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Los Salvajes – Lo Mejor de Los Salvajes (LP 1967 / Spain)

terça-feira, 6 de janeiro de 2026




Los Salvajes – Lo Mejor de Los Salvajes (LP Regal – LREG 8011, Series:
Serie Azul, 1967 / Spain).
Género: Rock, Rock de Garagem.


Lo Mejor de Los Salvajes” é o primeiro e único álbum (compilação) em LP lançado durante a actividade da banda Los Salvajes, editado pelo selo espanhol Regal – Series: Serie Azul, em 1967. Todas as faixas do álbum já tinham sido editadas entre 1966 e 1967. Houve uma clara intenção de promover músicas compostas pela própria banda ou para ela, minimizando ao máximo a presença de versões de êxitos estrangeiros. Mais de metade das doze canções deste álbum enquadram-se nesta categoria. É um álbum de rock de garagem que compila várias faixas dos EPs que a banda gravou entre 1966 e 1967, demonstrando a sua exuberância artística e a influência de grupos britânicos como The Rolling Stones, The Troggs ou The Spencer Davis Group. Do LP destacamos as faixas "Soy Así", "Es la Edad" e "Al Capone", e as versões em espanhol de clássicos como "Paint It Black" e "Get On Your Knees". O som é cru, enérgico e psicadélico, com guitarras distorcidas, órgão vibrante e vozes ásperas. O talentoso grupo Los Salvajes, foi um dos ícones do punk de Barcelona/Espanha.
Los Salvajes, é uma banda de rock espanhola originária de Barcelona, ​​fundada em 1962. A formação inicial do grupo era constituída por Gabriel "Gaby" Alegret (voz), Andres "Andy" González (guitarra solo), Francisco Miralles (guitarra), Sebastián Sospedra (baixo) e Delfín Fernández (bateria). Outros membros do início da sua formação foram, Julián Moreno Sanz (guitarra) em 1966 substituindo Miralles, Francisco Mercader (teclados), Enric Canals (baixo). A última formação reuniu Delfín Fernández (baterista original), Luis Barbero Grau (voz, guitarra, harmónica), Carles Fonollosa (guitarra), Dani Torrens (baixo). Está em actividade desde 1962 a 1970, de 1978 a 2005 e de 2013 até à actualidade.


Faixas / Tracklist:

A1 - Vivir Sin Ti (Julián Moreno, Luarca) 2:42
A2 - Soy Así (Los Salvajes) 2:30
A3 - Rosa de Papel (Julián Moreno, Luarca) 2:55
A4 - Al Capone (Los Salvajes) 2:40
A5 - El Bote Que Remo (adapt. J. Córcega / N. Diamond) 2:29
A6 - Las Ovejitas (Julián Moreno, Luarca) 2:35
B1 - Mi Bigote (A. Flores, Delfín Fernández) 2:45
B2 - Fuera de Mi Corazón (Delfín Fernández, Luarca) 2:42
B3 - Corre, Corre (adapt. Pacho / J. Edwards) 2:50
B4 - Todo Negro (adapt. J. Carreras / Jagger-Richards) 2:50
B5 - Una Chica Igual Que Tú (adapt. J. Córcega / R. Presley) 2:15
B6 - Es La Edad (Los Salvajes) 3:20

Formação Clássica / Classical Line-up:

Gabriel "Gaby" Alegret – voz, harmónica
Andres "Andy" González – guitarra solo, coros
Francisco Miralles – guitar ritmo, coros (substituído por Julián Moreno Sanz, em 1966)
Sebastián Sospedra / Enric Canals – baixo, coros
Delfín Fernández Martínez (Delfín) – bateria, percussão, coros
Francisco Mercader – teclados.

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Los Salvajes (Los Salvajes del Twist) – Twist (LP 1961 / Mexico)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025




Los Salvajes (Los Salvajes del Twist) – Twist (LP Columbia – DCA 218, 1961 / Mexico).
Género: Rock & Roll, Rhythm & Blues, Twist, Rockabilly.


Los Salvajes foi uma banda mexicana de rock 'n roll mais conhecida pelo seu êxito "Caramelo de Menta" (versão espanhola de “Peppermint Twist”, de Joey Dee & The Starliters). O grupo, formado em 1961, foi um dos pioneiros da primeira vaga de rock cantado em espanhol, quando a tradução para castelhano das músicas de rock era a norma. Eram conhecidos em Espanha como "Los Salvajes del Twist", provavelmente para evitar confusões com Los Salvajes, outra banda de rock espanhola (de Barcelona) com o mesmo nome. Ficaram famosos também na Argentina, Perú e Chile. A banda mexicana lançou 3 LPs entre 1961 e 1964. O grupo era constituído por Julio Murillo (requinto), Fernando Martínez (guitarra ritmo) e Gualberto Avilés (guitarra baixo), nas percussões, Manuel Campos, no saxofone, Filemón Guzmán, nos teclados (piano e órgão), Jorge Basel, enquanto a bateria e a direcção do grupo eram responsabilidade de Manuel Gallegos. No México, o ano de 1961 permitiu conhecer um grande número de grupos que fizeram sucesso através do Rock 'n' Roll, entre eles Los Salvajes, grupo que teve a grande oportunidade de tentar a sua sorte com o lançamento dos seus primeiros êxitos, como "Dinamita", "Bertha Lou" e "Multiplicando”. Pouco depois, o seu vocalista Hugo del Castillo retirou-se e foi aí que participaram como grupo instrumental no terceiro LP de Enrique Guzmán, acompanhando-o ao ritmo de Twist. Posteriormente, Hugo foi substituído por René Ferrer, nascido na Cidade do México a 3 de Março de 1940 e que faleceu em 24 de Outubro de 1962, com apenas 22 anos. Los Salvages chegaram a ser o grupo de acompanhamento num LP de Enrique Guzmán. 


Faixas / Tracklist:

A1 - Caramelo de Menta (peppermint stick) 2:25
A2 - Twist En Mexico (twistin' usa) 2:52
A3 - Twist Para Ti (Twist Hey) – Instrumental 2:34
A4 - Oh, Que Pena (Shake, Shake, Shake) 2:29
A5 - Oh, Mi Amor (Rock'n Roll Uprising) 2:25
A6 - El Salvaje – Instrumental (Manuel Gallegos) 2:25
B1 - Twist Otra Vez (Let's Twist Again) 2:11
B2 - Todo Va a Estar Bien (Everithing Gonna Be Alright) 2:17
B3 - Canto de Las Trompetas – Instrumental 2:29
B4 - La Resbaladilla (The Slide) 2:59
B5 - Chica Radioactiva (Manuel Gallegos) 2:25
B6 - Bahia – Instrumental 2:18

Membros / Members:

Hugo del Castillo (substituído por René Ferrer) - voz
Gualberto Avilés - baixo
Julio Murillo- guitarra solo, requinto
Fernando (Bernardo) Martínez - guitarra ritmo
Manuel Gallegos – Bateria e líder
Manuel Campos – conga, percussões
Jorge Basel – teclados (piano e órgão)
Filemón Guzman – saxofone

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Enrique Guzman Con Los Salvajes ‎– Enrique y El Twist (LP 1961 / Mexico)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015



Enrique Guzman Con Los Salvajes ‎– Enrique y El Twist (LP Columbia/CBS ‎– DCA 224, 1961/Mexico).
Acompanhado por Los Salvajes.
Produtor - Chuck Anderson


Este é um dos primeiros LPs de Guzmán, em plena época do Twist, música e dança que nessa altura fazia furor um pouco por todo o mundo... 
Enrique Guzmán Vargas, mais conhecido apenas por Enrique Guzmán, é um famoso cantor mexicano, nascido em 1 de fevereiro de 1943, na Venezuela, filho de pais mexicanos. 
Quando tinha doze anos regressou ao México. Nos anos 60, foi um dos cantores mais populares deste país. Foi mesmo considerado um “ídolo da juventude” e um pioneiro do rock mexicano na época, juntamente com Angélica María, César Costa, Julissa, Johnny Laboriel, Manolo Muñoz ou Alberto Vázquez, entre outros. 
Foi já na Universidade que começou a interessar-se pelos novos fenómenos musicais que atravessavam fronteiras, vindos dos Estados Unidos. Começou por adaptar para o espanhol alguns dos primeiros clássicos do rock como, “Jailhouse Rock” ou “Good Golly Miss Molly” e, em 1958, forma o grupo Los Teen Tops. No início da década de 60 inicia também uma carreira de actor e de intérprete a solo, formando ao mesmo tempo um novo grupo que o acompanha em disco e em palco, Los Salvajes
Em 1963 Guzmán gravou o seu primeiro disco a solo (já sem Los Teen Tops).
Em 1982 venceu o concurso do Festival de La Canción OTI, com a canção «Con y Por Amor». 


Faixas/Tracklist:

1 Muñequita (Gian Carlo Testoni, Haydn Gumm)
2 Tu Pasión 
3 El Ritmo Del Twist (Henry Glover, Joey Dee)
4 Twist Hey (Bill Cioffero)
5 Florida Twist 
6 Multiplicando 
7 El Twist 
8 Ritmo Bonito 
9 Irresistible 
10 El Twistometro 
11 Mi Chiquita 
12 Adios Mundo Cruel (Gene Lawson, J. Bredlobe, Otis Redding)

LP gentilmente cedido por Miguel Lopez, a quem agradecemos.

Los Salvajes - Antologia (Singles 1967-69)

terça-feira, 21 de junho de 2011




Los Salvajes es una banda de rock española de Barcelona fundada en 1962. Este grupo está considerado como The Rolling Stones español, por tener un estilo más duro que los otros rockeros españoles del momento (Los Sírex, Los Mustang). 
Crearon el grupo Gaby Alegret (voz), Andy González (guitarra solista), Francisco Miralles (guitarra rítmica), Sebastián Sospedra (bajo) y Delfín Fernández (batería). 
En 1966 se produjo un relevo con Julián Moreno como guitarra rítmica, que junto con Andy Gonzalez compusieron varios temas propios colaborando en algunas letras el popular locutor Luís Arridas Castro, tales como "Las ovejitas", "Vivir sin ti", "Rosa de papel", etc. publicadas por EMI-Odeon S.A. En este mismo año sacaron a la luz su canción más exitosa y famosa, "Soy así". También versionaron "Paint It, Black" de la citada banda británica, creando el conocido tema "Todo negro". El grupo español M Clan les rindió homenaje a ambos tocando "Todo negro" en su álbum Sin enchufe. De igual manera, Los Salvajes versionaron "My Generation", delos también ingleses The Who. El servicio militar obligatorio obligó a poner fin a la primera etapa de la banda en 1970. 
Posteriormente colaboraron como músicos o promotores en otros proyectos: Dyango, Lone Star, etc. 
Exceptuando alguna actuación puntual, hubo que esperar hasta 1997 para ver la vuelta al escenario del grupo. Actualmente sólo queda Gaby Alegret como miembro de la primera formación. Ahora se hace cargo de la voz y las armónicas. Lo acompañan Quique Tudela (guitarra), Albert Ponsa (bajo y voces), Francis Rabassa (batería), Peter Dijsterhuis (teclados y voces) y Nina Olive (voces y percusión). 
En 2008 regresaron a los escenarios para acudir al Ebrovisión. Actualmente suelen ofrecer conciertos tanto solos como con la también veterana banda Los Gatos Negros (Barcelona, 1957), de la que también es miembro Quique Tudela. 

Fonte: Wikipedia

Álbum gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.

Los Salvajes - Mi Bigote (8º EP 1967)

segunda-feira, 20 de junho de 2011



Los Salvajes - Mi Bigote (8º EP Odeon / Regal SEDL 19.548 - 1967)

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos. 

Los Salvajes - 7º EP (1967)

domingo, 19 de junho de 2011


AQUI:   ou   ALI:

Los Salvajes - Las Ovejitas (7º EP Odeon / Regal SEDL 19.531 - 1967)

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos. 

Los Salvajes - 6º EP (1966)

sábado, 18 de junho de 2011



Los Salvajes - Todo Negro (paint it black) - 6º EP Odeon / Regal SEDL 19.522 - 1966)

EP gentilmente cedido por Luís Futre. 
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos. 

Los Salvajes (EP 1966)

quarta-feira, 16 de março de 2011


DOWNLOAD LINK:   http://www.megaupload.com/?d=MBSCXGZ5

Los Salvajes - La Neurastenia (5º EP Odeon / Regal SEDL 19.507 - 1966)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos. 
 

Los Salvajes - Al Capone (4º EP - XVI Festival de Sanremo - 1966)

domingo, 13 de março de 2011

DOWNLOAD LINK:   http://www.megaupload.com/?d=HPVKRK4X

Los Salvajes - Al Capone (XVI Festival de Sanremo - 4º EP Odeon / Regal SEDL 19.490 - 1966)

EP gentilmente cedido por Luís Futre.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.



Los Salvajes - 3º EP 1965

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


DOWNLOAD LINK:   http://www.megaupload.com/?d=N66RJ55D

Los Salvajes - 3º EP Odeon / Regal SEDL 19.481 - 1965

EP gentilmente cedido por Luís Futre.

Los Salvajes - 1964 / 1969 (2º EP 1965)







DOWNLOAD LINK:   http://www.megaupload.com/?d=LLBZLF9B

Los Salvajes - 2º EP Odeon / Regal SEDL 19.466 - 1965

EP gentilmente cedido por Luis Futre.

Los Salvajes - Los Salvajes (1º EP, 1964)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011


AQUI:

Los Salvajes - Los Salvajes (1º EP Marbella 2.005 - XC, 1964).

Los Salvajes fueron el grupo más macarra y animal de los 60's en España. Formados en Barcelona a principios de la década, empezaron tocando al estilo de los Shadows y la chanson francesa, pero a finales de 1964 fueron contratados para tocar por Alemania durante medio año. A su regreso a España había cambiado su estilo, adoptando el rhythm and blues y el beat. Poco después ficharon por EMI que les estuvo sacando EP's durante el resto de la década en los que abundaban las versiones de canciones de éxito (frecuentemente mejores que las originales) por política de la discográfica, que quería venderles como los Stones españoles, aunque poco a poco van colando cada vez más sus propias canciones. Al sonido del grupo se le va incorporando el garage, el fuzz, el soul y, hacia 1967, la psicodelia. Se separaron en 1969.

Los EP's de Los Salvajes (en vinilo)
En el primero, de 1964, fue editado originalmente por la discográfica Vergara y pertenece a su época anterior a la experiencia en Alemania, por lo que tiene un sonido más suave. En él encontramos sólo versiones: Hoy comienza mi vida (Pour moir la vie va commencer, de Jean Jaques Debout), Nada ha cambiado (Rien n'a change, de Johnny Hallyday), Boys (de The Shirelles) y Con el corazón (A plein couer, también de Hallyday). Aunque se les nota novatos y todavía no tenían el sonido que les dio fama, estás grabaciones tienen valor por su carácter histórico y porque no suelen estar incluidas en sus recopilatorios.
El segundo, de 1965, fue el primero que les editó EMI y ya tiene un sonido que puede competir con los grupos internacionales del momento. Incluye Siluetas (Silhouettes, de Herman's Hermintt), Goodbye my love (The Searchers), Hielo en vez de amor (tema propio del grupo) y No me digas adiós (You can't say goodbye, de Trini López). En el tercero, del mismo año, no consiguieron meter ningún tema propio e incluye las versiones Se llama María (Si chiama Maria, de Pino Donaggio), Wolly bully (de Sam The Sham and The Pharaons), Satisfacción ((I can't get no) satisfaction, de The Rolling Stones, cojonuda) y Ya te tengo (I've got you babe, de Sonny & Cher, flipante).
En 1996 sacaron tres EP's, en los que poco a poco iban metiendo más canciones propias. Se van inclinando hacia el garage e imitan el sonido fuzz con los escasos medios que disponen, llamándolo "sonido mosca". El primero de ellos contenía Pienso en ti (You were on my mind de We Five), Paff... boom (de The Yardbirds), Al Capone (cojonudo instrumental original de Los Salvajes) y A la buena de Dios. El siguiente contenía La neurastenia (19th nervous breakdown de The Rolling Stones), Soy así (el primero de los buenísimos himnos generacionales del grupo), Corre, corre (Keep on running, de The Spencer Davies Group) y These boots are made for walking (de Nancy Sinatra). Termina 1966 con el EP que contenía Todo negro (buenísima versión de Paint it black de los Rolling), Una chica igual que tú (With a girl like you, de The Troggs), Es la edad (otro gran temazo del grupo) y Que alguien me ayude (Somebody help me, de The Spencer Davies Group).
Los dos últimos EP's pertenecen a 1967, cuando el grupo empezó a tener influencias del soul y la psicodelia. El éxito del material compuesto por Los Salvajes les permitió meter más temas propios en los discos. El primero incluye Las ovejitas (otro himno generacional), Rosa de papel (un tanto ñoña, pero mola), Es mejor dejarlo como está (Reach out I'll be there, de Four Tops) y No me puedo controlar (I can't control myself, de The Troggs). El último EP contiene la alucinante Mi bigote (psicodelia con sitar y letra flipante), Fuera de mi corazón (con la que pisan un poco el freno), Vivir sin ti (una de mis favoritas del grupo, cañera y bailable) y El bote que remo (The boat that I row, de Neil Young).

Fonte: Egurenzone.

EP gentilmente cedido por Luís Futre, a quem agradecemos.
Ripado do vinil. Digitalização (capas e áudio) e masterização, por Carlos Santos.