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Otis Waygood ‎– Ten Light Claps and a Scream (LP 1971, South Africa)

segunda-feira, 20 de maio de 2019



Otis Waygood ‎– Ten Light Claps and a Scream (LP Parlophone ‎– PCSJ 12077, 1971, South Africa). 
LP considerado raro.
Produção: Clive Calder, Julian Laxton. 
Género: Rock Psicadélico, Hard Prog Blues Rock, Rock Progressivo. 

Ten Light Claps and a Scream“, é o terceiro e último álbum do Otis Waygood onde o grupo abandona as suas raízes do blues, adoptando um som de rock mais pesado com elementos de jazz e de reggae a surgirem. A banda vira-se mais para uma mescla entre o hard rock, o rock underground, o progressivo e o blues rock, mantendo no entanto algumas passagens pelo psicadélico. O disco emergiu durante o auge da tensão política e social nos subúrbios brancos de Johannesburg. 
A música é, certamente, influenciada pelo underground britânico (Bloodwin Pig, Steamhammer, etc.). Excelentes guitarras e vozes, especialmente a de Rob Zipper, com arranjos bem trabalhados, tornam este álbum uma obra-prima. Todas as músicas são originais. Do disco destacamos as faixas, "A Madman's Cry", "Easy Way" e "Devil Bones". 
Ten Light Claps And A Scream“ é talvez o LP mais raro da triologia deste grupo. 
O álbum foi produzido pelo famoso Clive Calder e Julian Laxton (líder dos Freedom's Children). 


The Otis Waygood Blues Band foi um grupo de rock/blues formado em 1968 em Bulawayo/Rodésia (actual Zimbabué) tendo, posteriormente, mudado para a África do Sul, onde gravou os seus únicos três fantásticos álbuns no início dos anos 70, até ao fim da sua carreira, no final da mesma década 
Os membros originais eram Benny Miller, Rob Zipper, Alan Zipper, Leigh Sagar, Angus McLean e Billy Toon. 
Já no Reino Unido, em 1977 alteraram o seu nome para “Immigrant” e a sua turnê final foi para apoiar Tavares, terminando no Palladium, em Londres. O grupo separou-se em 1979. 
O nome da banda teve origem no nome dos elevadores instalados nalguns edifícios rodesianos, cuja marca era “Waygood Otis”. 
Mais informação sobre este excelente grupo, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1 A Mad Man's Cry (Otis Waygood) 4:18 
A2 Straight Ahead (Harry Polus) 2:52 
A3 I Left My Skull In San Francisco (Otis Waygood) 3:46 
A4 Easy Way (Otis Waygood) 5:12 
A5 The Higher I Go (Rob Zipper) 1:38 
B1 S.H.A.K. (Otis Waygood) 3:04 
B2 Devil Bones (Harry Polus, Otis Waygood) 3:15 
B3 You Can Do (Part 1) (Otis Waygood) 4:20 
B4 You Can Do (Part 2) (Otis Waygood) 4:30 

Músicos/Musicians: 

Rob Zipper - voz, guitarra, harmónica e saxofone
Leigh Sagar – guitarras, guitarra havaiana e órgão
Alan Zipper - baixo
Ivor Rubenstein - bateria, percussão e voz 
Benny Miller: guitarra 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano, John Lyle, a quem agradecemos.
Album kindly provided by our South African friend, John Lyle, whom we thank.

The Otis Waygood Blues Band - Simply Otis Waygood (1971, S.A.)

terça-feira, 14 de maio de 2019



The Otis Waygood Blues Band - Simply Otis Waygood (1971, South Africa). 
(LP original lançado em 1971, através do selo EMI Parlophone, PCSJ (D) 12071). 
Produção de Clive Calder. 
Género: Rock Ácido, Rock Progressivo, Blues Rock. 

"Simply Otis Waygood" é o segundo álbum da banda originária da antiga Rodésia mas radicada na África do Sul, que fazia um som baseado no blues (no álbum de estreia) e se começou a transformar num estilo mais virado para o rock ácido. As músicas são mais longas e estruturadas para permitir maior improvisação em faixas como "In The Sun" ou "The Messenger". Na reedição, o disco inclui mais seis faixas bónus retiradas do seu terceiro e último álbum "Ten Light Claps and a Scream". 

Capa do LP original (1971).

The Otis Waygood Blues Band foi um grupo de rock/blues formado em 1968 em Bulawayo/Rodésia (actual Zimbabué) tendo, posteriormente, mudado para a África do Sul, onde gravou os seus três únicos e fantásticos álbuns, no início dos anos 70. Não lançaram mais nenhum LP até ao fim da sua carreira, no final da mesma década. 
Os membros originais eram Benny Miller, Rob Zipper, Alan Zipper, Leigh Sagar, Angus McLean e Billy Toon. 
Já no Reino Unido, em 1977 alteraram o seu nome para “Immigrant” e a sua turnê final foi para apoiar os Tavares, terminando no Palladium, em Londres. O grupo separou-se em 1979. 
O nome da banda teve origem no nome dos elevadores instalados nalguns edifícios rodesianos, cuja marca era “Waygood Otis”. 
Mais informação sobre este excelente grupo, já se encontra inserida neste blog. 


Faixas/Tracklist: 

A1. In The Sun (L Sagar, R Zipper) [8.00] 
A2. Feelin' The Good (L Sagar, R Zipper, A Zipper) [3.20] 
A3. Feel It In Me (L Sagar, R Zipper) [5.30] 
A4. Have Some Fun (R Zipper, A Zipper) [2.56] 
B1. No Time People (Otis Waygood Blues Band) [5.56] 
B2. In Alan's Car (L Sagar) [2.52] 
B3. The Messenger (R Zipper) [6.34] 
B4. Sometimes I Feel Like A Motherless Child (Trad arranged R Zipper M Jackson) [4.08] 

Bonus (do álbum Ten Light Claps and a Scream): 
C1. A Madman's Cry (Otis Waygood) 
C2. Straight Ahead (Harry Poulos) 
C3. I Left My Skull In San Francisco (Otis Waygood) 
C4. Easy Way (Otis Waygood) 
C5. The Higher I Go (Rob Zipper) 
C6. S.H.a.K. (Otis Waygood) 

Músicos/Musicians: 

Rob Zipper - voz, guitarra, harmónica e saxofone
Martin Jackson - voz e flauta
Leigh Sagar - guitarra e órgão
Alan Zipper - baixo
Ivor Rubenstein - bateria, percussão e voz. 

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo sul africano, John Lyle, a quem agradecemos.
Album kindly provided by our South African friend, John Lyle, whom we thank.