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The Rabeats - Tribute To The Beatles

sábado, 19 de março de 2016

Hoje é Dia do Pai ! 

Há pais para todo o género…os engravatados, os desportistas, os sérios e os relaxados, os amantes da música, da natureza, os caseiros e os aventureiros. Alguns ficam em casa a cuidar dos filhos, outros telefonam do trabalho para matar a saudade. Uns são mestres do churrasco, outros adoram uma noite de pizza. Há os pais que preferem cerveja e os que escolhem um bom vinho. Há os cinéfilos, os que adoram passar o tempo a ler e os que ficam obcecados com os jogos das consolas, o futebol ou os telemóveis…Uma coisa é certa, são justamente as excentricidades e as características únicas que os fazem ser tão amados!
Então, para os homenagear neste seu dia, apresentamos aqui um álbum que nos faz recuar no tempo e nos faz recordar, simultaneamente, o nosso pai (como uma figura especial e importante na família) e a época da nossa infância/juventude.




The Rabeats - Tribute To The Beatles.

The Rabeats é uma banda francesa originária de Amiens, inteiramente vocacionada para o repertório dos Beatles. Possui o nome em inglês e é uma banda de covers ou mais precisamente uma banda tributo, que com uma excelente presença em palco consegue dar uma visão geral de como os Beatles tocavam no seu auge. 

O seu nome "The Rabeats" deriva ou baseia-se num jogo de palavras entre “The Rabbits” (coelhos) e The Beatles (palavra adaptada entre Beetle/escaravelho e Beat/batida, ritmo).
O grupo tem como seu empresário Philippe Tassart (Ginger) e é constituído por quatro membros, com os seguintes nomes artísticos:

Marcello Mysterioso - guitarras, voz
Dip - baixo, voz,
Sly - guitarras, piano/teclados e voz principal (mantém em paralelo, uma carreira de cantor a solo),
Flamm - Bateria, percussão, voz.


Faixas/Tracklist:

01. Iwant to hold your hand
02. I should have known better
03. Can't buy me love
04. A hard day's night
05. Drive my car
06. Twist and shout
07. Michelle
08. Rock and roll music
09. And your bird can sing
10. I am the walrus
11. Revolution
12. Get back
13. Back in the USSR
14. Birthday
15. Lady Madonna
16. The ballad of John and Yoko
17. Let It be
18. Come together
19. Golden slumbers
20. Carry that weight
21. The end
22. Cry for a shadow (live)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Andy Rooney, a quem agradecemos.

Dia do Pai / Father's Day (19 Março 2016)


Dia do Pai / Father's Day (19 Março 2016)

Em Portugal, o Dia do Pai é comemorado no dia 19 de março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica.
A celebração da data varia de país para país. Além de Portugal, também celebram o Dia do Pai no dia 19 de março países como a Espanha, a Itália, Andorra, Bolívia, Honduras e Liechstenstein.
No Brasil, o Dia dos Pais, é no segundo domingo de agosto (este ano, em 14 de Agosto).


A tradição manda que se ofereça uma prenda ao pai para o homenagear pelo seu dia. As crianças costumam oferecer prendas simbólicas como trabalhos manuais, músicas e poemas que fazem na escola. A família costuma reunir-se para um almoço ou jantar, para conversarem, muitas vezes com os pais, tios e avós presentes, de forma a homenagear os pais da família. 
No Dia do Pai, o melhor presente é aquele que tem um bonito significado. Um poema, música ou um desenho pessoal são a melhor demonstração de amor e carinho pelo pai. Mas hoje em dia existem muitas mais opções de presentes…


“Pai, hoje quero lembrar-me do quanto te amei e quão especial e importante foste para mim, enquanto estiveste entre nós. Obrigado por todos os anos de amor, carinho, compreensão, dedicação e companheirismo que me deste, Adoro-te muito pai!”

Carlos Santos

George Martin ‎– George Martin Scores Instrumental Versions Of The Hits (LP 1965)

sexta-feira, 18 de março de 2016


AQUI:    ou    ALI:

George Martin ‎– George Martin Scores Instrumental Versions Of The Hits (LP United Artists Records ‎– UAL 3420, 1965).


Trata-se de mais um excelente álbum de George Martin que reúne versões instrumentais de diversos e famosos êxitos. 
Sir George Henry Martin foi um músico britânico, produtor, arranjador, compositor, maestro, engenheiro de som, recentemente falecido. É muitas vezes referido como "o quinto Beatle", devido à sua extensa participação em cada um dos álbuns originais dos Beatles. Ele é considerado um dos maiores produtores de discos de todos os tempos, com 30 singles número 1 nas paradas no Reino Unido e 23 na dos EUA. 
A biografia de George Martin já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 I Feel Fine (J. Lennon-P. McCartney) 2:36
A2 Downtown (T. Hatch) 3:00
A3 Goin' Out Of My Head (Weinstein, Randazzo) 2:15
A4 Cast Your Fate To The Wind (V. Guaraldi) 2:34
A5 I'll Be There (B. Darin) 3:09
A6 Don't Know What To Do (G. Martin) 2:10
B1 All Quiet On The Mersey Front (G. Martin) 2:04
B2 You've Lost That Lovin' Feeling (B. Mann, C. Weil, P. Spector) 3:22
B3 Time Is On My Side (N. Meade) 3:10
B4 P.S. I Love You (G. Jenkins, J. Mercer) 2:24
B5 No Reply (J. Lennon-P. McCartney) 2:56
B6 Walk Away (D. Black, U. Jurgens) 2:40

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Chester Silvers, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Monks ‎– Black Monk Time (LP 1966)

quinta-feira, 17 de março de 2016



Monks ‎– Black Monk Time (LP International Polydor Production ‎– 249 900, 1966). 
Álbum gravado em novembro de 1965, em Colónia/Alemanha.
Produtor - Jimmy Bowien

Black Monk Time” é o primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana sediada na Alemanha, The Monks. Gravado em novembro de 1965, foi lançado em março de 1966 pela Polydor Records e foi o único álbum editado com a formação original da banda. De estilo “chocante”, “subversivo” e radical para a época, é hoje considerado um marco importante para o desenvolvimento do punk rock.


The Monks, foi uma banda americana de rock de garagem/punk dos anos 60 (1964 – 1967), aparentemente formada por soldados americanos que se encontravam estacionados na Alemanha. Tiveram uma das carreiras mais curiosas do rock. The Monks tinha uma musicalidade animalesca e alegre. Como muitas bandas de garagem americanas desta época, estavam permanentemente a testar novos timbres, sons e instrumentos. Apesar de serem norte-americanos, formaram a banda enquanto prestavam o serviço militar numa base americana situada na Alemanha. O som da bateria soava como uma marcha militar misturada com “Polka”, muito “feedback” de guitarra, e ainda um banjo eléctrico. Apresentavam-se vestidos de monges e tinham um corte de cabelo semelhante ao dos monges franciscanos. Infelizmente o grupo terminou prematuramente em 1967, e os EUA sempre ignoraram a originalidade da música dos Monks. Posteriormente, ainda se reuniram algumas vezes.


Integrantes/Personnel:

Gary Burger: guitarra solo, voz
Larry Clark: órgão, voz
Dave Day: banjo eléctrico, voz
Eddie Shaw: baixo, voz
Roger Johnston: bateria, voz


Faixas/Tracklist:

A1 Monk Time 2:45
A2 Shut Up 3:10
A3 Boys Are Boys And Girls Are Choice 1:25
A4 Higgle-Dy - Piggle-Dy 2:30
A5 I Hate You 3:25
A6 Oh, How To Do Now 3:15
B1 Complication 2:33
B2 We Do Wie Du 2:12
B3 Drunken Maria 1:45
B4 Love Came Tumblin' Down 2:30
B5 Blast Off! 2:15
B6 That's My Girl 2:25

Todos os temas foram escritos e compostos por Gary Burger, Larry Clark, Dave Day, Roger Johnston e Eddie Shaw. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

The Terribles - Genial! Universal Sound (LP 1967)

quarta-feira, 16 de março de 2016



The Terribles - Genial! Universal Sound (LP 1967).

Genial! Universal Sound” é um álbum obscuro e psicadélico, de rock de garagem, o quinto e último volume de uma série gravada pelo grupo The Terribles, pelo selo Hot New, da gravadora NVC. 
"The Terribles”, tinha a particularidade de ser um grupo formado por músicos brasileiros e uruguaios. Na verdade, a banda teve origem num grupo uruguaio “Los Inocentes” (The Innocent’s) durante a sua passagem por São Paulo.
O disco é garageiro e foi gravado num único dia. Reúne 12 faixas, a maioria são versões dos Beatles, duas dos Shakers, uma dos Monkees e uma própria, de autoria de Hector Capobianco.  
O álbum reúne covers de várias famosas bandas, onde fazem uma versão diferente do tema “Break it all” de Los Shakers, para além de versões de canções dos Beatles como, Lucy in the Sky with Diamonds, She`s a Woman, Fixing a Hole ou With a little help from my friends, entre outras.
Originalmente, a banda era formada por Néstor Vittirit (guitarra ritmo), Pedro Rubén (guitarra solo e voz), Héctor Capobianco (baixo e voz) e Raimundo Ibarra (bateria). O grupo também tocou em plena época da Jovem Guarda, e foi convidado por Roberto Carlos. Acabaram por se separar aproximadamente em 1968. 


Faixas/Tracklist:

01 - Lucy In The Sky With Diamonds
02 - She's A Woman
03 - Fixing A Hole
04 - Break It All
05 - Here, There And Everywhere
06 - You Like Me Too Much
07 - Getting Better
08 - A Little Bit You A Little Bit Me
09 - Got Any Money
10 - I Need You
11 - With A Little Help From My Friends
12 - I Will Not Cry

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Jair Souza, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Jimmy Fontana ‎– Il Mondo (EP 1965)

terça-feira, 15 de março de 2016



Jimmy Fontana ‎– Il Mondo (EP RCA Victor ‎– 3-20918, 1965). 
Edição espanhola.


Jimmy Fontana, nome artístico de Enrico Sbriccoli (Camerino, 13 de novembro de 1934 — Roma, 11 de setembro de 2013), foi um actor, compositor e cantor italiano, um dos maiores expoentes da geração de cantores italianos que conquistou o mundo nos anos 60. 
Ficará para sempre recordado especialmente por duas das suas canções mais famosas, Che Sarà e Il Mondo
A biografia de Jimmy Fontana já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Il Mondo (El Mundo) (Pes, Meccia, Fontana)
A2 Allora Sì (Ahora Si) (Pes, Fontana)
B1 La Notte Che Son Partito (La Noche de Mi Partida) (Pes, Meccia, Fontana)
B2 E Quanto Tempo Durerà (Y Cuanto Tiempo Durará) (Pes, Meccia, Fontana)

Músicos intervenientes:

Voz principal - Jimmy Fontana
Coro – "I Cantori Moderni"* (faixas/tracks: A1, A2)
Acompanhamento por Carlos Pes e seu Conjunto (faixas/tracks: B1, B2)
Acompanhamento por Ennio Morricone e sua Orquestra (faixas/tracks: A1, A2)

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo R. Ramirez, a quem agradecemos.

The Motions ‎– Their Own Way (LP 1966 / Holanda)




The Motions ‎– Their Own Way (LP Negram ‎– IHLP 2, 24 de junho de 1966 / Holanda)
Produção de John Stewart, Motions, Scott Walker

The Motions foi uma banda holandesa dos anos 60 liderada por Robbie van Leeuwen, um músico com muito talento que alcançou a fama, depois de ter deixado este grupo para formar The Shocking Blue.
A sua música, as enérgicas composições, as baladas melódicas e os escaldantes temas beat, são o claro exemplo dos melhores sons do grupo, realizados entre 1964 e 1968.
Formados em 1964 em Haya e sucessores da banda Ritchie Clark and The Ricochets, o grupo The Motions era constituído pelo guitarrista e compositor Robbie van Leeuwen, pelo vocalista Rudy Bennett, o baixista Henk Smitskamp e o baterista Sieb Warner.
Após terem firmado contrato com a etiqueta Havoc, o grupo lançou o seu primeiro single, “It’s gone”, seguido por outras gravações em single como, como “You bother me”, “For another man” ou “Love won’t stop”. Com “Wasted words”, o seu quarto single, conseguiram obter bastante êxito no seu país.
Posteriormente editaram “I’ve waited so long”, “Everything that’s mine”, “Why don’t you take it” ou “Every step I take”, todos eles compostos por van Leeuwen, com a colaboração de Warner, nalguns temas.
Em 1965 foi lançado o seu primeiro LP, “Introducing To The Motions” (1965), ao qual se seguiria “Their Own Way” (1966), um disco produzido por Scott Walker, membro dos Walker Brothers. 
Devido a problemas internos e questões com Bennett, Robbie deixou The Motions para formar os Shocking Blue, banda que conseguiu grande êxito internacional com o tema “Venus”.
O guitarrista foi substituído por Gerard Romeyn (ex Tee-Set). O primeiro single gravado sem Robbie foi “I want you I need you”, escrito por Romeyn e Warner. Mais tarde gravaram temas como “Wonderful Impressions”, “Nellie the horse” ou “Tonight will be stoned”, e LPs como “Live” (1968), “Impressions of wonderful” (1968), “Electric baby” (1969) ou “Sensation” (1971), o seu último trabalho antes da sua separação definitiva.


Formação/Members:

Henk Smitskamp – Guitarra baixo
Robbie van Leeuwen - Guitarra
Rudy Bennett - Vocalista
Sieb Warner - Bateria


Faixas/Tracklist:

A1. My Babe [W. Dixon] [2:03]
A2. You've Hurt Yourself [R. van Leeuwen] [2:45]
A3. My Love Is Growing [J. Stewart; R. van Leeuwen] [2:05]
A4. Hard Time Blues [R. van Leeuwen] [2:12]
A5. Late Last Night [R. van Leeuwen] [2:10]
A6. Why Don't You Take It [R. van Leeuwen; S. Warner] [2:15]
B1. Sittin' On The Top Of The Roof [R. van Leeuwen] [2:57]
B2. Too Late To Be Sorry [R. van Leeuwen; S. Warner] [3:07]
B3. There's No Place To Hide [R. van Leeuwen] [2:55]
B4. Everything That's Mine [Miller; Atkins] [2:00]
B5. You Can't Fight It [R. van Leeuwen] [2:55]

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Vic Bolton, a quem agradecemos.

Morreu Nicolau Breyner, aos 75 anos.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Morreu Nicolau Breyner, aos 75 anos.

Morreu, esta segunda-feira, aos 75 anos de idade, Nicolau Breyner, vítima de ataque cardíaco.
João Nicolau de Melo Breyner Lopes (Serpa, 30 de julho de 1940 – Lisboa, 14 de março de 2016), mais conhecido apenas por Nicolau Breyner, foi um excelente actor muito completo e diversificado, cantor e realizador português.
Ao longo da sua notável carreira somou quase 50 participações no cinema. Foi também um excelente cantor de voz forte e timbrada.
Importante actor de televisão, é tido como um dos percursores do humor em Portugal, demonstrado em programas como "Senhor Feliz e Senhor Contente" (1975), "Eu Show Nico" (1988) ou "Euronico" (1990).
Com uma vasta carreira no mundo da representação, o actor que a iniciou nos anos 60, em teatro, canção, cinema e televisão/novela, tendo sido também, autor, produtor e realizador.
Em 2014, criou uma escola de formação na área da representação, a Academia NB.
Nicolau Breyner foi condecorado com a Ordem de Mérito, pelo presidente da República Jorge Sampaio, em junho de 2005.
Pelas suas prestações no cinema recebeu três Globos de Ouro para Melhor Actor, com Kiss Me (2004), O Milagre Segundo Salomé (2004) e Os Imortais (2003).
Este blogue associa-se a este momento de profundo pesar e endereça as mais sentidas condolências aos familiares e amigos.

Carlos Santos e João Romão

Em sua homenagem, apresentamos  o seu EP gravado em 1968, com temas do "Grande Prémio TV da Canção" desse ano. 




Nicolau Breyner - Grande Prémio TV da Canção 1968 (EP Tecla TE 1033, 1968).
Acompanhado pela Orquestra dirigida por Thilo Krasmann.

Faixas/Tracks:

A1 - Dentro de Outro Mundo (Pedro Jordão, António José)
A2 - Vento Não Vou Contigo (Pedro Jordão, Rui Malhoa)
B1 - O Calendário - (Pedro Jordão, António José)
B2 - Pouco Mais (César de Oliveira, João Vasconcelos)

EP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Agradecimento também a João Carlos Callixto, pela colaboração.

The Beach Boys ‎– Wild Honey (LP 1967)




The Beach Boys ‎– Wild Honey (LP Capitol Records ‎– ST 2859, 1967).
Álbum gravado entre 26 de setembro e 15 de novembro de 1967 e lançado em 18 de dezembro de 1967. 
Produtor – The Beach Boys

Wild Honey é o décimo terceiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado em 18 de dezembro de 1967. O LP foi auto produzido pela banda.
Este álbum contrasta com muitos outros LPs anteriores dos Beach Boys, devido ao seu estilo mais r’n’b e soul music. O tema "Darlin" alcançou o Top 20 nos EUA. O álbum atingiu a posição 24 nesse país e o número 7 no Reino Unido.
A biografia deste excelente grupo americano já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 Wild Honey (Brian Wilson, Mike Love) 2:36
A2 Aren't You Glad (Brian Wilson, Mike Love) 2:15
A3 I Was Made To Love Her (Cosby, Hardaway, Wonder, Moy) 2:05
A4 Country Air (Brian Wilson, Mike Love) 2:19
A5 A Thing Or Two (Brian Wilson, Mike Love) 2:40
B1 Darlin' (Brian Wilson, Mike Love) 2:11
B2 I'd Love Just To See You (Brian Wilson, Mike Love) 1:48
B3 Here Comes The Night (Brian Wilson, Mike Love) 2:42
B4 Let The Wind Blow (Brian Wilson, Mike Love) 2:18
B5 How She Boogalooed It (Alan Jardine, Bruce Johnston, Carl Wilson, Mike Love) 1:56
B6 Mama Says (Brian Wilson, Mike Love) 1:04


Músicos Intervenientes:

Carl Wilson – voz e guitarra
Mike Love – voz, percussão, saxofone
Al Jardine – voz e guitarra ritmo
Bruce Johnston – voz, baixo, guitarra, órgão
Brian Wilson – voz, baixo e teclados
Dennis Wilson – voz, bateria

LP disponibilizado por Carlos Santos.

Emerson, Lake And Palmer ‎– Emerson, Lake And Palmer (LP 1970)

domingo, 13 de março de 2016


AQUI:    ou    ALI:

Emerson, Lake And Palmer ‎– Emerson, Lake And Palmer (LP Island Records ‎– ILPS-9132, Nov. 1970).
Género: Prog Rock
Produção de Greg Lake e E.G. Records

Esta é a nossa homenagem a Keith Emerson, falecido em Santa Monica, a 10 de março de 2016.
Trata-se do LP de estreia, do grupo "Emerson, Lake and Palmer" (o "disco da pomba"), lançado em Novembro de 1970.
Emerson, Lake and Palmer (ELP) foi considerado o primeiro supergrupo de Rock Progressivo. Eles ajudaram a expandir enormemente a audiência deste género musical.
A exuberância da sua música ecoou para os melhores trabalhos de bandas de Heavy Metal da época, demonstrando que roqueiros com formação erudita podiam competir por plateias em estádios. Além do grande sucesso comercial, o trio também pavimentou o caminho para bandas como os Yes, que se tornaria o seu principal rival nos anos 70. O tecladista Keith Emerson (recentemente falecido) foi quem plantou a semente do grupo no final de 1969 quando a sua banda Nice dividiu a temporada no Fillmore West com os King Crimson. Aí, Emerson e Greg Lake (então, baixista e vocalista do King Crimson) conversaram sobre a possibilidade de trabalharem juntos. Quando a formação dos King Crimson começou a desintegrar-se durante aquela sua primeira turné pelos EUA, Lake optou por deixar a sua banda e juntar-se a Emerson, em 1970. Nessa altura, ambos começaram a testar vários bateristas. Foi quando chegaram a Carl Palmer, ainda com 19 anos, mas já com um talento avassalador (tendo tocado em bandas como Crazy World Of Arthur Brown e Atomic Rooster).

Emersom - Lake - Palmer

Um mês depois, o trio finalizou o seu álbum de estreia, "Emerson, Lake and Palmer" (o "disco da pomba"), que juntou as suas primeiras composições próprias, a duas deslumbrantes adaptações eruditas, preenchidas pelo piano ondulante e sintetizadores de Emerson, juntamente com a bateria tocada a uma velocidade alucinante por Palmer, ancorados pelo trabalho do baixo de Lake. O disco foi um sucesso instantâneo, chegando ao Top 5 em Inglaterra e no Top 20 nos EUA, muito pela ajuda de uma canção somente adicionada à última da hora (gravada apenas para completar a duração/tempo do álbum), uma composição que Lake havia escrito ainda jovem chamada "Lucky Man". Animado, ambicioso, quase todo perfeito, com domínio dos teclados de Emerson (havia 2 faixas instrumentais, "The Barbarian" e "Three Fates"), o grande sucesso "Lucky Man" (uma balada romântica), o disco era a prova clara dos fantásticos talentos dos três. Com excepção de alguns momentos em "Three Fates" e "Take A Pebble", o álbum não era pretensioso e bastante musical, sem grandes excessos e com impressionante virtuosismo. Já havia sinais de elementos imponentes góticos, até então inéditos no Rock (ou pelo menos, muitos raros), cortesia dos órgãos/sintetizadores de Emerson. A forma de cantar de Greg Lake era absolutamente fantástica e Carl Palmer despontava para se tornar no ídolo de milhares de futuros bateristas (especialmente, por causa de "Three Fates" e "Tank"). As apresentações do trio rapidamente se tornaram lendárias. As pirotecnias nos teclados de Emerson (que já datavam do seu tempo nos Nice) fizeram-no ser comparado a Jimi Hendrix.
O grupo, originalmente formado por Keith Emerson (teclados), Greg Lake (guitarra, baixo e voz) e Carl Palmer (bateria), entrou para história da música por ser a primeira banda de rock a levar um sintetizador, na época um aparelho gigantesco, monofónico e analógico, para um show, em 1970.
Entre os seus maiores sucessos, destacam-se From the Beginning, Lucky Man e Ces't La Vie, entre outros.
Segundo alguns, a banda por pouco não se chamou "HELP", o que teria acontecido caso se tivesse concretizado o ingresso do guitarrista Jimi Hendrix, que chegou a ser convidado para participar no grupo, mas que acabou por optar por continuar com o seu The Jimi Hendrix Experience.

Fonte: Texto parcialmente retirado e adaptado de Mural Cultural. 


Faixas/Tracklist:

A1 The Barbarian (Palmer, Lake, Emerson)
A2 Take A Pebble (Lake)
A3 Knife-Edge (Fraser, Lake, Emerson)
The Three Fates 
B1a Clotho (Emerson)
B1b Lachesis (Emerson)
B1c Atropos (Emerson)
B2 Tank (Palmer, Emerson)
B3 Lucky Man (Lake)

Álbum gravado nos Advision Studios.
Arranjos e Direcção por Emerson, Lake and Palmer

Músicos/Members:

Keith Emerson - teclados (ex-Nice)
Greg Lake - guitarra, baixo, voz (ex-King Crimson)
Carl Palmer - bateria, percussão (ex-Atomic Rooster)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jim Foster, a quem agradecemos.

The Ohio Express ‎– Ohio Express (LP 1968)




The Ohio Express ‎– Ohio Express (LP Buddah Records ‎– BDS 5018, Julho 1968).
Produção de Artie Resnick, Jeff Katz, Jerry Kasenetz, Joey Levine.

Trata-se do segundo álbum da banda "bubblegum" americana, lançado em 1968. O primeiro álbum foi "Beg, Borrow And Steal" de 1967, seguido por este "Ohio Express".
The Ohio Express foi um dos conjuntos mais conhecidos do bubblegum americano. Não era exatamente uma banda, mas uma marca criada pela produtora Super K Productions, de propriedade de Jerry Kasenetz e Jeffrey Katz.
Este álbum insere a faixa mais famosa do grupo, o hino bubblegum "Yummy Yummy Yummy", que chegou à quarta posição dos tops americanos e foi também sucesso em muitos outros países.
A origem da banda Ohio Express é obscura. A primeira vez que o nome foi usado terá sido no single "Beg, Borrow And Steal", lançado no final de 1967, um hit que alcançou o top 40 americano. No entanto, a mesma música já havia sido lançada antes (no ano anterior) por um grupo chamado The Rare Breed, oriundo da região de Nova Jersey. Contudo, esse single dos Rare Breed não teve sucesso.
Por alguma razão os direitos dessa música (dos Rare Breed) foram para a Super K Productions, que remixou a música e a relançou pelo selo Cameo Parkway, agora interpretado pelos Ohio Express, um nome que havia sido patenteado pela Super K.


Como não existia uma banda para divulgar o single, a gravadora recorreu ao grupo Sir Timothy And The Royals que os “rebaptizou” em Ohio Express. A banda tinha Doug Grassel (guitarra base), Dale Powers (voz, guitarra solo), Dean Kastran (baixo), Jim Pfahler (teclados) e TIm Corwin (bateria). 
Como a banda andava constantemente em digressões e shows, os seus elementos tinham dificuldade em regressar aos estúdios para gravar. Assim, apenas o vocalista Powers apareceu no segundo single do grupo, "Try It".
O álbum obteve ainda outro hit single, "Down At Lulu's", uma faixa produzida e cantada por Joey Levine e gravada com músicos de estúdio. 
O restante material do disco foi gravado pelo quinteto 'oficial', que é de estilo totalmente diferente dos êxitos pop, mais orientado para um estilo psicadélico pop.
Em 1972 os Ohio Express separaram-se definitivamente deixando-nos um excelente legado do contagioso bubblegum, de temas impregnados de psicadelismo e de um pop bastante enérgico.


Faixas/Tracklist:

A1 Yummy, Yummy, Yummy 2:18
A2 Winter Skies 2:58
A3 Into This Time 2:45
A4 First Grade Reader 3:03
A5 Mary-Ann 2:29
B1 Down At Lu Lu's 1:55
B2 Turn To Straw 4:05
B3 Vacation 1:45
B4 She's Not Comin' Home 2:52
B5 It's A Sad Day 2:46
B6 The Time You Spent With Me 5:05
Bonus:
C1 - Chewy Chewy


Formação/Members:

Joey Levine (vocalista)
Doug Grassel (guitarra ritmo)
Dale Powers (guitarra solo)
Dean Kastran (baixo)
Jim Pfahler (teclados)
Tim Corwin (bateria)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Alan Walkers, a quem agradecemos.