Aviso/Warning

Se algum link estiver inacessível envie-nos um email ou deixe-nos um comentário/ If by any chance there is a broken link send us an email or leave us a comment.
Mostrar mensagens com a etiqueta Miklos Rozsa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Miklos Rozsa. Mostrar todas as mensagens

Miklos Rozsa – Quo Vadis (LP 1951)

domingo, 31 de março de 2024




Miklos Rozsa – Quo Vadis (LP MGM Records – E103, 1951).
Género: OST, Soundtrack.

Miklos Rozsa.

Quo Vadis” é o álbum da banda sonora do filme com o mesmo nome, lançado em 1951 através do selo MGM Records, com música composta entre 1950 e 1951 pelo maestro húngaro Miklós Rózsa para a película de Mervyn LeRoy. Rózsa dirigiu a orquestra e os coros com a sua mestria, técnica e inspiração impressionantes. Miklos optou por aumentar a orquestra inicialmente prevista com instrumentos da antiguidade, que incluíam liras, cítaras, buccina, salfinge, tambores étnicos, sistros e um conjunto exótico de percussão. Dada a complexidade da narrativa espiritual do filme, o maestro optou por infundir na sua partitura uma multiplicidade de belos temas, motivos, canções, hinos, coros, danças exóticas, bem como fanfarras imperiais e marchas militares. Ao fazer isso, ele alcançou uma sinergia rara e perfeita entre imagens e música.


“Quo Vadis” ("Para Onde Vais?") é um filme épico americano de 1951, do género drama, dirigido por Mervyn LeRoy. O enredo do filme conta a história de um general romano Marcus Vinicius que após três anos em campanha, regressa a Roma e encontra Lygia, por quem se apaixona. Ela é uma cristã e não quer nenhum envolvimento com um guerreiro. Mas, apesar de ter sido criada como romana, Lygia é a filha adoptiva de um general aposentado e, teoricamente, uma “refém” de Roma. Marcus procura o imperador Nero, para que ela lhe seja entregue pelos serviços que prestou. Lygia ressente-se, mas de alguma forma se apaixona por Marcus. Enquanto isso, as atrocidades de Nero são cada vez mais ultrajantes e, quando ele manda incendiar Roma e culpa os cristãos, Marcus salva Lygia e a família dela. Nero atira-os aos leões, mas, no final, Marcus, Lygia e o cristianismo prevalecerão.


Faixas/Tracklist:

A1.a - Quo Vadis Prelude (Miklos Rozsa, Gray)
A1.b - Assyrian Dance (Miklos Rozsa)
A2 – Lygia (Miklos Rozsa)
A3 - Roman Bacchanal (Miklos Rozsa)
A4.a - Siciliana Antica (Miklos Rozsa)
A4.b - Hymn of The Vestal Virgins (Miklos Rozsa, Gray)
B1.a - Hail Nero, Triumphal March (Miklos Rozsa)
B1.b - Jesu, Lord (Miklos Rozsa, Gray)
B2.a - Chariot Chase (Miklos Rozsa)
B2.b - Invocation To Venus (Voz contralto com acompanhamento de harpa - Marina Berti) (Miklos Rozsa, Gray)
B3 - Petronius' Meditation and Death (Miklos Rozsa)
B4 - Miracle (Miklos Rozsa) / Finale (Miklos Rozsa, Hugh Gray)

NOTA: Música composta e orquestra conduzida por Miklos Rozsa.

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Pete Wood, a quem agradecemos.

Miklos Rozsa ‎– King of Kings (LP 1961)

sexta-feira, 10 de abril de 2020



Miklos Rozsa ‎– King of Kings (LP MGM Records ‎– IE2, 1961). 
Género: OST, Soundtrack, Banda Sonora. 


Miklós Rózsa (1907 - 1995) foi um compositor húngaro/americano que iniciou a sua carreira na Alemanha em 1925, tendo-se mais tarde mudado para os EUA em 1940, aí permanecendo até à sua morte em 1995. Miklos ficou famoso pelas suas quase cem bandas sonoras para filmes. 
Rózsa alcançou algum sucesso inicial na Europa com o seu tema orquestral, “Variations, and Finale (Op. 13), de 1933 e tornou-se proeminente na indústria cinematográfica a partir de partituras iniciais como The Four Feathers (1939) e The Thief of Bagdad (1940). 
Rozsa produziu outras bandas sonoras para MGM, como “Júlio César”, "All the Brothers Were Valiant" (Todos os Irmãos eram Valentes) (1953), "Plymouth Adventure “(O Veleiro da Aventura) (1952), "Ivanhoe"(1953), "Knights of the Round Table” (Os Cavaleiros da Távola Redonda) (1954), "Tribute to a Bad Man” (Tributo a um Homem Mau) (1958) ou "Kings of Kings" (O Rei dos Reis) (1961). Recebeu 17 indicações para o Oscar, tendo recebido na sua carreira apenas três: "Spellbound” (Quando Fala o Coração) (1945), "A Double Life" (1947), e "Ben-Hur"(1959). 
Rozsa tornou-se cidadão americano em 1946. 


King of Kings” é um filme épico/bíblico americano de 1961, produzido por Samuel Bronston Productions e distribuído pela Metro- Goldwyn-Mayer. Dirigido por Nicholas Ray, o filme é uma dramatização da história de Jesus Cristo, desde o seu nascimento e ministério até à sua crucificação e subsequente ressurreição. A banda/trilha sonora é de Miklós Rózsa e a narração de Orson Welles. 
A película é baseada nos quatro evangelhos canónicos (Mateus, Marcos, Lucas e João), além dos escritos do historiador romano Tácito. O filme relata a história de Jesus Cristo de acordo com esses evangelhos. Traça a vida de Jesus Cristo, desde o seu nascimento até a ressurreição, dentro do cenário político da sua época, com a Palestina ocupada pelos romanos desde a invasão de Pompeu à cidade santa de Jerusalém, em 63 a.C., a nomeação do rei Herodes, o Grande, pelos romanos e, finalmente, a coroação de Herodes Antipas (depois de ter morto o seu pai), a revolta liderada por Barrabás e a decapitação de João Batista. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Main Theme 
A2 The Holy Of Holies 
A3 Pontius Pilate Arrival In Jerusalem 
A4 The Virgin Mary 
A5 Nativity 
A6 The Temptation Of Christ 
A7 John The Baptist 
A8 The Miracles Of Christ 
A9 Salome Dance 
B1 Mount Galielee And The Sermon Of The Mount 
B2 The Prayer Of Our Lord 
B3 Christ Entry Into Jerusalem 
B4 The Way Of The Cross 
B5 The Scourcing Of Christ 
B6 Mary At The Sepulcher 
B7 Resurrection 

Músicos Intervenientes/Personnel:
  Miklos Rozsa, Singers Of The Roman Basilicas e Symphony Orchestra Of Rome. 

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Pete Wood, a quem agradecemos. 

Ben Hur - Miklós Rózsa, Conducting The National Philharmonic Orchestra and Chorus (LP 1977)

sexta-feira, 18 de abril de 2014



Miklos Rozsa - Ben Hur (Decca PFS4394, 1977).


O score majestoso de Ben-Hur captou a essência do filme, toda a sua pompa e esplendor, sempre complementando e acentuando o drama. Com a preocupação de ser o mais fiel possível ao estilo romano, Rózsa combinou elementos musicais gregos, judaicos e orientais.

Miklós Rózsa recebendo o "Oscar" em 1946, pela trilha de "Spellbound", das mãos da apresentadora Ginger Rogers.

Miklós Rózsa (ou Miklos Rozsa, 1907 /1995) foi um compositor húngaro.
Rozsa nasceu em Budapeste, em 18 de abril de 1907. Ainda jovem, compôs obras neoclássicas, além de “balllets” e sinfonias em Paris e Londres, antes de ser contratado pelo seu compatriota Alexander Korda, para o arranjo musical do seu primeiro filme, "Knight Without Armour", em 1937. Três anos depois, foi com Korda para Hollywood, onde desenvolveu um estilo que destacava impacto psicológico, fossem em suspenses ou policiais noir, muito em moda nos anos 40.
São "Pacto de Sangue"(1944), "Quando fala o Coração"(1945) e "Os Assassinos"(1946), as suas primeiras obras musicais para o cinema americano. Ganhou o seu primeiro Óscar como compositor em 1946, pela composição de "Spellbound" (ou "Quando fala o Coração", título brasileiro).
Em 1949, Miklos foi contratado pela Metro-Goldwyn-Mayer para ser um dos compositores daquele estúdio. Foram momentos altamente produtivos para o compositor húngaro. No ano seguinte, a sua primeira trilha/banda sonora para MGM, "Quo Vadis, marcou o início de uma nova fase para o músico e maestro, que saiu do estilo psicológico e noir dos filmes policiais dos anos 40, para o estilo épico e religioso, inspirado num estilo grego-romano clássico.
Rozsa ainda realizou outras trilhas sonoras para Metro, como Júlio César, "Todos os Irmãos eram Valentes"(1953), "O Veleiro Da Aventura"(1951), "Ivanhoé"(1953), "Os Cavaleiros da Távola Redonda"(1954), e "Tributo a um Homem Mau"(1958). Recebeu 17 indicações para o Oscar, tendo recebido na sua carreira apenas três: "Quando fala o Coração"/Spellbound(1945), A Double Life(1947), e "Ben-Hur"(1959).
Ben-Hur foi um marco memorável na sua carreira, no final da década de 50. Na década seguinte, com o Óscar conquistado por "Ben-Hur", e o contrato com a Metro, já em fase de expiração, ainda compôs as trilhas de mais dois épicos espectaculares: "Rei dos Reis"/ King of Kings (1961), ainda para a Metro, e o filme El Cid, para a Allied Artist ou Os Boinas Verdes, entre outros, firmando o compositor húngaro como um mestre definitivo do género épico. Possivelmente, Miklos Rozsa é mais recordado pelas composições em filmes épicos e religiosos do que pelas composições iniciais da sua carreira. 
Miklos Rozsa é um ponto de referência para muitos compositores de trilhas para filmes que surgiram posteriormente, como Maurice Jarre e John Williams.
Vivendo aposentado nos Estados Unidos com a sua família, o grande compositor das trilhas épicas faleceu em Julho de 1995, aos 88 anos de idade. Uma vida certamente bem vivida, e o legado da sua obra para as telas grandes não pode passar despercebido.

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklisting: 

01 - Fanfare Prelude: Star Of Bethlehem, Adoration Of The Magi
02 - Friendship 
03 - The Burning Desert
04 - Arrius Party
05 - Rowing Of The Gallery Salves
06 - Parade Of The Charioteers
07 - The Mother's Love
08 - Return To Judea
09 - Rnig For Freedom
10 - Lepers' Search For The Christ
11 - Procession To Calvary
12 - Miracle and Finale

Bonus:
13 - Prelude (bonus)

Intervenientes:

Compositor – Miklos Rozsa
Orquestra:  The National Philharmonic Orchestra and Chorus

Agradecimento ao nosso amigo Clair Rodrigues (Brasil), pela colaboração.