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Carlos Portugal (LP 1969)

sábado, 19 de fevereiro de 2011



Carlos Portugal - LP Alvorada / Rádio Triunfo - S 50-58 (1969)

Faixas:
1. Portugal Também Se Dança
2. Mensagem de Lisboa
3. A Rima do Lavrador
4. Canção à Póvoa
5. Lei de Rei
6. Passam Moças
7. O Visconde d'Aire
8. Mandei Dizer-te
9. Ó Jardineiro
10. Na Estrada P'rá Cidade
11. Canção de Ramiro
12. Minha Infância

Carlos Portugal: voz, guitarra
Pedro Osório: arranjos, direcção de orquestra
Sílvio Pleno: arranjos e direcção de orquestra

Depois de alguns EP's e de um curioso e prometedor 1º LP em 1968 - facto invulgar para a época - o músico viseense Carlos Portugal bisa no ano seguinte com este segundo e último LP. A sua obra não termina aqui, no entanto, continuando até inícios dos anos 70 em trabalhos que ora se aproximam dos cantautores ora do pop rock. Carlos Portugal é, sem dúvida, um nome a redescobrir.

In Nas Terras do Fim do Mundo
LP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos.

Joe Meek – Portrait Of a Genius (In Search Of a New Sound, 1964 / 1966)




Joe Meek – Portrait Of a Genius (CD 4 - In Search Of a New Sound, 1964-66).

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Joe Meek – Portrait Of a Genius (Telstar and Beyond, 1962-63).



 
Joe Meek – Portrait of a Genius (CD 3 - Telstar and Beyond, 1962-63).

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Simone & Marco Paulo - Tu Só Tu (EP 1967)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011



AQUI:

Simone e Marco Paulo - Tu Só Tu (EP Decca PEP 1211 - 1967)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalizado e masterizado (capas e áudio) por Carlos Santos.

Conjunto Oliveira Muge - 1º EP (1965)




Conjunto Oliveira Muge - And The Heavens Cry (7" 1º EP, Importadora, 1965).

Grupo de Moçambique (60's) inicialmente constituído pelos irmãos António (já falecido) e José Muge (ambos de Ovar), pelos irmãos Alexandre e José Violante (de Cinfães do Douro) e por António Policarpo Costa (já falecido).
No início da década de sessenta José Muge e António Policarpo formam o primeiro alinhamento dos “Oliveira Muge” ainda em Portugal, nos arredores de Ovar, onde dão muitos espectáculos ao vivo. 
Pouco depois, em 1962, partem para Moçambique onde em Vila Pery constituem a formação definitiva do grupo, onde iniciaram a sua carreira de sucesso.


Membros: José Muge (piano), António Policarpo (vocalista e viola-solo), José Violante (viola baixo) e António Muge (bateria).


Faixas/Tracks:

A1 - And The Heavens Cry
A2 - Twist Bocage
B1 - Et Pourtant
B2 - Sabato Sera

Capa e contracapa parcial (autografada) gentilmente cedidas por António Policarpo.
EP ripado, digitalizado e masterizado do vinil, por Carlos Santos.

Axis - Osanna (Single 1972)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


AQUI:   OU   ALI:

Axis - Osanna (Single Movieplay/Barclay-Riviera SP 110, 1972). Disco considerado raro.
(Rare Single From Greek Psych Band) - Edição moçambicana da LM discos/Lourenço Marques- 1972.

Grupo grego formado em 1970 e dissolvido em 1973.
O grupo Axis formou-se com a união de alguns músicos de vários grupos do final dos anos 60, entre eles os Juniors e We Five. Tal como os Aphrodite's Child, eles estiveram sediados em Paris por algum tempo. No início, os Axis tocavam tipicamente um rock progressivo e pesado, com evidência para o excepcional órgão e para as guitarras eléctricas.

Group Formed in 1970. Disbanded in 1973 . 
Axis united musicians from late sixties groups, among them Juniors and We Five. Like Aphrodite's Child they were based in Paris for some time. In the beginning, Axis played archetypical heavy progressive rock with great organ and electric guitars.

Formação / Members:
DEMIS VISVIKIS: Harpsichord , Piano, Órgão e vocalista.
GEORGE CHATZIATHANASSIOU: Bateria, percussão, voz.
ALECOS CARACANDAS: Viola solo, guitarra acústica, voz.
DEMETRIS KATAKUZINOS: Guitarra acústica, baixo e vocalista.

Single gentilmente cedido por Manuela Romão.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos.

Michel Polnareff - Love Me Please Love Me (EP 1966)



AQUI:

Michel Polnareff - Love Me Please Love Me (EP AZ 1053 - 1966).

Michel Polnareff é um autor, compositor e intérprete francês nascido a 3 de Julho de 1944 em Nérac, França. Várias composições suas fizeram muito sucesso durante os anos 60 e anos 70.
Michel Polnareff é uma das figuras mais "inconvencionais" da cena musical francesa. Tem a reputação de um estilo de vida selvagem e não-conformista, mas também fez o seu próprio nome na cena artística com as suas melodias lendárias.
Michel aprendeu a tocar piano com 5 anos de idade, e foi um bom estudante na área da música.
A canção “Love Me Please Love Me”, alcançou um grande sucesso nos anos 60.
Em 1965, Polnareff ganhou o Disco/prémio Revue de Paris. Esta vitória, permitiu-lhe gravar um disco na Barclay, mas como parte da contra-cultura recusou esta oportunidade. Foi Lucien Morisse, então director da Europa 1, que o fez assinar com a AZ. O seu primeiro disco, La Poupée Qui Fait Non (1966), foi um sucesso inesperado.
Com o seu novo estilo musical e de imagem atípicos Polnareff, atravessou fronteiras. Durante este período, realizou concertos em Bruxelas por uma semana compartilhando o palco com Jeff Beck, Hensill Luc e O Klan (Mod Freakbeat Psych Garage).
Polnareff também brincou com a sua imagem: óculos escuros, calças de fantasia, e provocações ambíguas. A sua canção "L'amour avec toi" não podia ser tocada antes das 22 horas, porque era considerada “erótica”…
Em 1975, a sua canção "Para hoje à noite Jesus" alcançou a Billboard americana. Criou também a banda sonora do drama Lipstick (1976), estrelado pela modelo americana Margaux Hemingway e sua irmã Mariel.
Mas o seu sucesso nos Estados Unidos era tão grande como na França. Além disso, Polnareff havia deixado para trás alguns colegas músicos e a comunidade musical.
Ele descobriu a paixão por computadores. A tournée, em 1975, levou-o à Bélgica (ele não foi autorizado a regressar a França), onde milhares de fãs franceses foram vê-lo.
O seu exílio forçado não o impediu de compor, e os seus álbuns tiveram sucessos diferentes. Mas foi "Bulles" em 1981 que revelou que a França não o tinha esquecido.
Polnareff fez um regresso surpresa a França em 1989. Sem qualquer promoção, "Goodbye Marylou" invadiu as ondas e tornou-se num hit. Por um ano e meio, Polnareff ficou “trancado” no Royal Monceau, em Paris e, cercado por amigos e álcool, gravando Kama Sutra, com Mike Oldfield acrescentando algumas partes de guitarra.
Este álbum foi lançado em Fevereiro de 1990 e marcou o regresso do verdadeiro Polnareff. No entanto, havia rumores sobre sua saúde, e em 1994 ele decidiu fazer uma cirurgia às cataratas, pois estava quase cego.
Em 1995, regressou aos Estados Unidos para criar o seu famoso álbum Live at the Roxy. Para assinalar esta ocasião, o canal Canal + dedicou uma sessão especial para ele, intitulada "À la Recherche de Polnareff" ("Em Busca da Polnareff"), em que ele apareceu em uniforme militar (donde o seu apelido recente "O Almirante") e foi entrevistado por Michel Denisot. Isto foi seguido por um mini-concerto acústico no meio do deserto da Califórnia. Continua em actividade.

Texto parcialmente retirado de Letras.com.br

EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por João Romão. 

Los Españoles - Kanimambo (EP 1959)




Los Españoles - Kanimambo (EP Polydor 21557 EPH, 1959).

Faixas / Tracks: 
Kanimambo / La Montaña / Marina / Un Telegrama

EP disponibilizado por Carlos Santos.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por João Romão. 

Pussy Cat - L'Intégrale Sixties (1965-!969)





Pussy Cat c’est au sein d’un groupe féminin “Les Petites Souris” que l’on découvre en 1964 l’intrépide Evelyne Courtois avant d’adopter quelques mois plus tard le pseudonyme de Pussy Cat, évocateur du thème générique d’un film popularisé par Tom Jones, “What’s New Pussycat?”. Dans le sillage du Troubadour Gallois, aux côtés de Chuck Berry ou de Noël Deschamps, les tournées s’enchaînent bientôt sans relâche, révélant au fil des prestations le tempérament de la jeune chanteuse, s’accompagnant d’un tambourin, qui dispense avec énergie un répertoire imprégné de rhythm ‘n’ blues. Sous la houlette du talentueux Gérard Hugé (ex-batteur des Pingouins) l’incursion discographique de Pussy Cat déclinée en six opus (augmentée ici de 4 inédits) sous le label RCA, se révèle particuliérement attrayante et convainquante avec quelques plages savoureuses et millésimées qui confirme une option récurrente en parfaite adéquation avec sa tessiture vocale. Alternant avec in égal bonheur adaptions (Small Faces, Swinging Blue Jeans, Hollies, Moody Blues, Paul Revere and the Raiders, Zombies…) et originaux, l’équation du succés ne tarit pas les nobles influences de Pussy Cat avec une approche pertinente et réussie de l’incomparable sonorité Tamla Motown, générée par l’écurie du génial Berry Gordon, plutôt bien assimilée par cette ex-Petite Souris grignotant une place enviée dans le hit-parade de notre cœur.

Evelyne’s music career started in 1964 with one of the only French all-girl bands, Les Petites Souris (the Little Mice). The band recorded one EP in 1965 before splitting.

In Last.Fm

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Ronnie Bird - Où Va-t-Elle (4º EP, 1965)



AQUI:

Ronnie Bird - Où Va-t-Elle (4º EP Decca 460.946, 1965).

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Ronnie Bird - Elle M'Attends (3º EP, 1965)



AQUI:

Ronnie Bird - Elle M'Attends
(3º EP Decca EP 460918, 1965).

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.


The Beatles - Single Polydor (1962)



AQUI:

The Beatles - Single Polydor PD 7-8818 (1962).

Faixas/Tracks: My Bonnie  /  The Saints

Tony Sheridan, nome artístico de Anthony Esmond O'Sheridan McGinnity (Norwich, 21 de Maio de 1940) é um guitarrista e compositor britânico. Sheridan abandonou a escola muito cedo, para se dedicar à música. Em 1957/58, ele fez excursões pelo Reino Unido com artistas dos Estados Unidos como Conway Twitty, Gene Vicent e Eddie Cochran. Em finais dos anos 1950, tornou-se pioneiro, ao ser o primeiro artista a tocar com uma guitarra eléctrica num programa ao vivo da TV britânica.
No início dos anos 1960, Tony Sheridan tocou com várias bandas de apoio, de entre as quais os Beatles. Esta convivência foi considerada muito importante na carreira dos quatro rapazes de Liverpool. Em 1961, Tony gravou junto com os Beatles diversos títulos para a gravadora Polydor, que originou o álbum Tony Sheridan and The Beatles. Entre estes sucessos, o famoso "My Bonnie".

Single disponibilizado por Carlos Santos.

Trio Odemira - Nunca Esquecerei (Something Stupid) - (EP 1968)





Trio Odemira - Nunca Esquecerei (Something Stupid) - EP Columbia SLEM 2282 - 1968

Faixas/Tracks: Nunca Esquecerei (Something Stupid) / Solitário / Beija-me Em Sakurambô / Amor na Jamaica.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos. 

Trio Odemira - A Praia (EP 1966)



Trio Odemira - A Praia (EP Columbia SEGJ 51, 1966).
(Acompanhamento da Orq. de Joaquim Luiz Gomes).

Faixas / Tracks:
A Praia / O Meu Amor / As Minhas Mãos Nas Tuas / Quando o Amor Acontece.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos.

Trio Odemira - Menino de Oiro (EP 1961)




Trio Odemira - Menino de Oiro (EP RCA TP - 161, 1961).

Faixas / Tracks: O Beijo Que Tu Me Deste / La Bamba / Menino de Oiro / Alma Llanera

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos.
 

Trio Odemira - Meu Coração É Louco (EP 1967)




Trio Odemira - Meu Coração É Louco (EP SLEM 2277, 1967).

Faixas / Tracks:
Sol Nas Minhas Mãos / Ciao Amor / Meu Coração É Louco / És a Minha Canção.

Biografia do Trio Odemira já inserida neste blogue.

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado, digitalizado e masterizado do vinil (capas e áudio) por Carlos Santos. 

Billie Davis - Singles, rarities and unreleased (1963-1966)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011




Billie Davis - Watcha Gonna Do? (Singles,Rarities and Unreleased, 1963-66).

Carol Hedges was a 16-year-old aspiring singer when she was discovered as the result of a talent contest in 1962. Backed up in the competition by Cliff Bennett's support group, the Rebel Rousers, she won the contest and Bennett got her together with producer Joe Meek.

Hedges was recorded by Meek with his resident group, the Tornados, without achieving success. Luckily, a neophyte music talent manager named Robert Stigwood had also seen her and liked what he heard, and he ultimately took her away from Meek. He was impressed with Hedges' singing, a white soul sound similar to (though not as powerful as) Beryl Marsden's work, and also with the fact that her two musical inspirations were Billie Holiday and Sammy Davis Jr.. Stigwood renamed her Billie Davis and teamed her with Mike Sarne, another singer he had under contract, and the two scored a novelty hit in 1962 with "Will I What." For her solo debut, he gave her a song that he had heard on a visit to America. "Tell Him" had been recorded by the Exciters, but Davis' cover, released on English Decca, made the Top Ten in England in early 1963 despite the fact that the American original actually topped the U.K. charts at the same time. Davis recorded for both English Decca and Pye Records during the early and mid-'60s without ever duplicating "Tell Him"'s success — the closest she came to another hit was in 1968, with "I Want You to Be My Baby." Some of her work was reissued on compilation CDs, including her cover of Burt Bacharach's "The Last One to Be Loved," which appears on Sequel Records' Trains & Boats & Covers. Billie Davis is fondly remembered in England by her early pop/rock success in the pre-Beatles era.

The split of Billie Davis' 1960s recordings between three different labels seems to have made it impossible to compile a truly definitive retrospective of her work, which would take two CDs if it were to be complete. Should you want everything she recorded between her two separate stints with Decca Records, however, this compilation is exemplary, even if its omission of that Decca material (which included all three of her British chart hits) means that this shouldn't be mistaken for a best-of. All of her 1963-1966 singles for Columbia and Piccadilly (including her duets as half of Keith & Billie) are on this 28-track anthology, along with five previously unreleased 1963 cuts (two studio outtakes and three live performances). These show Davis to be a singer worthy of attention by serious British Invasion fans, yet not one who was quite good enough to demand re-investigation by less intense specialists. Influenced by both girl group and soul, she had a perky, girlish, vibrato-heavy sound that wasn't far off the standards of, say, Lulu. Yet she was clearly not in the same league as Lulu either vocally or in terms of the quality of the material she recorded. Some of the tracks are dull or hindered with cheaper, more dated early-'60s British pop production than the likes of Dusty Springfield or Lulu ever had to overcome. Still, there are some very good songs here, like the sassy, swaggering "Whatcha Gonna Do" — the one track here you could peg as a should-have-been hit that never was — and its swinging, infectiously catchy girl group-ish B-side, "Everybody Knows." Other singles (like 1966's "Just Walk in My Shoes"/"Ev'ry Day") showed her gravitating toward credible blue-eyed soul, and "The Last One to Be Loved" is a good and sumptuously orchestrated cover of a Bacharach/David song that's highly reminiscent of Dionne Warwick's mid-'60s recordings — no real surprise, since Warwick herself recorded it too. The duets with Keith Powell (billed to Keith and Billie), however, were tame soul-pop tunes that undermined her strengths. The liner notes give a good account of Davis' career during this hitless period, and if you pick this up in conjunction with the compilation Tell Him: The Decca Years, you'll have everything you need to hear by the singer.


by Richie Unterberger (in Old Melodies)

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre

Bruce Johnston - Surfin' 'Round The World / Going Public (1963)



AQUI:    ou    ALI:

 Bruce Johnston - Surfin' 'Round The World / Going Public (1963) - Includes alternate versions of some songs from the original LP

Originally released on Columbia (LP CS 8857) in 1963.

Bruce Johnston was a member of the early 1960s pop/rock/surf duo Bruce and Terry (Terry being Doris Day's son Terry Melcher) and an on-and-off member of the Beach Boys. But back in 1963, he decided to strike while the iron was hot and recorded this strange surf-inspired "cash-in" album. (His timing was good--a year or so later, the first British Invasion would, sadly, bury surf music.) SURFIN' is mostly instrumental, featuring some cool surf-y guitar, drenched in reverb, and, unusual for the genre, interesting horn and keyboard parts.
The tracks with vocals are truly hilarious. The song "Hot Pastrami, Mashed Potatoes, Come On To Rincon--Yeah!!!" (it's not only the title; it's virtually all the lyrics, too!) features call-and-response vocals that make The Carpenters sound like Ray Charles and The Raylettes. The lyrics generally concern surfing and the search for the Perfect Wave, and they sound like they were written in 20 minutes. With this album, hard-core surf-music collectors will think they've died and gone to Wakiki.
1963's Surfin' Around The World is a mixture of vocal and instrumental tracks recorded with his band The Surf Stompers, while Going Public from 1977 focuses on his songwriting abilities including his own version 'I Write The Songs', which was turned into a massive hit by Barry Manilow.

Personnel:

Bruce Johnston (piano, electric piano, background vocals); Bruce Johnston; Michael Anthony , Michael Anthony (acoustic guitar); Igor Horoshevsky, Igor Horoshevsky (cello); Kathy Dragon, Kathy Dragon (flute); Joe Chemay (bass guitar, background vocals); California Boys Choir (background vocals); Chad Stuart (acoustic guitar, background vocals); Ed Carter (acoustic guitar); Richie Zito, Caleb Quaye (electric guitar); Jon Joyce (cello, background vocals); John Hobbs (piano, electric piano); Gary Mallaber (drums); Cindy Bullens, Jim Haas, Brent Nelson, Diana Lee, Gary Puckett, Curt Becher (background vocals).

John Tobler.

Album gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Os Incríveis - Antologia (Jovem Guarda Brasil 60's)




Os Incríveis - Antologia (Jovem Guarda Brasil 60's).

Esta é uma compilação particular que reúne alguns dos maiores sucessos desta extraordinária banda da Jovem Guarda brasileira.

Os Incríveis foi uma banda brasileira de pop/rock dos anos 60 e 70, formada em São Paulo por Domingos Orlando, ou "Mingo" (voz e guitarra), Waldemar Mozema, "Risonho" (guitarra), Antonio Rosas Seixas, "Manito" (teclados, vocal e sax), Luiz Franco Thomaz, "Netinho" (bateria), Demerval Teixeira Rodrigues, "Neno" (baixo), substituído em 1965 por Lívio Benvenuti Júnior, "Nenê".
Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, nos seus shows, tocava principalmente twist, estilo em moda no início da década de 60. O sucesso veio durante o período da Jovem Guarda, com a mudança de nome e canções populares como "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones", "O Milionário" e "Eu Te Amo, Meu Brasil".
Ao longo dos anos 70, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do rock brasileiro. Netinho montou Casa das Máquinas e Manito juntamente com Pedro Baldanza e Pedro Pereira da Silva Formaram o famoso grupo Progressivo Som Nosso de Cada Dia.
Recentemente, o grupo voltou a reunir-se em algumas ocasiões. A banda Engenheiros do Hawaii regravou uma das suas músicas de sucesso.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Faixas/Track List:


01- Cavalgada
02 - Pipeline (Oleoduto)
03 – Geronimo
04 - Knock On Wood
05 - Amor Perdido
06 - Estrada do Sol
07 - Tema Para Jovens Enamorados
08 - Piangi Con Me
09 - Ritmo da Chuva
10 - O Milionário
11 - Anel de Diamante
12 - Não Há Você
13 – Apache
14 - Hold Tight
15 - Czardas
16 - O Vagabundo (Giramondo)
17 - I Got You (I Feel Good)
18 - Honky Tonky Song
19 - Na Cidade (down town)
20 - The Girl Like You
21 - Tic Tic Tic
22 - Flamengo
23 - El Relicário
24 - Dó Ré Mi

Compilação particular disponibilizada por João Romão.
Adaptação das capas e grafismos, por Carlos Santos.

Jorge Costa Pinto & The SABC Light Orchestra (S.A.) (LP 1970)



Jorge Costa Pinto, músico, editor e arranjador, nasceu em Campo de Ourique, Lisboa. O seu pai era músico profissional tendo sido o primeiro pianista a tocar em Portugal standards de Jazz com uma grande orquestra.Mas Jorge preferia a bateria.
Músico: Quando tinha 12 ou 13 anos foi baterista da Orquestra Baía. Depois entrou para a famosa Orquestra Bolero.
Trabalhou no cabaret Arcádia e depois passou para o Negresco, onde tocava bateria, piano e acordeão. Foi aí que conheceu Amália Rodrigues em 1953. Com 26 anos foi convidado a integrar a orquestra do Ray Martino, que fez furor no final dos anos 50. Nos anos 60 efectuou trabalhos para Simone de Oliveira, Madalena Iglésias, António Calvário e para o tenor José António. Em 1965 frequentou o Colégio de Música de Berklee, em Boston, onde tirou o curso de orquestração, direcção de orquestra e [Harmonia (música)|[harmonia]] modal. Depois estudou percussão com Alan Dawson. Foi aluno dos professores Fernando Lopes Graça (composição e arranjos), Maria Victória Quintas e Francine Benoit. Também estudou música contemporânea com Jorge Peixinho e Louis Saguer. Em Londres fez cursos de captação de som, corte de acetatos, galvanoplastia e prensagem.
Editor e arranjador:
Fundou a editora Tecla em 1967. Os primeiros disco foram de João Maria Tudela e Florbela Queiroz. Depois editaram vários discos de Madalena Iglésias, numa altura em que trabalhava como arranjador para outras editoras. Fez os arranjos da canção “Por Morrer uma Andorinha” de Carlos do Carmo ainda na editora Philipps. Depois ele veio para a Tecla e gravaram canções como “Gaivota”, “Canoas do Tejo” e “Pedra Filosofal”. No cinema fez a banda sonora dos filmes “Portugal Desconhecido”, de Raúl Faria, “Campista em Apuros” de Herlander Peyroteo e “Sarilho de Fraldas” de Constantino Esteves. A editora Tecla fechou após o 25 de Abril.
Foi convidado por João Soares Louro, para trabalhar na RTP como assessor do Departamento de Programas Musicais e Recreativos na direcção de Carlos Cruz e Maria Elisa. Criou a editora Jorsom onde edita trabalhos próprios, música clássica portuguesa, etc. Aos 70 anos continua a dirigir a sua orquestra de Jazz.
Neste album Jorge Costa Pinto dirige a formidável SABC Light Orchestra, da África do Sul. Edição de 1970/TECLA.

Fonte: Wikipedia.

LP ripado e masterizado do vinil. Ripped from vinyl by Carlos Santos.
Many thanks to John Lyle, my dear South African friend.

Glenda - Snake Dancer - South African OST (1976)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011



Glenda - Snake Dancer - Various (South African OST 1976)


First regular release of the Soundtrack album to the censored South African cult movie "Snake Dancer (aka Glenda)" from 1976. Music composed and arranged by Zane Cronje and Charles Segal, performed by various bands and singers. A variety of disco funk, psych rock, blue-eyed soul, odd afro drumming and easy bossa jazz make this 14-track selection a resurrected winner. Rare boilerplate find including a wide spectrum of excellent tunes, produced as a product of Western decadence during the repressive times of Apartheid. Comes with unique cover art and extensive liner notes, remastered 2009, including club tracks "The Hustler", "Get It Up With Music" and "Show Me What You Are"... There are many surprisingly different sides to the soundtrack. Most of the arrangements capture the harsh glare and heat of erotic live club performances, evoking a liberated but "vulgar" atmosphere, that probably many young South Africans were longing for during the 1970s. The funk and disco inspired tracks still have the ability to rock clubs around the world today, thanks to the extraordinary ideas and studio skills of producer Zane Cronje.


Album gentilmente cedido por Luís Futre.



Duo Arco Negro (2º EP - 1970)







Duo Arco Negro - Recordação (2º EP Ofir/Président PRC 662, 1970).

Faixas / Tracks:
1 - Duo Arco Negro - Recordação
2 - Duo Arco Negro - Canção dos Pobres
3 - Duo Arco Negro - O Amor Brilhará
4 - Duo Arco Negro - Mulher Infiel

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Duo Arco Negro (1º EP 1969)




Duo Arco Negro (1º EP Président/Ofir PRC 633 - 1969)

Pouco se sabe acerca deste Duo. Do que se conseguiu apurar é que gravaram 2 únicos EPs entre 1969 e 1970, pela OFIR/Président. São EPs considerados raros, muito procurados e praticamente desconhecidos. Não há certeza que ainda tenham gravado um single com 2 temas retirados destes 2 EPs (a confirmar).

Não temos informação adicional sobre a sua constituição (membros).

Dado que se tratam de temas retirados do vinil, o som poderá não estar nas melhores condições, mas a raridade compensa.


Faixas / Tracks:
01 - Duo Arco Negro - Foi Numa Praia
02 - Duo Arco Negro - Uma Garota e Uma Boleia
03 - Duo Arco Negro - Madalena
04 - Duo Arco Negro - Ob-La-Di, Ob-La-Da


EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.