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Sylvie Vartan - Moi Je Pense Encore à Toi (EP 1963)

sábado, 12 de novembro de 2011



Sylvie Vartan - Moi Je Pense Encore À Toi (EP RCA Victor 86.602, 1963).

Faixas/Tracks:
Moi Je Pense Encore à Toi / Dansons / M'amuser / Tous Mes Copains

A biografia desta cantora francesa já se encontra incluída neste blog.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Sindicato - Smile (Single 1971)





Sindicato – Smile (Single Polydor/Philips 2063 004, 1971). 

Os Sindicato foram criados na recta final da década de 1960. Este projecto foi praticamente um «who’s who» do rock nacional de então. Pelas suas fileiras passaram Ricardo Levy e Júlio Gomes (guitarras), Edmundo Falé (voz, ex-Ekos e Conjunto Mistério), João Maló (ex-Chinchilas e guitarrista de estúdio, pai do compositor Nuno Maló), Eduardo Oliveira (também conhecido como Necas, e que participaria nas gravações do 1º LP do Quarteto 1111, sendo mais tarde um dos membros dos NZZN), Vítor Mamede (bateria, ex-Chinchilas e futuro membro dos Status, Quarteto 1111 e Green Windows), Rui Cardoso (saxofone, ligado ao jazz desde os finais dos anos 50 e autor de bandas-sonoras de vários filmes portugueses) e Rão Kyao (que tinha já integrado o Bossa Jazz 3, partindo já depois do 25 de Abril para uma reconhecida carreira a solo), além de dois outros músicos na secção de sopros, Luís Pereira (trompete) e Cirilo Coutinho (trombone), este último já falecido, assim como Jorge Palma que foi teclista e cantor dos Sindicato, banda rock com ambições a ser uma espécie de Blood Sweat & Tears portugueses, para o que muito contribuiu a inclusão de uma secção de metais da qual fazia parte Rão Kyao. O facto dos Sindicato terem de coordenar uma série tão diferente de sonoridades inspirará Palma a trabalhar como arranjador, carreira que o ajudará a sobreviver durante parte da década de setenta, ao regressar, depois do 25 de Abril, de uma estadia de um ano na Dinamarca para evitar a chamada à guerra colonial.
Numa época em que primeiro os Blood, Sweat And Tears e depois os Chicago surgiam com um rock marcado pelas sonoridades do jazz, os Sindicato tentavam também, tal como o projecto O Controle, mostrar que em Portugal havia um caminho a trilhar nessa área. No que toca a edições discográficas, deixariam apenas os seus talentos no single «Smile», de 1971, e em dois temas da colectânea de Paulo de Carvalho publicada no mesmo ano pela Phonogram, editora hoje representada pela Universal e com a qual o grupo tinha contrato.

Jorge Palma e Os Sindicato

No primeiro destes discos, apresentavam, no lado A, a composição original homónima, com uma progressão musical algo devedora do free-jazz, e, no lado B, uma leitura muito particular para «Blue Suede Shoes», de Carl Perkins. A produção ficou a cargo de Luís Villas-Boas, patrono do jazz português, que na altura colaborava com a editora. 
 Os Sindicato foram encarregues de fazer versões instrumentais precisamente para «Flor Sem Tempo» e para «Walk On the Grass», um dos dois temas que o espanhol Manolo Díaz entregou à «Voz» nacional. 
No Verão de 1971, os Sindicato participaram no Festival de Vilar de Mouros, actuando no fim-de-semana dedicado à «música moderna para a juventude», a 7 e 8 de Agosto. Com Edmundo Falé como vocalista, o grupo apresentou a sua música a um público que não entendia as deambulações jazzísticas e elaboradas dos músicos, mas que depois não regataria aplausos ao concerto da Manfred Mann’s Earth Band (que ainda estava a seis meses da edição do seu álbum de estreia). 
Em 1972, a banda terminou a sua carreira.

Fonte: Texto parcialmente retirado de BLITZ (de autoria de João Carlos Callixto). 

Faixas / Tracks: 

01 – Smile 
02 - SindiBLUES SWEDE Cato's SHOES 

Bonus: 

03 - Walk On The Grass  (versão instrumental) 
04 - Flor Sem Tempo (versão instrumental)

Faixas gentilmente cedidas por Luís Futre.
Capa frontal cedida por João Romão.
Capa traseira (contracapa) amavelmente cedida por António Portela, a quem muito agradecemos.
Ripado do vinil. Masterização dos temas por Carlos Santos.

Nas Telinhas e nas Telonas: Barbara Marques participa do Paratodos da TV Brasil

Foto: Marcos Muzi

Nas Telinhas e nas Telonas: Barbara Marques participa do Paratodos da TV Brasil, e compõe trilha sonora para cinema

Na próxima semana, a cantora e compositora Barbara Marques, estará representada no Festival MIX em São Paulo/Brasil pela canção "Do Que Poderia Ser", cuja música foi composta por ela especialmente para o filme “Parede Branca do que Poderia Ser”, de Pedro Paulo de Andrade. A letra foi escrita pelo próprio diretor Pedro Paulo e quem deu voz à música original foi a artista. Com produção musical de Adriano Daga e Brendan Duffey, mais arranjos de Norberto Vinhas, a canção é interpretada pelas atrizes durante o filme, que será exibido dias 14 e 17 de novembro, no Cine Sesc e Cine Olido, respectivamente. 

Além do envolvimento no cinema, a cantora faz aparição no programa Paratodos do canal TV Brasil, que vai ao ar no sábado, 19, às 19h30. O episódio "Arte no Metrô" exibe entrevista que aconteceu no show aberto ao público itinerante da Estação Sé, realizado em outubro desse ano. A entrevista será reprisada dia 23 de novembro, às 20hs. 

“Parede Branca do que Poderia Ser” 

1ª exibição – Festival MIX 
No CineSesc 
Dia 14/11, às 16h00 

2ª exibição 
No Cine Olido – Festival MIX 
Dia 17/11, às 19h00 


Paratodos, canal TV Brasil 

“Arte no Metrô”
Dia 19/11, às 19h30 
Dia 23/11, às 20hs 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

The London Jazz Four - Take A New Look At The Beatles

sexta-feira, 11 de novembro de 2011



The London Jazz Four - "Take a New Look at The Beatles" (LP Polydor Records 582-005, 1967). 


The London Jazz Four for Polydor in 1967, here’s an album that somehow transcends the original songs to the extent that many of the tracks that do not sound like Beatles covers at all! And I like Beatles done by jazz players, it always takes new ground… Here’s a write up from allaboutJazz…….
This Brit quartet made the songs of the Fab Four their own, taking a lot of risk in reinterpreting many timeless classics but also approaching lesser-known Lennon-McCartney tunes (sadly, there are no Harrison compositions on the album). The result is a collection of songs that sound almost if they were completely new. For instance, “I Feel Fine” receives a Bach-like harpsichord riff that repeats itself throughout the track, the rest of the instruments basically improvising around the song’s original melody.
John Lennon’s Dylan-esque “Rain gives a lot of space for vibes player Ron Forbes and pianist Mike McNaught alternately to showcase their visions on each song. Gone is the song’s original dark feel, which is replaced by a slow, peaceful one. The early tune “Yes It Is” is barely recognizable, featuring percussion, finger cymbals, and a triangle as backdrop for the piano, which sounds as if McNaught’s fingers had a hard time moving over the keys, giving an otherwise simple song an eerie, almost ghostly feel.
The quartet swings through “Please Please Me” and “Things We Said Today”, but the latter has more of a Latin jazz sound with some Afro undertones. “A Hard Day’s Night” turns out to be one of the best tracks on the lp. The song morphs into a jazz waltz, which is an interesting development. Also pay close attention to the playfulness and simplicity of the musicians’ take on “Yellow Submarine”.


Faixas/Tracks:

01 I Feel Fine 3:10
02 Paperback Writer 3:02
03 Rain 3:34
04 Michelle 2:58
05 Yes It Is 3:55
06 Please Please Me 3:12
07 Things We Said Today 2:51
08 From Me To You 5:23
09 A Hard Day’s Night 3:01
10 Ticket To Ride 4:06
11 Yellow Submarine 2:36 

Membros/Personnel:

Mike McNaught – Piano, Harpsichord
Ron Forbes – Vibes
Brian Moore – Bass
Len Clarke – Drums 

Fonte: Love In Jazz.

The Flames - Ummm,Ummm, Oh Yeah (1965) / Ball Of Flames (1970) - 2 LPs / South Africa





The Flames was a musical group from Durban in South Africa. The band was originally formed in 1963 by guitarist Steve Fataar, bassist Brother Fataar (real name Edries Fataar), drummer George Faber and guitarist Eugene Champion. However this line-up would only be together to record a couple of songs. Ricky Fataar replaced George Faber as the band's drummer around 1964 and Edries Fredericks replaced Eugene Champion as the guitarist. Baby Duval briefly replaced Edries Fredericks in 1967 although it is unclear whether he was involved in any of the recordings that were released. Blondie Chaplin then replaced Baby Duval in 1967. This was to be the line-up from 1967 until their demise as a group in 1970.


Steve Fataar has confirmed that Baby Duval is featured as a performer on the Flames second album "That's Enough", which was released in early 1967.

Discography:

Ummm! Ummm! Oh Yeah!!! (1965)
That's Enough (1967)
Burning Soul! (1967)
Soul Meeting!! (1968)
Soulfire!! (1968)
Ball of Flames (1970)
The Flame (1970)
Burning Soul!/Soulfire (CD 2010)

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.

Programa Eli Corrêa em ritmo de sertanejo com Rick Sollo Cantor mostra seu novo álbum “Pronto Pra Te Amar” no domingo da Rede TV! (Brasil)


Programa Eli Corrêa em ritmo de sertanejo com Rick Sollo 
Cantor mostra seu novo álbum “Pronto Pra Te Amar” no domingo da Rede TV!(Brasil)

O programa Eli Corrêa recebe no próximo domingo, dia 13, a partir das 7 horas da manhã, o cantor sertanejo Rick Sollo, que integrou a dupla Rick e Renner por mais de 20 anos. Com 16 álbuns de estúdio, 6 coletâneas e 2 dvds ao vivo, a dupla que ultrapassou a marca de 15 mil apresentações e 10 milhões de discos vendidos decidiu pôr fim na carreira em dezembro de 2010, e desde então Rick aposta em seu projeto solo, o álbum “Pronto Pra Te Amar”. O novo trabalho conta com 13 faixas de sua autoria e com participações especiais de Leonardo e Eduardo Costa. 

Às 10hs, o programa de Dom Fernando Figueiredo, “Deus Médico dos Médicos”, vai falar sobre a trombose com o Dr. Hussein Amin Orra, médico cirurgião vascular. Ele irá dar dicas de como prevenir a formação de trombos e fazer o sangue venoso circular, facilitando seu retorno ao coração. Além de falar do tratamento e das complicações sérias que a trombose pode trazer para a vida das pessoas, principalmente as sedentárias, fumantes e acima do peso. 

Exibidos pela Rede TV!(Brasil), os programas são patrocinados e produzidos pela Ultrafarma, de Sidney Oliveira. 

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Paula Ribas - Suco Suco (EP 1962)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011



Paula Ribas - Suco Suco (EP Alvorada AEP 60455 - 1962), acompanhada pelo Octeto de Jorge Costa Pinto e Trio Feminino.

A biografia desta artista já se encontra inserida neste blog.


Faixas / Track List: Suco Suco / Sempre Tu E Eu / Poema Sem Fim / Bambino.

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.

Barbara Marques faz show gratuito na Estação Paraíso do Metrô de São Paulo (Brasil)

Barbara Marques  - Café Paon (Créditos Marcos Muzi)

Barbara Marques faz show gratuito na Estação Paraíso do Metrô de São Paulo/Brasil
Projeto Encontros recebe a cantora na sexta-feira, dia 11

Barbara Marques é a nova voz da MPB e está com o primeiro CD autoral chamado “Sem Rascunho”. A canção “O Pouco e Qualquer” faz parte do álbum e está com videoclipe na MTV e MIX TV. 

Na próxima sexta-feira, 11, a cantora Barbara Marques, que acaba de lançar o primeiro álbum autoral e independente, “Sem Rascunho”, faz show gratuito no Metrô Paraíso (S.Paulo/Brasil), às 15hs. A artista faz parte da programação musical do espaço cultural permanente nas estações do Metrô de São Paulo, através do Projeto Encontros, promovido e patrocinado pela Cinemagia.

Com voz potente e composições próprias, Barbara mostra as várias vertentes de seu trabalho cantando em português e francês. No repertório estão os sucessos do álbum recém lançado “Sem Rascunho”. Mais informações sobre a artista no site oficial: www.barbaramarques.com

Serviço
Evento: Projeto Encontros – Show Barbara Marques
Data e Horário: 11/11 – sexta-feira – 15hs
Local: Estação Paraíso do Metrô (Linha Azul)
Aberto ao público

Fonte: Assessoria Márcia Stival

Barbara Marques recebe imprensa e convidados VIPs em show no Café Paon SP/Brasil


Barbara Marques no palco - Show Café Paon

Barbara Marques recebe imprensa e convidados VIPs em show no Café Paon SP/Brasil.
A cantora que está com o primeiro CD autoral chamado “Sem Rascunho” realizou show no Café Paon, no último sábado, dia 5. Com repertório autoral e releituras da MPB, cantora foi aplaudida de pé.

Barbara Marques - Café Paon

No último sábado, 5, a cantora Barbara Marques, revelação da música brasileira, subiu ao palco do Café Paon e recebeu fãs e imprensa em show especial que incluiu as canções do álbum autoral “Sem Rascunho”. Barbara Marques surpreendeu o público com sua versatilidade musical e presença de palco, atraindo os olhares para o belíssimo figurino criado por ela. 

Com Paulo Antunes (ESPN) e Bruno Di Maglio (Hairstylist)

Além dos sucessos de “Sem Rascunho”, a cantora apresentou releituras de grandes hits nacionais, como "Não Me Deixe Só" de Vanessa da Mata, e músicas em francês, como “Entre”, de autoria própria, que foi gravada especialmente para um documentário da TV Cultura. A platéia também se emocionou ao ouvir músicas de Gilberto Gil e Roberto Carlos interpretadas em outros ritmos pela artista. 

Fonte: Assessoria de Imprensa

Celly Campello - Antologia (Jovem Guarda/Brasil)



Um dos principais talentos dos anos dourados, Celly Campello é o destaque desta Antologia que reúne grandes momentos da carreira desta saudosa artista. 


Célia Benelli Campello, cujo nome artístico era Celly Campello (São Paulo, 18 de junho de 1942 — Campinas, 4 de março de 2003) foi uma cantora e precursora do rock no Brasil. Também fez uma participação como atriz na novela Estúpido Cupido. 
Depois de casada, passou a assinar Célia Campello Gomes Chacon. 
Nascida na capital paulista e criada em Taubaté, Celly começou sua carreira precocemente: dançou "Tico-Tico no Fubá" aos cinco anos numa apresentação infantil. Com seis anos cantou na Rádio Cacique em Taubaté, aonde passou toda sua infância. Se tornou uma das participantes do Clube do Guri (Rádio Difusora de Taubaté). Estudou piano, violão e ballet durante a infância.


Aos doze anos já tinha o próprio programa de rádio, também na Rádio Cacique. Aos quinze anos de idade (1958) gravou o primeiro disco, em São Paulo no outro lado do primeiro 78 rotações do irmão Tony Campello que a acompanhou em boa parte da carreira como cantora e atriz. Estreou na televisão no programa Campeões do Disco, da TV Tupi, em 1958. Em 1959 estreou um programa próprio ao lado do irmão Tony Campello, intitulado Celly e Tony em Hi-Fi, na Rede Record, o qual apresentou por dois anos. 
A carreira explodiu em 1959 com a versão brasileira de Stupid Cupid, que no Brasil virou Estúpido Cupido. A música foi lançada no programa do Chacrinha e se tornou um sucesso em todo país no ano de 1959. Nesse mesmo ano participou do longa-metragem de Mazzaropi, Jeca Tatu. 


Durante a vida gravou outros sucessos: Lacinhos Cor-de-Rosa, Billy, Banho de Lua, que lhe renderam inúmeros prémios e troféus, inclusive no exterior, e lhe deram o título de Rainha do Rock Brasileiro. 
Para tristeza de toda uma geração que se espelhou no trabalho, Celly abandonou a carreira no auge, aos 20 anos, para se casar e morar em Campinas. Foi em 1962, com José Eduardo Gomes Chacon, o namorado desde a adolescência. Com José Eduardo, com quem permaneceu casada até morrer, Celly teve dois filhos, Cristiane e Eduardo, e dois netos.


Celly vinha sendo cogitada para apresentar o programa Jovem Guarda (TV Record), ao lado de Roberto e Erasmo Carlos. Como abandonou a carreira, Wanderléa tomou o seu lugar. 
Em 1976, foi trazida de novo ao sucesso graças a telenovela Estúpido Cupido (homônimo do grande sucesso, de 1959) na TV Globo, na qual gravou uma participação especial. Incentivada pelo sucesso da novela, tentaria retomar a carreira, chegando a gravar um disco e fazendo alguns espetáculos. Mas com o término da novela, voltou ao ostracismo. 
Vítima de um cancro, Celly morreu em 3 de março de 2003, no Hospital Samaritano em Campinas. 
Vasta discografia. 

Fonte: Wikipedia.

Faixas/Tracklist:


1. Banho De Lua 
2. Tunel Do AMor 
3. Hey Mama 
4. Isso É Amor 
5. O Jolly Joker 
6. Broto Já Sabe Esquecer
7. Muito Jovem
8. Presidente Dos Brotos
9. Tchau Baby
10. Meu Pranto A Deslizar
11. Marquei Encontro Com Voce Em Meus Sonhos
12. Handsome Boy
13. The Secret
14. Canario


1. Estúpido Cupido
2. Lacinhos Cor De Rosa
3. A Lenda Da Conchinha
4. Broto Legal
5. Eternamente
6. Querido Cupido
7. Grande Amor
8. Não Tenho Namorado
9. Hey! Ex-Amor
10. Mal Me Quer
11. Unchained Melody
12. Little Devil
13. Bonnie E Clyde
14. Diz Que Me Amas 

Agradecemos a colaboração de Miguel Nunes, o nosso amigo do Brasil, por mais esta excelente colaboração e participação.

Los Kahunas - El Fantástico Sonido Surf & Hot Rod De Los Kahunas (Argentina)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Los Kahunas - El Fantastico Sonido Surf & Hot Rod de Los Kahunas (Rock instrumental surf)

Integrantes:

Alexis B: batería 
Antonio Carlos: guitarra 
Big Papu: guitarra 
Picky Carmoon: bajo 

Los Kahunas cultivan el Surf Instrumental de manera depurada y exquisita, reviviendo el espíritu de la California de principios de los 60s y brindando un variopinto repertorio de composiciones totalmente originales y versiones de temas clásicos, sumados al vestuario y las coreografías características del género. Durante su fructífera carrera, este elegante combo instrumental ha llegado a presentarse en los más importantes escenarios de la escena musical local: The Roxy, Niceto, La Trastienda , El Teatro, Unione e Benevolenza, Hard Rock Café, el festival internacional B.A. Stomp! y un largo etc., compartiendo escenario con bandas del calibre de Massacre, Mal Momento, Expulsados y en el festival del 9 de Julio en el estadio de Vélez Sarsfield organizado por La Renga. Contando con 2 Cds larga duración y un split editados de manera local e internacional junto al sello de Detroit No Fun records, su calidad musical ha sido reconocida por grandes del Rock Argentino como Gustavo Nápoli de La Renga y Sr. Flavio de los Fabulosos Cadillacs, quienes participan de manera estelar en su ultimo Cd, “Otro reverberante encuentro con Los Kahunas”. Además, son co-fundadores del evento surf-instro más importante de la Argentina, llamado "Surf Party", el cual lleva realizadas 4 ediciones por las cuales ya pasaron artistas del calibre de Gustavo Napoli (La Renga) , Danny Amis (Los Straijackets), Wallas (Massacre), Marcelo Pocavida, Marcelo y Sebastian (Expulsados) etc. Con el video de su nuevo corte “6G15” ya en rotación y con mas de 100 shows en su haber, en los que han recorrido localidades como La Plata , Azul, Neuquén, Rawson, Comodoro Rivadavia y Puerto Madryn entre otras, Los Kahunas se preparan para próximas actuaciones por el interior del país y en Junio de 2010 realizarán su primera gira europea actuando en Italia, dentro del festival Surfer Joe, y en España junto a Los Blue Marinos. 

Track Listing:

1.Mavericks 
2.Another Summer Song 
3.Surfin’ Video 
4.Costa de la Muerte 
5.Hot Line 
6.Arena Girls 
7.Burning Rubber 
8.My Sunshine Girl 
9.Midnight Run 
10.Riding with Davie 
11.Desert Bound 
12.Surfers Paradise

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

Beatles 'n' Choro - Vol. 2 (Brasil)




Trata-se de uma excelente coleção de artistas brasileiros tocando músicas dos Beatles em versões “chorinho”. A capa deste Vol. 2 (de 4), é baseada na capa de "Abbey Road". 
Este extraordinário álbum é constituído pela gravação dos maiores sucessos do Beatles, interpretados pelos maiores solistas de choro, como Paulo Sérgio Santos, Henriques Cazes, Carlos Malta, Hamilton De Holanda Marcello Gonçalves e Rildo Hora, num projeto idealizado pelo "saudoso" Renato Russo. 

Faixas / Tracklisting:

Your´re Going To Lose That Girl 
In My Life 
A Hard Day´s Night 
Yesterday 
Martha My Dear 
I Want To Hold Your Hand 
She´s Leaving Home 
If I Fell 
You Mon´t See Me 
Michelle 
Here Comes The sun 
Come Together 

Mais um álbum cedido por gentileza por Miguel Nunes, o nosso amigo do Brasil, a quem muito agradecemos.

Trio Barroco - Antologia (EPs 1968)

terça-feira, 8 de novembro de 2011



Trio Barroco - Antologia (EPs 1968).

O Trio Barroco foi um grupo formado em 1968 por Pedro Osório, juntamente com André Vilas Boas e Jean Sarbib, este último antigo companheiro de Pedro Osório no Quinteto Académico. 
Com um percurso éfemero no panorama musical português, o Trio Barroco na sua curta existência gravou apenas três E.P.s, com influências soul, jazz, funk e naturalmente o rock, ao qual de uma ou outra forma, todos os membros da banda estavam familiarizados. 
O primeiro EP foi editado em 1968 e chamava-se “Do Vale À Montanha”, sendo constituído pelos seguintes temas: Hey Little Boy / There Will Never Be Another You / Do Vale À Montanha e Georgia On My Mind
Lançaram um EP, conjuntamente com Tyree Glenn Jr. & Van Dixon, que incluía os temas "Summer (Verão)", "Hold On I'm Coming", "Les Enfants Qui Pleurent" e "When Something Is Wrong With My Baby". 
Nesta fase, o grupo apresentava já 5 músicos: Pedro Osório (piano), Jean Sarbib (baixo), Vilas Boas (bateria), Tyree Glenn Jr (sax-flauta) e Van Dixon (trompete). 
Ainda neste ano, um novo EP foi editado com os temas, You Don’t Know Like I Know, Zepherine e For My Love. Todos os EPs foram gravados pela DECCA. 
O Trio Barroco foi sem dúvida, uma banda de grande qualidade musical e que tinha condições para se impor no mercado discográfico (pelo menos, no nacional) como uma alternativa ao “main-stream” povoado pelas bandas de Yé Yé. 
Dada a conjuntura musical da época, o projecto Trio Barroco, acabou naturalmente por ter uma curta existência, deixando, contudo, um interessante legado na música nos finais da década de sessenta. 

Fonte: Wikipedia e “No Bairro do Vinil”. 

EPs gentilmente cedidos por Luís Futre, a quem muito agradecemos. 
Ripado do vinil. Digitalização e masterização por Carlos Santos. 
Grafismo/produção e adaptação das capas (frente e contracapa) por João Romão. 

Infelizmente o vinil de alguns dos temas não se encontra nas melhores condições sonoras. No entanto, face à raridade, ao interesse e importância do trabalho do Trio Barroco, mesmo assim tentámos melhorar o som através da masterização possível. 
Não conseguimos  encontrar mais informação sobre este excelente grupo dos anos 60. Agradecemos desde já qualquer complemento ou rectificação ao texto biográfico que conseguimos apurar.

The Impacts - Wipe Out (LP 1963)



The Impacts – Wipe Out! - LP 1963  (Style: : Rock & Roll, Surf) 
[Originally released 1963 on Del-Fi DFLP 1234 (mono); DFST 1234 (stereo). 

Group formed in 1960 and disbanded in 1966. 
The Impacts were led by Merrell Fankhauser, who wrote the original "Wipe Out". Merrell went on to play in many other bands and is still performing and recording today. The Impacts' unique sound featured the use of a pedal steel guitar. 


The big claim to fame for the Impacts is that Singer songwriter Merrell Fankhauser claims to have written the original "Wipe Out". he claims he originally wrote the song and the Surfaris ripped it off and made it a big hit. I listen to the two songs and while there are similarities, I think they are different enough. I like 'em both. 
This is one of those great authentic surf rock records from the Del-Fi Label. Release in 1962 this was what the surfers were listening to. This wasn't the pop version of surf music made popular by Jan and Dean or The Beach Boys. This was Dick Dale influenced guitars and music that on it's own felt like surfing. The Saxophone work is quintessential surf. The cool factor of Southern California permeates every note of these songs. 
So step into this time and space machine and transport yourself back to Malibu in 1962 with this artifact. 

Members: 
Merrell Fankhauser (lead guitar), Steve Evans (rhythm guitar), Martin Brown (pedal steel guitar), Joel Rose (saxophone), John Oliver (bass), Steve Metz (drums), Jack Metz (vocals), Wayne Brown (steel guitar).

Tracklisting: 

1. Steel Pier
2. Tandem
3. Sea Horse
4. Beep Beep
5. Lisa
6. Church Key
7. Wipe Out
8. Fort Lauderdale
9. Tears
10. Revellion
11. Blue Surf
12. Impact 

Fonte: Sap Musica

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre.

O Rock dos Anos 60 - Vários Brasil (LP Jovem Guarda)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


O Rock dos Anos 60 (LP Phonodisc 3228 - 1987) - Lp/Vinil Jovem Guarda Raro

Este LP de 1987, "O rock dos anos 60", é uma excelente e rara coletânea dos primeiros anos do rock no Brasil.
Nomes conhecidos como, Ronnie Cord, Albert Pavão, Celly Campello ou Demétrius, entre outros excelentes cantores, fazem parte desta ótima e rara compilação dos primórdios do Rock, no Brasil.

Faixas:




Álbum que nos foi gentilmente cedido e enviado pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes, a quem muito agradecemos.

The Beat Merchants - The Beat Goes On (1964-1966)



Existem grupos ingleses que, apesar das suas composições e apresentações nunca chegaram a alcançar grande notoriedade ou os “charts” e acabaram como estrelas cadentes. Um dos casos mais notórios foi o dos Mechants Beat, conjunto que não conseguiu quebrar as barreiras comerciais, levando-os à sua desintegração. Gravaram pouco e por isso o interesse desta oportuna compilação intitulada, The Beats Go On. A banda foi formada em 1962, iniciando a carreira sob o nome de Peter And The Hustlers.
O Hustlers eram compostos por Ralph Worman (guitarra), Geoff Farndell (baixo), Daneski Gavin (guitarra ritmo) e Les Rogers (bateria), formação que acrescentaria mais tarde, o cantor Peter Toal. O quinteto original não durou muito tempo, logo após um acidente de moto que afetou severamente Rogers. Peter e os companheiros recrutaram Vic Sendall, um baterista de um grupo popular local chamado The Texans. Embora em 1963 eles tivessem gravado um demo que chamou a atenção do famoso produtor Norrie Paramor da EMI, foram eleitos como a abertura de um show dos Rolling Stones. No entanto, Peter And The Hustlers cedo perderam a sua estabilidade. Ao longo do ano, o vocalista decidiu emigrar para a Austrália, fato que derrubou qualquer plano de sucesso para um possível futuro próximo.


Vic indicou então aos seus companheiros um outro cantor que era nem mais nem menos que Chris Boyle, um amante do clássico R & B, que definitivamente introduziu o nome The Merchants. Em 1964 os cinco músicos são colocados nas mãos do empresário Bob Gaitley, um homem experiente e que de imediato pressionou o grupo para adicionarem ao seu nome a palavra "beat", ficando The Merchants Beat.
Em meados daquele ano, o grupo entrou no circuito profissional, tocando por todo o país e gravou um single para a Columbia. ‘Pretty Face‘, que é editado em setembro, fato que os leva a aparecerem em anúncios televisivos como Thank Your Lucky Stars o Scene At 6.30. Isso fez com que saltassem para as listas da revista Melody Maker.

The Beat Merchants  - Pretty Face (from Youtube)

Passaram então a fazer diversas turnês durante quase dois anos, incluindo um projeto com grupos como The Applejacks, Lulu And The Luvvers, The Honeycombs, Millie e o reconhecido músico roqueiro norte americano Gene Vincent .Mais tarde, foram chamados para um novo single. The Merchants Beat, em Fevereiro de 1965, estavam vendendo bem uma música "So Fine". Esse tema não conseguiu chegar aos “tops” britânicos, mas surpreendentemente alcançou o número 1 nos “charts” norte americanos. É então que a Columbia investe no tema "So Fine" e não hesita em colocar a música como Lado B do êxito "You Were Made For Me, interpretado pelos 'Freddie And The Dreamers, grupo com super vendas por aquelas paragens.

Pouco depois, o fundador Ralph Worman deixa o grupo. Entra por um curto período de tempo o guitarrista Rick McEvoy, e seria rapidamente substituído por Alan Piggott. Por outro lado, o vocalista Boyle também sai, e os Merchants Beat, passaram a quarteto com dois vocalistas, já que agora Daneski e Farndell seriam os responsáveis por estas tarefas. 


Pouco depois, em 1967 o grupo separou-se e terminou a sua carreira. 

Formação inicial: 

CHRIS BOYLE, vocalista 
GAVIN DANESKI, guitarra ritmo e harmónica 
GEOFF FARNDELL, baixo 
VIC SENDALL, bateria 
RALPH WORMAN, Viola solo

Álbum gentilmente cedido por Carlos Santos.

Beatles 'N' Choro - Volume 1 (Brasil)

domingo, 6 de novembro de 2011



Esta excelente compilação é certamente um maravilhoso tributo aos Beatles, naquele espectacular e peculiar som do Brasil. Este é o primeiro de 4 volumes. Os melhores músicos brasileiros do choro tocando Beatles!

O projecto idealizado por Renato Russo dá sequência à releitura da música dos Beatles pelos maiores solistas de choro do Brasil. Rildo Hora (gaita), Hamilton de Holanda (bandolim), Carlos Malta (sax e flauta) e Marcello Gonçalves (violão 7 cordas), liderados por Henrique Cazes (cavaquinho e arranjos).

Faixas / Tracklisting:

01 - Help! - Carlos Malta
02 - Something - Henrique Cazes
03 - The Fool on The Hill - Paulo Sérgio Santos
04 - Day tripper - Henrique Cazes
05 - Here, There And Everywhere - Rildo Hora
06 - Blackbird - Henrique Cazes e Marcello Gonçalves
07 - While My Guitar Gently weeps - Quarteto Maogani
08 - When I'M Sixty Four - Paulo Sérgio Santos
09 - With A Little Help From My Friends - Henrique Cazes
10 - For No One - Rildo Hora
11 - Eleanor Rigby - Hamilton de Holanda
12 - The Long and Winding Road - Carlos Malta

Este álbum  foi-nos gentilmente cedido pelo nosso amigo do Brasil, Miguel Nunes. 
Muito obrigado pela sua habitual colaboração e um abraço.

The Road Runners ( LP 1966)



The Road Runners - The Road Runners (LP 1966). 
Genre: Beat, garage. 

The group was formed in 1962 at Fresno High School for a senior assembly. Larry Karagozian was always late to his civics class and was nicknamed "Road Runner Larry." Larry decided to attach the name to the newly formed group. Larry left the group and was replaced by Randy Hall, vocalist, song writer, and bass player. One member of the group, Conte, left and joined "The Tower of Power" while Kelly Smith, drummer, joined "The Gauchos").  


Goodbye, an average folk-punk effort. The debut 45 is a catchy beat-folk-rocker notable for crisp upfront percussion, backed with a melodic beat ballad with some barely audible fuzz.
Beat Rocket's retrospective album contains one side of (7) studio tracks (3 unreleased) plus 7 live tracks preserved by the band's #1 fan Neil Hopper. The studio material is predominantly Invasion-inspired folk-rock, with a strongSearchers/Beau Brummels influence, occasionally topped off with fuzz. The live material includes their own Goodbye and I'll Make It Up To You, and shows off the band in meaner and rockier mood - especially on a great version of the Animals' Don't Bring Me Down, a rockin'Train Kept A Rollin', and a bluesy take of Baby Please Don't Go. 

By Max Waller/Alec Palao 


Track List: 

01. Night time love (studio) 2:16
02. Goodbye (studio) 2:38
03. Little miss love (studio) 2:29
04. I'll make it up to you (studio) 2:18
05. Tell her you love her (studio) 2:23
06. Sleepy friend (studio) 2:24
07. I got to get away (studio) 2:19
08. Pretty me (studio) 2:10
09. 2120 South Michigan Avenue (live) 3:02
10. Goodbye (live) 3:09
11. The train kept a rollin' (live) 3:17
12. I'll make it up to you (live) 2:19
13. Don't let me be misunderstood (live) 2:18
14. Baby please don't go (live) 2:35
15. Don't bring me down (live) 3:43

C.S.