Renascença.


Formados em 1963, em Lisboa, Os Ekos são uma das referências mais importantes daquilo que ficou conhecido como o “yé yé”.
Na origem d’ Os Ekos esteve o vocalista Edmundo Falé, vindo dos Baby Twisters, outro grupo lisboeta, e as suas origens estavam na zona de Campo de Ourique.
A formação inicial incluía, ainda, Mário Guia (bateria), António Joaquim Vieira (baixo), Joca Santos (guitarra ritmo) e João Camilo Júnior (guitarra solo).

Uma compilação com todas as gravações dos Ekos, já se encontra postada neste blogue.

Em 1964 conhecem o cantor dos britânicos Shadows, em Albufeira. Cliff Richard (que ainda hoje mantém residência no Algarve e se encontra ligado ao negócio dos vinhos dessa região) torna-se amigo dos membros do grupo.
Como Os Ekos gostavam muito dos temas de Cliff e os Shadows contrataram um segundo vocalista, Zé Luís, que cantava todas as canções da banda inglesa, que o público pedia nos seus espectáculos.
Edmundo Falé abandona Os Ekos, ainda em 1964, e junta-se ao Conjunto Mistério, outra famosa banda da época, que estaria na origem do Quarteto 1111.

Os Ekos com Zé Luís, em 1965, na RTP.

Em 1965 editam o seu primeiro EP, após conseguirem contrato discográfico com a etiqueta Alvorada, que contém o tema “Esquece”, uma versão de “Hold On” de P. J. Proby. O disco ainda continha os temas originais “Os Tristes Olhos”, “Lamento Aos Céus” e “Ilusão”.

Zé Luís e António Portela (2016)

Nos espectáculos, ao vivo, prara além de tocarem alguns originais, Os Ekos faziam versões dos Rolling Stones, Beatles ou Animals e tornaram-se muito famosos por isso mesmo.
Um novo EP, que incluía os temas “Diz Que Me Amas”, “O nosso Amor Terminou”, “Hoje, Amanhã E Sempre” e “Mentira” é lançado em 1965.
Em 1966 sai novo EP, desta feita com temas totalmente originais da banda: “Só”, “Oh! Isabel”, “Vou Ficar Sem Ti” e “À Espera Da Nossa Vez”.
Em 1966 a banda sofre remodelação de elementos devido ao serviço militar obrigatório relacionado com a guerra colonial e apenas restam, da formação original, Mário Guia e João Júnior.
Para os lugares dos restantes elementos entram Zé Nabo, Luís Paulino e Tony Costa.
Este último fica encarregado das teclas e a banda sofre, também, uma evolução no seu estilo musical enveredando por temas originais cantados em inglês e uma sonoridade mais “beat”.
Em 1966 é editado um novo EP com 4 temas , entre os quais “Secret Love” e “Baby On My Mind”.
Em 1967 editam outro EP com os temas “I Saw That Girl”, “A Place In Your Heart”, “Nova Geração” e “We’re Gonna Be Free”.


Após terem aceite acompanhar Magdalena Pinto Basto, uma nova estrela da sua editora, nas gravações do EP de estreia da cantora, João Júnior decide ir viver para Angola e apenas Mário Guia ficou como elemento da formação original, tendo decido terminar com a banda. Pouco depois tornar-se-ia empresário dos Objectivo, uma das bandas mais importantes do cenário Rock português.
No início dos anos 70, alguns elementos de Os Ekos resolveram reformar a banda e incluir nela uma secção de metais, à maneira de bandas como os Chicago ou os Blood Sweat And Tears.
A banda passou a ser constituída por Joca Santos, António Vieira, Zé Luís, Carlos Teixeira e Franklin Simões.
Em 1970 gravam o último EP do grupo, o qual inclui os temas “Sol E Paz”, “Ardentemente”, “Habitat 736” e “Verdade”.

Fonte: Rock em Portugal (por Aristides Duarte)

À família enlutada e amigos, os nossos sentidos pêsames.

R.I.P.

Os Ekos - Antologia (1965 - 1970) - (Reposição / Re-Upload)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011



Os Ekos - Lamento Aos Céus + Esquece (from Youtube)


Os Ekos - Antologia (1965 - 1970)

(REPOSIÇÃO / RE-UPLOAD )

Formados em 1963, no bairro de Campo de Ourique em Lisboa, os Ekos são uma das referências mais importantes daquilo que ficou conhecido como o “yé yé” em Portugal. Na origem da banda esteve o vocalista Edmundo Falé, vindo dos Baby Twisters, outro grupo lisboeta. A formação inicial incluía ainda Mário Guia (bateria), António Joaquim Vieira (baixo), Jorge Santos (guitarra ritmo) e João Camilo Júnior (guitarra solo). Em 1964 conhecem Cliff Richards, o vocalista dos britânicos The Shadows em Albufeira.

Com Cliff Richard

Como os Ekos gostavam muito dos temas do grupo inglês, contrataram um segundo vocalista, Zé Luís, que cantava todas as canções dos seus ídolos que o público pedia nos seus espectáculos. Ainda em 1964, Edmundo Falé abandona Os Ekos e junta-se ao Conjunto Mistério, outra famosa banda da época, que estaria na origem do Quarteto 1111. Em 1965 editam o seu primeiro EP, através da Alvorada. Nos espectáculos, ao vivo, para além de tocarem alguns originais, o grupo faziam versões dos The Rolling Stones, The Beatles ou The Animals, tornando-se muito apreciados pelo facto.


Um novo EP é lançado em 1965 e um outro no ano imediatamente seguinte sendo que este último tinha a particularidade de incluir apenas originais da banda. Nesse mesmo ano, o grupo sofre uma remodelação de elementos devido ao serviço militar obrigatório relacionado com a guerra colonial, ficando apenas Mário Guia e João Júnior da formação original. Para os lugares dos restantes elementos entram Zé Nabo, Luís Paulino e Tony Costa. Este último fica encarregado das teclas e a banda sofre, também, uma evolução no seu estilo musical enveredando por temas originais cantados em inglês com uma sonoridade mais beat. Ainda em 1966 é editado um novo EP com 4 temas, entre os quais “Secret Love” e “Baby On My Mind”. Mantendo uma actividade quase frenética editam em 1967 um outro EP com os temas “I Saw That Girl”, “A Place In Your Heart”, “Nova Geração” e “We’re Gonna Be Free”. Após terem aceite acompanhar Magdalena Pinto Basto, uma nova estrela da sua editora, nas gravações do EP de estreia da cantora, João Júnior decide ir viver para Angola e apenas Mário Guia se manteve como elemento da formação original, tendo decido terminar com a banda.


Pouco depois tornar-se-ia empresário dos Objectivo, uma das bandas mais importantes do cenário rock português. No início dos anos 70, alguns elementos de Os Ekos que haviam estado em Angola resolveram reformar a banda e incluir nela uma secção de metais, à maneira de bandas como os Chicago ou os Blood Sweat And Tears. Mário Guia não aceitou participar nesta nova aventura. A banda será, assim, constituída por Jorge Santos, António Vieira, Zé Luís, Carlos Teixeira e Franklin Simões. Será com esta formação que gravarão em 1970 o último EP do grupo. "Habitat 736" trata dos dias que passaram no Ultramar. O tema "Senhora dos Tratados" não pôde ser gravado na sua versão original devido à censura, tendo sido publicado com nova letra e com o título "Sol e Paz". Mário Guia ainda se manterá ligado à música por muitos anos dado ter sido ele o fundador do Rock Rendez Vous, a sala que durante mais de uma década será a mais importante do circuito rock nacional.

Texto por Aristides Duarte Fonte: Under Review

Formação Inicial:
Edmundo Falé (voz), Mário Guia (bateria), António Joaquim Vieira (baixo), Jorge Santos (guitarra ritmo) e João Camilo Júnior (guitarra solo). 

Discografia:

1º EP - Esquece (Alvorada AEP 60724 - 1965) 
2º EP - Diz Que Me Amas (Alvorada AEP 60757 - 1965) 
3º EP - Só (Alvorada AEP 60812 - 1966) 
4º EP - O Meu Barco, O Mar e o Céu (Alvorada AEP 60906 - 1966) 
5º EP - I Saw That Girl (Alvorada EP-60-984 - 1967) 
6º EP - Sol e Paz (Alvorada EP-60-1245 - 1970)

EPs gentilmente cedidos por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização e masterização, por Carlos Santos.
Grafismo (capas) por João Romão.

Os Ekos (Vídeo RTP 1965)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

OS EKOS

Os Ekos - Sol e Paz (EP 1970)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011



Os Ekos - Sol e Paz (6º e último EP, Alvorada EP-60-1245, 1970).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Ekos - I Saw That Girl (EP 1967)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011



Os Ekos  (5º EP - Alvorada 60-984, 1967).

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Ekos - Versáteis Ekos (4º EP - 1966)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


AQUI:

Os Ekos - Versáteis Ekos (4º EP Alvorada AEP 60906 - 1966)

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Ekos - Os Ekossss (3º EP - 1966)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


ALI:

Os Ekos - Ekossss (3º EP Alvorada AEP 60812 - 1966)

E.P. gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os EKOS - Diz Que Me Amas (EP 1965)

domingo, 9 de janeiro de 2011





Os Ekos - Diz Que Me Amas (2º EP Alvorada AEP 60757, 1965).

EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Os Ekos - Esquece (EP 1965)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011



Os EKOS - Esquece (1º EP Alvorada AEP 60724 - 1965)

Formados em 1963, em Lisboa, Os Ekos são uma das referências mais importantes daquilo que ficou conhecido como o “yé yé”.
Na origem d’ Os Ekos esteve o vocalista Edmundo Falé, vindo dos Baby Twisters, outro grupo lisboeta, e as suas origens estavam na zona de Campo de Ourique.
A formação inicial incluía, ainda, Mário Guia (bateria), António Joaquim Vieira (baixo), Joca Santos (guitarra ritmo) e João Camilo Júnior (guitarra solo).
Em 1964 conhecem o cantor dos britânicos Shadows, em Albufeira. Cliff Richard (que ainda hoje mantém residência no Algarve e se encontra ligado ao negócio dos vinhos dessa região) torna-se amigo dos membros do grupo.
Como Os Ekos gostavam muito dos temas de Cliff e os Shadows contrataram um segundo vocalista, Zé Luís, que cantava todas as canções da banda inglesa, que o público pedia nos seus espectáculos.
Edmundo Falé abandona Os Ekos, ainda em 1964, e junta-se ao Conjunto Mistério, outra famosa banda da época, que estaria na origem do Quarteto 1111.
Em 1965 editam o seu primeiro EP, após conseguirem contrato discográfico com a etiqueta Alvorada, que contém o tema “Esquece”, uma versão de “Hold On” de P. J. Proby. O disco ainda continha os temas originais “Os Tristes Olhos”, “Lamento Aos Céus” e “Ilusão”.
Nos espectáculos, ao vivo, prara além de tocarem alguns originais, Os Ekos faziam versões dos Rolling Stones, Beatles ou Animals e tornaram-se muito famosos por isso mesmo.
Um novo EP, que incluía os temas “Diz Que Me Amas”, “O nosso Amor Terminou”, “Hoje, Amanhã E Sempre” e “Mentira” é lançado em 1965.
Em 1966 sai novo EP, desta feita com temas totalmente originais da banda: “Só”, “Oh! Isabel”, “Vou Ficar Sem Ti” e “À Espera Da Nossa Vez”.
Em 1966 a banda sofre remodelação de elementos devido ao serviço militar obrigatório relacionado com a guerra colonial e apenas restam, da formação original, Mário Guia e João Júnior.
Para os lugares dos restantes elementos entram Zé Nabo, Luís Paulino e Tony Costa.
Este último fica encarregado das teclas e a banda sofre, também, uma evolução no seu estilo musical enveredando por temas originais cantados em inglês e uma sonoridade mais “beat”.
Em 1966 é editado um novo EP com 4 temas , entre os quais “Secret Love” e “Baby On My Mind”.
Em 1967 editam outro EP com os temas “I Saw That Girl”, “A Place In Your Heart”, “Nova Geração” e “We’re Gonna Be Free”.
Após terem aceite acompanhar Magdalena Pinto Basto, uma nova estrela da sua editora, nas gravações do EP de estreia da cantora, João Júnior decide ir viver para Angola e apenas Mário Guia ficou como elemento da formação original, tendo decido terminar com a banda. Pouco depois tornar-se-ia empresário dos Objectivo, uma das bandas mais importantes do cenário Rock português.
No início dos anos 70, alguns elementos de Os Ekos resolveram reformar a banda e incluir nela uma secção de metais, à maneira de bandas como os Chicago ou os Blood Sweat And Tears.
A banda passou a ser constituída por Joca Santos, António Vieira, Zé Luís, Carlos Teixeira e Franklin Simões.
Em 1970 gravam o último EP do grupo, o qual inclui os temas “Sol E Paz”, “Ardentemente”, “Habitat 736” e “Verdade”.
In Rock em Portugal (por Aristides Duarte)

Discografia:
  • 1º EP - Esquece (Alvorada AEP 60724 - 1965)
  • 2º EP - Diz Que Me Amas (Alvorada AEP 60757 - 1965)
  • 3º EP - Só (Alvorada AEP 60812 - 1966)
  • 4º EP - O Meu Barco, O Mar e o Céu (Alvorada AEP 60906 - 1966)
  • 5º EP - I Saw That Girl (Alvorada EP-60-984 - 1967)
  • 6º EP - Sol e Paz (Alvorada EP-60-1245 - 1970)
EP gentilmente cedido por Luis Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.