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Wanderlea – Wanderlea (1º LP - 1963).

sábado, 11 de outubro de 2014



Wanderlea – Wanderlea (LP CBS/Columbia 37268, 1963).
Este é o primeiro LP de Wanderléa.

Wanderléa Charlup Boere Salim (Governador Valadares, 5 de junho de 1946), mais conhecida apenas por Wanderléa, é uma cantora brasileira.
Tornou-se famosa durante a Jovem Guarda, fazendo sucesso juntamente com os seus amigos Roberto Carlos e Erasmo Carlos. Trabalhou como actriz principal no filme brasileiro "Juventude e Ternura" (1968), com direcção de Aurélio Teixeira, bem como contracenou com Roberto e Erasmo em "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" (1968) de Roberto Farias, entre outros filmes.
Aos 10 anos de idade ganhava concursos nas rádios e lançou em 1962 o seu primeiro single, Face ao sucesso que obteve, a CBS contratou-a para gravar o seu primeiro LP em maio de 1963, que aqui apresentamos, com o título "Wanderlea", acompanhada pela orquestra e coros dirigidos pelo maestro Astor, destacando-se as músicas "Dá-me felicidade" e "Não existe o amor". 
A biografia desta cantora brasileira já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

01 Não Existe o Amor (Non Esiste l'Amour)
02 Quando Setembro Vier (Come September)
03 Estudante
04 Quero Amar
05 Picada da Pulguinha
06 Goody Goody
07 Dá-Me Felicidade (Dame Felicidad)
08 Meu Coração Canta (My Heart Sings)
09 Meu Maior Desejo
10 Meu Anjo de Guarda
11 Birutinha
12 Pescaria Com Twist
Bonus:
13 Tell Me How Long
14 Ao Nascer Do Sol (Cuando Calienta el Sol)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel, do Brasil, a quem agradecemos.

Caravelli - Caravelli En Mexico (LP 1970)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014



Caravelli - Caravelli En Mexico (LP CBS CLS 5298, 1970). 

Caravelli, de nome Claude Vasori (12 Setembro 1930) é um maestro francês, compositor e arranjado de "easy listening", nascido em Paris/França.
A famosa Orquesta Caravelli foi mais uma das diversas orquestras que actuaram na década de 60 e 70. A sua característica principal era executar arranjos orquestrados da música pop da época, independente da sua origem. Destaca-se o uso de violinos e o tom melodioso dos arranjos. 
A biografia desta famosa orquestra já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

La Bamba (3:12)
Cielito Lindo (2:40)
La Zandunga (2:49)
La Llorona (2:43)
O Quizas Simplemente Le Regale Una Rosa (3:04)
Noche Involvidable (2:34)
Gotas De Lluvia En Mi Cabeza (Raindrops Keep Falling On My Head) (2:34)
Que Yo Te Amo (Que Je T'Aime) (3:06)
Hubo Una Vez En El Oeste (Once Upon A Time In The West) (2:57)
Cowboy De Medianoche (Midnight Cowboy) (2:39)
Fantasia De Cuerdas (Fantasie Pour Cordes) (2:50)

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Clóvis Andrade, a quem agradecemos.

John Lennon, Se Fosse Vivo, Faria Hoje 74 Anos de Idade.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Se fosse vivo, John Lennon celebraria hoje, quinta-feira, dia 9 de Outubro de 2014, 74 anos de idade.
John Winston Ono Lennon, mais conhecido apenas por John Lennon (nascido John Winston Lennon, Liverpool, 9 de outubro de 1940 — falecido em Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980) foi um músico, guitarrista, cantor, compositor, escritor e activista britânico.
John Lennon ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo de rock britânico The Beatles e onde juntamente com Paul McCartney, formaram uma das duplas mais importantes e criativas de compositores do Século XX.


Porém em 8 de dezembro de 1980, John foi assassinado em Nova York por Mark David Chapman, quando regressava do estúdio de gravação acompanhado pela mulher.
A verdade é que após o seu desaparecimento, Lennon transformou-se num mito e deu origem às mais variadas teses e trabalhos. 


Entre outros prémios e galardões, destacamos que recebeu uma Estrela da Calçada da Fama de Hollywood em 30 de setembro de 1988. Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar numa pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos. Em 2008, John foi considerado pela revista norte americana Rolling Stone o 5º melhor cantor de todos os tempos e o 55º melhor guitarrista de sempre, pela mesma revista.


Segundo apurámos e para comemorar o seu 74º aniversário, os oito álbuns de estúdio, duas compilações essenciais, e o aclamado “John Lennon Signature Box” farão a sua estreia em formato áudio digital de alta definição. Recentemente, todos os títulos foram remasterizados digitalmente em áudio digital de alta resolução, pela primeira vez a partir de mixagens originais de John Lennon.

Carlos Santos e João Romão

Les Fleurs de Pavot ‎– Les Fleurs de Pavot (LP 1968).




Les Fleurs De Pavot ‎– Les Fleurs de Pavot (gravado originalmente em LP, Mercury ‎– 125.603 MDL, 1968).

Trata-se de um excelente álbum pop psych francês. Esta banda passou algum tempo em Hashbury (cidade relacionada com o movimento Hippie). Este álbum dos Les Fleurs De Pavot, foi originalmente lançado em 1968, e é considerado como o primeiro registo hippie/psicadélico de França. Foi produzido por uma equipa genial constituída por Jean Claude Vannier e Bernard Estardy (organista de Nino Ferrer / engenheiro de som) e é uma mistura explosiva de pop psicadélico e música yé yé com o apoio de técnicas e efeitos de estúdio. São originalmente 12 faixas fantásticas cheias de guitarras fuzz, vozes Groovy e um órgão excepcional, além dos arranjos brilhantes e letras que fazem referência às drogas, numa atmosfera altamente alucinante.

Les Fleurs de Pavot foi um grupo de pop psicadélico francês, de Pas de Calais e era composto por ex-membros dos Bourgeois de Calais e dos Yeomen. 
Na realidade, Les Fleurs de Pavot estavam longe de serem hippies. De facto, antes tinham participado numa outra banda de rock/twist chamada Les Bourgeois de Calais, posteriormente transformada numa banda hippie pelo seu empresário JP Rawson. 
Rawson decidiu transformá-los em “monstros hippie” porque achava que era o melhor caminho nessa época. 
Considerado como o primeiro grupo psicadélico francês, eles reuniram-se sob o nome de "Les Fleurs de Pavot (Poppy Flowers) para gravarem em finais de 1967, um álbum para a editora Mercúrio, lançado em 1968.
Em fevereiro de 1968, eles apresentaram-se com Johnny Hallyday e Herbert Leonard, numa participação englobada no quadro dos Jogos Olímpicos de Inverno de Grenoble.


Formação:

- Pat "Jeff" Parker, baixo e arranjos
- Jean-Pierre Castelain, guitarra solo
- Joël Parmentier, bateria
- Jack Haslehurt, órgão e arranjos

Faixas/Tracklist:

A1 Super Girl (Sébastien Poitrenaud, Tuli Kupferberg) 2:02
A2 La Caresse Du Fleuve (cantor: Ann-Leslyne, Boris Viard, Sébastien Poitrenaud) 3:54
A3 Psycha Bourrée (Jack Haslehurst, Pat Parker) 2:16
A4 Le Marchand D'amitién (Jack Haslehurst, Pat Parker) 2:29
A5 La Force Fait L'union (Jack Haslehurst, Pat Parker) 1:55
A6 À Dégager (Jean-Claude Vannier, Sébastien Poitrenaud) 2:50
B1 Dites Le Avec Des Fleurs De Pavot (Jean-Claude Vannier, Sébastien Poitrenaud) 2:00
B2 Pourquoi L'amour À Deux (Jack Haslehurst, Pat Parker) 2:55
B3 Les Petits Cochons L'Ont Mangé (Jean-Claude Vannier, Sébastien Poitrenaud) 3:35
B4 Hippies Nous Voilà ( Jack Haslehurst, Pat Parker, Sébastien Poitrenaud) 2:31
B5 La Puissance Des Ténèbres (Jean-Claude Vannier, Sébastien Poitrenaud) 2:20
B6 Le Râteau De La Méduse (Jack Haslehurst, Pat Parker) 6:58
Bonus:
Dans Ma Garconniere (Jack Haslehurst, Pat Parker) 2:08

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Jean Claude Menier, a quem agradecemos.

Beatlemania Portuguesa , V/A (Compilação, 1964-1973)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014



Beatlemania Portuguesa, V/A (Compilação, 1964-1973).

Com esta compilação particular onde se encontram algumas versões consideradas raras, pretendemos homenagear todos os grupos e artistas portugueses que, cada um de sua maneira e no seu estilo peculiar, tiveram a coragem de se aventurar na senda e no espírito da Beatlemania. 

Os Demónios Negros

"Beatlemania" é um termo criado inicialmente e originalmente para descrever o intenso frenesim dos fãs dos Beatles, demonstrado principalmente pela juventude adolescente, nos locais em que a banda se apresentava durante os seus anos iniciais de sucesso. O termo adquiriu um significado mais amplo, referindo-se ao forte interesse mundial pela banda. Acabou por se tratar de um movimento que cresceu na década de 60 com o advento da banda. Naquela época os figurinos e os cabelos usados pelos quatro rapazes de Liverpool eram novidade e constantemente copiados pela juventude. O estilo de música tornou-se viral, numa mania, porque ia na “contra-mão” das composições rebuscadas da época. A simplicidade era uma forma de linguagem e demonstração de rebeldia ao estilo da época. 
A história dos Beatles é sobejamente conhecida por todos. Mas o grupo nunca tocou em Portugal. Isso deveu-se basicamente ao ambiente político e social que se vivia na altura. O estilo musical dos Beatles, a sua postura e o comportamento demonstrado em filmes, entrevistas e na comunicação social em geral, sugeriam alguma rebeldia, irreverência, contestação e contracultura que não viam com bons olhos ou não agradavam ao poder político instalado em Portugal nessa altura. 

Os Sheiks

Como refere Luís Pinheiro de Almeida no seu livro “Beatles em Portugal”…”Assustada a rádio pouco ousava na sua divulgação. Apenas a elite universitária tinha acesso à mensagem e os jovens músicos nacionais, deslumbrados, inventavam todos os processos para assimilar o repertório. Apesar das dificuldades, há exemplos, à época, dessas tentativas de transformar as canções de Lennon/McCartney e de George Harrison em assunto nacional…”.

Night Stars (de Moçambique)

Com tudo isso e ainda acrescido dos parcos rendimentos da maioria da população na época e do custo excessivo dos instrumentos e aparelhagens de som, ainda assim houve muitos grupos e artistas que se aventuraram numa viagem pela Beatlemania (à portuguesa), através das suas versões adaptadas. O Duo Ouro Negro, o Conjunto Mistério com Fernando Conde, Os Inflexos (de Moçambique), Os Sheiks (os Beatles portugueses como alguns chamavam), os Álamos, Os Demónios Negros, Os Pop Five Music Inc., Os Night Stars (de Moçambique, com a versão de Renato Barros/Renato e seus Blue Caps) e muitos outros, tanto da chamada “metrópole” como das províncias ultramarinas (colónias), tentaram dentro das suas possibilidades, seguir a onda com as suas versões (covers), tanto vocais como instrumentais. Uns com discos editados e outros que não passaram de shows e apresentações próprias da época.

Os Diamantes Negros

Os Beatles acabaram por influenciar o ambiente musical em Portugal, especialmente as bandas da sua época, como já referimos. Foi o caso de um grupo português chamado Jotta Herre, (que animavam as noites do "Hotel Penina", no Algarve) tiveram o nome formado pelas iniciais de dois dos seus membros e foi fundado em 1963/64 no Porto. Tiveram o privilégio de em dezembro de 1968, estar em contacto com o músico Paul McCartney que passava férias no Algarve, quando numa noite de convívio, no bar do Hotel Penina, se juntou à banda que ali tocava (os Jotta Herre), e com a espontaneidade que o caracterizava compôs uma música que intitulou “Penina” e que acabou por oferecer aos músicos da banda portuguesa.
Os Jotta Herre gravaram o EP “Penina”, lançado em 1969. A mesma música viria a ser gravada posteriormente por Carlos Mendes. 


Que nós tenhamos conhecimento, existe uma rara gravação (demo/bootleg) de um ensaio dos Beatles, em que o tema Penina é abordado nesse ensaio.
E a “Beatlemania” não parou, não estagnou no tempo. Ultrapassou fronteiras e os tempos até hoje, recheada de iniciativas e acontecimentos. É exemplo disso, a canção lançada por Luís Arriaga já em 1981, em homenagem a John Lennon, com o nome “So Long My Friend” e muitas outras iniciativas e eventos de cantores e grupos em Portugal que até hoje têm prestado tributo e homenageado os Beatles, através das suas músicas e versões.
Grupos de “covers”/revivalistas como é exemplo Vicky E os Seus Blue Jeans, mantêm até hoje nos seus repertórios versões dos temas dos Beatles nas suas apresentações e shows.

Os Inflexos (de Moçambique)

Simultaneamente, especialistas portugueses e do resto do mundo continuam a dedicar aos Fab Four as suas obras em livro, as suas teses, ensaios ou opiniões.
Como curiosidade, “a primeira entrevista dos Beatles a um jornalista português aconteceu na Suécia, em agosto de 1964, entre os Fab Four e o correspondente do Diário de Lisboa em Estocolmo. 
Na conferência de imprensa na capital sueca, César Faustino perguntou aos Beatles qual seria o seu preço para atuarem em Portugal. 
Mais tarde, num "encontro confidencial", "Mr. Taylor, chefe da comitiva e braço direito de Brian Epstein" deu a resposta ao Diário de Lisboa: "Duas mil libras (160 contos) por espectáculo e pagamento de todas as despesas de viagens e estadia. 
Na altura, os Beatles admitiram poder vir a actuar em Portugal, "mas nunca antes de janeiro ou fevereiro de 65". O concerto nunca chegou a acontecer. 
O repórter perguntava ainda se era verdade que os Beatles haviam passado por Lisboa, a caminho das Caraíbas, o que os britânicos confirmaram. Na altura, Paul McCartney ter-se-á registado no hotel como Manning e Ringo Starr como Stone. 

Os Álamos

Para Luís Pinheiro de Almeida, a Beatlemania nunca foi uma realidade por cá. Como poderia, de resto? “Não foi um fenómeno global. Era limitado à juventude estudante, que ainda assim tinha algum poder de compra. Só ela tinha acesso à música e à informação que vinha de fora.” A influência fazia sentir-se de outra forma. Na cultura anglo-saxónica que começou a ganhar espaço à francesa. Na juventude que começou a calçar botas à Beatle e vestir à Beatle, principalmente “as bandas ié ié”, aponta Luís Pinheiro de Almeida. Carlos Mendes seria um bom exemplo: passou aqueles anos obcecado com John Lennon, vestindo como ele, andando como ele, cantando como ele. “O mundo era mais lento”, como diz David Ferreira, e Portugal um país fechado. Mas a amplificação da revolução aberta pelos Beatles chegou.
Alguém disse um dia que os Beatles foram causa e efeito do seu tempo. Foram respondendo ao que despoletavam no mundo e foram também alterando esse mesmo mundo. Sem programa definido. O efeito fez-se sentir mundo fora. Portugal, naturalmente, não escapou.
Estamos certos que muito mais haveria a dizer sobre o contexto e o conceito da Beatlemania em Portugal, os seus contornos, as suas vertentes, o seu impacto musical e os reflexos socioculturais.
Com esta compilação particular onde se encontram algumas versões consideradas raras, pretendemos homenagear todos os grupos e artistas portugueses que, cada um de sua maneira e no seu estilo peculiar, tiveram a coragem de se aventurar na senda e no espírito da Beatlemania. 

Conjunto Renato Silva (de Moçambique)

Faixas/Tracklist:

01 - Os Cinco Bambinos - Eu Chamo Por Ti (I call your name) (66)
02 - Os Demónios Negros - Boys (65)*
03 - Night Stars - Eu Sei (I'll Be back) (66)
04 - Conjunto Mistério e Fernando Concha - Sem Ti Não Sei Viver (I’ll get you) (64)
05 - Duo Ouro Negro - Agora Vou Ser Feliz (I want to hold your hand) (64)
06 - Os Demónios Negros - No Replay (66)*
07 - Os Inflexos - Yesterday (Bootleg, 1967)*
08 - Os Álamos - Night Before (66)*
09 - Os Demónios Negros - Slow Down (66)*
10 - Duo Arco Negro - Ob-La-Di, Ob-La-Da (69)*
11 - Guitarras de Fogo - Seguirei o Sol (I'll follow the sun) (66)
12 - Os Álamos - Taste of Honey (66)
13 - Os Dardos - Yesterday (Bootleg, 64-65)*
14 - Os Diamantes Negros - Quero-te Sempre a Meu Lado (I don't want to spoil the party) (66)
15 - Jotta Herre - Penina (69)
16 - Conjunto Académico Os Espaciais - When I'm 64 (68)
17 - Conjunto Renato Silva - Day Tripper (Bootleg, 1966)*
18 - Os Demónios Negros – Hoje (66)
19 - Os Inflexos - Ob-La-Di Ob-La-Da (Verdes Anos -1969)*
20 - Sheiks - Michelle (66)
21 - Carlos do Carmo - Something (73)
22 - Sousa Pinto E Seu Conjunto - Here, There And Every Where (66)
23 - Os Álamos - Baby It's You (66)*
24 - Edmundo Falé - Estou Tão Só (Yesterday) (66)*
25 - Pop Five Music Incorporated - Blackbird (69)
26 - Conjunto Universitário Hi-Fi - I Call Your Name (67)
27 - Pop Five Music Inc. - Ob-La-Di Ob-La-Da (69)
28 - Valério Silva E Os Dinâmicos - Yesterday (66)
29 - Pop Five Music Inc. - Birthday (69)

* Nota: 
As faixas 2, 6, 8, 9, 10, 19, 23, 24 e 28, foram masterizadas por Carlos Santos.
Faixa nº 7 – Bootleg – tema gravado ao vivo no Rádio Clube de Moçambique (R.C.M.), retirado de fita magnética e nunca editado.
Faixas 13 e 17 – Bootleg – temas nunca editados em disco.
Capa e contracapa da compilação idealizada e produzida por Carlos Santos.

Informação:
"Bootlegs" são gravações de áudio ou vídeo do trabalho de um artista ou banda musical, podendo ser realizadas directamente de um concerto ou de uma transmissão via rádio/televisão. Estes últimos podem eventualmente incluir entrevistas e materiais inéditos, que foram descartados por serem considerados inadequados para um produto comercial, bem como passagens de som, ensaios, etc. 
(in Wikipedia).

Los Cheyenes ‎– Sus Singles y E.P.'s (1965-1967).

terça-feira, 7 de outubro de 2014



Los Cheyenes ‎– Sus Singles y E.P.'s (1965-1967).

Los Cheyenes foi um grupo formado em 1964 por quatro adolescentes de Barcelona, os irmãos Roberto (vocalista e guitarra solo) e Joselín Vercher (baixista, coros), com José María Garcés (guitarra ritmo e coros) e à bateria Ramón Colom (ex-Flaming Stars, o único já com alguma experiência), pioneiros do rock de garagem em Espanha nos anos 60. Sem dúvida influenciados pelos ventos musicais vindos do Reino Unido, o seu repertório era constituído essencialmente pelas suas próprias composições e estava pejado de temas bem ao estilo do pop rock britânico.
O seu primeiro êxito foi ‘Válgame La Macarena’.
O grupo dissolveu-se em 1967.
A biografia desta banda já se encontra inserida neste blogue.


Formação:

Roberto Vercher (Barcelona, 1944): vocalista e guitarra solo.
José María Garcés (Barcelona, 1946): guitarra ritmo.
José Vercher, “Joselín” (Barcelona, 1948): baixo.
Ramón Colón (Barcelona, 1946): bateria.


Faixas/Tracklist:

1 Valgame La Macarena 
2 No Me Esperes 
3 Ven Ahora 
4 Llore Por Ti 
5 Conoces El Final 
6 Y Olvidame 
7 Devuelveme El Corazón 
8 ¿Por Qué Te Fuiste? 
9 Eres Como Un Sueno 
10 Estoy Triste 
11 No Pierdas El Tiempo 
12 Bla, Bla, Bla 
13 He Perdido Este Juego 
14 Tu No Llegaste A Mi 
15 Borrachera 
16 Siguiendo El Sol

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Esther Ofarim - Is It Really Me! [LP 1965)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014



Esther Ofarim ‎– Is It Really Me! (LP Philips ‎– PHS 600-185, 1965).
Arranjos e Produção de Bobby Scott


Esther Ofarim (em hebraico: אסתר עופרים‎, nascida Esther Zaied, Safed, Israel 13 de junho de 1941) é uma cantora israelita, que participou no Festival Eurovisão da Canção, pela Suíça, em 1963, com o tema "T'en va pas" (em português: "Não te vás embora") que se realizou em Londres em 23 de março desse ano. Terminou a competição em segundo lugar, tendo recebido um total de 40 pontos. 


Faixas/Tracklist:

A1 Earthquake 
A2 Somewhere 
A3 Old Devil Moon 
A4 Is It Really Me 
A5 Here I'll Stay 
A6 Night And Day 
B1 Speak Low 
B2 Somebody, Somewhere 
B3 To The Ends Of The Earth 
B4 I Have Dreamed 
B5 A Taste Of Honey 
B6 By Myself 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Leo Anderson, a quem agradecemos.

Fats Domino ‎– Lets Play Fats Domino (LP 1959).

domingo, 5 de outubro de 2014



Fats Domino ‎– Lets Play Fats Domino (LP Imperial ‎– LP. 9065, 1959).


Antoine Dominique “Fats” Domino nasceu em 26.02.28, na cidade de New Orleans (Louisiana – EUA).
Foi o mais bem sucedido cantor Afro-Americano dos anos 50, e muitos críticos especialistas afirmam que o rock 'n roll nasceu em 1950 com o seu primeiro grande sucesso, “Fat Man”.
Cantor, compositor e pianista, iniciou a sua carreira em 1949 interpretando R’n’B, passando a ser um frequentador assíduo das paradas de sucesso daquele estilo. Porém, só veio a ser reconhecido pelo público branco a partir de 1955 com “Ain’t That a Shame” e, em seguida, com “Blueberry Hill” de 1956, que ocuparam posições de destaque na “Billboard”.
Esteve em evidência no mundo do rock ‘n roll somente até 1962, tendo uma queda drástica nas paradas de sucesso também como resultado da Invasão Britânica. A partir daí optou por voltar às suas origens de jazz e blues, tornando-se um artista “cult” nestes géneros, muito requisitado para apresentações “ao vivo”.
O seu estilo “boogie-woogie” de tocar piano influenciou muitos intérpretes de rock. Paul McCartney não nega que compôs “Lady Madonna” inspirado no toque de piano de Fats Domino.
A partir dos anos 80, Domino, já em confortável situação financeira, decidiu não sair mais de New Orleans, alegando não encontrar “a comida que gosta em nenhum outro lugar”, recusando, inclusive, apresentar-se no “Rock n’ Roll Hall of Fame “ e até na Casa Branca.
Lançou o seu último álbum em 2006, “Alive 'n Kickin’”, em benefício da Tiptina Foundation, fundação que apoia a herança musical de New Orleans, principalmente após o Furacão Katrina que arrasou a cidade em agosto de 2005. 

Adaptado de um texto de Cass.


Faixas/Tracklist:

A1 You Left Me 2:02
A2 Ain't It Good 2:38
A3 Howdy Podner 2:09
A4 Stack And Billy 2:00
A5 Would You 1:58
A6 Margie 2:15
B1 Hands Across The Table 1:57
B2 When The Saints Go Marching In 2:23
B3 Ida Jane 2:14
B4 Lil' Liza Jane 1:51
B5 I'm Gonna Be A Wheel Someday 2:02
B6 I Want To Walk You Home

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo John Troy, a quem agradecemos.