Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.
Mostrar mensagens com a etiqueta Richie Havens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Richie Havens. Mostrar todas as mensagens

Richie Havens – Richie Havens' Record (LP 1968)

domingo, 3 de dezembro de 2023


 


Richie Havens – Richie Havens' Record (LP Douglas – SD 779, Abril de 1968).
Produtor – Johanan Vigoda.
Género: Folk Rock, Blues Rock, Soul, Folk.


Richie Havens' Record” é o quarto álbum do cantor americano Richie Havens, lançado em Abril de 1968 através do selo Douglas. O álbum apresenta-nos Havens acompanhado por guitarra acústica. No entanto, o produtor Alan Douglas adicionou a parte instrumental (eléctrica), o órgão e a bateria, assim como as vozes de apoio. Essencialmente, este é um álbum que provavelmente reflecte os seus concertos ao vivo em clubes de folk, misturando versões de músicas como, "I'm on My Way", "Babe, I'm Leavin"), temas de blues ("Daddy Roll 'Em") , faixas soul ("Drown in My Own Tears" e material de cantores/compositores contemporâneos (Fred Neil's "The Bag I'm In"). Havens é sem dúvida um cantor e intérprete talentoso, com uma voz corajosa de soul folk e dedilhados de guitarra.
Richie Havens (Richard Pierce Havens), foi um músico nascido em 21 de janeiro de 1941, no Brooklyn, Nova York, EUA, tendo falecido em 22 de abril de 2013, em Jersey City, Nova Jersey, EUA. Foi um cantor, compositor e guitarrista americano. O seu estilo musical englobava elementos de folk, soul e rhythm and blues. Em 1969, Havens abriu o Festival de Woodstock, tendo sido aclamado pela multidão. Decidiu improvisar uma versão de "Motherless Child", à qual acrescentou um verso com a palavra "freedom" repetida várias vezes. Esta versão transformar-se-ia num sucesso internacional com o lançamento do documentário “Woodstock”, em 1970.


Faixas/Tracklist:

A1 - I'm On My Way
A2 - Babe, I'm Leaving
A3 - Down In The Valley
A4 - Nora's Dove
A5 - I'm Gonna Make You Glad
B1 - Chain Gang
B2 - Drown In My Own Tears
B3 - Daddy Roll 'Em
B4 - It Hurts Me
B5 - That's The Bag I'm In

Voz, Guitarra – Richie Havens.

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Sam Lewis, a quem agradecemos.

Richie Havens – Alarm Clock (LP 1971)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022




Richie Havens – Alarm Clock (LP Stormy Forest – SFS 6005, 1971).
Produção: Richie Havens, Mark Roth.
Género: Folk Rock.


Alarm Clock” é o sétimo álbum do músico de folk rock, Richie Havens, lançado em 1970 pelo selo Stormy Forest. É o seu álbum de maior sucesso, que alcançou a posição nº 29 no Top 200 da Billboard nos Estados Unidos. A faixa de abertura, uma versão ao vivo de "Here Comes the Sun" dos Beatles, alcançou a posição nº 16.
Richie Havens (Brooklyn, 21 de janeiro de 1941 – Jersey City, 22 de abril de 2013) foi um cantor e guitarrista americano de música folk. Richie já tinha a sua carreira consolidada como músico folk do movimento de Greenwich Village (que também catapultou as carreiras de Joan Baez e Bob Dylan), com vários álbuns de sucesso (incluindo “Mixed Bag”, de 1966) quando se apresentou em Woodstock, em 1969, o que contribuiu para alterar a sua vida artística. Nos anos após o Woodstock, Havens manteve o seu ímpeto musical, e finalmente alcançou o top 20 em 1971 com uma versão de "Here Comes the Sun" de George Harrison, beneficiando o seu álbum mais vendido, “Alarm Clock” de 1971 que contém o tema. Havens continuou a gravar e a fazer “tours”, embora raramente escrevesse as suas próprias músicas, preferindo interpretar trabalhos de artistas como Dylan e Beatles.
Lançou o seu último álbum, “Nobody Left to Crown”, em 2008. Richie Havens morreu de ataque cardíaco em 22 de abril de 2013, com 72 anos, em Jersey City, Nova Jersey.


Faixas/Tracklist:

A1 - Here Comes The Sun (George Harrison) 3:43
A2 - To Give All Your Love Away (Richie Havens) 2:48
A3 - Younger Men Grow Older (Richie Havens, Mark Roth) 3:34
A4 - Girls Don't Run Away (Richie Havens) 4:17
A5 - End Of The Season (Havens, Roth, Margoleff) 3:38
B1 - Some Will Wait (Richie Havens, Mark Roth) 2:40
B2 - Patient Lady (Richie Havens, Mark Roth) 4:45
B3 - Missing Train (Richie Havens, Mark Roth) 4:55
B4 - Alarm Clock (Richie Havens, Mark Roth) 7:17

Músicos/Personnel:

Voz, Guitarra, Piano, Percussão – Richie Havens
Baixo – Eric Oxendine
Congas – Daniel Ben Zebulon, Joe Price
Guitarra Solo e Guitarra Ritmo – Paul Williams
Guitarra “Steel” - Bill Keith
Guitarra Eléctrica - Rick Derringer, Dennis Persich
Piano - Alan Hand
Bateria - Bill LaVorgna
Vibrafone - Buzz Linhardt
Órgão - Warren Bernhardt
Arranjos para Cordas - Bill Shepherd

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Sam Lewis, a quem agradecemos.

Richie Havens ‎– Stonehenge (LP 1970)

terça-feira, 27 de agosto de 2019



Richie Havens ‎– Stonehenge (LP Stormy Forest ‎– SFS-6001, 1970). 
Produção: Richie Havens, Mark Roth. 
Género: Folk Rock, Soft Rock, Rock Psicadélico. 


Stonehenge” é o sexto álbum de estúdio lançado em 1970 pelo músico de folk rock, Richie Havens
Richie Havens (Brooklyn, 21 de janeiro de 1941 – Jersey City, 22 de abril de 2013) foi um cantor americano de música folk. Era um artista bastante elogiado pelos seus concertos ao vivo. A sua participação no Festival de Woodstock, em 1969, catapultou-o para a fama e provou ser um grande ponto de viragem na sua carreira. Será lembrado pela improvisação, naquele Festival, de uma canção baseada no antigo espiritual “Motherless Child” que se transformou no famoso “Freedom”. Havens também participou do festival da Ilha de Wight, no final de agosto de 1969. 
A seguir ao sucesso de Woodstock, Richie abriu o seu próprio selo, Stormy Forest, e lançou o LP “Stonehenge”, em 1970. 
Richie, cada vez mais, passou a concentrar as suas energias na educação de jovens sobre assuntos ecológicos. Durante os anos 80 e 90 Richie continuou a apresentar-se em digressões mundiais e a lançar discos com alguma frequência. 
Em 2003, Havens foi agraciado com o American Eagle Award pelo National Music Council por fazer parte da herança musical americana e pela sua “rara e inspiradora voz de eloquência, integridade e responsabilidade social” e, em 15 de outubro de 2006, foi introduzido no Long Island Music Hall of Fame. Em 20 de março de 2012, Havens anunciou que iria parar de fazer digressões, devido a problemas de saúde. Em 22 de abril de 2013, faleceu em casa, vítima de um ataque cardíaco, em Jersey City, New Jersey, com 72 anos. 
Mais informação sobre este artista, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 - Open Our Eyes (Leon Lumpkins) – 2:56 
A2 - Minstrel from Gault (Havens, Mark Roth) – 3:35 
A3 - It Could Be the First Day (Richie Havens) - 2:22 
A4 - Ring Around the Moon (Greg Brown, Havens) - 2:08 
A5 - It's All Over Now, Baby Blue (Bob Dylan) - 5:01 
B1 - There's a Hole in the Future (Richie Havens) - 2:07 
B2 - I Started a Joke (Barry Gibb) - 2:58 
B3 – Prayer (Richie Havens) - 2:56 
B4 - Tiny Little Blues (Richie Havens) - 2:08 
B5 - Shouldn't All the World Be Dancing? (Richie Havens) - 8:04 

Músicos Intervenientes/Personnel: 

Richie Havens – voz, guitarra, auto-harpa, cítara, koto 
David Bromberg - dobro 
Warren Bernhardt - órgão 
Daniel Ben Zebulon - bateria, conga 
Monte Dunn - guitarra 
Donny Gerrard - baixo 
Ken Lauber - piano 
Bill LaVorgna - bateria 
Eric Oxendine - baixo 
Donald McDonald - bateria 
Bill Shepherd – arranjos para cordas 
Paul "Dino" Williams – guitarra 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Richie Havens ‎– Somethin' Else Again (LP 1967)

sábado, 5 de janeiro de 2019



Richie Havens ‎– Somethin' Else Again (LP Verve Forecast ‎– FTS-3034, 1967). 
Produtor – John Court 
Género: Folk Rock. 

Somethin' Else Again“ é o 2º álbum de estúdio (o primeiro foi “Mixed Bag”, de 1966), lançado em 1967 e que atingiu a posição nº 184 no US Top 200 (Billboard Pop Albums), em 1968. 
O tema das músicas do disco está relacionado especialmente com as questões sociais. 
"No Opportunity Necessary, No Experience Needed" e "Don't Listen to Me" são canções impulsionadas pelo piano eléctrico de Warren Bernhardt, enquanto "Inside of Him" ​​e "Sugarplums" são baladas bonitas com a flauta de Jeremy Steig. A faixa-título (Somethin' Else Again) tem sete minutos e meio de cítara, flauta, tamboura e tabla, na maior parte do seu tempo, lembrando quando o interesse de George Harrison em Ravi Shankar, levou muitos músicos a experimentarem instrumentos, ritmos e melodias indianos. 


Richie Havens (Brooklyn, 21 de janeiro de 1941 – Jersey City, 22 de abril de 2013) foi um cantor americano de música folk. 
Havens aperfeiçoou a sua arte nos clubes e cafés de Greenwich Village, logo acima da ponte de Brooklyn. Pintor, poeta e multi-instrumentista, Havens mergulhou na cultura beatnik de Village, no momento em que este estilo emergia e se começou a desenvolver. 
Havens começou a ficar famoso com o surgimento do movimento folk de Greenwich Village (que também catapultou as carreiras de Joan Baez e Bob Dylan). Em 1969, Havens abriu o Festival de Woodstock, tendo sido aclamado pela multidão e tocou até ficar sem músicas, decidindo improvisar uma versão de "Motherless Child", à qual acrescentou um verso com a palavra "freedom" repetida várias vezes. Esta versão transformar-se-ia num sucesso internacional com o lançamento do documentário Woodstock, em 1970. 
Havens continuou a gravar e a fazer digressões, embora raramente escrevesse as suas próprias músicas, preferindo interpretar trabalhos de artistas como Dylan e Beatles. 
Richie tinha uma técnica peculiar para tocar o violão que afinava em ré, o que lhe permitia que fizesse muitos acordes usando principalmente o dedo polegar. 
Havens faleceu no dia 22 de abril de 2013 em sua casa em Jersey City, Nova Jersey, vítima de um ataque cardíaco, aos 72 anos.


Faixas/Tracklist: 

A1 No Opportunity Necessary, No Experience Needed (Havens) 3:00 
A2 Inside Of Him (Havens) 4:27 
A3 The Klan (A. and D. Grey, Alan Arkin, David Arkin) 4:31 
A4 Sugarplums (Court) 2:54 
A5 Don't Listen To Me (Havens) 4:25 
B1 From The Prison (Merrick) 3:40 
B2 Maggie's Farm (Dylan) 4:35 
B3 Somethin' Else Again (Havens) 7:26 
B4 New City (Court, Havens) 2:50 
B5 Run, Shaker Life (Arr. Adapt. Richie Havens, com Paul Williams) 5:45 

Músicos Intervenientes/ Personnel: 

Richie Havens – voz, guitarra, cítara, Tambura [Tamboura], Bongos 
Warren Bernhardt – teclados 
Denny Gerrard – baixo em "Run, Shaker Life" 
Don Payne – baixo eléctrico 
Adrian Guillery – guitarra eléctrica 
Paul "Dino" Williams – guitarra, canta em "Run, Shaker Life" 
Daniel Ben Zebulon – conga, bateria, canta em "Run, Shaker Life" 
Eddie Gómez – contrabaixo 
Donald MacDonald – bateria 
Skip Prokop – bateria em "Run, Shaker Life" 
Jeremy Steig – flauta 
John Blair – violino em "Inside of Him" 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Richie Havens - Mixed Bag (LP 1967)

quarta-feira, 24 de abril de 2013



Richie Havens - Mixed Bag (LP Verve Forecast FT/FTS 3006, 1967).
Terceiro álbum da carreira deste cantor americano recentemente falecido.


Richie Havens (Brooklyn, 21 de Janeiro de 1941 / Jersey City, 22 de Abril de 2013) foi um cantor americano de música folk. Havens começou a ganhar fama com o surgimento do movimento folk de Greenwich Village (que também catapultou as carreiras de Joan Baez e Bob Dylan). Em 1969, Havens abriu o Festival de Woodstock. Ele foi aclamado pela multidão e foi tocando até ficar sem repertório, decidindo improvisar uma versão de "Motherless Child", a qual ele acrescentou um verso com a palavra "freedom" repetida várias vezes. Esta versão transformar-se-ia num sucesso internacional com o lançamento do documentário Woodstock, em 1970.
Havens tocou na cerimónia de posse do presidente americano Bill Clinton em 1993. Continuou a gravar e a viajar em digressões, embora raramente escrevesse as suas próprias músicas, preferindo interpretar trabalhos de artistas como Dylan e Beatles.
Havens tinha uma técnica peculiar para tocar viola que lhe dava um estilo único. Ele usava uma afinação em Ré que permitia que fizesse muitos acordes usando principalmente o dedo polegar, ao contrário das técnicas mais comuns de viola que priorizam o uso dos outros dedos sem usar o polegar.

Fonte: Wikipedia.


Faixas / Tracklist:

A1 High Flyin' Bird (Wheeler) 3:34 
A2 I Can't Make It Anymore (arranjo por Bruce Langhorne, Lightfoot) 2:47 
A3 Morning, Morning (arranjo por Felix Pappalardi, Kupferberg) 2:17 
A4 Adam (Joe Price, Havens) 3:34 
A5 Follow (Paul Williams, Merrick) 6:20 
B1 Three Day Eternity (Havens) 2:14 
B2 Sandy (Jean Pierre Cousineau) 3:10 
B3 Handsome Johnny (Gossett, Havens) 3:52 
B4 San Francisco Bay Blues (Fuller) 2:30 
B5 Just Like A Woman (Dylan) 4:45 
B6 Eleanor Rigby (Lennon-McCartney) 2:39 

Músicos Intervenientes/Personnel:

Baixo – Harvey Brooks
Bateria – Bill LaVorgna
Guitarra (2ª) – Howard Collins
Guitarra, Voz – Richie Havens
Teclados – Paul Harris

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

Morreu Richie Havens Aos 72 anos, Lendário Músico de Folk

terça-feira, 23 de abril de 2013


Morreu aos 72 anos Richie Havens, lendário músico de folk 
Nascido no Brooklin, ele ficou conhecido como herói da música de protesto ao ser o primeiro a apresentar-se no lendário festival de Woodstock, em 1969.


Morreu nos EUA, aos 72 anos, o cantor e compositor Richie Havens, uma das grandes vozes da história da folk music, após ter sofrido um ataque cardíaco. A informação foi divulgada pela sua família em comunicado, na segunda-feira passada (22). 
Nascido no Brooklin no dia 21 de Janeiro de 1941, Havens ficou conhecido pelas suas versões para canções de sucesso do folk e do pop, como Just Like a Woman, de Bob Dylan, e Eleanor Rigby, dos Beatles, ambas gravadas no disco Mixed Bags, o seu primeiro trabalho como cliente do então empresário de Dylan, Albert Grossman, lançado em 1967. 
Em 1969, viu a sua carreira engrenar de vez ao ser o primeiro artista a apresentar-se no festival Woodstock, quando executou um repertório de quase três horas baseado em canções sobre fraternidade e liberdade individual. Entre elas estava Freedom, um dos seus maiores sucessos - versão para Sometimes I Feel Like a Motherless Child, originalmente uma música sobre o sofrimento dos escravos nos EUA , datada de 1870. 
A temática da liberdade individual, de facto, baseou toda a sua carreira de mais de quatro décadas, iniciada em 1965. Com mais de 20 discos lançados - sem contar as gravações ao vivo, o seu forte, e as compilações -, Havens dizia-se um comunicador, não um cantor. "Canto músicas que mexem comigo", disse o músico certa vez numa entrevista, que foi co-fundador do Northwind Undersea Institute, museu oceanográfico voltado para crianças, para quem dedicou grande energia, a fim de as consciencializar sobre a preservação da natureza. 


O sentimento também o levou a criar a organização The Natural Guard, descrita por ele como "uma forma de ajudar as crianças a aprenderem que podem colocar a mão na massa em questões que afectam o meio ambiente". "As crianças podem estudar a terra, a água e o ar das suas comunidades e ver como podem fazer mudanças positivas com algo simples como plantar um jardim num terreno abandonado", afirmava. 
No auge da sua carreira na música, entre as décadas de 1960 e 1970, figurou em dez ocasiões na disputada parada de sucessos da Billboard, principal termómetro da indústria fonográfica norte-americana. Fez parcerias com grandes nomes da música como Peter Gabriel, Walter Parks e, mais recentemente, com o duo de eletrónico Groove Armada. 
Ao longo dos seus quarenta anos de estrada não parou de fazer discos e digressões, misturando ao folk géneros como rock, blues, jazz, funk e até música country. Em 1993, apresentou-se na cerimónia de posse do presidente Bill Clinton. 
Herói da música de protesto - Handsome Johnny, No Opportunity Necessary..., Stop Pulling and Pushing Me -, Havens anunciou a sua aposentadoria da música no ano passado, justificando a decisão com problemas de saúde. 
Apesar da condição, o músico, sempre positivo em relação à vida e às pessoas, disse à revista Billboard apenas um ano antes sobre a sua longa carreira: "tudo aquilo que desejei aconteceu. Nunca tive um dia ruim no palco e não acho que algum dia eu vá parar de tocar. Ao menos enquanto estiver vivo".

Fonte: Terra Brasil