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Tantra ‎– Holocausto (LP 1978 / Portugal)

sábado, 2 de abril de 2016



Tantra ‎– Holocausto (LP EMI ‎– BE 072-40 478, 1978 / Portugal).
Produção de Nuno Rodrigues e Tantra.

Os Tantra foi uma excelente banda portuguesa de rock progressivo, com vertente sinfónica, formada em 1976 por Manuel Cardoso (guitarra) e Armando Gama (teclas). O nome teve origem nas influências orientais de Manuel Cardoso, que praticava Yoga. Nesse ano, juntaram-se-lhes Américo Luís (baixo), Rui Rosas (bateria) e Firmino (percussões).
A banda teve várias alterações à sua formação inicial mas, apesar disso, os Tantra figuravam ao mesmo nível criativo das melhores bandas inglesas como, Yes, Gentle Giant, Camel, etc.
Manuel Cardoso começou a usar a máscara de um velho no tema "À Beira do Fim", nos espectáculos ao vivo, facto que veio a tornar-se uma imagem de marca do projecto.
Em 1978 os Tantra editam o seu segundo álbum “Holocausto", um disco mais amadurecido que o primeiro, em que as vozes já começavam a sobressair. As letras surpreendiam pelo lirismo, e pelas construções. As combinações musicais eram complexas mas inventivas, originais e as melodias maravilhosamente tocadas.
Os Tantra terminam a sua carreira em 1981.
"Mistérios E Maravilhas" (o seu álbum de estreia) e "Holocausto" são considerados dois marcos do rock progressivo português, sendo este último um pouco influenciado pelos Mahavishnu Orchestra e o seu jazz-rock progressivo.
A biografia deste grupo já se encontra inserida neste blogue.


Músicos:

Manuel Cardoso – voz, guitarra elétrica, guitarra acústica, sintetizador
Américo Luís - baixo
Pedro Luís – sintetizador, piano, mellotron
Tózé Almeida – bateria, percussão, marimba, clarinete
Músico convidado:
Tony Moura - guitarra eléctrica e voz 


Faixas/Tracklist:

A1 Om (M. Cardoso) (8:47) 
A2 Holocausto / Ultimo Raio do Astro Dei (M. Cardoso, Tó-Zé Almeida) (10:53) 
A3 Zephyrus (Tantra) (2:50)
B1 Talismã (M. Cardoso, Pedro Luís) (8:44)
B2 Ara (M. Cardoso, A. Luís) (4:54)
B3 Ji (M. Cardoso, Pedro Mestre) (7:29)

LP gravado nos Estúdios A T, em 1978.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Pat Boone – Quando Quando Quando (EP 1962)

sexta-feira, 1 de abril de 2016



Pat Boone – Quando Quando Quando (EP London LES 556, 1962). 
Edição portuguesa.

"Quando, Quando, Quando" é uma canção italiana pop de 1962, ao estilo bossa nova, com música escrita por Tony Renis e letra de Alberto Testa. A canção, originalmente gravada em duas versões diferentes por Tony Renis e Emilio Pericoli, competiu no Festival de Sanremo em 1962, onde ficou em quarto lugar, e mais tarde tornou-se um grande sucesso comercial em Itália, atingindo os tops de música, de singles. O cantor americano Pat Boone, gravou a canção em 1962 e interpretou-a com letra em inglês, escrita por Ervin Drake. 
O single da canção é um dos mais vendidos de todos os tempos, com mais de 50 milhões de unidades comercializadas.
A biografia de Pat Boone já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

A1 - Quando, Quando, Quando
A2 - Willing And Eager 
B1 - If Dreams Came True
B2 - For My Good Fortune

EP disponibilizado por Carlos Santos.

Phil Ochs ‎– I Ain't Marching Anymore (LP 1965)




Phil Ochs ‎– I Ain't Marching Anymore (LP Elektra ‎– EKL-287, 1965).
Produção de Jac Holzman e Paul A. Rothchild
Género: Folk

"I Ain't Marching Anymore" foi o segundo LP de Phil Ochs gravado entre 1964 e 1965, e lançado nesse último ano. É um excelente este álbum! Infelizmente, um número surpreendente das suas canções permanecem tão oportunas, fortes e incisivas hoje como em 1965, especialmente "Iron Maiden" e "That's What I Want to Hear." Ochs foi um dos cantores que saiu do movimento de protesto a partir do sucesso de Bob Dylan e Joan Baez, na década de 60.


Philip David Ochs (El Paso, Texas, 19 de dezembro, 1940 – 9 de abril 1976), mais conhecido apenas por Phil Ochs, foi um cantor e compositor norte-americano de música folk e de músicas de protesto nos anos sessenta, amigo e contemporâneo de Bob Dylan.
Foi também compositor, tendo ficado conhecido pela sua sagacidade afiada, humor sarcástico, sincero humanismo, activismo político, com letras cáusticas e de voz distinta. 
Escreveu centenas de canções na década de 60 e lançou oito álbuns durante a sua carreira.
Alguns dos seus maiores êxitos foram, "One Way Ticket Home", "Jim Dean of Indiana", "My Kingdom For A Car", "Boy In Ohio", Gas Station Women, Chords of Fame, Ten Cents A Coup, Bach, Beethoven, Mozart and Me, Basket in the Pool ou No More Songs, entre outros.


Faixas/Tracklist:

A1 I Ain't Marching Anymore 2:32
A2 In The Heat Of The Summer 3:01
A3 Draft Dodger Rag 2:07
A4 That's What I Want To Hear 3:06
A5 That Was The President 3:20
A6 Iron Lady 3:30
A7 The Highwayman 5:36
B1 Links On The Chain 4:18
B2 Hills Of West Virginia 3:21
B3 The Men Behind The Guns 3:00
B4 Talking Birmingham Jam 3:08
B5 Ballad Of The Carpenter 3:50
B6 Days Of Decision 3:12
B7 Here's To The State Of Mississippi 5:52

Músicos / Personnel:
Voz e guitarra - Phil Ochs

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Mitch Silvers, a quem agradecemos.

Slop-Twist-Hully Gully, V/A (LP 1965)

quinta-feira, 31 de março de 2016



Slop Twist Hully Gully, V/A (LP Vogue Schallplatten ‎– MID 16022, Serie International – , Mode Schallplatten, 1965). 

Compilação que reúne alguns famosos grupos/artistas da época, em que o Slop, o Twist e o Hully Gully (música e dança) se transformaram em autêntica mania, no início dos anos 60.

A origem do Hully Gully, parece estar relacionada com o grupo de rock The Olympics que em 1959 interpretou uma música chamada "(Baby) Hully Gully", a qual gerou a fama e a mania dessa dança em 1960. A moda teve início com Frank Rocco, no Hotel Cadillac, na praia de Miami, Flórida, Estados Unidos. Ela foi ainda mais popularizada em 1961, quando outra música com o mesmo ritmo surgiu, chamada "Peanut Butter", do grupo The Marathons.
O Twist nem precisa de apresentação!
Quanto à dança “Slop”, teve origem na comunidade negra de Filadélfia onde obteve grande sucesso. Nos anos 50, o Slop foi apresentado ao público na TV Show 'Bandstand'. O ritmo teve o seu início no final dos anos cinquenta como uma dança de casais, sem se tocarem. O estilo foi-se alterando e transformando no final dos anos cinquenta e início dos sessenta, tornando-se ainda mais popular nos anos 60 na cena de dança de Jerry Blavat no seu Show “Discophonic Scene”. A dança teve bastante sucesso na costa leste dos EUA, desde Nova York até ao sul de Washington, DC.


Faixas/Tracklist:

A1. David Ede and The Go Man, Go Men - Last Night [02:26]
A2. The Searchers - Twist And Shout [02:42]
A3. - Hully Bach [02:09]
A4. Shorty Miller and The Raylads - Let's Slop [02:48]
A5. The Roulettes - Hully Gully Slip 'n' Slide [02:07]
A6. Jack Hammer - The Wiggle [02:37]
A7. Corrado El 93 - Tin Roof Twist [03:09]
B1. The Caravells - Let's Dance Hully Gully [02:17]
B2. Shorty Miller and The Raylads - Shepherd's Slop [02:41]
B3. Fausto Papetti - Midnight Twist [01:52]
B4. The Roulettes - La Bamba [02:27]
B5. The Searchers - Farmer John [01:56]
B6. The Sons Of The Piltdown Men - Be A Party [02:10]
B7. Lucky Jack and His Orchestra - Hully Gully Time [02:26]

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Steve Ray, a quem agradecemos.

The Leaves ‎– Hey Joe (LP 1966)

quarta-feira, 30 de março de 2016



The Leaves ‎– Hey Joe (LP Mira Records ‎– LP 3005, 1966).
Produtor - Norm Ratner


Este é o álbum de estreia dos “The Leaves”, especialmente para um grupo que só durou cerca de um ano após o seu lançamento. "Hey Joe", é o nome da canção título deste álbum, um tema popular de 1962, escrito pelo músico norte-americano Billy Roberts (a versão mais conhecida foi interpretada pela banda Jimi Hendrix Experience).
A mais antiga gravação conhecida da canção é o primeiro single da banda The Leaves, lançado em novembro de 1965, tema que se tornou um clássico do rock. Essa canção é uma das faixas deste LP.
The Leaves foi uma excelente banda americana de Folk-Rock e de garagem, formada na Califórnia em 1963. O grupo ficou mais conhecido pela sua versão da canção "Hey Joe", que foi um hit em 1966. 


Faixas/Tracklist:

A1 Dr. Stone (Pons, Beck) 2:20
A2 Just A Memory (Bob Arlin) 2:16
A3 Get Out Of My Life, Woman (Toussaint) 2:45
A4 Girl From The East (R. P. Jameson) 2:55
A5 He Was A Friend Of Mine 3:22
A6 Hey Joe! (Chester Powers) 2:48
B1 Words (T. Boyce-B. Hart) 2:28
B2 Back On The Avenue (B. Arlin, J. Pons, Beck, R. Reiner, Ray) 3:04
B3 War Of Distortion (Bob Arlin) 2:07
B4 Tobacco Road (J. D. Loudermilk) 2:08
B5 Good Bye, My Lover (A. McNally, C. Pender) 3:08
B6 Too Many People (B. Rinehart, J. Pons) 3:12

Músicos:

Vocalista, tamborim, harmónica – John Beck
Bateria – Tom "Ambrose" Ray
Guitarra ritmo – Robert Lee Reiner
Baixo, voz, contrabaixo - Jim Pons 
Guitarra solo - Bobby Arlin

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Blue Cheer ‎– Blue Cheer (LP 1969)

terça-feira, 29 de março de 2016



Blue Cheer ‎– Blue Cheer (LP Philips ‎– PHS 600-333, 1969).
Produção de Michael Sunday.

"Blue Cheer" é o quarto álbum da banda americana com o mesmo nome, lançado em 1969. Gary Lee Yoder contribuiu como compositor para a abertura e o encerramento das faixas e mais tarde iria juntar-se ao grupo como guitarrista no seu álbum seguinte,“The Original Human Being” (1970).
Este álbum é o primeiro lançamento dos Blue Cheer como banda constituída por quatro elementos, (antes era um trio).


Blue Cheer foi uma banda americana de rock psicadélico cuja carreira decorreu entre o final dos anos 60 e o início dos anos 70, tendo-se reunido ocasionalmente até 2009. O grupo formado em São Francisco, Califórnia, tocava um estilo de blues/rock psicadélico e também é creditado por ser um dos pioneiros no heavy metal, com a sua versão/cover de "Summertime Blues", sendo referido como uma das primeiras canções do género. Eles também ficaram conhecidos por terem influenciado o desenvolvimento de variados estilos como o punk rock, stoner rock, doom metal, rock experimental e grunge.
Desde a sua formação, a banda Blue Cheer misturava nas suas interpretações, o blues e os efeitos pesadíssimos de guitarra assemelhando-se muito às primeiras bandas de heavy metal, em que os guitarristas cada vez mais inventavam efeitos e jeitos diferentes de tocar.


Faixas/Tracklisting:

A1 - Fool (Gary R. Grelecki, Gary Lee Yoder) – 3:26
A2 - You're Gonna Need Someone (Mayell, Stephens) – 3:31
A3 - Hello LA, Bye Bye Birmingham (Delaney Bramlett, Mac Davis) – 3:29
A4 - Saturday Freedom (Stephens) – 5:47
A5 - Ain't That the Way (Love's Supposed to Be) (Kellogg, Peterson) – 3:11
B1 - Rock and Roll Queens (Kellogg, Peterson) – 2:44
B2 - Better When We Try (Kellogg) – 2:48
B3 - Natural Man (Kellogg, Peterson) – 3:36
B4 - Lovin' You's Easy (Stephens) – 3:50
B5 - The Same Old Story (Grelecki, Yoder) – 3:53

Músicos/Personnel:

Bruce Stephens – guitarra, voz de apoio e vocalista (nas faixas 2, 4, 7, 9)
Dickie Peterson – guitarra baixo e vocalista (nas faixas 1, 3, 5, 6, 8, 10)
Ralph Burns Kellogg – teclados
Norman Mayell – bateria e percussão

Álbum gravado nos Wally Heider Studios.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Jimmy Scott, a quem agradecemos.

Marco Paulo - S. Francisco (EP 1967)

segunda-feira, 28 de março de 2016



Marco Paulo - S. Francisco (EP A Voz do Dono 7LEM 3193, 1967).

Faixas/Tracks:

A1 - S. Francisco (John Philips, vrs. António José)
A2 - A Música Termina (Umberto Bindi, Franco Califano, vrs. Salatiel Coelho)
B1 - Eu, Você e a Rosa (Pace, Panzeri, Brinniti, vrs. Geraldo Figueiredo)
B2 - Falem-me Dela (M. Rivgauche, J. Dieval, vrs. Alexandre Cirus)


No ano em que Marco Paulo completa 50 anos de carreira, não quisemos deixar de assinalar o facto e aproveitamos para o homenagear com um dos seus registos mais antigos, o 5º EP - S. Francisco, de 1967.
João Simão da Silva, mais conhecido pelo seu nome artístico, Marco Paulo, nasceu em Mourão/Alto Alentejo-Portugal, em 21 de janeiro de 1944. É um dos mais populares cantores portugueses.
As suas músicas mais conhecidas são, Eu tenho Dois Amores (80), Maravilhoso Coração e Nossa Senhora. Recebeu até hoje 140 galardões de platina, ouro e prata, e até um de diamante.
O seu disco de estreia, “Não Sei”, em 1966, foi uma versão de António José, de uma canção do cantor francês Alain Barrière.
Marco vendeu cerca de 5 milhões de discos, tendo participado em vários festivais da canção, como o Festival da Figueira da Foz, em 1966, com a canção “Vida, Alma e Coração” ou o da RTP da Canção, em 1967, com “Sou tão feliz”, em que ficou em 6.º lugar, para além de programas de televisão. Participou noutros festivais, como as Olimpíadas de Atenas, em 1970, com o tema “O homem e o mar”, ano em que realizou uma digressão pelo Canadá, e o da OTI, em Miami, nos Estados Unidos, em 1989, com a canção “Rosa morena”.
Além de ter percorrido o país, cantou nas ex-províncias ultramarinas, foi atracão em diversos eventos, e actuou para as comunidades portuguesas em França, Alemanha, Estados Unidos, Venezuela e África do Sul.

EP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.
Agradecimento também ao nosso amigo António J. Portela, pela colaboração. 
Masterização por Carlos Santos.

The Doors ‎– The Doors (LP 1967)




The Doors ‎– The Doors (LP Elektra ‎– EKS-74007, 4 de Janeiro de 1967).
Produção de Paul A. Rothchild.

"The Doors" é o álbum de estreia da banda com o mesmo nome, que começou a ser gravado em agosto de 1966 e lançado na primeira semana de janeiro de 1967. Incluía a maioria das principais canções das suas actuações, incluindo o drama musical de 11 minutos "The End". A banda gravou o disco em poucos dias, entre os finais de agosto e o início de setembro.
O álbum figura em muitas listas de melhores álbuns de todos os tempos. Algumas das músicas incluídas neste disco, como "Light My Fire", "Alabama Song (Whiskey Bar)", "Break on Through (To the Other Side)" e "The End" são sucessos que foram imortalizados pela banda. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. O disco já vendeu mais de 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Segundo a Rolling Stone, o álbum foi considerado o 42º melhor álbum de todos os tempos.


The Doors foi uma banda lendária de rock psicadélico norte-americana formada em 1965, em Los Angeles, Califórnia. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o country e o folk.
Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade, comportamento e extravagância de Jim Morrison, contribuíram de algum modo para o aumento da fama do grupo.
Após a dissolução da banda no início da década de 70 e, especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse pelas músicas dos Doors manteve-se elevado.
A banda recebeu onze discos de platina, três discos de ouro e um de diamante. De 1967 a 2007 (40 anos), The Doors foram recebendo prémios pelos seus álbuns e músicas.
Em 2001 e 2007 foram vencedores de dois Grammys Awards.


Músicos:

Vocalista – Jim Morrison
Bateria – John Densmore
Guitarra – Robby Krieger
Órgão, piano e baixo – Ray Manzarek
Músico de apoio:
Larry Knechtel, guitarra baixo em "Light My Fire", "Soul Kitchen", "Twentieth Century Fox", "Back Door Man", "I Looked At You" e "Take It as It Comes".


Faixas/Tracklist:

A1 Break On Through (To The Other Side) (The Doors) 2:25
A2 Soul Kitchen (The Doors) 3:30
A3 The Crystal Ship (The Doors) 2:30
A4 Twentieth Century Fox (The Doors) 2:30
A5 Alabama Song (Whisky Bar) (Brecht, Weill) 3:15
A6 Light My Fire (The Doors) 6:50
B1 Back Door Man (C. Burnett, W. Dixon) 3:30
B2 I Looked At You (The Doors) 2:18
B3 End Of The Night (The Doors) 2:49
B4 Take It As It Comes (The Doors) 2:13
B5 The End (The Doors) 11:35

LP disponibilizado por Carlos Santos.

Aretha Franklin ‎– Songs Of Faith (LP 1965)

domingo, 27 de março de 2016



Aretha Franklin ‎– Songs Of Faith (LP Checker ‎– LP 10009, 1965).


Songs Of Faith” é o álbum de estreia de Aretha, gravado ao vivo na The New Bethel Baptist Church, em Detroit, Michigan, em 1956. É um conjunto de gravações efectuadas por Aretha Franklin ainda adolescente, na igreja de seu pai, o reverendo CL Franklin, em Detroit. Aretha cantou e tocou piano perante uma assistência entusiasta. Foi um dos mais notáveis momentos da música gospel de sempre. Este álbum proporciona-nos um contacto raro com os primeiros anos de Aretha Franklin como cantora gospel. Tinha apenas 14 anos de idade, quando ela cantou estes temas, com a sua característica voz que a iria tornar mundialmente famosa mais tarde, em meados dos anos 60, com canções inesquecíveis como "Respect" ou "I Never Loved A Man (The Way That I Love You)."
Este álbum é também conhecido como, The Gospel Soul of Aretha Franklin, Aretha's Gospel, Precious Lord, You Grow Closer, Never Grow Old e The First Album.


Aretha Louise Franklin (Memphis, 25 de março de 1942), mais conhecida apenas por Aretha Franklin, é uma cantora norte-americana de gospel, r’n’b e soul que se tornou um ícone da música negra. Foi considerada a maior cantora de todos os tempos pela revista Rolling Stone e, pela mesma revista, a nona maior artista da música de todos os tempos.
Aretha tornou-se a primeira mulher a fazer parte do Rock and Roll Hall of Fame em 3 de janeiro de 1987. Recebeu os apelidos de "Rainha do Soul" ou "Dama do Soul". Reconhecida pelas suas qualidades na música soul e R’n’B, também é uma adepta de jazz, rock, blues, pop e até mesmo ópera. Aretha é a segunda cantora a possuir mais prémios Grammy na história, logo a seguir a Alison Krauss. 
Apesar de todo o sucesso, Franklin possui apenas dois singles que ascenderam ao primeiro lugar na lista dos mais vendidos dos Estados Unidos segundo a revista Billboard: "Respect", na década de 60 (a sua canção mais conhecida) e "I Knew You Were Waiting (For Me)", um dueto com George Michael. No entanto, vários singles de Aretha foram grandes êxitos e conseguiram ficar entre os 20 mais vendidos na lista daquela publicação, como "Think", "I Say a Little Prayer", "Until You Come Back to Me", "Chain of Fools", "(Sweet, Sweet Baby) Since You've Been Gone", "Call Me", "Ain't No Way", "Don't Play That Song (for me)", "Freeway of Love", entre outros.


Faixas/Tracklist:

A1 There Is A Fountain Filled With Blood 
A2 Precious Lord (Part One) 
A3 Precious Lord (Part Two) 
A4 You Grow Closer 
A5 Never Grow Old 
B1 The Day Is Past And Gone 
B2 He Will Wash You White As Snow 
B3 While The Blood Runs Warm 
B4 Yield Not To Temptation 

Músico/Personnel:
Aretha Franklin – voz e piano

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Andy Pride, a quem agradecemos.

Feliz Páscoa, amigos! Happy Easter my friends!


Feliz Páscoa, amigos! Happy Easter my friends!

Meus queridos amigos, é tempo de celebrar a vida, o amor, a esperança, pois chegámos a esta época maravilhosa que é a Páscoa.
A Páscoa tem a capacidade de nos lembrar tudo o que ao longo do ano não demos a devida atenção e importância.


No entanto, há algo que não podemos deixar passar em branco, algo que nos prende a vocês, a amizade, a partilha e a solidariedade. Vocês são os nossos especiais amigos!
Fiquem sabendo que nos sentimos extremamente gratos pelo carinho e amizade que todos vocês nos têm oferecido em todos os momentos.
Desejamos a todos os nossos companheiros, amigos, familiares, colaboradores e visitantes deste blogue que nesta Páscoa a vossa vida renasça carregada de doces surpresas, muito amor, paz, saúde, boa música e muita amizade.



We wish all our collaborators, friends, family, participants and visitors of this blog that this Easter your life reborn full of sweet surprises, lots of love, peace, health, fine music and great friendship.

Carlos Santos e João Romão