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Sam Cooke - Live At The Harlem Square Club, 1963

sábado, 3 de janeiro de 2015



Sam Cooke ‎– Live At The Harlem Square Club, 1963 (LP RCA ‎– AFL1-5181, 1985).


Live at the Harlem Square Club, 1963 é o segundo álbum ao vivo deste cantor e compositor americano, Sam Cooke. O álbum só foi lançado em junho de 1985 nos Estados Unidos.
Inicialmente gravado para ser lançado como um álbum ao vivo intitulado “One Night Stand, the concert at the Harlem Square club” (no histórico bairro afro-americano de Miami) só foi editado em 1985. O disco é geralmente considerado um dos melhores álbuns ao vivo pelos críticos de música contemporânea, tendo sido incluído na lista da revista Rolling Stones como um dos 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos. 


Sam Cooke (22 de janeiro de 1931 – 11 de dezembro de 1964) foi um artista, cantor e empresário americano muito reconhecido e estimado. Hoje em dia, muitos o consideram o fundador da soul music. É considerado pela revista Rolling Stone como o 4º maior cantor de todos os tempos, e pela mesma revista, o 16º maior artista de todos os tempos.
Chamado de The king of soul, o legado de Sam Cooke é vasto. Ele teve grandes êxitos entre 1957 e 1965. Os temas "You Send Me", "Chain Gang", "Wonderful World" e "Bring It on Home to Me" são algumas das suas músicas mais apreciadas pelo público.
Cooke também foi um dos primeiros artistas negros da modernidade a tomar o controle principal de suas finanças. Cooke participou no movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos e, sobretudo, cantou unificando audiências das mais variadas origens com a sua voz atraente e singular.
Morreu baleado por Bertha Franklin à porta de um motel na cidade de Los Angeles. Franklin era gerente do estabelecimento e alegou legítima defesa. As circunstâncias da morte nunca foram completamente esclarecidas. 

Fonte: Wikipedia

Faixas/Tracklist:

A1 Feel It 3:51
A2 Chain Gang 3:19
A3 Cupid 2:46
A4 Medley (It's All Right / For Sentimental Reasons) 5:06
A5 Twistin' The Night Away 4:20
B1 Somebody Have Mercy 4:38
B2 Bring It On Home To Me 5:42
B3 Nothing Can Change This Love 3:40
B4 Having a Party 4:09


Intervenientes/Personnel:

Sam Cooke – voz
Clifton White – guitarra
Cornell Dupree – guitarra
Jimmy Lewis – guitarra baixo
Albert “June” Gardner – bateria
George Stubbs – piano
King Curtis – saxofone
Tate Houston – saxofone

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo James Gore, a quem agradecemos.

Leno – Leno (LP 1968).

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015



Leno – Leno (LP CBS 37581, 1968).
Produção de Renato Barros.

Leno, cujo verdadeiro nome é Gileno Wanderley Azevedo, é um cantor e compositor brasileiro da chamada Jovem Guarda. Nascido em Natal, RN, morou parte da infância até à adolescência em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Veio a conhecer Lílian Knapp que era sua vizinha. Com Lilian, apresentavam-se em programas de TV, fazendo mímicas de sucessos do rock e com quem mais tarde formaria a dupla de sucesso, Leno e Lilian. Por volta de 1960, regressou com a família para Natal, voltando para o Rio de Janeiro, em 1965.
Ao 14 anos, formou com colegas de ginásio, o grupo The Shouters, uma das (senão a primeira), primeiras bandas de rock do Nordeste, com o título inspirado nos Beatles (de “Twist and Shout”), e onde era vocalista e guitarra ritmo.


Em 1968, Leno iniciou a sua carreira a solo com a música “A Pobreza”. A canção alcançaria o primeiro lugar em todo o Brasil e seria lançada também em espanhol e italiano. O seu primeiro LP a solo, intitulado simplesmente de Leno, que aqui apresentamos, foi a sua consagração, trazendo as belíssimas “Eu Não Existo Sem Você” e “Papel Picado”. 
A biografia de Leno já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

1 Papel picado
2 Eu tenho febre
3 Sozinho eu sou feliz
4 a Pobreza
5 Um minuto mais 
6 O fim do mundo
7 Garotinha
8 Tudo que pedi a Deus 
9 Alcance-me
10Então você vai sorrir
11 Eu não existo sem você
12 Ao entardecer

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Sérgio da Rocha, a quem agradecemos.

Anthony Ventura And His Orchestra ‎– Music For Making Love (LP 1980).

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015



Anthony Ventura And His Orchestra ‎– Music For Making Love (LP Ariola ‎– 202 191, 1980).

Para começarmos bem o ano novo, de forma descansada e relaxada, depois da agitação da habitual "passagem de ano", nada melhor que este maravilhoso álbum!

Music For Making Love é um álbum excelente de "easy-listening", talvez o melhor de Anthony Ventura And His Orchestra que interpreta primorosamente temas famosos. A mistura de músicas e os arranjos produzem uma reconfortante paz de espírito. 
O álbum reúne uma excelente colecção de conhecidas músicas românticas tocadas por uma orquestra muito popular. Anthony Ventura é conhecido pelos seus arranjos simples mas eficazes, que são realmente portadores de calma e equilíbrio. Nada se destaca, cada instrumento tem o seu lugar. O álbum está muito bem produzido, com uma fantástica escolha musical e um alinhamento sequencial excelente. Basta fechar os olhos e "relaxar"! 


Anthony Ventura, cujo verdadeiro nome é "Werner Becker", nascido em Celle, Alemanha, em 04 de dezembro de 1943, é um músico, arranjador e produtor musical alemão. O seu primeiro álbum “Je t'aime” que reúne famosas melodias de sonho, contou com arranjos orquestrais clássicos. Ventura criou o seu próprio estilo, com o sucesso do seu próprio som orquestral para o grande mercado easy listening. De forma intervalada, os discos foram lançados até 1982 e Becker aparece sob o pseudónimo artístico de Anthony Ventura And His Orchestra. Com esse nome apareceu em dez álbuns da série Je t'Aime. Anthony Ventura tem cerca de dez milhões de álbuns vendidos e recebeu vários prémios, discos de ouro e platina, no seu maravilhoso estilo instrumental.


Faixas/Tracklist: 

A1 I Can't Stop Loving You (Gibson) 4:24
A2 I'd Love You To Want Me (La Voie) 3:34
A3 Don't Cry For Me Argentina ( Webber, Rice) 2:15
A4 If I Only Had Time (Fugain, Delanoe) 2:00
A5 Save The Last Dance For Me (Pomus, Shuman) 2:35
A6 Bridge Over Troubled Water (P. Simon) 3:33
A7 Johnny Guitar (Lee, Young) 3:40
A8 Hotel California (D. Felder, D. Henley, G. Frey) 4:51
B1 A Whiter Shade Of Pale (Brooker, Reid) 4:12
B2 Killing Me Softly (Fox, Gimbel) 2:50
B3 Mull Of Kintyre (Laine, McCartney) 3:13
B4 Jill's Theme (Morricone) 3:33
B5 If You Could Read My Mind (Lightfood) 3:10
B6 In The Ghetto (Scott / Davis) 2:41
B7 Morning Has Broken (Farjeon) 2:15
B8 Je T'Aime (Gainsbourg) 3:34

Feliz Ano Novo  /  Happy New Year!

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Richard Sandor, a quem agradecemos.

Reveillon - O Disco Festa (LP 1979)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014



Reveillon - O Disco Festa, V/A (LP CID 4073, 1979).

Um excelente disco para a animar a festa de passagem de ano, com muita dança, alegria e divertimento.
Feliz Ano Novo! 

Faixas/Tracklist:

Lado A:

A01. Está Chegando A Hora (Contagem Regressiva) - (Rubens Casmpos - Henricão)
A02a. Cidade Maravilhosa (André Filho)
A02b. Ta-Hi (Pr'a Você Gostar de Mim) - (Joubert de Carvalho)
A02c. Saca - Rolha - (Zé da Zilda - Zilda - Waldyr Machado)
A02d. Me Dá Um Dinheiro Aí - (Ivan Ferreira - Homero Ferreira - Glauco Ferreira)
A02e. Índio Quer Apito - (Haroldo Lobo - Milton Oliveira)
A03a. Dancin'Days - (Nelson Motta - Ruban)
A03b. Não Existe Pecado Rasgado Ao Sul Do Equador - (Chico Buarque - R. Guerra)
A04a. O Teu Cabelo Não Nega Mulata - (Lamartine Babo - Irmãos Valença)
A04b. Marcha do remador (Se A Canoa Não Virar) - Antônio Almeida - Oldemar Magalhões)
A04c. Aurora - (Roberto Roberti - Mario Lago)
A04d. Mamãe Eu Quero - (Vicente Paiva - Jararaca)
A04e. jardineira - (Benedito Lacerda - Humberto Porto)
A05a. Vou Festejar - (Jorge Aragão - Dida Neoci)
A05b. Marcando Bobeira - (João Quadrado - Beto Sem Braço - Dão)


Lado B:

B01a. Boi da Cara Preta (Eneidaor e Fantasia) - (Zuzuca)
B02a. Piada de Salão - (Armando Cavalcante - Klécius Caldas)
B02b. Pó de Mico - (Renato Araújo - Dora Lopes - Arildo de Souza)
B02c. Vai Com Jeito - (João de Barro)
B02d. Tomara Que Chova - (Paquito - Romei Gentil)
B02e. Chiquita Bacana - (João de Barro - Alberto Ribeiro)
B03. Pernambuco O Leão do Norte - (Silas de Oliveira)
B04. No Reino da Mãe do Ouro - (Tolito - Rubens da Mangueira)
B05.a - Marcha do Cordão do Bola Preta - (Nelson Barbosa - Vicente Paiva)
B05b. Daqui Não Saio - (Paquito - Romeu Gentil)
B05c. Cabeleira do Zezé - (Roberto Faissal - J. Roberto)
B05d. Mulata Yé Yé Yé... - (João Roberto Kelly)
B05e - Allah-La-Ô - (Haroldo Barbosa - Nássara)

Agradecimento ao nosso amigo Carlão (Carlos, do blog Bau de Long Playing, Brasil) por nos ter disponibilizado este excelente LP.

Bamda Mel - Todo Mundo Dança (1995)




Bamda Mel - Todo Mundo Dança (1995).

A Bamdamel (anteriormente conhecida por Banda Mel) é uma banda baiana de axé music, uma das precursoras do estilo no Brasil. Foi formada em 1984 com o sucesso do bloco carnavalesco Bloco Mel.
A banda teve pelo menos cinco formações, incluindo a atual. A primeira formação tinha à frente Boock Jones, Janete Dantas e Jaciara Dantas (já falecida). Esta formação gravou dois discos, deixando a banda em seguida. Entre 1998 a 2002 voltaram a fazer a voz de apoio à banda com exceção de Boock Jones. Na segunda formação, a mais duradoura e bem sucedida, estavam presentes Márcia Short (Voz e Vocal), Róbson (Voz e Vocal), Alobêned Airam (Voz e Vocal), Jailton Dantas (Contrabaixo Elétrico, Violão, Produção e Arranjos), Dito Régis (Percussão e Composição), Guto Guitar (Guitarra, Cavaquinho e Violão), Orlando Costa (Percussão), Dal Batera (bateria) e Fernando Padre (Teclados).
A terceira formação ainda contava com a cantora Patrícia Alvaia que fez a sua primeira apresentação com a banda no dia 1º de maio de 1993, num show no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Mais tarde, Patrícia seguiu a sua carreira noutra banda e pouco depois entrou para a Banda Cheiro de Amor, em que fez Backing Vocal para Carla Visi e posteriormente, Márcia Freire (regressando à Banda) e Alinne Rosa.
A sua quarta formação contava com Alôbened Airam (vocal), Guto Guitar (guitarra e cavaquinho), Dito Régis (percussão), Jailton Dantas (baixo, violão e produção) e Joka Ribeiro (vocal). Participaram destes discos Cezinha (bateria), Jackson Dantas (irmão de Jailton Dantas, violão e cavaquinho), Jaciara Dantas (vocal), e mais alguns elementos.

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklist:

1-coisa boa
2-pirambeira
3-delícias do sol
4-virou mania
5-viajar no paraíso / a bailarina
6-prá me fazer sonhar
7-mar de água clara
8-roxa de amor
9-tô enroladão
10-província
11-vem me ajudar / mar de rosas
12-não chore por mim, chore não
13-aquarela do Brasil
14-pot-pourri (brasileirinho / noites cariocas / tico-tico no fubá)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Gerberto Andrade (Brasil), a quem agradecemos.

Conjunto Jovem Brasa ‎– Jovem Braza Apresenta Samba Jovem (LP 1966).




Conjunto Jovem Brasa ‎– Jovem Braza Apresenta Samba Jovem (LP RCA Victor ‎– BBL-1365, 1966).

Único LP gravado por este grupo, com uma capa interessante mas de certa forma confusa. Trata-se do álbum do Conjunto Jovem Brasa – Jovem Braza Apresenta Samba Jovem, de 1966. Este conjunto brasileiro fazia uma fusão do rock (jovem guarda) com o samba/bossa nova, o que mais tarde se chamaria o “sambarock” nos anos 70. Salientamos alguns temas bem conhecidos, num ritmo e estilo diferentes do clássico, mas muito interessantes como, Mas Que Nada, Quero Que Vá Tudo Por Inferno, O Carango e Mexerico da Candinha, ou as bossas novas, Água de Beber, Só Danço Samba e É De Manhã. 

Músicos:

Mário Castro Neves: Piano 
Chico Feitosa: Guitarra, voz 
Normando: Guitarra acústica, Voz 
Novelli: Baixo
Miguel Plopschi: Saxofone 
Pedrinho da Luz: Guitarra

Faixas/Tracklist:

01 – Jovem Brasa (Mário Castro Neves / Chico Feitosa)
02 – Mexerico da Candinha (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
03 – O Carango (Carlos Imperial / Nonato Buzar)
04 – Em Sua Homenagem (Mário Castro Neves / Chico Feitosa)
05 – Água de Beber (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
06 – De Manhã (Caetano Veloso)
07 – Tá Por Fora (Wilson Simonal / Chico Feitosa)
08 – Mas Que Nada (Jorge Ben “Jorge Benjor”)
09 – Só Danço Samba (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
10 – Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda / Aldo Cabral)
11 – Mamãe Passou Açúcar Em Mim (Carlos Imperial)
12 – Quero Que Vá Tudo Pro Inferno (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Jair Cardoso, a quem agradecemos.

Feliz Ano Novo / Happy New Year !

Feliz Ano Novo / Happy New Year 2015


Feliz Ano Novo/Happy New Year!

Amigos e amigas,

É preciso viver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar.
É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos, de motivos.
O importante é viver cada momento e aprender a sua duração e essência, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver...
Desejo que no próximo ano, realizem todos os vossos sonhos.
E, nesses momentos, saiba que terão sempre ao vosso lado, os amigos da equipa deste blogue.

Feliz Ano Novo.


Feliz Ano Novo / Happy New Year 2014/2015


Um Feliz Ano Novo - Happy New Year!!!

Saúde, paz, amizade, fraternidade, solidariedade e amor, são os nossos sinceros desejos para todos os nossos amigos, neste Novo Ano.

The Jordans – Edição Extra Nº 3 (LP 1968).

terça-feira, 30 de dezembro de 2014



The Jordans – Edição Extra Nº 3 (LP Copacabana CLP 11549, Setembro 1968).

The Jordans é um grupo brasileiro, essencialmente instrumental. A banda iniciou-se em janeiro de 1956 no bairro da Mooca , na cidade de São Paulo, Brasil. 
O seu nome foi inspirado na banda The Jordanaries, que acompanhava Elvis Presley nessa época. 
The Jordans é considerada uma das mais importantes bandas da Jovem Guarda brasileira, especialmente porque enveredaram por um caminho de rock instrumental, seguindo a mesma linha dos Shadows.
Estrearam-se no programa de Tony e Celly Campello na TV Record, em 1958, e alcançaram muito sucesso em 1961 com "Blue Star", que ficou oito meses nos tops. Integraram o grupo, entre outros, Aladim (guitarra solo), Sinval (guitarra ritmo), Tony (baixo), Foguinho (bateria) e Irupê (saxofone). Ao longo da carreira, ganharam o prémio "Roquete Pinto" pelo "Tema de Lara". Participaram em programas de televisão no Brasil e em outros países. Lançaram vários LPs e 45 rpm. Acompanharam diversos intérpretes da Jovem Guarda. Em 1967, encontraram-se com os Beatles, em Londres.
O grupo manteve-se em actividade até 1975, quando então se desmembraram, voltando a reunir-se em 1993. No decorrer da sua carreira, a formação inicial do grupo sofreu várias alterações, com mudanças entre os componentes da banda. 
A biografia do grupo já se encontra inserida neste blogue.


Elementos:

Romeu Mantovani Sobrinho, o Aladim - São Paulo - 1941- guitarra solo
Olimpio Sinval Drago, o Sinval - Jaú, SP - 1942 - guitarra-ritmo 
José de Andrade, o Tony - São Paulo - 1944 - baixo 
Irupê Teixeira Rodrigues, o Irupê - saxofone 
Neno (Demerval Teixeira Rodrigues) - trompete
Valdemar Botelho Hunior, o Foguinho: bateria
Ziquito (João Salvador Galati) 
Valtinho: trombone


Faixas/Tracklist:

01 - Soul Limbo (Jones-Crepper-Dunn-Jackson)
02 - By The Time I Get To Phoenix (Jim Webb)
03 - Segura Esse Samba (Ogunhê) (Osvaldo Nunes)
04 - Do You Want To Dance (Bobby Freeman)
05 - Autumn Of My Life (Bobby Goldsboro)
06 - E Você (To Give) (Bob Crew-Bob Gaudio, versão Carlos Wallace)
07 - Love Letters (Victor Young - Edward Heyman)
08 - Soul Man (Isaac Hayes - David Porter)
09 - Was Ich Dir Sagen Will (The Music Played) (Udo Jurgens-Joachim Fuchsberger)
10 - It's Too Late (Bobby Goldsboro)
11 - Vagar (Moacyr Portes-Wally)
12 - Se Alguém Chorou (Walk Away Renee) (Mike Brown-Bob Calilli-Tony Sansone, versão Carlos Wallace)

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Durival Reis, a quem agradecemos.
Masterização por Carlos Santos.

Paulo Diniz - Sucessos (Seleção de Êxitos)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014



Paulo Diniz - Sucessos (Seleção de Êxitos).

Trata-se de uma compilação particular que reúne alguns dos maiores êxitos deste artista brasileiro.

Paulo Diniz (Pesqueira, Pernambuco, 24 de janeiro de 1940) é um cantor e compositor brasileiro. Chegou ao Rio de Janeiro na década de 60 contratado pela Rádio Globo após alguns anos em rádios de Recife e Fortaleza. O seu primeiro disco, um single com as músicas "Quem desdenha quer comprar" e "O Chorão", teve boa repercussão, rendendo convites para participar no programa de maior sucesso na televisão da época, Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Como a parceria Roberto e Erasmo, Paulo Diniz fazia canções com Odibar Moreira da Silva, o Odibar, tendo “Pingos de amor” como a música mais conhecida. Vendeu mais de 1 milhão de álbuns e foi regravada por vários cantores, entre eles, Emilio Santiago e Kid Abelha e cantada por Zeca Baleiro.


Em meados da década de 60, Paulo Diniz vai para o Rio de Janeiro e é contratado pela Rádio Globo.
No Recife trabalhou como crooner e baterista em casas nocturnas. Foi locutor e actor de rádio e televisão, em Pernambuco e no Ceará. Em 1964 foi para o Rio de Janeiro, onde consultou a Rádio Tupi e passou a compor com mais frequência. A sua primeira gravação foi editada em 1966, com a música O Chorão.
Em 1966, no auge do movimento Jovem Guarda, lançou o seu primeiro disco, e o iê-iê-iê "O Chorão" torna-se sucesso nacional.
Em 1970, compôs, em parceria com o amigo Odibar, o hino de protesto "Quero Voltar Pra Bahia", cujos versos carregados de saudade prestavam homenagem a Caetano Veloso, que se encontrava exilado em Londres. A música alcançou os primeiros lugares das paradas em todo o país e tornou-se uma espécie de hino, canção-símbolo de uma época conturbada da história política e social do Brasil.
Quatro anos depois lançou dois LPs, e em seguida dedicou-se à tarefa de musicalizar poemas de língua portuguesa de autores como Carlos Drummond de Andrade (E Agora, José?), Gregório de Matos (Definição do Amor), Augusto dos Anjos (Versos Íntimos), Jorge de Lima (Essa Nega Fulô) e Manuel Bandeira (Vou-me Embora pra Pasárgada).
As suas músicas foram gravadas por Clara Nunes, Emílio Santiago, Simone e outros cantores. Entre seus sucessos destacam-se "Pingos de Amor", gravado por vários intérpretes, "Canoeiro", "Um Chopp pra Distrair" e "Ponha um arco íris na sua moringa", mas o sucesso que o consagrou foi sem dúvida a música "Quero Voltar Pra Bahia".
Entre 1987/1996, na decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico, não gravou nenhum disco.
Parcialmente recuperado, em 1997 retomou a carreira, quando novamente já tinha residência fixa no Recife.
Actualmente, residindo no Recife, faz apresentações por várias cidades e capitais do Nordeste brasileiro, com a mesma voz vibrante de antes, porém numa cadeira de rodas, já que a doença que quase o paralisou nos anos 80 regressou a partir de 2005, e dessa vez paralisou os seus membros inferiores.

Fonte: Wikipedia

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo Sérgio da Rocha (Brasil), a quem agradecemos.

The Brisks - Sus Mejores Canciones (EP’s Colección 1964-1966).

domingo, 28 de dezembro de 2014



The Brisks - Sus Mejores Canciones (EP’s Colección, 1964-1966).

Trata-se de uma compilação produzida a partir dos EP’s (em vinil) que reúne a maior parte dos sucessos desta banda formada em Ceuta.


The Brisks foi um famoso grupo originário de Ceuta, formado nos anos 60 e de estilo pop, ainda que com influências rock, soul, jazz, twist, entre outros. Foi fundado em Ceuta nos primeiros anos da década de 60 por um grupo de estudantes e inicialmente chamavam-se Halógenos.
Depois de numerosas actuações na sua cidade natal, conseguiram um “manager” José Garzón e a primeira decisão foi mudar o nome do grupo para The Brisk Boys que finalmente derivaria para The Brisks.
A formação inicial era constituída por:

Juan Pozo - Guitarra solo e voz (Ceuta 1944) 
José García - Bateria e voz (Ceuta 1943) 
Antonio Morales – Saxofone e órgão (Ceuta 1945) 
Julio Rey – Baixo e voz (Tanger 1943) 
Jesús Zurita – Vocalista (Ceuta). 

Pouco tempo depois o vocalista J. Zurita é substituido por Arturo (Cataluña). Começaram a movimentar-se ao nível nacional por numerosas cidades como, Torremolinos, Zaragoza ou Costa Brava, entre outras e gravam em Barcelona o seu primeiro LP. É nessa altura que se dá uma alteração à formação e se junta ao conjunto Julián Granados procedente do grupo Los Ángeles Azules e posteriormente dos míticos Los Buenos.
Internacionalizam-se através dos países vizinhos, Marrocos e Portugal, continuando a actuar em Espanha. Estiveram também no lendário Star Club de Hamburgo (Alemanha).
Produzem versões (covers) em castelhano de temas dos Beatles tais como All My Loving (Todo Mi Amor) ou Can't Buy My Love (No Puedes Comprar Mi Amor).

The Brisks, 1968 com Teddy Ruster

No final de 1967 Julián Granados abandona o grupo e os membros fundadores optam por o substituir por um vocalista negro, Teddy Ruster, com o qual gravariam um disco, ao estilo “soul” e que incluía uma versão do famoso "Stone Free" de Jimi Hendrix. Mas nessa época, as tendencias musicais estavam em mutação e a maioria dos grupos pop foram desaparecendo ou pelo menos decaindo, o que afectou também The Brisks.
De novo, sai o vocalista e no início dos anos 70 a formação da banda conta agora com o vocalista Pedro Ruy Blas, que transitava do lendário grupo Los Canarios.
Durante a sua existencia, o grupo acompanhou importantes artistas da cena musical espanhola como, Conchita Velasco, Raphael ou Rocío Durcal. 
O grupo dissolveu-se nos anos 70.


No entanto, na segunda metade da década de 90, decidem voltar à música e dois elementos originais, Julio Rey e José García, reformariam o grupo juntamente com outros dois novos integrantes, Antonio Cantos (Melilla) solista com experiencia em grupos como, Beat, Jaker e Dracmas, e Juan Ignacio Serrano (Jaén) guitarra ritmo e voz que tinha actuado com Los Yunkex.
Estes novos Brisks tocavam músicas populares do cancioneiro espanhol, baseado no Flamenco-rock. Canções eternas como, “Vino Amargo”, “Tani” ou “La Niña de Fuego” ou antigos temas seus em versões actualizadas, conseguindo ainda assim lançar dois novos discos, ainda que nada voltaria a ser como dantes. 
Nesta fase, a formação incluía Antonio Cantos (guitarra) e Juan Ignacio Serrano (guitarra ritmo), além dos fundadores Julio Rey y José García.
Já no século XXI, as actuações reduuziram-se apenas ao nível local na cidade de Fuengirola, onde os membros do grupo se haviam instalado, mas infelizmente a morte de um dos membros fundadores, Julio Rey em 2004, acabaría com o grupo definitivamente.

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Romero Mollina, a quem agradecemos.